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Evolução Humana

Porque está escrito: "Como eu vivo, diz o Senhor, que todo o joelho se dobrará a mim, E toda a língua confessará a Deus" (Romanos 14:11)

A evolução humana é essa: nascemos, crescemos, conhecemos os prazeres do mundo, chegamos até o fim do poço, conhecemos a Deus, nos arrependemos, então só assim, evoluimos e vivemos. Tenho plena convicção de que essa é mais pura realidade dos seres humanos hoje. É só olharmos ao redor para percebermos o quanto a humanidade está cada vez mais arruinada no que se diz respeito à evolução de carater, consciência e solidariedade.

"Por isso o homem será abatido, a humanidade se curvará, e os arrogantes terão que baixar os olhos." Isaías 5:15

A Humanidade tem vivido um tempo de muitas mudanças, tanto sociais quanto religiosas, porém Jesus Cristo prevalecerá sobre todas essas coisas!!!

"O céu e a terra passarão, mas as minhas palavras jamais passarão". Marcos 13:31

Só realmente "vivemos" quando encontramos a Cristo, pois sabemos que mesmo perdendo nossa carne, ou seja, a primeira morte, ainda assim teremos a vida eterna ao lado do Pai.

"Multidões que dormem no pó da terra acordarão: uns para a vida eterna, outros para a vergonha, para o desprezo eterno." Daniel 12:2

"Pois o salário do pecado é a morte, mas o dom gratuito de Deus é a vida eterna em Cristo Jesus, nosso Senhor." Romanos 6:23

Portanto, vigiai humanidade hipócrita... pois "toda a humanidade é como a relva, e toda a sua glória, como a flor da relva; a relva murcha e cai a sua flor." 1 Pedro 1:24

"Um terço da humanidade foi morto pelas três pragas de fogo, fumaça e enxofre que saíam das suas bocas." Apocalipse 9:18

Creiam na Espada de Cristo e serás liberto!!!

"De uma lua nova a outra e de um sábado a outro, toda a humanidade virá e se inclinará diante de mim", diz o Senhor. Isaías 66:23

Amém

(autor desconhecido)

DUAS LÁGRIMAS

(Sermão fúnebre apresentado pelo Pr. Arilton na despedida de seu irmão, no domingo, 10 de junho).

O dia 09 de junho não será mais lembrado por nossa família como um dia comum. Enquanto recapitulava a lição da Escola Sabatina e me preparava para mais um sábado de atividades na igreja o telefone celular tocou. Eram 7:28 da manhã.

O número era de minha irmã, Penha, mas a voz era de seu filho Iveliks. As palavras “Tio, não tenho uma boa notícia”, prenderam minha atenção como um pênalti marcada aos 45 minutos do segundo tempo de uma partida de futebol. Nós, os seres humanos, que existimos em família, de certa forma vivemos ansiosos pelo bem estar das pessoas que amamos.

A primeira imagem que veio à minha mente foi a de minha mãe. Já com seus quase 80 anos, saúde debilitada, mas o pensamento foi interrompido pela triste anúncio: “É o tio Dão. Ele teve um infarto hoje cedo e morreu”. O chão desaparece sob meus pés – a vida passa em sua mente em um minuto – aconteceu o que todos sabiam, mas que tentamos evitar, driblar, um ente querido se foi.

Algumas vezes em conversa com meu irmão, Pr. Antonio, principalmente depois de reuniões da família marcadas por brincadeiras, futebol, comida e boas risadas, sempre dizíamos, até quando teremos toda a família juntos. Os 9 filhos, pai e mãe. Quando e quem será o primeiro a nos deixar?!

Ontem, 09 de julho, de forma trágica e inesperada veio a resposta, e como foi amargo o sabor da descoberta!

Naquele momento, o que me veio a mente foi o texto de Paulo: “O salário do pecado é a morte”. Romanos 6:23. E cedo ou tarde o pecado cobra um alto preço. Desde que nossos primeiros pais, Adão e Eva, perderam o direito à árvore da vida por causa da desobediência, do pecado, o ser humano tem amargado o gosto da morte. Ele sempre quando ela chega arranca de nós as pessoas que amamos. Desta vez foi meu irmão, João.

Alguns o apelidaram de “Ferrim”, ou Dão, o cartório o registrou como João Cordeiro de Oliveira, que no próximo 01 de dezembro completaria 52 anos de vida. Ele parte e deixa esposa, 4 filhos, 8 irmãos, pai e mãe e tantos outros parentes e amigos. Ele deixa de fato um vazio.

a) Uma cama vazia – pensei em sua esposa, Lena, companheira do dia-a-dia. Como seria seu primeiro domingo sem o esposo, e agora com título de viúva.
b) Pensei nos filhos – a partir de agora órfãos de pai.
c) Pensei na Sabrina – com data marcada para o casamento – agora não mais tem um pai para entrar com ela.
d) Pensei na Camila, Diego, João Vitor.
e) Pensei nos nossos pais – já idosos, e a despeito da preocupação com os filhos, netos, bisnetos, os problemas de saúde, tem que enfrentar a dor de sepultar um filho. O mesmo que carregaram no colo, viram crescer e virar homem, pai, avô...

Esse é nosso mundo depois da realidade do pecado! Enquanto ponderava estas coisas, duas lágrimas rolaram, uma lágrima de tristeza e uma de esperança.

Lágrima de tristeza

Em momentos difíceis como este é difícil entender Romanos 8:28, onde declara que “Todas as coisas cooperam para o bem daqueles que amam a Deus”. Como pastor, já mencionei tantas vezes esse texto para irmãos em sofrimento porque agora o texto se torna tão difícil, tão enigmático?

O que acontecerá após o sepultamento de nosso irmão?

Um título de viúva, filhos órfãos, uma alteração na foto da família, uma mãe que terá sua resposta alterada “tenho 9 filhos, 8 vivos e 1 morto”. Nós, os irmãos, passaremos a dizer “temos um irmão morto”... Todavia, entretanto, em minha face também rolou uma lágrima de esperança.

Lágrima de Esperança

Enquanto minha namorada, Juliana, me abraçava e, sem palavras, tentava me consolar, sentindo minha dor ou escolhendo palavras certas para aquele momento, rolaram em minha face lágrimas de esperança. Lembrei-me de João 11:11, onde Jesus afirma que a morte é apenas um sono. O sono prevê um acordar, um despertar. Haverá um despertar um dia, quando não sei, mas haverá. Talvez as lágrimas do momento nos impeçam de ver, de enxergar esse dia, mas haverá!

Em realidade, Jesus falou de dois despertar. Um para vida eterna e outro para vergonha e horror eterno. Pela primeira vez o texto de João 5:28,29 assumiu um novo significado em minha vida. Instintivamente fui levado a me questionar como pastor e teólogo – em qual ressurreição meu irmão se levantará?!

A primeira ressurreição será a dos salvos. Esta ocorrerá no momento da volta de Jesus. Os salvos ressurgirão com seus corpos glorificados, sem qualquer mancha ou vestígio de pecado. Eles receberão vestes brancas de justiça, coroas de vida eterna, uma pedrinha branca com um novo nome, e o direito novamente de participar da árvore da vida e viver eternamente.

Já a segunda ressurreição, 1.000 anos depois da volta de Jesus, será a dos ímpios (Apocalipse 20:5). Com o mesmo corpo que morreram ressuscitarão para tomar conhecimento do porquê de sua perdição, dobrar os joelhos pela última vez (Romanos 14:11) em reconhecimento ao senhorio de Cristo,e aguardar o desfeche final da história. Lúcifer, o grande originador do pecado, arregimentará homens e demônios para sua última investida – atacar a cidade santa – que esteve no céu por 1.000 anos e agora pousa na terra (Apocalipse 21:2).

Quando Gogue e Magogue, ou seja, todos os perdidos de todas as eras (Apocalipse 20:7-10), forem convencidos por Satanás, iniciarão, sob seu comando, uma marcha pela superfície da terra em direção a cidade santa com a intenção de tomá-la de assalto. Será neste momento que Deus realizará sua obra estranha (Isaías 28:21), o ato de destruir o pecador, Satanás e seus anjos.

Fogo descerá dos céus e os consumirá. O mesmo fogo que põe fim aos pecados e pecadores, purificará esta terra para se tornar a eterna morada dos salvos. Então, e só então, seremos por todos os dias da eternidade uma família que nunca mais derramará lágrimas nem experimentará a dor da separação.

Mas ainda não respondi a pergunta: “Em qual das duas ressurreições despertará meu irmão, João”?

Eu não sei! É difícil assumir isso, mas eu não sei. E somente Deus que nos conhece tão bem tem essa resposta!

A mim, como pastor e irmão, resta o conselho de Paulo: “Consolai-vos uns aos outros com essas palavras” 1 Tessalonicenses 4:18). Palavras de esperança de um reencontro.

Estava rascunhando esse sermão enquanto voava de Montes Claros para Belo Horizonte e depois voaria de Belo Horizonte para Vitória. Enquanto escrevia estas linhas ouvi o comandante anunciar: “em três minutos iniciaremos nossa descida”.

Estava a bordo do vôo TRIP 5575, dentro de poucas horas chegaria ao aeroporto de confins e depois Vitória. Encontraria minha família como nunca dantes e ver o corpo sem vida de meu irmão.

Não mais nesta vida – verei seu sorriso.
Não mais nesta vida – jogaremos bola juntos.
Não mais nesta vida – ouviremos sua voz.
Não mais nesta vida – sentiremos o calor de sua presença.
Não mais nesta vida – verei seu olhar aprovativo.

Um dia cheguei em casa e ele tinha um presente para mim. Eu deveria ter 8 ou 9 anos de idade. Ele havia comprado uma mochila de por nas costas para mim. Até então levava meus 4 livros para a escola em uma sacola de arroz. Me tornei o único garoto na escola com tal mochila.

Nunca também me esquecerei dos desfiles de 07 de setembro. Minha escola, Angelo Zani, ia para a avenida Expedido Garcia, em Campo Grande, e lá, sob os olhares de uma multidão, desfilávamos felizes. Quantas vezes testemunhei seu olhar em minha direção nestas ocasiões. Seu olhar me dizia: “Vai, segue em frente, to com você, parabéns, marcha firme...”.

Foi seu incentivo que me deu ânimo. Se hoje estou cursando um doutorado, é graças a ele, sua força, sua ajuda.

Não mais nesta vida sentirei seu carinho. Nunca me esquecerei quando tive que ir para a Bahia, fazer o vestibular para Teologia. Quando retornei com a notícia que havia sido aprovado, ele se assentou comigo e confidenciou: “Eu estava torcendo tanto que você não passasse”. Isso poderia soar desencorajador se não tivesse vindo dele. Mas eu sabia o que ele estava dizendo. Ele não me queria longe. Ele me queria por perto.

Minhas memórias foram interrompidas pela voz do comandante: “Tripulação, preparar para o pouso”. Era hora de pousar mas a viagem ainda não havia terminado. Deveria descer (Pampulha, BH) para depois subir em direção ao destino final. Me lembrei do Dão.

Ele estará descendo hoje, mas apenas para uma escala. Logo subirá para seu destino final. Ainda não estamos em casa e é lá que as melhores coisas acontecem. “Se preparem para o pouso”, disse o comandante. Estamos aguardando ouvir a voz de outro comandante, Jesus, Ele vai chegar e vai anunciar: Vamos para o lar.

Rola em nossa face uma lágrima de esperança – hemos de ver nosso irmão novamente, daqui a pouco, e as lágrimas nunca mais rolarão.

Vale a pena viver sem Deus?



VIDA SEM DEUS

CENA 1



CENA 2


CENA 3


CENA 4


CENA 5


CENA 6


CENA 7


CENA 8


CENA 9


CENA 10


CENA 11


CENA 12


CENA 13


CENA 14


CENA 15


CENA 16


CENA 17





VIDA COM DEUS



CENA 20


CENA 21


REFLEXÃO: "Respondeu-lhe Jesus: Eu sou o caminho, e a verdade e a vida; ninguém vem ao Pai senão por mim." (João 14.6)

FAQ 
  

RESSURREIÇÃO - "O Sepulcro Aberto"

"O que semeias não nasce, se primeiro não morrer" (I Coríntios 15:36)

A semente morre para brotar com vida nova. É-nos assim ensinada a lição da ressurreição. Todos quantos amam a Deus ressurgirão para a vida, e viverão de novo pelos séculos sem fim da Terra prometida.

Na cidade de Hanover, Alemanha, havia um túmulo conhecido como o "sepulcro aberto". Era o lugar de repouso de pessoa preeminente que morrera fazia mais de um século. Essa sepultura foi coberta com grandes lajes de pedra, sobrepostas por um bloco de mármore. De acordo com o costume do tempo, foram gravadas na base as palavras: "Essa sepultura comprada para a eternidade, jamais deve ser aberta." Naturalmente, todos esperavam que o sepulcro permanecesse imperturbado. Os judeus, também, confiavam em que a sepultura de Cristo estivesse bem segurada pelo selo romano e pela guarda, e no entanto um anjo, revestido de poder, removeu a pedra e Jesus ressurgiu. Assim com aquele sepulcro de Hanover: Aconteceu que uma semente de bétula caiu num interstício, entre as pedras maciças. Logo a sementinha soltou um tenro broto, e uma pequenina raiz [pequena fenda] encontrou caminho entre as pesadas pedras. Lenta e imperceptivelmente, mas com poder irresistível, a jovem bétula cresceu, até que as suas raízes fenderam o túmulo tão bem seguro, não deixando nenhuma de suas pedras na posição em que fora colocada. Que ilustração, muda mas vívida, DAQUELA PROMESSA DE QUE, SEM MUITO TARDAR, TODAS AS SEPULTURAS SE ABRIRÃO, e os que dormem se erguerão de seus lentos poentos!

Reflexão: "Em verdade, em verdade vos digo: Se o grão de trigo, caindo na terra, não morrer, fica ele só; mas se morrer, produz muito fruto." (João 12:24)

Fonte: Estudos Bíblicos - CPB

Diferenças

Dias atrás, morreram John Stott e Amy Winehouse. Stott morreu aos 90 anos. Amy morreu aos 27. Stott morreu de complicações decorrentes da idade. Amy morreu de “causas desconhecidas”, mas, ao que tudo indica ocasionada por uma overdose [ou abstinência, como apontou um laudo]. Stott morreu em casa ouvindo “O Messias” de Haendel e cercado por amigos que se revezavam na leitura de textos bíblicos. Amy morreu em casa. Sozinha. Stott escreveu dezenas de livros de conteúdo cristão que se tornaram luzeiros para a fé de milhões de cristãos em todo o mundo. Obras como Crer é também pensar, A cruz de Cristo, Ouça o Espírito, ouça o mundo e diversas outras obras. Ao lado de Billy Graham, fundou o Movimento Internacional de Evangelização Mundial Lausanne. Dedicou sua vida ao treinamento e ao ensino de milhões de líderes nas regiões mais carentes de treinamento teológico do mundo, dentre elas, a América latina. Amy se tornou conhecida por sua melodiosa voz que cantava letras que evocavam tristeza, desespero e solidão. Ela enterrou o próprio coração em uma das suas canções.
Stott sempre será lembrado por sua simplicidade, humildade e dedicação em defesa da causa do Evangelho. Amy sempre será lembrada por suas performances de embriaguez e seus usos de drogas. Por sua aparência cada vez mais frágil diante da luta perdida contra o vício.
Em todo o mundo, apenas os cristãos protestantes lamentaram a morte de Stott. Não foi noticiado por nenhuma grande rede de TV. Nenhum jornal ou revista da chamada “mídia secular” escreveu nem mesmo uma nota sobre a morte dele. Mas sua vida está escrita na memória e no coração de milhões. Em todo o mundo, a morte de Amy foi noticiada exaustivamente. TV, rádio, jornais e revistas dedicaram páginas e páginas, horas e horas de cobertura à morte “prematura” daquela jovem “tão promissora” que seguia o exemplo de tantos outros antes dela.

John Stott foi pranteado com esperança por aqueles que eram seus amigos e compartilhavam sua fé em que a morte é apenas o início de uma abundante e plena vida ao lado de Cristo na eternidade [na ressurreição]. Amy foi pranteada por milhões de fãs e amigos, conhecidos e desconhecidos, e, principalmente, por seu pai e sua mãe, que não cansavam de repetir: “Nos últimos dias, ela estava bem.” Seu pranto era pela perda. E apenas isso. Talvez muitos deles pensem que a morte “é o fim”. Amy [saberá] que não é.
Stott morreu numa casa simples, num acampamento para idosos, propriedade da denominação Anglicana. Amy morreu numa bela mansão em um bairro nobre de Londres.

Stott não deve ter deixado muito de herança material. Mas, sua herança espiritual é inestimável. Amy deixou milhões de dólares, cuja parte o pai reverterá para ajudar no tratamento de pessoas vítimas do álcool e das drogas. Talvez seja uma forma “de dar sentido a tudo isso”.
Stott sempre estava sorrindo. Amy parecia não ter motivos para ser feliz. Parece que, para o mundo, a morte de Stott não fez nenhuma diferença. Mas é notório que, para o mundo, a morte de Amy foi uma perda inestimável.

Stott morreu crendo na suficiência única e exclusiva do sacrifício de Cristo para ofertar graciosamente ao homem a salvação. Amy... não sei no que ela cria. Seus pais eram judeus. Vocês sabem o que significa biblicamente falando. Mas, por sua vida, pode-se afirmar que não havia experimentado uma nova vida em Cristo. NEle há esperança. NEle há alegria. NEle há sentido para quem somos e o que fazemos com nossa existência.

Stott morreu e aguarda a ressurreição na volta de Jesus. Porque a Palavra de Deus é clara no que promete para os que amam a Deus e creem em Jesus como filho de Deus e seu Salvador. Estes seguem Seus passos como discípulos fieis e O aceitam como único mediador entre Deus e o homem. 
Que adianta ao homem ganhar o mundo inteiro e perder a sua alma? Longe de mim esteja gloriar-me a não ser na cruz de Cristo.

(Autor desconhecido; recebido por e-mail)
Fonte: Criacionismo

O adeus de Ernie

(adaptado do texto de J. David Branon)

"...porque eu sei em quem tenho crido, e estou certo de que é poderoso para guardar o meu depósito até àquele dia" (I Timóteo 1:12)

Certo colunista entrevistou Ernie Harwell no dia 30 de setembro de 2009, um dos homens mais queridos nos esportes americanos. Harwell passou mais de 50 anos como locutor de rádio, especialmente para uma equipe de basquete. A sua bondade, humildade e simpatia como locutor deixaram uma marca indelével em todos que o conheceram.

Ao ser entrevistado, Ernie tinha 91 anos e havia acabado de anunciar que tinha um câncer incurável. Contudo, enquanto Ernie falava, não queria que as pessoas sentissem pena dele. Ao invés disso, queria falar sobre a noite, em 1961, em que confiou em Jesus Cristo como Salvador. E, numa das últimas oportunidades que este famoso locutor teria para falar publicamente, ele concluiu: “Não sei quanto tempo ainda me resta… [mas] eu posso ter certeza… em quais braços me encontrarei, e que coisa maravilhosa será o céu”.

Ernie aguardava algo especial! Ele sabia que Deus tinha lhe preparado um glorioso lar eterno portanto, podia encarar a morte e louvar a Deus. Essa é a sua confiança? Você sabia [que naquele dia] Ele estará te aguardando de braços abertos para levá-lo ao seu novo lar? No final, é isso o que realmente importa. Se você ainda não confiou sua vida ao Mestre, faça como Ernie, se coloque nos braços do Salvador Jesus!

REFLEXÕES: "Na casa de meu Pai há muitas moradas; se não fosse assim, eu vo-lo teria dito; vou preparar-vos lugar e, se eu for e vos preparar lugar, virei outra vez, e vos tomarei para mim mesmo, para que onde eu estiver estejais vós também" (João 14:2-3)

"Porque para mim o viver é Cristo, e o morrer é lucro mas, se o viver na carne resultar para mim em fruto do meu trabalho, não sei então o que hei de escolher. Mas de ambos os lados estou em aperto, tendo desejo de partir e estar com Cristo, porque isto é ainda muito melhor" (Filipenses 1:21-23)


Onde estão, ó morte, as tuas pragas?

(por Marcio)

“Os teus mortos viverão, os seus corpos
ressuscitarão; despertai e exultai, vós que habitais no pó; porque o teu orvalho é orvalho de luz, e sobre a terra das sombras fá-lo-ás cair” (Isaías 26:19)

Hoje o dia não foi mais um daqueles comuns, definitivamente não. Como bem disse o amigo Willian, o diabo não pode mais exercer o seu mísero poder sobre esta especial filha de Cristo (foto), nossa querida irmã Yolanda. Hoje nós perdemos o privilégio da sua presença, perdemos a sua companhia, perdemos a sua voz... ela agora se mistura ao pó da terra e dorme nos braços amorosos do Senhor. Em compensação, o céu todo se alegra pela certeza de que "naquele dia" a "nuvem da alegria" estará ainda mais completa com a presença desta legítima filha de Deus, já incorruptível, imperecível. Como igreja, não temos dúvidas que seu nome está registrado nas páginas do Livro da Vida e que um novo nome escrito em uma pedrinha branca já está a esperá-la.

Ela foi uma daquelas filhas do Senhor fervorosas, que sempre exclamava com vontade uma palavra de louvor e gratidão guardada no coração. Sempre estava em todos os cultos e estudos. Sua vida? seu Deus, sua família, seus netos - sua Naomi. Verdadeira serva. Verdadeiro exemplo. Exemplo de dedicação, de abnegação, de intercessora, mãe e avó. Sua alegria era entoar louvores em nosso coral. Estava sempre em todos os ensaios, em todos os eventos.

Lembro do dia em que tirei esta foto. Nossa filhinha tinha ainda poucos dias e ela não obstante, pegou sua netinha, sua bíblia, sua condução e veio nos visitar. Presenteou nossa querida com uma boneca de porcelana linda e mais ainda nos presenteou com textos bíblicos e uma linda oração. Pudemos sentir de perto o conforto daquela visita! Sentimos de perto um amor ativo, daqueles que geram lágrimas por sua simples palavras e presença. Que bela amiga temos em Cristo Jesus.

Olhando outra cena, a cena de hoje, pude ver apenas uma alma já sem o fôlego de vida, marcada pelos traços do sofrimento de um mundo que perece na dor dos seus pecados. Contudo, pude perceber um rosto sereno e tranquilo, um rosto poupado da dor pelo Senhor, pela sua misericórdia e amor, principalmente por seres humanos como ela, que dedicam suas vidas inteiras em nome de Cristo e Seu causa. A certeza da sua salvação nos dá o conforto que somente podemos observar em semblantes contagiados pelo amor de Deus e Sua paz.

O sábio Salomão inspiradamente escreveu: "Tudo tem o seu propósito determinado, e há tempo para todo o propósito debaixo do céu: há tempo de nascer e tempo de morrer..." (Eclesiastes 3:1,2). O tempo dela certamenmte chegou. Estou longe de saber quais foram os propósitos da Dna. Yolanda ter vivido nesta terra; Deus o sabe. Sei apenas que fará muita falta em nosso meio, pela pessoa agradável, pela exemplo de fé e perseverança na oração em prol de outros. Em contra partida, também há tempo de nascer. Oro a Deus pela nossa filhinha de apenas 100 dias, e que o propósito dela seja parecido com a da nossa amiga - ser uma benção, fazer o bem, amar os seus e acima de tudo, viver para Deus.

A vida e a morte da Dna. Yolanda, sua história, seu amor e preocupação com os outros (em especial com a sua família), me deixou uma lição bem diferente das mensagens que encontramos em adesivos dos carros de hoje: "Levai as cargas uns dos outros, e assim cumprireis a lei de Cristo” (Gálatas 6:2).

REFLEXÕES: “Eu sou a ressurreição e a vida. Quem crê em mim, ainda que morra, viverá. E todo aquele que vive e crê em mim não morrerá, eternamente. Crês isto?” (Jo 11:25,26)

“Porque o Senhor mesmo descerá do céu com grande brado, à voz do arcanjo, ao som da trombeta de Deus, e os que morreram em Cristo ressuscitarão primeiro. Depois nós, os que ficarmos vivos seremos arrebatados juntamente com eles, nas nuvens, ao encontro do Senhor nos ares, e assim estaremos para sempre com o Senhor” (I Tessalonicenses 4:16-17)

O uso do Hífen

(Pr Rubens M. Scheffel)

"A Ti me entregarei desde o meu nascimento; desde o ventre da minha mãe. Tu és meu Deus" (Salmo 22:10)

Não, o tema de hoje não é sobre a Nova Reforma Ortográfica, que eliminou alguns hífens e acrescentou outros. Quero refletir hoje sobre um hífen muito especial que se encontra nas sepulturas, e que une a data do nascimento à do falecimento da pessoa. Exemplo: 1942-2010.

Salomão disse que o dia da morte é melhor do que o dia do nascimento (Ec 7:1). Dentro de uma realidade espiritual, quem morre em Cristo já passou por esse vale de lágrimas, e agora está garantido, nos braços do Pai, aguardando a ressurreição. Está livre de qualquer perigo, especialmente do perigo de se perder. E quem nasce tem toda uma vida de lutas e sofrimentos pela frente, e poderá se salvar ou se perder, dependendo das escolhas que fizer, isto é, dependendo de como viveu sua vida - esse pequeno hífen entre o nascimento e a morte.

Esse hífen representa o tempo de duração de nossa vida. E quando ele chega ao fim, nossas posses não tem a menor importância: casas, carros, terrenos, conta bancária. O que importa é como vivemos, amamos e usamos o nosso hífen.

Cada um de nós deveria se perguntar constantemente: O que tenho feito de minha vida? Tenho amado a Deus sobre todas as coisas, e ao próximo como a mim mesmo? Tenho praticado a verdadeira religião para com Deus, que consiste em visitar os órfãos e as viúvas nas suas tribulações e guardar-se incontaminado do mundo?

Tenho vivido para servir ou para ser servido? Tenho ajudado aos outros ou vivido egoisticamente? Estou cumprindo o plano de Deus para a minha vida, ou vivendo para a satisfação de mim mesmo? Estou preparado para baixar à sepultura com esperança em meu coração, se hoje a morte vier bater à minha porta? Ou, se Cristo viesse hoje, estaria eu entre aqueles que dirão com entusiasmo e alegria: "Este é o Senhor, a quem aguardávamos; na Sua salvação exultaremos e nos alegraremos" (Is 25:9)?

Portanto, pense se há alguma coisa que gostaria de mudar enquanto é tempo, pois nunca se sabe quanto tempo nos resta. talvez seja o caso de mostrar mais apreço e amor pelos outros. Apertar os lábios para não falar palavras ofensivas. Sorrir mais. Fazer hoje uma entrega completa a Deus, pois o seu hífen pode estar chegando ao fim, não importa sua idade.

O salmista Davi se entregou a Deus desde o nascimento, e você?

REFLEXÃO: "O nome limpo vale mais do que o perfume mais caro; e o dia da morte é melhor do que o dia do nascimento" (Eclesiastes 7:1)

Fonte: MM 2010


Bebidas alcóolicas

(adaptado do texto de Elisabete Ferraz Sanches)

"O VINHO é zombador e a BEBIDA FERMENTADA provoca brigas; NÃO é SÁBIO deixar-se dominar por eles" (Provérbios 20:1) - NVI

Homens e mulheres encontram o sentido da vida na cerveja, na vodca, na caipirinha. Não é a bebida em si, mas o efeito que provoca: o esquecimento de si e do mundo. Bebem para liberar um “eu recôndito”, para dançar, desinibir, falar coisas que não diriam se estivessem sóbrios.

Bebem para comemorar, bebem para aliviar a dor. Paradoxalmente, estejam felizes ou tristes, o mesmo método será usado.

Se você quer a alienação de si mesmo, é porque sua vida já perdeu o sentido há muito tempo. É preciso se divertir, dar risada, entrar em estado de graça. O álcool proporcionará tudo isso? Quem bebe é feliz, faz amizades, diverte-se, aproveita mais? No dia seguinte, vem a ressaca. Vale a pena? Os problemas foram resolvidos? As dores melhoraram? Laços de amizades verdadeiras foram feitos? As pessoas foram mais amadas do que antes? Provavelmente, não.

Como alguém pode “curtir a vida”, se precisa fugir dela? Extasiada pela bebida, o que a pessoa viu? Nada. Só o próprio vômito, suas entranhas, seu corpo pedindo socorro, sua alma afogada em álcool, uma insuportável dor de cabeça. Mas muitos dirão: “Eu sou feliz, por isso bebo.” Certo. Pergunte para si mesmo: Eu quero uma cerveja gelada ou um abraço quente? Eu quero uma caipirinha ou compreensão? Eu quero vodca ou uma palavra amiga?

Uma pesquisa feita pelo projeto Este Jovem Brasileiro, desenvolvida pelo Portal Educacional em conjunto com o psiquiatra Jairo Bouer, ouviu 11.846 alunos de 96 escolas particulares de todo o Brasil e conclui que grande parte dos adolescentes começam a beber devido a problemas familiares, mal exemplo dos pais consumidores de bebidas e, imagine, jovens sem uma religião e com desempenho fraco no colégio. Pelo que parece, eles não começam a beber por excesso de felicidade.

Não é preciso mencionar as enfermidades físicas causadas pela ingestão de álcool, como a esteatose, cirrose, inflamação no miocárdio, pancreatite, neuropatia, além, é claro, de sua ação depressiva no cérebro e no sistema nervoso central. Mas por que as pessoas bebem, então? Por falta de amor próprio? Pelo contrário, elas se amam tanto que, por medo e desespero de não receberem a valorização que merecem, jogam-se em um líquido qualquer para arrebatá-las da solidão e dessa vida difícil e dura. Em um folheto publicado pelo Conselho Nacional de Alcoolismo de Nova York, podemos encontrar frases do tipo: “O alcoólatra é notavelmente sensível. Mas, para ele, essa sensibilidade não é uma característica saudável e construtiva. Em vez de ampliar seus horizontes e aumentar sua capacidade criativa, como a sensibilidade faz em pessoas saudáveis, ela limita os horizontes do alcoólatra, virando-o para dentro, onde escapa do mundo que não o compreende.” Se é assim, cada ser entregue à bebida, na verdade, precisava de outra coisa: compreensão, amor, apoio e, até mesmo, repreensão dura, porém amorosa, como a de uma mãe, de um pai. Será que alguém se destrói por livre e espontânea vontade? Ou será que esse alguém foi destruído em seus sonhos mais íntimos e agora acha que está tudo acabado? Sim, está tudo acabado quando decidimos nos entregar e enterrar nossa última quimera. E não se trata de alcoolismo crônico – aquele que bebe socialmente também é um ébrio social.

Mas como recomeçar? Com uma simples atitude, mudando uma vírgula aqui e uma letra ali: SER, VEJA o sentido da vida!

Ser, veja o amor de Deus, o amor do outro, as bênçãos que tem nas mãos, enquanto muitos nem mãos têm, mas que, mesmo assim, agarram as benesses. Não diga “tudo foi pro brejo pra mim” ou “está tudo perdido”. Não está. Mário de Andrade dizia: “Sou pelo nivelamento por alto, não por baixo.” Infelizmente, é mais fácil nivelar pelo chão, se jogar na lama do que alcançar uma lâmpada. Nossa lâmpada é Deus e, muitas vezes, Ele desce para nos alcançar, porque conhece nossas fraquezas. Não nos manda um avião do tipo Concorde, porque esse não nos alcançaria; manda um barquinho, uma canoa que nos alcance no brejo, no rio da solidão. Ser, veja o sentido da vida, suba no barquinho e fique inebriado pelo poder do Senhor.

REFLEXÃO: "O temor do Senhor conduz à vida: quem O teme pode descansar em paz, livre de problemas" (Provérbios 19:23) - NVI


Finados

(adaptado do texto do Pr Fábio dos Santos)

"Pois, dada a ordem, com a voz do arcanjo e o ressoar da trombeta de Deus, o próprio Senhor descerá dos céus, e os mortos em Cristo ressuscitarão primeiro..." (I Tess 4:16) - NVI.

Segundo a Enciclopédia Online Wikpédia, o Dia
dos Fiéis Defuntos, Dia dos Mortos ou Dia de Finados é celebrado pela Igreja Católica no dia 2 de Novembro, logo a seguir ao Dia de Todos-os-Santos.

Desde o século II, os cristãos rezavam pelos falecidos, visitando os túmulos dos mártires para rezar pelos que morreram. No século V, a Igreja dedicava um dia do ano para rezar por todos os mortos, pelos quais ninguém rezava e dos quais ninguém lembrava. Também o abade de Cluny, santo Odilon, em 998 pedia aos monges que orassem pelos mortos. Desde o século XI os Papas Silvestre II (1009), João XVII (1009) e Leão IX (1015) obrigam a comunidade a dedicar um dia aos mortos.

No século XIII esse dia anual passa a ser comemorado em 2 de novembro, porque 1 de novembro é a Festa de Todos os Santos.

O Brasil por ser um país predominantemente católico, adotou essa data como feriado nacional segundo as leis n°10.607/02 e n° 662/49.

Os protestantes e evangélicos não recomendam a oração pelos mortos por que essa doutrina é desprovida de apoio Bíblico. Já os católicos afirmam haver respaldo no Livro de II Macabeus 12,43-46, mas a canonicidade desse livro não é reconhecida pela maioria das religiões cristãs.

É durante o estado de vida, que o ser humano é convidado a aceitar a salvação pela fé em Cristo Jesus (Gal 2:16; Atos 4:12; I João 5:11-12) e aguardar o dia da gloriosa ressurreição onde Deus chamará os que dormem para devolver-lhes a vida (I Tess 4:16-17, I Cor 15:51-54). Mas não há nada que se possa fazer para ajudar alguém a aceitar essa verdade, depois de descer a sepultura.

O motivo é que para alguém ser salvo, é necessário crer em Jesus, pois sem Jesus somos pecadores perdidos (Rom 3:23; 6:23); confessar sua condição pecaminosa (I João 1:9; Miq 7:18,19) e arrepender-se dos seus pecados (Atos 3:19; I João 1:9). Porém os mortos estão inconscientes, “não sabem coisa alguma”, não pensam, nem agem (Eclesiastes 9:5, 6 e 10; Salmo 146:4). Como pode então, um morto, crer, confessar e arrepender-se em seu estado mortal?

O apóstolo João declarou em Apocalipse 14:13 - Felizes (Bem Aventurados) são os mortos que descansaram no Senhor... ou seja; durante o estado "vivo" (Racional), tomaram a decisão por aceitar o plano da salvação. A felicidade é creditada pelo fato de que um dia Deus devolverá a vida a estas pessoas e por isso, a morte é comparada para estes, como um sono.

Embora muitos no dia 02 de novembro, tenham vertido lágrimas diante dos túmulos pela ausência afetiva e pessoal de um familiar ou amigo falecido, a Bíblia não nos deixou sem esperança. A morte não será um fim em si mesma para aqueles que morreram em Cristo. Resta uma esperança a estas pessoas e a todos que crêem.

“Eis que vos digo um mistério: Nem todos dormiremos, mas transformados seremos todos, num momento, num abrir e fechar de olhos, ao ressoar da última trombeta. A trombeta soará, os mortos ressuscitarão incorruptíveis, e nós seremos transformados. Porque é necessário que este corpo corruptível se revista da incorruptibilidade, e o que é mortal se revista da imortalidade... Então se cumprirá a palavra que está escrita: Tragada foi a morte pela vitória. Onde está, ó morte, a tua vitória? Onde está, ó morte, o teu aguilhão?” (I Corintios 15:51-55).

É preciso valorizar mais os vivos e não os mortos. Os vivos podem tomar a decisão por Jesus enquanto são vivos, mas os mortos já estão com o destino selados pelas escolhas que fizeram em vida. Isso não que dizer que que as boas lembranças de um falecido devam ser esquecidas. Assim como contamos lindas histórias de personagens bíblicos já falecidos, creio que existam milhares de pessoas que deixaram um bom legado e cujo testemunho ainda soa como exemplo de vida.

Certa vez uma mulher me contou que o seu esposo nunca a presenteou com flores e rosas, mas que no dia de finados, os parentes já falecidos, recebiam homenagens que ela nunca recebera durante os longos anos de vida conjugal. Essa mulher clamava por socorro: "Eu estou viva e preciso de atenção".

Olhe ao seu redor e verás pessoas carentes de bons relacionamentos, apoio, carinho, amor, atenção, mas principalmente, de encorajamento, para "Buscarem o Senhor enquanto se pode achar..." (Isa 55:6).

Concentre os seus esforços por aqueles que ainda estão debaixo do sol (os vivos) e que almejamos encontrá-los um dia no céu. Hoje mesmo, leve a estas pessoas um presente. Pode até ser uma flor, uma rosa, mas não se esqueça do principal, o melhor presente, Aquele que é a ressurreição e a vida - Cristo Jesus.

REFLEXÃO: "... depois nós, os que estivermos vivos seremos arrebatados com eles nas nuvens, para o encontro com o Senhor nos ares. E assim estaremos com o Senhor para sempre" (I Tess 4:17) - NVI.

Fonte: www.nistocremos.net

Cuidará de Mim Também

(Adaptado do texto de John Thomas Oaks)

“Quão preciosa é, ó Deus, a tua benignidade! Os filhos dos homens se refugiam à sombra das tuas asas” (Salmos 36:7)

Era um dia frío em Manhatan mas agradável dentro de um lugar chamado "Starbucks”, entre a 51 e a Broadway, muito perto da Times Square Garden.

Para os músicos o ambiente deste negócio onde se toma café e se escuta música ao vivo é uma das melhores do mundo, segundo me disseram. Em consequência disto, as gratificações podem ser volumosas se alguém interpreta bem a música.

Estava eu lá tocando teclado e acompanhando meu amigo que por sua vez agregava ritmo com seu arsenal de instrumentos. Na hora que interpretávamos um tema melódico, notei uma senhora sentada em um dos assentos daquele lugar, bem na minha frente. Ela se movia junto ao compasso da música e cantava conosco. Quando a canção terminou, se aproximou e disse:
- Desculpem por ficar cantando junto a canção, atrapalho vocês?
- Não, lhe respondí. Ficamos felizes quando as pessoas unem suas vozes. Gostaria de cantar aqui na frente a próxima seleção? Para meu deleite, ela aceitou o convite. Escolha, lhe disse.
- O que gostaria de cantar?
- Bem... conhecem hinos? Disse ela.
- Hinos? Esta mulher não sabia com quem estava conversando. Conheço hinos antes mesmo de ter dentes. Antes mesmo de nascer, já ia a igreja. Então lhe dirigi um olhar de aprovação. Escolha, lhe disse.
- Oh, não sei, são tantos lindos. Bem, respondi - o que acha do hino Cuidará de mim também? Minha nova amiga caiu em silêncio. Sua vista ficou perdida. Logo fixou seus olhos nos meus e disse:
- Sim, cantemos esta.

Lentamente me fez um sinal com a cabeça, deixou sua bolsa de lado, acomodou seu casaco e mirou seus olhos bem ao centro do salão. Inseri dois compassos e ela começou a cantar. "Por que estarei eu triste, por que na treva andar, Sentir-me tão sozinho, sempre a desanimar, Se Cristo é meu conforto, amigo na aflição. Se até as aves esperam na Sua proteção? Se até as aves esperam na Sua proteção". A platéia caiu emudecida. "Feliz e mui alegre, Cantando viverei; Se Deus protege as aves, Cuidará de mim também". Quando a última nota terminou, os aplausos foram crescendo até ficarem ensurdecedores. A mulher se sentiu sem forças e disse:
-Prestem atenção todos vocês; não vim dar um concerto. Só vim tomar algo, igual a vocês!
Mas o aplausos seguiram. Abracei minha nova amiga e disse:
- Querida, isso foi formidável!
- É mais que interessante que tenha escolhido este hino em especial, disse ela.
- Por que? - perguntei. Tomou minhas mãos e balbuciou novamente:
- Esse era o hino favorito da minha filha!

A esta altura os aplausos haviam cessado e continuava a barulheira de sempre.
- Ela tinha 16 anos. Morreu com um tumor cerebral na semana passada. Então, disse algo tentando quebrar meu silêncio:
- Você está bem? Ela sorriu junto às lágrimas e apertou novamente minhas mãos.
- Vou ficar bem. Devo seguir confiando no Senhor e cantando suas canções, e tudo ficará bem. Colocou a mão no bolso, me deu seu cartão e se foi.

Será que fora apenas uma coincidência que nós estivéssemos cantando naquele lugar numa noite de novembro? Apenas uma coincidência esta maravilhosa mulher entrar neste lugar? Coincidência, apesar de todos os hinos que eu sabia, escolher justamente o hino favorito da filha daquela mulher que havia morrido somente uma semana antes? Me nego a aceitar que sim.

Deus tem providenciado encontros na história da humanidade desde o princípio dos tempos. Não me custa pensar que Deus tenha escolhido um "coffe shop" do centro de Manhatan e tenha convertido um programa musical comum em um momento de meditação espiritual.

Esta é apenas uma pequena lembrança a todos nós cristãos de que se permanecemos confiando nEle e entoando Suas canções, tudo permanecerá bem.

Entregue sua vida nas Mãos do Senhor, confie nEle!

Hinário Adventista 371 - Cuidará de Mim Também

1. Por que estarei eu triste, por que na treva andar, Sentir-me tão sozinho, sempre a desanimar, Se Cristo é meu conforto, amigo na aflição, Se até as aves esperam na Sua proteção? Se até as aves esperam na Sua proteção?

CORO: Feliz e mui alegre, Cantando viverei; Se Deus protege as aves, Cuidará de mim também.

2. Quando estou abatido, se envolto em sombra vou, O coração ferido, ou perseguido sou, Jesus é meu amparo, é meu consolador, Envolve-me em Seus braços e alívio dá-me à dor; Envolve-me em Seus braços e alívio dá-me à dor.

3. Ao me sentir cansado, em meio de aflição, Ouço Jesus dizer-me, ao segurar-me a mão: "Confia em Mim somente, somente em Meu poder, E nas mansões eternas, comigo irás viver; E nas mansões eternas, comigo irás viver.".

REFLEXÃO: "Confia no Senhor de todo o teu coração, e não te estribes no teu próprio entendimento. Reconhece-o em todos os teus caminhos, e ele endireitará as tuas veredas" (Provérbios 3:5-6)

LIDANDO COM A MORTE

(por Marcio)

"EU SOU A RESSURREIÇÃO e a vida. AQUELE QUE CRÊ EM MIM, AINDA QUE MORRA, VIVERÁ". (João 11:25)

A morte é o inimigo em comum de todas as pessoas, de todos os lugares, de todos os tempos. E foi no começo do ano de 2004, que senti pela primeira vez o que é perder alguém que se ama com todas as suas forças para este cruel inimigo; provavelmente você também já tenha sentido algo assim.

Apesar de já saber o que ouviria das pessoas, muitas foram as dúvidas naquele momento. Me interroguei profundamente, porque até então, só havia me interessado superficialmente pelo assunto. Naquele momento, muitos eram as sensações, os sentimentos, as perguntas, o vazio. Jamais ouvira qualquer instrução sólida sobre o assunto, portanto, muitas das coisas que também acreditava, ouvi naquele momento as pessoas repetindo: "Não fique assim, ela está aqui entre nós". Outros exclamavam: "Ela agora está em um plano mais avançado, e em breve reencarnará como outra pessoa neste estágio evolutivo de sua 'alma'". Outros ainda afirmavam categoricamente: "Ela está bem melhor agora, pois já está no céu".

Como disse, estas mesmas foram as expressões que por muitas vezes usei em situações semelhantes. São conceitos interessantes, que geralmente adquirimos por tradição familiar ou por alguma das tantas filosofias que o mundo ensina sem ao menos nos darmos conta. E isto é um direito, cada um crê naquilo que quiser, mas como sempre confiei muito em Deus, algum tempo depois, resolvi recorrer ao Livro dos livros e me deparei com este versículo: “Pois os vivos sabem que morrerão, mas os mortos não sabem coisa nenhuma, nem tampouco têm eles daí em diante recompensa; porque a sua memória ficou entregue ao esquecimento. Tanto o seu amor como o seu ódio e a sua inveja já pereceram; nem têm eles daí em diante parte para sempre em coisa alguma do que se faz debaixo do sol. Tudo quanto te vier à mão para fazer, faze-o conforme as tuas forças; porque no Seol (sepultura), para onde tu vais, não há obra, nem projeto, nem conhecimento, nem sabedoria alguma.” (Ecles 9:5-6,10).

A Bíblia ensina que a morte é um estado de total inconsciência. Cristo a compara com um SONO (João 11:11-14). Na verdade no livro todo, podemos encontrar a morte sendo comparada com o sono por 54 vezes. Por isso entendi, que os mortos não sabem de coisa alguma, estão num sono profundo de completa paz, na sepultura; não podem se comunicar conosco e muito menos estar entre nós, porque por lá permanecerão até a segunda vinda de Jesus. Portanto, como ela poderia estar conosco no dia do seu enterro? Como ela poderia "reencarnar" se esta palavra sequer aparece em toda a Bíblia, e de acordo com Hb 9:27 "... aos homens está ordenado morrerem uma vez..."? Além disso, como poderia estar no céu se Jesus diz que voltará para ressuscitar os mortos (I Cor 15:51-53)? Entende? Se os mortos já estão no céu, Ele virá para ressuscitar quem?

Tenho certeza que este é um assunto que interessa a todos e muito complexo para ser esclarecido neste pequeno texto. Mas uma coisa é certa: da aflição, veio o conforto; da dúvida, a esperança; e aquela que foi um dia tragada pela morte, será certamente trazida de volta por ocasião do retorno do Mestre. "Eu os remirei do poder do Seol (sepultura), e os resgatarei da morte. Onde estão, ó morte, as tuas pragas? Onde está, ó Seol (sepultura), a tua destruição? A compaixão está escondida de meus olhos.” (Oséias 13:14).

Você também já perdeu alguém que muito amava? Ela um dia poderá estar esperando por você, na "nuvem do reencontro", para subirem juntos... tenha esperança, agarre esta promessa; seja fiel ao Mestre!

REFLEXÃO: "Não queremos que vocês sejam ignorantes quanto AOS QUE DORMEM, PARA QUE NÃO SE ENTRISTEÇAM COMO OS OUTROS QUE NÃO TÊM ESPERANÇA... Pois dada a ordem, com a voz do arcanjo e o ressoar da trombeta de Deus, o próprio Senhor descerá dos céus, E OS MORTOS EM CRISTO RESSUSCITARÃO PRIMEIRO. Depois NÓS, OS QUE ESTIVERMOS VIVOS, SEREMOS ARREBATADOS COM ELES nas nuvens, para o encontro com o Senhor nos ares. E assim estaremos com o Senhor para sempre. CONSOLEM-SE UNS AOS OUTROS COM ESSAS PALAVRAS". (I Tess. 4:13, 16-18).
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