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Árvores Altas

(Pr. Paulo Barbosa)


"Qualquer que vem a mim e ouve as minhas palavras, e as observa, eu vos mostrarei a quem é semelhante: É semelhante ao homem que edificou uma casa, e cavou, e abriu bem fundo, e pôs os alicerces sobre a rocha; e, vindo a enchente, bateu com ímpeto a corrente naquela casa, e não a pôde abalar, porque estava fundada sobre a rocha" (Lucas 6:47, 48).

Quando uma tempestade cai violentamente sobre um determinado local, atinge furiosamente tudo que encontra no caminho. As árvores sentem a força dos ventos, balançam e se curvam sob o poder da tormenta. Todas as árvores sentem a força dos ventos, mas, as mais altas árvores são as que sentem mais. A árvore mais alta que permanece sente a força dos ventos mais do que todas as demais.

Muitas vezes questionamos o fato de passarmos por angústias e sofrimentos durante a nossa vida. Achamos que, pelo fato de sermos cristãos fiéis ao Senhor, não deveríamos ter que suportar tantas lutas e batalhas. Mas, não será exatamente por isso que somos atacados? Não será exatamente por sermos "árvores mais altas" que somos mais facilmente atingidos pelos ventos e turbulências deste mundo? Não será por causa de nossa firmeza espiritual e capacidade de aguentar as aflições que Deus permite tais lutas?

O Senhor nos advertiu que "no mundo teríamos aflições", mas, ao mesmo tempo, garantiu-nos que estaria ao nosso lado e que seríamos vitoriosos.

A casa firme na rocha também sofre ação dos ventos, como a que está construída na areia. Porém, uma cai e a outra permanece. As árvores pequenas, inexperientes, fracas na fé, não são capazes de resistir os ventos dos problemas. E, fracas, ao caírem, têm muito mais dificuldade em levantar-se novamente. O que Deus quer dizer para nós, quando permite que sejamos submetidos às intempéries deste mundo, é que sabe que estamos preparados para enfrentar os ventos. Podemos balançar, podemos nos curvar, mas, por fim, os ventos passarão e estaremos ainda de pé. Ele é a nossa força e nesta força seremos vencedores.

Você é uma "árvore alta" ? Saiba que os problemas acabarão e você permanecerá firme.



Nosso futuro lar em meio a natureza

(por Karina C. Deana)

Assim que Deus indicou-nos a cidade em que deveríamos morar, passamos a procurar uma casa no campo para alugar, já que dispúnhamos na época apenas do dinheiro suficiente para realizar a mudança. Escolhemos o bairro rural mais estruturado da cidade, com telefone, Internet e linha de transporte público, e começamos a nossa busca. Visitamos várias propriedades, mas sempre esbarrávamos em algum empecilho. Certo dia, encontramos uma casa que tinha acabado de ser construída, uma gracinha, mas não reparamos que bem ao lado o vizinho mantinha um chiqueiro. Estávamos tão ansiosos para encontrar uma casa que nem reparamos nesse “detalhe”. Claro que o negócio foi por água abaixo, nem chegamos a assinar nada. Tínhamos pedido a direção de Deus para encontrar um bom lugar para morar, mas parecia que todas as portas estavam se fechando.

Em outro bairro da cidade bem menos estruturado, porém com uma natureza maravilhosa, havia uma casa há mais de 6 anos sem uso que desde o início nos foi oferecida gratuitamente. Nós, porém, não quisemos aceitar que nosso futuro lar seria ali. Esperávamos algo já pronto, com um belo jardim, talvez com um pomar, uma casa bem ajeitadinha, com tudo funcionando e pronta para entrar, mas Deus tinha planos bem diferentes dos nossos...

Depois de algum tempo procurando casas no melhor bairro rural, finalmente aceitamos a ideia de morar naquela chácara há tanto tempo sem receber cuidados. A Terra de Beulá, como aquela chácara é chamada, um dia foi bem cuidada, mas depois de tanto tempo sem uso, o local ficou muito diferente do que se imagina de um lugar com esse nome. Para você ter uma ideia da situação, ali não havia mais energia e nem água, pois a água vinha do poço movido a bomba elétrica, que estava totalmente seco. Além disso, havia restos de lixo queimado por toda a propriedade. Por dentro, a casa precisava de uma boa pintura nas paredes, no forro e de restauração em alguns pontos críticos com rachaduras e infiltração. Havia muito trabalho pela frente.

Como não tínhamos dinheiro suficiente para contratar pessoas para fazer tudo, meu esposo e eu decidimos fazer a maior parte do trabalho sozinhos. Eu já estava trabalhando na prefeitura na época. Assim, íamos após o expediente para lá e passávamos boa parte do dia e da noite fazendo as arrumações necessárias à luz de lampião. Não é para menos que a família e os amigos acharam que tínhamos surtado de vez!!! Às vezes até mesmo nós nos perguntávamos se estávamos ficando loucos. Mas toda vez que isso acontecia, Deus confirmava a Sua vontade para a nossa vida através da Sua Palavra e de fortes impressões em nossa mente.

Levamos aproximadamente dois meses de trabalho intenso para deixar a casa “entrável”. A companhia elétrica informou que levaria mais ou menos um ano para instalar a luz no local através do programa gratuito do governo. A grande pergunta de todos era: “Como vocês vão viver ali sem luz e sem água?” Nós não tínhamos a menor ideia, mas fomos levados a confiar que Deus resolveria tudo. Afinal, Ele nunca deixa faltar nada para os Seus filhos e sempre provê para as suas necessidades.

Confiar em Deus é algo que requer muita fé, mas o interessante é que Ele mesmo Se oferece para aumentar a nossa fé, se esse for o nosso desejo. Não é maravilhoso? Meu esposo e eu não somos especiais por temos dado passos de fé como esses. A única coisa que fizemos foi dispor-nos a fazer a vontade de Deus – e Ele Se encarregou do resto. Ele concedeu-nos fé, colocou-nos em situações que aumentaram nossa confiança nEle e provou vez após outra que Ele está atento às nossas necessidades. Deus está ansioso para fazer o mesmo com você. A pergunta é: Você está disposto a fazer a vontade dEle? Realmente espero que sim, pois ao fazermos a vontade de Deus somos conduzidos à real felicidade.

“Tornai-vos para Mim, e Eu tornarei para vós” (Malaquias 3:7).

Fonte: Tudo para Vegetarianos

Amanhã?

(por Danilo Souza) 

"Não vos inquieteis, pois, pelo dia de amanhã, porque o dia de amanhã cuidará de si mesmo. Basta a cada dia o seu mal" (Mateus 6:34)

É povo lindo, como que no ciclo da vida parece haver determinadas porções de tribulações e de dificuldades. Ontem na igreja, conversava com alguns parceiros da fé a respeito de um projeto que falhou. Como é engraçado né, o que parece ser concreto, torna-se de repente um fiasco!

Ainda bem que em tudo, a palavra de Deus nos ensina! E hoje o versículo acima, gritou no meu coração: Seja em grande ou pequena quantidade, o mal virá. Ele vem para os bons e para os maus; para os santos e para os pecadores; para os salvos e para os condenados. O mal sempre vem!

Jesus precaveu seus discípulos a respeito disso; e, diante desta realidade, o Salvador liberou duas possibilidades: ser conformado com o mal do dia apenas, ou inquietar-se de tal modo a sofrer o mal do dia de hoje e dos dias que se seguirão. Você percebeu como essa inquietação com o amanhã tem transtornado sua fé? Viu como sua vida perdeu a alegria? Acha natural viver desse modo?

Jesus quer lhe ensinar a ir muito além! Uma vida de fé e confiança integral em Deus é possível. Nós nem sabemos se teremos amanhã; para que se preocupar tanto com ele? Pense nisso, Jesus não quer que você sofra tanto assim! Deixa Ele cuidar de você!

Fique na Paz e em Paz!

Fonte: Iluminalma 

A Síndrome do Centavo

(adaptado do texto de David C. McCasland)

"Davi disse a Saul: Não desfaleça o coração de ninguém por causa dele; teu servo irá, e pelejará contra este filisteu. Porém Saul disse a Davi: Contra este filisteu não poderás ir para pelejar com ele; pois tu ainda és moço, e ele homem de guerra desde a sua mocidade. Então disse Davi a Saul: Teu servo apascentava as ovelhas de seu pai; e quando vinha um leão e um urso, e tomava uma ovelha do rebanho, Eu saia após ele e o feria, e livrava-a da sua boca; e, quando ele se levantava contra mim, lançava-lhe mão da barba, e o feria e o matava. Assim feria o teu servo o leão, como o urso; assim será este incircunciso filisteu como um deles; porquanto afrontou os exércitos do Deus vivo. Disse mais Davi: O SENHOR me livrou das garras do leão, e das do urso; ele me livrará da mão deste filisteu. Então disse Saul a Davi: Vai, e o SENHOR seja contigo." (I Samuel 17:32-37)


A moeda de um centavo é conhecida como a moeda mais desprezada do Brasil. Muitas pessoas nem se importam em ajuntar uma moeda de um centavo quando a vêem caída no chão. Mas algumas instituições de caridade perceberam que tais moedas juntas somam-se em quantias expressivas e que as crianças são generosas doadoras. Como um dos participantes disse: “Pequenas contribuições fazem uma grande diferença”.


A Bíblia, ao relatar sobre Davi e Golias, descreve uma pessoa aparentemente insignificante cuja confiança em Deus era maior que qualquer um dos poderosos ao seu redor. Quando Davi voluntariou-se para enfrentar o gigante Golias, o rei Saul disse: “… Contra o filisteu não poderás ir para pelejar com ele…” (1 Samuel 17:33). Mas Davi tinha fé no Senhor que o havia liberado no passado (1 Samuel 17:37).


Davi não sofria da “síndrome do centavo” – sentimento de inferioridade e impotência diante de um problema esmagador. Se ele tivesse dado ouvidos ao pessimismo de Saul ou às ameaças de Golias, nada teria feito. Mas ele agiu com coragem porque confiava em Deus.


É fácil nos sentirmos como uma moeda num déficit de três trilhões de reais. Mas quando obedecemos ao Senhor em todas as circunstâncias, tudo conta. Coletivamente, nossos atos de fé, pequenos ou grandes, fazem grande diferença. E cada centavo conta.


Pensamento: Quando a fé vai à frente, a canoagem a acompanha.


Fonte: RBC

Terminando Bem sua Peregrinação

"Pois conheço Aquele em quem confio." (2 Timóteo 1:12, BV)

Ali estava ele acorrentado numa masmorra fria, como se fosse um criminoso comum. Não sabia quanto tempo mais viveria, mas sabia que sua morte estava próxima. Também não sabemos quanto tempo depois de ter escrito a epístola a Timóteo ele foi executado.

Esse é o tipo de carta que você escreveria para seu amigo íntimo, com um nó na garganta. Quem sabe se ele estivesse ditando, mudaria o tom da voz nesse momento. Paulo estava escrevendo a um jovem que o havia acompanhado e o ajudara no ministério. Viajaram e trabalharam juntos, riram e choraram juntos. Quais seriam seus sentimentos e que emoções invadiram-lhe o coração naquele momento?

Numa de suas maiores afirmações de fé, ele disse: “Eu conheço Aquele em quem eu creio. Foi com Ele que me encontrei no caminho para Damasco, mas aqui estou como demonstração do Seu amor e da Sua graça.”

Quando dizemos que conhecemos uma pessoa, são duas as possibilidades: ou a conhecemos por informação ou pessoalmente.

“Ô, José Maria, você conhece o Richard Dawkins?” Posso responder que já li vários artigos sobre ele e sei que é um cientista darwinista. Ou posso dizer: “Sim, eu o conheço. Trabalhamos juntos, viajamos juntos e até acampamos juntos!”

Conhecimento baseado em leitura e informação não é completo. Mesmo no caso de Jesus, o conhecimento baseado em livros e hinos não é completo. Posso ler centenas de livros sobre Jesus, escutar centenas de hinos que falam do Seu amor e do Seu poder, mas Ele continuará sendo uma figura distante para mim.

O conhecimento completo, mesmo, é o conhecimento pessoal. Converso com a pessoa, posso me aproximar dela a qualquer instante, sem medir palavras e sem reservas lhe abrir o coração. Paulo ainda acrescenta: “Timóteo, não apenas isto, mas eu estou absolutamente confiante ‘de que Ele é capaz de guardar em segurança tudo quanto eu Lhe dei, até o dia da Sua volta’ (2Tm 1:12, BV)”. E deixa transparecer em suas palavras que o importante não é quanta fé nós temos, mas em quem está depositada nossa fé. Não é nossa fé que é poderosa, mas o Deus em quem depositamos nossa fé que é poderoso.

“Ao encontrar-se no lugar do martírio, [Paulo] não viu a espada do carrasco nem a terra que tão logo lhe haveria de receber o sangue; olhava, através do calmo céu azul daquele dia de verão, para o trono do Eterno” (Ellen G. White, Atos dos Apóstolos, p. 511, 512).

Ele conhecia Aquele em quem tinha depositado a fé.

Fonte: MD 2011

Um grande missionário - Willian Carey

“Mas Cristo é como Filho sobre a casa de Deus; a qual casa somos nós, se tão-somente conservarmos firmes até o fim a nossa confiança e a glória da esperança” (Hebreus 3:6)

Introdução

Filho de Edmundo e Elizabeth Carey, William Carey nasceu em uma humilde cabana em Agosto de 1761, na pequena vila de Paulerspury, em Northamptonshire, na Inglaterra. Em Piddington, aos 14 anos, William aprendeu a arte de sapateiro.

Apesar de nascer em um lar anglicano, sua primeira identificação com a fé genuína, foi através de seu companheiro de trabalho, John Warr, filho de um desertor da Igreja Estatal. Em 1779, aos 18 anos, nasceu de novo, quando ainda estava identificado com a igreja oficial da Inglaterra, e uniu-se a uma pequena igreja batista. Logo começou a se preparar para pregar. Saturou-se de conhecimentos tornando-se poliglota, dominando o latim, grego, hebraico, italiano, francês e holandês, além de diversas ciências. Assim, aos poucos, entendeu que o mundo era bem maior do que as Ilhas Britânicas e sentiu, como todo o crente verdadeiro deve sentir, a perdição de uma humanidade sem um Salvador.

Em Junho de 1781, casou-se com a jovem Dorothy Placket, da qual teve cinco filhos. No ano de 1775, foi atingido pelo avivamento trazido pelas mensagens de John Wesley e George Whitefield. Apesar de ter sido batizado quando criança, William Carey sentiu a necessidade de confessar sua fé publicamente. Sendo assim, foi batizado nas águas no dia 5 de Outubro de 1783, pelo pastor John Ryland. Em 1787, foi consagrado e começou a pregar sobre a necessidade missionária no mundo, e não só na Inglaterra. Como os membros de sua congregação eram pobres, Carey teve por necessidade continuar trabalhando para ganhar o seu sustento

Seus Primeiros Desafios

Na sua pequena oficina pendurou um mapa mundial feito pelas suas próprias mãos. Neste mapa, ele incluíra todas as informações disponíveis: população, flora, fauna, características dos indígenas, etc. Enquanto trabalhava, olhava para ele, orava, sonhava e agia! Foi assim que sentiu mais e mais a chamada de Deus em sua vida. A denominação que Carey pertencia achava-se em grande decadência espiritual. Quando quis introduzir o assunto de missões numa sessão de ministros, foi repreendido pelo veneravél presidente John Ryland, que lhe disse: "Jovem assente-se. Quando Deus resolver converter os pagãos, fa-lo-á sem a sua e a minha ajuda." Mas Carey continuou a sua propaganda pró-missões estrangeiras, e tomando Isaías 54.2 como texto, pregava sobre o tema: "Esperai grandes coisas de Deus; praticai proezas para Deus."

Sua Chamada

O resultado foi que um grupo de doze pastores batistas, reunidos na casa da Ir. Wallis, formaram a Sociedade Missionária Batista, no dia 2 de Outubro de 1792. Carey se ofereceu para ser o primeiro missionário. Através do testemunho do Dr. Thomas, um missionário e médico que trabalhou por vários anos em Bengali, na Índia, William Carey recebeu confirmação de sua chamada no dia 10 de Janeiro de 1793

Apesar de Carey ter certeza de sua chamada, sua esposa recusou deixar a Inglaterra. Isto muito doeu em seu coração. Foi decidido, no entanto, que seu filho mais velho, Felix, o acompanharia à India. Além deste fator, outro problema que parecia insolúvel, era a proibição de qualquer missionário na Índia. Sob tais circunstâncias era inútil pedir licença para entrar, mas mesmo assim, conseguiram embarcar sem o documento no dia 4 de Abril de 1793. Ao esperar na ilha de Wight por outro navio que os levaria à Índia, o comandante recusou levá-los sem a permissão necessária. Com lágrimas nos olhos e o coração apertado, William Carey, viu o navio partir e ele ficar. Sua jornada missionária para Índia parecia terminar ali. Porém, Deus tinha todas as coisas sobre controle.

Ao regressar à Londres, a sociedade missionária conseguiu granjear dinheiro e comprar as passagens em um navio dinamarquês. Uma vez mais, Carey rogou à sua esposa que o acompanhasse. Ela ainda persestia na recusa e ao despedir-se pela segunda vez disse: "Se eu possuisse o mundo inteiro, daria alegremente tudo pelo privilégio de levar-te e os nossos filhos comigo; mas o sentido do meu dever sobrepuja todas as outras considerações. Não posso voltar para trás sem incorrer em culpa a minha alma."

Ao se preparar para partir, um dos amigos que iria viajar com Carey, Dr. Thomas, voltou e conversou com Dorothy, esposa de William Carey, e milagrosamente ela decidiu acompanhá-lo. Que alegria não foi para ele ver sua esposa e filhos com as malas prontas a lhe acompanhar. Agora ele compreendia a razão de não ter viajado no primeiro navio.

Sua Partida Para Índia

Deus comoveu o coração do comandante do navio que permitiu a toda família viajar sem pagar as passagens. Finalmente, no dia 13 de Junho de 1793, a bordo do navio Kron Princesa Maria, William Carey deixou a Inglaterra e nunca mais voltou, partindo para a Índia com sua família, onde, em condições dificílimas e de oposição, trabalhou durante 41 anos. Durante sua viagem, aprendeu suficiente o Bengali, e ao desembarcar, já comunicava com o povo.

William Carey não foi dotado de inteligência superior e nem de qualquer dom que deslumbrasse os homens. Entretanto, em seu caráter de persistir, com espírito indômito e inconquistável, até completar tudo quanto inciava, é que vemos o segredo do maravilhoso êxito da sua vida. Apesar de não haver recebido educação em sua mocidade, Carey chegou a ser um dos homens mais eruditos do mundo, no que diz respeito à lingua sânscrito e a outras línguas orientais. Suas gramáticas e dicionários são usados ainda hoje.

Suas Conquistas

Dois missionários se juntaram à William Carey em 1799, William Ward e Joshua Marshman. Juntos eles fundaram 26 igrejas, 126 escolas com 10.000 alunos, traduziram as Escrituras em 44 línguas, produziram gramáticas e dicionários, organizaram a primeira missão médica na Índia, seminários, escola para meninas, e o jornal na língua Bengali. Além disso, William Carey foi responsável pela erradicação do costume "suttee", o qual queimava a viúva juntamente com o corpo do defunto numa fogueira; vários experimentos agriculturais; fundação da Sociedade de Agricultura e Horticultura na Índia em 1820; primeira imprensa, fábrica de papel e motor à vapor na Índia; e a tradução da Bíblia em Sânscrito, Bengali, Marati, Telegu e nos idiomas dos Siques. Em 1800, William Carey fez o batismo do primeiro hindu convertido ao Evangelho.

Calcula-se que William Carey traduziu a Bíblia para a terça parte dos habitantes do mundo. Alguns missionários, em 1855, ao apresentarem o Evangelho no Afeganistão, acharam que a única versão que esse povo entendia era o Pushtoo, feita em Sarampore por Carey.

Durante mais de trinta anos, William Carey foi professor de línguas orientais no Colégio de Fort Williams. Fundou, também, o Serampore College para ensinar os obreiros. Sob a sua direção, o colégio prosperou, preenchendo um grande vácuo na evangelização do país. Os seus esforços, inspiraram a fundação de outras missões, dentre elas: a Associação Missionária de Londres, em 1795; a Associação Missionária da Holanda, em 1797; a Associação Missionária Americana, em 1810; e a União Missionária Batista Americana, em 1814.

Sua Família

Com Dorothy teve 7 crianças (5 meninos e 2 meninas). Em 1807 sua esposa Dorothy morre de insanidade. No ano seguinte casa-se com Charlotte Rumohr . Charlotte morre em 1921. Em 1822, então com 61 anos, casa-se pela terceira vez com Grace Hughes.

O Adeus da Índia

Na manhã de 9 de Junho de 1834, a Índia disse adeus ao grande Pai das Missões, e os Céus disseram bem-vindo a um servo fiel! Carey morreu com 73 anos, respeitado por todo o mundo, como o pai de um grande movimento missionário. Quando chegou à Índia, os ingleses negaram-lhe permissão para desembarcar. Ao morrer, porém, o governo mandou içar as bandeiras a meia haste em honra de um herói que fizera mais para a Índia do que todos os generais britânicos. Grande foi a contribuição de William Carey para o Reino de Deus, e grande será o seu galardão.

Bibliografia:
Livros: > E até aos confins da Terra: uma história ilustrada do cristianismo – volume 9: A era dos novos horizontes, de Justo L. Gonzalez. > O Rasto de Sangue, de J M Carrol

Fonte: Missões e Adoração

REFLEXÃO: “Pois nós, que vivemos, estamos sempre entregues à morte por amor de Jesus, para que também a vida de Jesus se manifeste em nossa carne mortal. De modo que em nós opera a morte, mas em vós a vida” (II Coríntios 4:11-12)
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Cristãos perseguidos

"Bem-aventurados os que sofrem perseguição por causa da justiça, porque deles é o reino dos céus; Bem-aventurados sois vós, quando vos injuriarem e perseguirem e, mentindo, disserem todo o mal contra vós por minha causa" (Mateus 5:10,11)



REFLEXÃO: "Exultai e alegrai-vos, porque é grande o vosso galardão nos céus; porque assim perseguiram os profetas que foram antes de vós" (Mateus 5:12)

Satanás tirou-lhe a vida... e Deus a restituiu!

(adaptado do texto do Pr. Rubens M. Scheffel)

"Porque a nossa luta não é contra o sangue e a carne, e sim, contra os principados e potestades, contra os dominadores deste mundo tenebroso, contra as forças espirituais do mal, nas regiões celestes" (Efésios 6:12)

Em outubro de 1979, quando o Pastor Malton Braff era presidente da Missão da África Ocidental, com sede em Dacar, no Senegal, ocorreu um fato extraordinário na cidade de Zinguinchor, interior daquele país. O ocorrido é totalmente digno de crédito, porque foi presenciado por inúmeras pessoas e acompanhado pelo Pastor Albert Sadio, homem consagrado e experiente.

Kinta era uma moça natural da Guiné-Bissau. Um dia resolveu fixar residência no Senegal, onde conheceu um rapaz chamado Orlando, de quem se tornou namorada. Ambos entraram em contato com os adventistas e passaram a receber estudos bíblicos do Pastor Sadio.

Quando ainda morava na Guiné-Bissau, Kinta convivera com um homem, o qual abandonara ao vir para o Senegal. O ex-amante, inconformado com a situação, sabendo que Kinta estava noiva e aceitara o cristianismo, contratou o maior feiticeiro da Guiné-Bissau para matá-la.

O feiticeiro localizou a jovem, que estava hospedada em uma residência familiar na cidade de Zinguinchor, e apresentando-se como tio de Kinta, foi logo recebido com muita alegria. Na África as famílias são muito numerosas e, por essa razão, o feiticeiro se fez passar por tio de Kinta sem despertar qualquer suspeita. Poucos minutos depois, parentes e amigos da jovem, moradores das redondezas, estavam reunidos naquela casa para comemorar a chegada do suposto parente.

Por volta das onze horas da noite, o feiticeiro, que por diversas vezes tentara ficar a sós com a moça e não conseguira, convidou-a para entrar (estavam no quintal, em virtude do calor), dizendo-lhe que trazia uma encomenda especial para ela. Os demais também a acompanharam para dentro da casa.

O feiticeiro chamou Kinta a um canto e olhou fixamente nos olhos dela. A moça caiu imediatamente para trás. Seguiu-se uma grande confusão, o que permitiu a fuga do feiticeiro. Ninguém teve dúvida de que aquilo era obra de feitiçaria.

Orlando e os demais tentaram, por todos os meios conhecidos, reanimar a jovem, que, no entanto, permanecia imóvel, pálida, sem respirar e sem pulso. Logo seus músculos se enrijeceram, indicando que nada mais havia a ser feito por ela senão prepará-la para o sepultamento.

Logo pela manhã, no dia seguinte, o noivo da moça dirigiu-se à casa do pastor Sadio, relatou-lhe os acontecimentos da noite anterior e solicitou-lhe que dirigisse a cerimônia fúnebre.

“Não posso compreender!”, disse o Pastor Sadio. “Justamente no momento em que a vitória parecia ser de Cristo, Satanás parece ter ganho a batalha.” Tomando sua Bíblia, o pastor Sadio acompanhou Orlando até a casa onde o corpo estava sendo velado.

Ali chegando, pediu que todos se retirassem da sala, e, fechando a porta, colocou-se de joelhos ao lado do esquife. Orou fervorosamente pedindo que se operasse um milagre. Ele sentiu, ao orar, que Deus poderia fazer com que Kinta voltasse a viver.

Após a oração, o pastor Sadio levantou-se, resoluto, e repetiu três vezes: “Kinta, em nome de Jesus, levanta-te!” Ao pronunciar a frase pela terceira vez, a moça abriu os olhos e levantou a cabeça. O pastor a ajudou a levantar-se e a reanimou. Vendo que ela já estava em condições normais de vida, embora um pouco fraca, abriu a porta e apresentou-a à pequena multidão do lado de fora.

O povo recuou, assustado. Este era um fato novo para eles. Já haviam presenciado muitas mortes causadas pela feitiçaria, mas era a primeira vez que testemunhavam uma ressurreição. A notícia espalhou-se rapidamente.

O pastor permaneceu ainda algum tempo em companhia daquelas pessoas, regozijando-se com o milagre que Deus operara. Ao sair, pediu ao noivo da moça que o avisasse tão logo soubesse do paradeiro do bruxo, pois desejava encontrar-se com ele. Naquele mesmo dia o feiticeiro foi localizado, e Orlando foi buscar o pastor. Sabendo do duelo espiritual que estava para ser travado, muitos habitantes da cidade acorreram ao local do encontro.

Ao chegar perante o feiticeiro, o pastor Sadio tomou-lhe a mão, fê-lo levantar-se e lhe disse com firmeza: “Conheces o poder de Cristo? Se tens mais poder que Cristo, poderás matar-me, como fizeste àquela moça.”

E assim dizendo, ambos fixaram os olhos um no outro por diversos minutos. O pastor Sadio viu como que faíscas nos olhos do feiticeiro, mas este por fim soltou-se da mão do pastor e caiu ao solo sem forças, enquanto confessava: “Contra esse Poder eu não tenho poder!”

Após o milagre, muitos se mostraram interessados em conhecer melhor o cristianismo. Hoje as portas estão abertas à pregação do evangelho naquela cidade, e os recém-conversos foram confirmados na fé.

REFLEXÃO: "Tomando-a pela mão, disse: Talitá cumi!, que quer dizer: Menina, Eu te mando, levanta-te!" (Marcos 5:41)

Fonte: MM 2010


Com Deus, o impossível é sempre possível

(adaptado do texto de Pat Robertson)

"Jesus disse-lhe: Se tu podes crer, tudo é possível ao que crê" (Marcos 9:23)

Uma noite, no início de Maio de 1979, Barbara Burak ouviu seu filho de nove anos de idade, Paul Júnior, chamar-lhe em pânico: "Não posso ver... e minha cabeça dói!" Ele vinha sofrendo de uma infecção no ouvido, e agora sua condição se tornara ainda pior. Soluçando, o jovem disse à mãe que agora não estava conseguindo focar os seus olhos.

Este evento marcou o início de seu "calvário". Dentro de vinte e quatro horas, Barbara e Paul Júnior correram para um hospital em Miami. Por causa de um diagnóstico de encefalite, uma inflamação do cérebro causada por lesão ou infecção, o menino estava em estado crítico e conforme os médicos não se esperava que sobrevivesse.

Os irmãos da igreja começaram uma corrente de oração continuamente todos os dias. "Tivemos pessoas orando em todo o país", lembra Bárbara. Naturalmente, teria sido mais fácil simplesmente desistir e cair no desespero. Mas na medida em que Deus está sobre a causa, os fiéis Burak's não sabiam o significado da palavra impossível.

Paul Júnior permaneceu em coma durante quatro dias e depois ficou semi-comatoso por mais quinze longos dias. Sua condição oscilava muito. Às vezes parecia que havia esperança, outras vezes, o caso se tornava impossível de crer. Bárbara não estava suportando ver seu filho sofrer daquela maneira, e assim ela foi sozinha para falar com Deus através da oração. Ela disse ao Senhor que ela não estava perdendo a sua fé, mas ressaltou que Ele tinha poder para ajudá-la e dar-lhe forças para passar por esta provação. "o Senhor precisa ajudar esse menino!" pedia. "O Senhor não pode deixá-lo sair daqui como um vegetal!"

A resposta definitiva a esta oração veio logo na manhã seguinte, quando um EEG (instrumento utilizado para medir e registrar a tensão eléctrica produzida pelos neurônios no cérebro) apresentou resultados normais. Mas... os tempos difíceis ainda permaneceram. Um exame cerebral no dia seguinte mostrou o que o médico descreveu como "dano cerebral definitiva."

Contudo, quando o pai do garoto ouviu este relatório, a sua fé na capacidade de Deus para superar o impossível parecia crescer ainda mais forte. Ele disse: "O Senhor o manteve vivo todo esse tempo. Ele o trouxe até aqui. Ele vai fazer um milagre, e Ele não faz o trabalho pela metade." Quanto ao diagnóstico de lesão cerebral, disse categoricamente: "Eu não vou aceitar isso!"

Estas não eram palavras ocas. Daquele ponto em diante, quando seu pai tomou tal posição inabalável de fé, Paul Júnior começou a se recuperar. Sua melhoria confundiu os médicos, e o rapaz sabia qual era a fonte de sua ajuda: Ele disse para quem quisesse ouvir "que era Jesus quem estava curando-o".

Finalmente, ele se recuperou totalmente, a despeito da previsão do médico que ele sairia dali como deficiente mental.

A neurologista infantil confirmou que ele estava completamente curado, e desde a sua liberação do hospital, ele se manteve como um aluno "A" na classe da escola.

Em suma, a lição destes pais e dos amigos fiéis, é que devemos crer que qualquer anomalia física vista como "impossível" diante dos homens, pode se tornar "possível" diante de Deus. Na verdade, o primeiro passo na luta contra QUALQUER "problema" impossível, é reconhecer que com Deus tudo é possível.

REFLEXÃO: “Respondeu-lhes: As coisas que são impossíveis aos homens são possíveis a Deus” (Lucas 18:27)

Encontro com um Anjo

"Invoca-me, e te responderei; anunciar-te-ei coisas grandes e ocultas, que não sabes" (Jeremias 33:3)

Ann Cannady relembra a ocasião de julho de 1977, quando um terceiro resultado do teste que confirmava que se câncer uterino havia avançado. "Câncer é uma palavra terrivelmente assustadora", diz ela. Seu marido Gary, um sargento aposentado da Força Aérea Americana, tinha perdido sua primeira esposa para o mesmo tipo de doença e não sabia se tinha forças para passar por isso novamente. "Passamos oito semanas com medo e orando, orando e muito assustados", diz Ann. "Eu ficava pedindo a Deus, dizendo: "Por favor Senhor, se eu vou morrer, deixe-me morrer rapidamente. Eu não quero que Gary enfrente isso novamente".

Ann sabia que suas preces podiam ser ouvidas.

Certa manhã, três dias antes dela dar entrada no hospital para a cirurgia, Gary atendeu a campainha. Neste momento, apareceu um homem alto, alguns centímetros mais alto que os 1,95m. do seu marido. "Ele era o negro mais negro que eu já vi", diz Ann, "e seus olhos possuíam um azul celeste profundo".

O estranho se apresentou apenas como Thomas. E, sem hesitar, apenas lhe disse o nome e que seu câncer havia desaparecido.

"Como você sabe meu nome, e como você sabe que eu tenho câncer?" Ann gaguejou. Então ela virou-se para o marido e perguntou: "O que nós fazemos, Gary? Devemos convidá-lo para entrar?"

Thomas adentrou a casa e outra vez lhes disse que poderiam parar de se preocupar. e então, lhes citou as Escrituras: "... e pelas Suas pisaduras fomos sarados" (Isaías 53:5).

Ann, ainda confusa, olhou para o homem e perguntou: "Quem é você?"

"Eu sou Thomas. Sou enviado por Deus".

Em seguida, Ann relembra: "Ele ergueu a mão direita, com a palma virada para mim, e se inclinou, embora não tenha me tocado. Senti um calor incrível. De repente, senti minhas pernas como que saindo de debaixo de mim, e eu caí no chão. Vi uma forte luz branca, como um daqueles holofotes percorrendo todo o meu corpo, começando pelos meus pés e percorrendo-o todo. Ali eu soube então, que cada parte de mim - meu corpo, minha mente e meu coração - havia sofrido algo sobrenatural".

Ela desmaiou. Quando ela acordou, seu marido estava debruçado sobre ela perguntando: "Ann, você está viva?" e pedindo para que ela falasse alguma coisa. Thomas tinha ido embora. Ann, ainda fraca do encontro disse: "Eu me arrastei até o telefone e liguei para o escritório do meu médico e exigi falar com ele bem naquele minuto. Disse-lhe que algo tinha acontecido, e que eu estava curada, e que não precisaria de cirurgia. Assim, o médico disse-me que o stress e o medo estavam levando-me a dizer coisas que eu não queria dizer".

No final, eles chegaram a uma decisão - Ann iria para o hospital conforme o previsto, mas antes da operação o cirurgião faria outro teste. Eles iriam mantê-la na mesa de operação e pronto. Se o teste preliminar desse positivo iriam prosseguir conforme o planejado.

Quando Ann acordou após a biópsia, percebeu que estava em um quarto normal do hospital, e logo viu o médico em sua cabeceira. "Eu não entendo o que aconteceu", disse ele, "mas o teste deu negativo. Enviamos a amostra para outro laboratório para testes adicionais. Por enquanto, porém, você parece estar 'limpa' ".

A verdade é que os outros testes confirmaram o mesmo. A princípio, Ann estava relutante em falar sobre este assunto por medo de que pessoas, inclusive seus filhos, pudessem pensar que ela estaria "maluca" mas, eles não agiram assim. Inclusive o médico, diz ela, reconheceu num determinado momento que o que eles assitiram "ultrapassava o milagre da medicina".

REFLEXÃO: “Não vos esqueçais da hospitalidade, porque por ela alguns, sem o saberem, hospedaram anjos” (Hebreus 13:2)

Fonte: Revista Time, 27/12/1993

O Dia do Milagre

(adaptado do texto de James McKeever)

"Então, lhes tocou os olhos, dizendo: Faça-se-vos conforme a vossa fé" (Mateus 9:29)

Há muitos anos, Jim Spillman, um amigo meu, um homem de Deus, era um dos pastores da Igreja Melodyland, do outro lado da Disneylândia no sul da Califórnia. Certa vez, uma jovem que ele conhecia foi falar com ele antes de um culto e disse:

"Pastor, acho que hoje é o dia em que vou ser curada!" Ele reparou que um dos seus olhos era um pouco irregular e que os dois não se moviam ao mesmo tempo.

Depois do culto, na hora de orar pelos pedidos de cura, ele orou por ela.

Mais tarde, ele a viu apontando entusiasmadamente para vários objetos, lendo letras ao longe e exclamando sobre as cores e coisas que estava vendo. Com uma das mãos cobria o olho esquerdo. Sua mão direita estava fechada, com exceção do indicador, com o qual apontava para as coisas toda entusiasmada. Jim achou aquilo um tanto invulgar, por isso chamou-a para vir até a plataforma e lhe contar o que estava acontecendo. Ele pensou que ela só tivesse estrabismo em um dos olhos e que o Senhor a tinha curado, de modo que agora os seus dois olhos se moviam juntos. Ela tirou a mão esquerda do olho esquerdo e ele viu dois lindos olhos castanhos olhando para ele. Mas quando ela abriu a outra mão, ali na palma da sua mão estava um olho de vidro!

O que aconteceu é que ela tinha nascido sem um olho. Quando o pastor orou por ela, um dos porteiros viu o olho de vidro cair da órbita direita e rolar pelo corredor. Ele pegou-o e o colocou na mão direita dela. Então reparou numa substância branca girando na órbita do olho direito e viu um olho sendo formado debaixo da pálpebra.

Isto está documentado e foi transmitido no Canal 9 em Los Angeles (1972), inclusive declarações dos pais e do seu médico.

Não é emocionante saber que Deus pode fazer coisas incríveis e maravilhosas se confiarmos nEle? Jim fez apenas uma simples oração: "Senhor, faça com que o olho desta moça fique perfeito".


REFLEXÃO: "Pedi, e dar-se-vos-á; buscai e achareis; batei, e abrir-se-vos-á" (Mateus 7:7)

Fonte: "Milagres ainda acontecem" - Rogério L. Rocha


O uso do Hífen

(Pr Rubens M. Scheffel)

"A Ti me entregarei desde o meu nascimento; desde o ventre da minha mãe. Tu és meu Deus" (Salmo 22:10)

Não, o tema de hoje não é sobre a Nova Reforma Ortográfica, que eliminou alguns hífens e acrescentou outros. Quero refletir hoje sobre um hífen muito especial que se encontra nas sepulturas, e que une a data do nascimento à do falecimento da pessoa. Exemplo: 1942-2010.

Salomão disse que o dia da morte é melhor do que o dia do nascimento (Ec 7:1). Dentro de uma realidade espiritual, quem morre em Cristo já passou por esse vale de lágrimas, e agora está garantido, nos braços do Pai, aguardando a ressurreição. Está livre de qualquer perigo, especialmente do perigo de se perder. E quem nasce tem toda uma vida de lutas e sofrimentos pela frente, e poderá se salvar ou se perder, dependendo das escolhas que fizer, isto é, dependendo de como viveu sua vida - esse pequeno hífen entre o nascimento e a morte.

Esse hífen representa o tempo de duração de nossa vida. E quando ele chega ao fim, nossas posses não tem a menor importância: casas, carros, terrenos, conta bancária. O que importa é como vivemos, amamos e usamos o nosso hífen.

Cada um de nós deveria se perguntar constantemente: O que tenho feito de minha vida? Tenho amado a Deus sobre todas as coisas, e ao próximo como a mim mesmo? Tenho praticado a verdadeira religião para com Deus, que consiste em visitar os órfãos e as viúvas nas suas tribulações e guardar-se incontaminado do mundo?

Tenho vivido para servir ou para ser servido? Tenho ajudado aos outros ou vivido egoisticamente? Estou cumprindo o plano de Deus para a minha vida, ou vivendo para a satisfação de mim mesmo? Estou preparado para baixar à sepultura com esperança em meu coração, se hoje a morte vier bater à minha porta? Ou, se Cristo viesse hoje, estaria eu entre aqueles que dirão com entusiasmo e alegria: "Este é o Senhor, a quem aguardávamos; na Sua salvação exultaremos e nos alegraremos" (Is 25:9)?

Portanto, pense se há alguma coisa que gostaria de mudar enquanto é tempo, pois nunca se sabe quanto tempo nos resta. talvez seja o caso de mostrar mais apreço e amor pelos outros. Apertar os lábios para não falar palavras ofensivas. Sorrir mais. Fazer hoje uma entrega completa a Deus, pois o seu hífen pode estar chegando ao fim, não importa sua idade.

O salmista Davi se entregou a Deus desde o nascimento, e você?

REFLEXÃO: "O nome limpo vale mais do que o perfume mais caro; e o dia da morte é melhor do que o dia do nascimento" (Eclesiastes 7:1)

Fonte: MM 2010


Perseguição

(adaptado do texto de Nilma Coimbra)

"Quem nos separará do amor de Deus? Será tribulação, ou angústia, ou perseguição, ou fome, ou nudez, ou perigo ou espada? Porque eu estou bem certo de que nem a morte nem a vida nem qualquer outra criatura poderá separar-nos do amor de Deus", que está em Cristo Jesus nosso Senhor" (Romanos 8:38-39)

Quando o imperador Nero reinava em Roma, os cristãos já eram numerosos. O tirano se entregava a todos os vícios e não vacilava diante de nenhum crime. No ano de 64 Roma foi incendiada. O rumor público era que o imperador havia causado essa tragédia somente para poder admirar o espetáculo.

Ele subiu ao alto de uma colina, tocando sua lira, para contemplar de lá a cidade em chamas. Para afastar a fúria do povo, Nero culpou os cristãos e desencadeou contra eles uma cruel perseguição.

Eles eram pendurados, crucificados, atirados ao Rio Tiber, dentro de sacos fechados. Alguns untados com resina e atados a postes. Serviam de tochas vivas para iluminar uma festa oferecida ao povo nos jardins imperiais.

Próximo do martírio, o apóstolo Paulo, confirmava a sua fé. "Sei em que tenho crido" e também: "Combati o bom combate, completei a carreira, guardei a fé" (II Timóteo 1:12 - 4:7).

Ao pensar nos sofrimentos desses mártires, envergonhamo-nos de nossas queixas a respeito das dificuldades e dos problemas que tenho de enfrentar. O que elas são comparadas ao que sofreram os mártires? E se Deus os fortaleceu para que pudessem resistir, não dará também a nós Sua ajuda para suportar as provas de modo que Ele seja glorificado por meio delas?

Por isso, de agora diante, pense bem, antes de murmurar e reclamar da vida. Os mártires na chacina de Nero, morreram louvando a Deus. Mas eu e você, não precisamos estar para morrer para louvar ao Todo Poderoso. Louve pela sua vida que Deus lhe deu. Louve pelo presente de poder ser o que é e estar gozando da alegria e da paz de Deus. Louve ao Senhor pela dádiva de poder falar do amor de Deus e morar num país livre e democrático. Muitos países não gozam deste privilégio. Louve a Deus em todo o tempo e em todo lugar.

REFLEXÃO: “E sereis odiados de todos por causa do meu nome. Mas não se perderá um único cabelo da vossa cabeça. Pela vossa perseverança ganhareis as vossas almas” (Lucas 21:17-19)

Pecadoólico: Não seja um!

(adaptado do texto de Josi Daudt)

"E ordenou o SENHOR Deus ao homem, dizendo: De toda a árvore do jardim comerás livremente, mas da árvore do conhecimento do bem e do mal, dela não comerás; porque no dia em que dela comeres, certamente morrerás" (Gênesis 2:16,17)

A bíblia fala em Gênesis que a árvore do conhecimento do bem e do mal, que foi colocada no MEIO do jardim do Éden e que não era para ser tocada pelo homem. Eu já me perguntei no passado e, talvez você também tenha perguntado, por que Deus colocou a árvore tão perto de Adão e Eva, se era para eles não comerem? Por que não a colocou bem longe, no monte Everest, por exemplo.

A única maneira de você ser fiel a Deus é tendo a oportunidade de ser infiel. A única maneira de você amar a Deus é tendo a oportunidade de não amá-lo. Pode parecer estranha essa afirmação, mas é verdade. Se a árvore não existisse ou se estivesse totalmente fora do alcance do homem, ele seria obrigatoriamente fiel. Deus não quer sua fidelidade por falta de opção. Deus quer que você escolha ser fiel a Ele. Deus quer que você escolha temê-lo e amá-lo por vontade própria, por prazer.

O homem sempre tem a opção de ser fiel ou não, de ouvir a Deus ou não. Adão e Eva poderiam ter escolhido serem fiéis.

Já passamos por diversas situações em que tivemos oportunidade de negar à Deus, de fazer a vontade da nossa carne, de sermos infiéis à Palavra de Deus. Já passamos por diversas situações em que a vontade de Deus é tão contrária a nossa, é tão difícil, que mais fácil seria fazer a nossa vontade. Temos oportunidade de mentir, falar palavras torpes, contar piadas indecentes, trair o cônjuge, furtar coisas do trabalho, colar na escola, não devolver o troco a mais, etc. Mas quando optamos por obedecer a Palavra de Deus, conhecer e praticar a Sua vontade, as coisas dão certo, Deus se agrada de nós e nos abençoa grandemente.

Uma das decisões que temos que tomar para evitarmos pecar e trair a Deus é não considerarmos aquilo que Satanás nos propõe e coloca na nossa frente. Se o diabo conseguir nos fazer ficar olhando por algum tempo para alguma coisa, ele já conseguiu muito de nós. Dificilmente você conseguirá reagir. Quando você gasta tempo “ponderando” seu pecado, ele parecerá menos pecado até não ser mais considerado pecado. O propósito de Satanás em fazer você pecar é de paralisá-lo até afastá-lo da Palavra de Deus. Porque é a Palavra de Deus que nos revela a verdade sobre o que Deus quer ou não que façamos.

No AA (Alcoólicos Anônimos) existe uma frase que eles usam muito. “SÓ POR HOJE”. Eles vivem um dia de cada vez. Hoje decidem ficar sóbrio afirmando só por hoje. No outro dia a mesma coisa. Assim, ele está se disciplinando, vencendo um dia de cada vez, se tornando cada vez mais forte contra o álcool.

Podemos aproveitar essa frase contra o pecado. Você pode não ser um PA (Pecadólico Anônimo), mas pode todos os dias, ao acordar, dizer. “SÓ POR HOJE” não vou pecar. A cada dia fazendo isso, você vai se tornando cada vez mais forte contra o pecado, vencendo-o, encravando-o na cruz onde é o lugar dele. A bíblia diz que o pecado não tem mais domínio sobre nós, uma vez que recebemos a Jesus e somos uma nova criatura.

Precisamos proteger nossa decisão de não pecar. Como fazer isso? Afastando-nos, desviando-nos de tudo que nos leva a pecar. Não somos super heróis e jamais seremos. Mas Jesus é. E é nele que devemos colocar nossa força. Toda vez que a árvore do conhecimento estiver à nossa frente, devemos nos lembrar da Palavra de Deus que não podemos tocá-la, nos desviar da serpente e decidir não pecar.

Deus quer que sejamos fiéis a Ele e O amemos não porque não temos opção, mas exatamente porque temos, mas preferimos ser fiéis. Afinal, ao findar esta vida, passaremos toda a eternidade ao lado daquele que poderia também não ter nos escolhido, mas Ele escolheu nos amar e amar eternamente.

REFLEXÃO: “Sonda-me, ó Deus, e conhece o meu coração; prova-me, e conhece os meus pensamentos; vê se há em mim algum caminho perverso, e guia-me pelo caminho eterno” (Salmos 139:23-24)



“Vou morrer livre”

(por Pr Rubens M. Scheffel)

"Quando amanheceu, os pretores enviaram oficiais de justiça, com a seguinte ordem: Põe aqueles homens em liberdade" (Atos 16:35)

O Pastor Humberto Noble Alexander foi um moderno herói da fé. Nasceu em Cuba, em 1934, e se tivesse vivido sua religião em silêncio, nada lhe teria acontecido. Mas o jovem pregador insistia em levar pessoas a Jesus, e por isso foi considerado um contrarrevolucionário.

Um dia, os policiais foram à sua casa e lhe disseram cortesmente:

– Você se importaria de nos acompanhar até à delegacia? Não vamos demorar nem cinco minutos.

Mas aqueles cinco minutos se tornaram 22 anos de sofrimentos indescritíveis. Ele foi acusado de tramar a morte de Fidel Castro e sentenciado à prisão de Isle de Pines, um dos mais desumanos e brutais sistemas penitenciários do mundo, criado para quebrar o moral dos seus 6.000 prisioneiros e aumentar a produtividade da ilha através do uso de mão-de-obra escrava.

Durante 42 dias ele foi torturado. Então o deixaram sem comer por seis semanas, exigindo que abandonasse sua fé em Cristo. E quando Alexander se recusou a trabalhar no sábado, ele e seus irmãos adventistas foram colocados dentro de uma fossa cheia de esgoto. Por quatro sábados seguidos eles louvaram a Deus, cantando hinos, com esgoto até o queixo. Finalmente os guardas os deixaram guardar o sábado em paz.

De algum modo, Noble Alexander conseguiu uma Bíblia e começou a realizar cultos. Todas as noites os prisioneiros – católicos, batistas, pentecostais e adventistas se reuniam, cantavam e oravam juntos, unidos por sua fé em Cristo. Apesar dos sofrimentos e mortes, em quatro anos, a pequena “igreja” cresceu até atingir 200 frequentadores. Em seu livro I Will Die Free (Vou Morrer Livre), Noble Alexander escreve que todas as noites os guardas vinham até onde eles estavam, selecionavam alguns prisioneiros e os levavam para fora, onde eram fuzilados.

Noble Alexander conseguiu sobreviver. Em 1984 Jesse Jackson, candidato a presidente dos Estados Unidos, negociou sua libertação e deportação para os Estados Unidos, onde viveu e morreu em liberdade, em 2002.

A liberdade é um bem precioso que só é devidamente apreciado quando se perde. Desfrutemos a liberdade que temos para conduzir pessoas a Jesus, o qual “nos libertou do império das trevas e nos transportou para o reino do Filho do Seu amor” (Cl 1:13).

REFLEXÃO: “E sereis odiados de todos por causa do meu nome. Mas não se perderá um único cabelo da vossa cabeça. Pela vossa perseverança ganhareis as vossas almas” (Lucas 21:17-19)


A fé indescritível de uma criança

"Porque Deus amou o mundo de tal maneira, que deu Seu Filho unigênito, para todo aquele que nEle crê não pereça, mas tenha a vida eterna" (João 3:16)



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REFLEXÃO: "Em verdade vos digo que qualquer que não receber o Reino de Deus como uma criança de maneira nehuma entrará nele" (Marcos 10:15)

Veja na íntegra aqui (inglês)

Meditando em Jesus



P.U.S.H.

(adaptado do texto de autor desconhecido)

"Lembra-te do dia do sábado, para o santificar..." (Êxodo 20:8)

Uma noite, um homem estava dormindo em sua cabana quando, de repente, seu quarto ficou cheio de luz pela presença de um Anjo de Deus. Este lhe disse que o Senhor lhe pedira que o orientasse sobre um trabalho que deveria fazer. Assim, mostrou-lhe uma grande rocha na frente de sua cabana.

A ordem era: "Você deve empurrar a rocha" (PUSH)* "com toda a sua força". O homem então o fez, dia após dia.

Por muitos anos ele pelejou de sol a sol; com seus ombros escorados na fria e maciça superfície da rocha imóvel, empurrando-a com toda a sua força.

A cada noite o homem retornava à sua cabana aborrecido, sentindo que havia gasto todo o seu dia em vão.

Desde que o homem mostrou-se desencorajado, o adversário (Satanás) decidiu entrar em cena colocando pensamentos em sua mente desgastada. "Você tem empurrado essa rocha por tanto tempo, e ela ainda nem sequer se moveu."

Isso dava ao homem a impressão de que sua tarefa era impossível e que ele era um fracasso. Esses pensamentos desencorajavam e desanimavam o homem.

"Por que eu vou me matar tentando fazer isso?", ele pensou. "Eu farei apenas o possível (o que a maioria faria), colocando menos esforço e isso será suficiente."

E era o que ele planejava fazer, até que um dia ele decidiu fazer disso um alvo de oração e levar os seus pensamentos atribulados ao Senhor.

"Senhor", ele disse, "eu tenho trabalhado duro e por muito tempo em Teu serviço, colocando toda a minha força pra fazer aquilo que o Senhor me mandou. Entretanto, após todo esse tempo eu não consegui mover essa rocha por nem um milímetro. O que está errado? Porque eu tenho falhado?"

O Senhor respondeu com compaixão:
"Meu filho, quando eu lhe disse para me servir e você o aceitou, eu disse que sua tarefa seria empurrar a rocha com toda a sua força, e é o que você tem feito. Eu nunca sequer mencionei que eu esperava que você a movesse. Sua tarefa era empurrá-la. E agora você vem a mim após todo o seu esforço, pensando que você falhou. Mas, será isso realmente verdade? Olhe para si mesmo. Seus braços estão fortes e musculosos, suas costas estão enrijecidas e bronzeadas, suas mãos estão calejadas pela pressão constante, suas pernas se tornaram musculosas. Pela oposição você cresceu muito e agora suas habilidades superam o que você era antes. Ainda assim, você não moveu a rocha, mas seu chamado foi para ser obediente e empurrar, exercitando sua fé e confiança na Minha Sabedoria. E isso foi o que você fez. Agora, meu filho, Eu mesmo moverei a rocha."

Às vezes, quando ouvimos uma palavra de Deus, nós tendemos a usar nosso próprio intelecto pra decifrar o que Ele quer, quando na verdade o que Ele deseja é apenas nossa obediência e fé. Em todos os sentidos, exercite a fé que move montanhas, mas saiba que continua sendo Deus quem as move.

"Quando tudo parecer estar errado, apenas P.U.S.H.!"

"Quando o trabalho te deixar pra baixo apenas P.U.S.H.!"

"Quando as pessoas não agirem da maneira que deveriam, apenas P.U.S.H.!"

"Quando o seu dinheiro for embora e as contas ficarem, apenas P.U.S.H.!"

"Quando as pessoas não compreenderem você... apenas P.U.S.H.!"

P = Pray (ore)
U = Until (até)
S = Something (alguma coisa)
H = Happens (acontecer)

"ORE ATÉ ALGUMA COISA ACONTECER"

REFLEXÃO: “Aqui está a perseverança dos santos, daqueles que guardam os mandamentos de Deus e a fé em Jesus” (Apocalipse 14:12)
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Um passaporte na fronteira

(adaptado do texto de Paulo R Barbosa)

"Então disse: Jesus, lembra-te de mim, quando entrares no teu reino. Respondeu-lhe Jesus: Em verdade te digo que hoje estarás comigo no paraíso" (Lucas 23:42, 43)

"O ladrão tinha cravos em ambas as mãos e, desta maneira, não podia trabalhar; e cravos em cada um dos pés, não podendo sair e cumprir as obras do Senhor; ele não podia erguer uma de suas mãos ou um de seus pés em direção à salvação, mas, mesmo assim, Cristo ofereceu-lhe o presente de Deus e ele o tomou. Cristo lhe deu um passaporte e ele entrou [*] no paraíso." (D. L. Moody)

O ladrão da cruz teve uma oportunidade e não a perdeu. Tinha todos os impedimentos para ir ao encontro de Deus, mas, ultrapassou os obstáculos. Reconheceu que estava ali por merecimento, mas aceitou a oferta gratuita que Cristo lhe ofereceu.

E nós, o que temos feito com as nossas oportunidades? Temos preferido continuar no caminho incerto, sem direção, sem saber para onde vamos? Temos persistido nos erros, como um
jogador que vai perdendo tudo o que tem, sem desistir de continuar tentando, até que não tenha mais nada? Temos sofrido com as quedas, sempre continuando pelo mesmo caminho, até que o sangramento espiritual de nossos joelhos não nos permita mais andar?

Às vezes somos obstinados. Enfrentamos problemas e não sabemos como solucioná-los. O Senhor estende a mão, oferece um presente, mas, continuamos rejeitando. "Eu quero uma
solução", dizem, "mas, a solução não pode ser Deus!" O Senhor oferece o "passaporte" da bênção e muitos preferem ficar bloqueados diante da fronteira que conduz à felicidade.

Se você se encontra na fronteira entre o país das tristezas e da perdição e não sabe como fazer para atravessá-la e alcançar a terra da felicidade, da salvação e da vida eterna, tome o passaporte que o Senhor oferece. Você irá atravessar e nunca mais desejará voltar.

REFLEXÃO: “Digo-vos que assim haverá maior alegria no céu por um pecador que se arrepende, do que por noventa e nove justos que não necessitam de arrependimento” (Lucas 15:7)

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O Deus do soldado Coelho*

(adaptado do texto de autor desconhecido)

“Deus é o nosso refúgio e fortaleza, socorro bem presente na angústia. Pelo que não temeremos, ainda que a terra se mude, e ainda que os montes se projetem para o meio dos mares; ainda que as águas rujam e espumem, ainda que os montes se abalem pela sua braveza” (Salmos 46:1-3)

Este é um breve relato de um jovem soldado que cumpria seu dever prestando serviço ao exército. Por ser cristão, muitas vezes era ridicularizado por seus colegas e também pelos seus superiores.
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Um dia o seu superior, a fim de querer humilhá-lo na frente do pelotão, quis lhe pregar uma peça. Intimando-o, disse:
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- "Soldado Coelho, venha até aqui!"
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- "Pois não Senhor", respondeu.
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- "Segure essa chave". "Agora vá até aquele jipe e o estacione ali na frente."
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- "Mas senhor, o senhor sabe perfeitamente que eu não sei dirigir."
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- "Soldado Coelho, eu não lhe perguntei nada." "Vá até o jipe e faça o que eu lhe ordenei..."
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- "Mas senhor... eu não sei dirigir!"
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- "Pois é, então peça ajuda ao seu Deus." "Mostre-nos que Ele existe."
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O soldado sem temer, pegou a chave das mãos do seu superior e foi até o veículo. Entrou, sentou-se no banco do motorista e imediatamente começou sua oração: "Senhor, tu sabes que eu não sei dirigir. Guie as minhas mãos e mostre a essas pessoas a Sua fidelidade. Eu confio em Ti e sei que podes me ajudar. Amém"
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Para espanto de todos, o garoto manobrou o veículo e estacionou perfeitamente como havia pedido seu superior. Ao sair do veículo, viu todo o pelotão chorando e alguns até de joelhos. Assim, perguntou a todos:
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- "O que houve gente?"
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Responderam: - "Nós queremos o teu Deus , Coelho. Como fazemos para tê-Lo? - respondeu o superior.
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Prontamente disse: - "Basta aceitá-Lo como seu Senhor e Salvador."
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- "Mas porquê todos decidiram aceitar o meu Deus?"
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O superior pegou o soldado pela gola da camisa e caminhou com ele até o jipe enxugando suas lágrimas. Chegando lá, levantou o capô do veículo e disse: - "Veja, O JIPE ESTÁ SEM MOTOR!"
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...
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"OS MILAGRES MODERNOS CONTINUAM RESSALTANDO A BELEZA DO PODER, GRAÇA E DIVINDADE DO NOSSO MESTRE JESUS"
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REFLEXÃO: “Assim deu Jesus início aos seus SINAIS em Caná da Galiléia, e manifestou a sua glória; e os seus discípulos creram nele” (João 2:11)
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*Esta história, é citada como verídica nos átrios de várias igrejas!


Modelos de fidelidade

(adaptado do texto do prof Sikberto Marks)

"Mas agora desejam uma [pátria] melhor, isto é, a celestial. Por isso também Deus não se envergonha deles, de se chamar seu Deus, porque já lhes preparou uma cidade" (Hebreus 11:16)

Podemos, e devemos, olhar para os grandes exemplos humanos do passado. O maior de todos os exemplos foi JESUS. Mas outros seres humanos, imperfeitos, também nos servem de matéria de estudo para nosso crescimento na fé, na obediência e fidelidade a DEUS. Particularmente aprecio muito o profeta Elias. Ele era um homem poderoso para enfrentar situações criadas pelos políticos degenerados ao tomarem conta da nação. Aprecio esse homem porque ele também possuía as suas fraquezas, e isso me passa uma lição do tipo: se ele venceu péla fé, muito embora fosse um homem pecador, com as mesmas fraquezas que eu também tenho, do mesmo modo, portanto, posso vencer também.

Outro exemplo de personagem bíblico que me passa grande admiração foi Daniel, o homem fiel. Era um jovem, no final da adolescência quando foi raptado por um império opressor, e levado para todo tipo de tentação na opulência. Para a sua idade, preparado para a vida como foi, pois Daniel era um nobre, poderia galgar as alturas do poder no Império Babilônico. Ele poderia elaborar um plano, como, ‘me tornarei importante nesse império para assim libertar o meu povo.’ Mas não, em primeiro lugar ele foi fiel a DEUS, então DEUS o colocou nas alturas conforme a Sua vontade. Daniel, em vez de libertar o seu povo, profetizou sobre a libertação, no tempo por DEUS determinado, desse povo. Assim, sendo fiel, Daniel cumpriu a vontade de DEUS, não a dele mesmo.

José do Egito, vendido pelos irmãos, esse também teve oportunidade de subir às alturas pelos caminhos dos homens. Na casa de Potifar ele poderia ter feito um acordo com a esposa deste homem, e pelos caminhos políticos (os caminhos do ponto de vista humano), sobressair-se aos demais. Mas este também preferiu o caminho da fidelidade a DEUS, e isto o levou a prisão. Mas da prisão, mantendo a fidelidade, ao sair, comandou o Egito, que o recebera como escravo e o havia aprisionado.
Da galeria da fé de Hebreus onze, gosto de Abraão. Esse homem, em meio a idolatria reinante em seu tempo na terra de Hur, manteve-se tão fiel a DEUS que foi escolhido para ser a raiz de uma nação. Esse homem, com sua esposa, foi como um novo casal de Adão e Eva, para reiniciar um povo de DEUS nesse planeta, um povo exemplar.

Moises é outro caso. Escravo, foi educado por uma mulher na sabedoria do DEUS vivo. Aos 12 anos de idade foi levado para o palácio. Nessa idade mal se formara o caráter. Mas Moisés se manteve fiel. Em vez de abandonar seu povo, sua origem humilde de escravos socialmente inferiores, ele manteve-se ligado a essa origem. No palácio ele continuava sendo um israelita. Essa vinculação o levou a defender um irmão seu, pelo que teve que fugir, e abandonar uma carreira brilhante no maior império daqueles tempos. Foi no que deu a sua fidelidade ao povo de seu DEUS. Ele não se passou aos deuses do Egito. Mais tarde retornou ao Egito, agora como um escolhido de DEUS para derrotar o império do qual há 40 anos atrás fugira, e libertar o povo cujo irmão seu ele defendera naquela época.

O consolo para nós é que esses homens e mulheres que tinham grande fé eram pecadores como nós, mas venciam e enfrentavam tudo pela fé. Esse era o poder deles, eles criam em DEUS. Veja o que diz em Heb. 11:1 onde explica que fé é uma certeza, uma convicção do que se espera mas não se vê. Eles esperavam uma pátria superior (Heb. 11:16), uma cidade que tem fundamentos (Heb. 11:10). Eles olhavam para o futuro, o presente era para essas pessoas algo a ser superado, que passa e que não é interessante. Viam-se aqui como estrangeiros, e criam firmemente que o futuro lhes reservava, por meio de CRISTO, algo superior que valia a pena esperar. Essas pessoas, “da fraqueza tiraram forças” e se tornaram “homens dos quais o mundo não era digno”, sim porque eles venceram, mesmo sendo pecadores, como é qualquer um de nós. Atente bem, a grande diferença entre os que se salvam não é em não serem pecadores, e sim, em entrega diária a DEUS para que Ele faça em nós a Sua vontade, e isso é um ato de fé. Manter-se nesse caminho é fidelidade.

REFLEXÃO: "Os quais pela fé venceram reinos, praticaram a justiça, alcançaram promessas, fecharam as bocas dos leões, apagaram a força do fogo, escaparam do fio da espada, da fraqueza tiraram forças, na batalha se esforçaram, puseram em fuga os exércitos dos estranhos. As mulheres receberam pela ressurreição os seus mortos; uns foram torturados, não aceitando o seu livramento, para alcançarem uma melhor ressurreição; e outros experimentaram escárnios e açoites, e até cadeias e prisões. Foram apedrejados, serrados, tentados, mortos ao fio da espada; andaram vestidos de peles de ovelhas e de cabras, desamparados, aflitos e maltratados (dos quais o mundo não era digno), errantes pelos desertos, e montes, e pelas covas e cavernas da terra. (Hebreus 11:33-38)

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