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Decisões impopulares

(adaptado do texto de Jesse Crowley)

"Sei muito bem do projeto que tenho em relação a vós — oráculo do Senhor! É um projeto de felicidade, não de sofrimento: dar-vos um futuro, uma esperança!" (Jeremias 29:11)

Deixe-me falar uma coisa para vocês:

"Lembre-se que até um peixe morto pode flutuar a favor da corrente, mas leva uma vida toda para subir contra a corrente." – W. C. Fields

Como seguidores de Cristo, não podemos fugir do fato de que é uma coisa extremamente contra cultural viver nossa fé ativamente no dia-a-dia. Já falei disso brevemente em um post anterior, mas eu acho que é importante o suficiente para merecer um pouco mais de atenção.

Durante minha vida sempre me perguntei o quanto podia tolerar as coisas e ainda poder ser chamado de cristão. Eu queria definitivamente ser um seguidor de Cristo, mas eu ainda queria ser capaz de viver a minha vida, me “dar bem” com os meus amigos, e, finalmente, ser capaz de fazer as coisas que me faziam feliz. O que poderia estar errado nisso, não é mesmo? Isso não é muito justo? Jesus realmente não queria que as pessoas pensassem que eu era um “estranho”, não é?

Mas a verdade é que, se queremos seguir a Cristo e, portanto, ser completamente livres das coisas que nos oprimem e nos prejudicam, nós precisamos levar as coisas a sério. A única forma de sair da impureza é comprometer-se totalmente na direção oposta, no sentido da pureza. E muitas vezes isso se traduz em dar pequenos passos para evitar pequenas concessões. Pequenas concessões se somam e crescem como bola de neve até chegar a ocasiões de pecado que são tão incrivelmente tentadoras, que é irrealista esperar que sejamos capazes de rejeitá-las facilmente. Com o que essas pequenas concessões se parecem? Bem, por exemplo, algumas das mais conhecidas poderiam ser assim ...

- Assistir a filmes “atrevidos” cujas imagens se “implantam” no cérebro de modo que leva anos para se livrar delas;

- Ouvir e / ou dançar música que glorifica certas atitudes com relação ao sexo casual;

- Permitir-se conversações com linguagem impura.

Eu posso ouvir você me dizendo: "O quê, Jesse? Você quer que eu viva dentro de uma caverna?" Para o que eu iria responder... Talvez. Elias viveu...

Porém o Senhor pode provavelmente estar chamando você para ser simplesmente uma testemunha para aqueles ao seu redor no dia-a-dia, também. E nada mostra mais aos outros como a fé é importante para você do que quando sua fé lhe faz deixar de rir de uma piada suja, ou quando sua fé faz você se decidir ou não a deixar o filme super-sexualizado da semana que está passando na sala, para ir ter uma conversa com alguém na cozinha em vez disso. Ou quando você interrompe as coisas com sua namorada antes que elas fiquem muito intensas, embora ela possa estar querendo continuar.

Isso terá um efeito sobre os relacionamentos na sua vida? Definitivamente. Se isso tem um bom efeito, então é um sinal de que Deus está abençoando esse relacionamento. Se isso lhe afasta de seus amigos, de sua namorada, ou de qualquer outra pessoa, pode ser um sinal de que essas relações estão fazendo mais dano que benefício. Uma grande ajuda pode ser levar um amigo que compartilha sua fé para qualquer festa ou programação que você for convidado. É uma grande ajuda para não ter de se manter nos seus padrões sozinho.

Nesta vida, sempre vai haver uma luta para se afastar da tentadora, popular, e inicialmente atrativa opção pelo pecado. Mas a liberdade, a paz, e a oportunidade de viver uma vida que seja absolutamente perfeita para quem você é vale a pena muito mais do que as emoções baratas do momento. Este é o preço da pureza. Vamos lá, irmãos, ao trabalho.

"Quem buscar sua vida a perderá, e quem perder sua vida por causa de mim a encontrará" (Mateus 10:39)

365 Recados Inspirados - #63


"Os seguidores de Jesus nunca se envergonharão de ser temperantes em tudo. Por que, então, dever-se-ia o jovem envergonhar de recusar o copo de vinho ou de espumante cerveja? A recusa a satisfazer o apetite pervertido é uma ação honrosa. Pecar não é varonil; condescender com hábitos prejudiciais no comer e beber, é fraqueza, covardia, rebaixamento; negar ao apetite pervertido, porém, é força, valor, nobreza. Na corte de Babilônia, Daniel estava rodeado de seduções para pecar, mas com o auxílio de Cristo permaneceu em sua integridade. Aquele que não é capaz de resistir à tentação, QUANDO TODA A FACILIDADE PARA VENCER FOI POSTA A SEU ALCANCE, não é registrado nos livros do Céu como um homem."

(Temperança, pág, 189)


Três palavras com a letra "R"

(Pr. Paulo R. Barbosa)

"O SENHOR é o meu pastor, nada me faltará." Salmos 23:1

Três palavras com a letra "r" que são muito importantes para nossa vida espiritual: repousar, revigorar e renunciar. A primeira nos convida a descansar nos braços do Senhor; a segunda nos estimula a buscar forças no Senhor para vencer todos os obstáculos do caminho; a terceira nos ensina que ao deixar de lado os nossos próprios interesses, desfrutaremos de tudo de bom que o nosso Deus deseja nos dar.

É maravilhoso quando repousamos à sombra do Onipotente. Nos braços do Senhor encontramos a paz verdadeira, a serenidade de Sua presença, a tranquilidade no meio de tormentas. Por que vivermos em angústia e tribulação se Deus, nosso amado Pastor, nos conduz mansamente a águas tranquilas? Por que correr de um lado para outro, inquietos, se sabemos que Jesus nos prometeu pastos verdejantes para viver?

Igualmente nos conforta o coração saber que, quando nos sentimos fracos e desanimados, o Senhor restaura as nossas forças, revigora a nossa fé, faz renascer a nossa esperança. Ele nos reveste de energia e nos impulsiona a crer que a vitória logo será alcançada.

Se aprendemos a abrir mão daquilo que pensamos ter e daquilo que julgamos ser capazes, entregando a direção de nossos passos ao Deus Todo Poderoso, os erros diminuirão, os fracassos desaparecerão e a tristeza cederá lugar à plenitude de felicidade.

Apenas três palavras e uma vida espiritual abençoada e abundante diante de Deus. Três palavras que nos ajudam a estar diante do altar do Senhor e a obedecer à Sua vontade. Três palavras que iluminarão a nossa vida e mostrarão o que seja um verdadeiro Cristianismo.

Você gostaria de colocar em prática essas três palavras? Comece agora mesmo e a sua vida será muito mais abençoada.

Fonte: Iluminalma


Duas embaraçantes passagens relacionadas com o vinho

“Esse dinheiro dá-lo-ás por tudo o que deseja a tua alma, por vacas, ou ovelhas, ou vinho, ou bebida forte, ou qualquer cousa que te pedir a tua alma; come-o ali perante o Senhor teu Deus, e te alegrarás, tu e tua casa” (Deuteronômio 14:26)

“Dai bebida forte aos que perecem, e vinho aos amargurados de espírito” (Provérbios 31:6)

Sobre Deut. 14:26

“Bebida forte. O vinho e a bebida forte aqui mencionados eram ambos fermentados. Em tempos passados Deus freqüentemente tolerava a grosseira ignorância responsável por práticas que Ele nunca pôde aprovar.

Mas finalmente veio o tempo quando, em cada ponto, Deus ordenou a todos os homens que se arrependessem (Atos 17:30). Então aqueles que persistissem em suas práticas, a despeito do conselho e advertência não mais teriam uma desculpa para seu pecado (João 15:22).

‘Se eu não viera, nem lhes houvera falado, pecado não teriam; mas agora não têm desculpa do seu pecado.’ (João 15:22)

No seu procedimento anterior eles não tinham pecado e Deus não os considerava totalmente responsáveis, embora suas obras estivessem afastadas do ideal. Sua longanimidade é extensiva a todo aquele que não sabe o que está fazendo (Luc. 23:34). Assim como Paulo que perseguia a Igreja ignorantemente na incredulidade eles podem obter misericórdia.”

Depois de falar que Deus suportou a escravatura e a poligamia, coisas contrárias aos princípios divinos.

“Assim foi com o ‘vinho’ e ‘bebida forte’. A ninguém era estritamente proibido beber, exceto os engajados em deveres religiosas e talvez também na administração da justiça (Lev. 10:9; Prov. 31:4).

Os males do ‘vinho’ e da ‘bebida forte’ foram claramente indicados, o povo aconselhado a abster-se deles (Prov. 20:1; 23:29 a 33), e uma maldição pronunciada sobre aqueles que induzissem outros a abusar da bebida (Hab. 2:15). Mas Paulo coloca diante de nós o ideal declarando:

‘Portanto, quer comais, quer bebais, ou façais outra coisa qualquer, fazei tudo para a glória de Deus.’ (I Cor. 10:31), e informa que Deus destruirá aqueles que desonram seus corpos (I Cor. 3:16-17).

Coisas intoxicantes destroem o templo de Deus e seu uso não pode ser considerado um meio de O glorificar (I Cor. 6:19-20; 10:31). Paulo abandonou o uso de cada coisa prejudicial ao seu corpo (I Cor. 9:27). Não há desculpa hoje para o argumento de que não há nada intrinsecamente errado no uso de bebidas intoxicantes, baseando-se no fato de que uma vez Deus as permitiu. Como já foi notado, Ele também permitiu uma vez a escravatura e a poligamia. A Bíblia adverte que os bêbados não herdarão o reino de Deus (I Cor. 6:10).”

Sobre Prov. 31:6

“Pronto para perecer. Sem o conhecimento de narcóticos possuído pelos médicos hoje, os antigos tinham freqüentemente apenas várias misturas de bebidas intoxicantes e preparações de ervas narcóticas com as quais insensibilizavam as dores de doenças fatais. Àqueles que eram crucificados, no tempo de Cristo, ofereciam-lhes uma mistura de vinagre e fel. Nosso Senhor recusou beber aquela mistura. Ele desejava uma mente clara para resistir à tentação de Satanás e conservar forte Sua fé em Deus.”

Adão Clark apresenta esta mesma idéia sobre Provérbios 31:6, apenas usando vocabulário diferente:

“Dai bebida forte para aquele que está morrendo. Já temos visto que bebidas embriagantes eram misericordiosamente dadas aos criminosos condenados, para torná-los menos sensíveis às torturas que enfrentariam na morte. Isto é o que foi oferecido a nosso Senhor, mas Ele recusou.” -do Comentário bíblico Adventista

Do matutino paulista “O Estado de São Paulo” de 22-01-1984, retirei a seguinte nota:

“A História nos cientifica que no tempo de Napoleão a pobreza da farmácia não oferecia muitas possibilidades de aliviar os sofrimentos dos feridos. Não lhes era oferecida senão uma esponja embebida em suco de ópio para sugar.”

{Da apostila Explicação de Textos de Difícil Interpretação do Pastor Pedro Apolinário, In memorian}]

REFLEXÃO: "O vinho é escarnecedor, a bebida forte alvoroçadora; e todo aquele que neles errar nunca será sábio" (Provérbios 20:1)

Fonte: Profecias

Bebidas alcóolicas

(adaptado do texto de Elisabete Ferraz Sanches)

"O VINHO é zombador e a BEBIDA FERMENTADA provoca brigas; NÃO é SÁBIO deixar-se dominar por eles" (Provérbios 20:1) - NVI

Homens e mulheres encontram o sentido da vida na cerveja, na vodca, na caipirinha. Não é a bebida em si, mas o efeito que provoca: o esquecimento de si e do mundo. Bebem para liberar um “eu recôndito”, para dançar, desinibir, falar coisas que não diriam se estivessem sóbrios.

Bebem para comemorar, bebem para aliviar a dor. Paradoxalmente, estejam felizes ou tristes, o mesmo método será usado.

Se você quer a alienação de si mesmo, é porque sua vida já perdeu o sentido há muito tempo. É preciso se divertir, dar risada, entrar em estado de graça. O álcool proporcionará tudo isso? Quem bebe é feliz, faz amizades, diverte-se, aproveita mais? No dia seguinte, vem a ressaca. Vale a pena? Os problemas foram resolvidos? As dores melhoraram? Laços de amizades verdadeiras foram feitos? As pessoas foram mais amadas do que antes? Provavelmente, não.

Como alguém pode “curtir a vida”, se precisa fugir dela? Extasiada pela bebida, o que a pessoa viu? Nada. Só o próprio vômito, suas entranhas, seu corpo pedindo socorro, sua alma afogada em álcool, uma insuportável dor de cabeça. Mas muitos dirão: “Eu sou feliz, por isso bebo.” Certo. Pergunte para si mesmo: Eu quero uma cerveja gelada ou um abraço quente? Eu quero uma caipirinha ou compreensão? Eu quero vodca ou uma palavra amiga?

Uma pesquisa feita pelo projeto Este Jovem Brasileiro, desenvolvida pelo Portal Educacional em conjunto com o psiquiatra Jairo Bouer, ouviu 11.846 alunos de 96 escolas particulares de todo o Brasil e conclui que grande parte dos adolescentes começam a beber devido a problemas familiares, mal exemplo dos pais consumidores de bebidas e, imagine, jovens sem uma religião e com desempenho fraco no colégio. Pelo que parece, eles não começam a beber por excesso de felicidade.

Não é preciso mencionar as enfermidades físicas causadas pela ingestão de álcool, como a esteatose, cirrose, inflamação no miocárdio, pancreatite, neuropatia, além, é claro, de sua ação depressiva no cérebro e no sistema nervoso central. Mas por que as pessoas bebem, então? Por falta de amor próprio? Pelo contrário, elas se amam tanto que, por medo e desespero de não receberem a valorização que merecem, jogam-se em um líquido qualquer para arrebatá-las da solidão e dessa vida difícil e dura. Em um folheto publicado pelo Conselho Nacional de Alcoolismo de Nova York, podemos encontrar frases do tipo: “O alcoólatra é notavelmente sensível. Mas, para ele, essa sensibilidade não é uma característica saudável e construtiva. Em vez de ampliar seus horizontes e aumentar sua capacidade criativa, como a sensibilidade faz em pessoas saudáveis, ela limita os horizontes do alcoólatra, virando-o para dentro, onde escapa do mundo que não o compreende.” Se é assim, cada ser entregue à bebida, na verdade, precisava de outra coisa: compreensão, amor, apoio e, até mesmo, repreensão dura, porém amorosa, como a de uma mãe, de um pai. Será que alguém se destrói por livre e espontânea vontade? Ou será que esse alguém foi destruído em seus sonhos mais íntimos e agora acha que está tudo acabado? Sim, está tudo acabado quando decidimos nos entregar e enterrar nossa última quimera. E não se trata de alcoolismo crônico – aquele que bebe socialmente também é um ébrio social.

Mas como recomeçar? Com uma simples atitude, mudando uma vírgula aqui e uma letra ali: SER, VEJA o sentido da vida!

Ser, veja o amor de Deus, o amor do outro, as bênçãos que tem nas mãos, enquanto muitos nem mãos têm, mas que, mesmo assim, agarram as benesses. Não diga “tudo foi pro brejo pra mim” ou “está tudo perdido”. Não está. Mário de Andrade dizia: “Sou pelo nivelamento por alto, não por baixo.” Infelizmente, é mais fácil nivelar pelo chão, se jogar na lama do que alcançar uma lâmpada. Nossa lâmpada é Deus e, muitas vezes, Ele desce para nos alcançar, porque conhece nossas fraquezas. Não nos manda um avião do tipo Concorde, porque esse não nos alcançaria; manda um barquinho, uma canoa que nos alcance no brejo, no rio da solidão. Ser, veja o sentido da vida, suba no barquinho e fique inebriado pelo poder do Senhor.

REFLEXÃO: "O temor do Senhor conduz à vida: quem O teme pode descansar em paz, livre de problemas" (Provérbios 19:23) - NVI


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