Comentários Lição 04 – Testemunho e serviço: o fruto do reavivamento (Prof. César Pagani)

20 a 27 de Julho de 2013

Verso para Memorizar

“Recebereis poder ao descer sobre vós o Espírito Santo, e sereis Minhas testemunhas tanto em Jerusalém, como em toda a Judeia e Samaria e até aos confins do mundo.” (At 1:8)

César L. Pagani
           
O serviço e o testemunho bem-sucedidos e cheios de frutos de um crente reavivado e convertido podem ser vistos na experiência do velho companheiro de Paulo: Barnabé. Dele se diz: “Tendo ele chegado e, vendo a graça de Deus, alegrou-se e exortava a todos a que, com firmeza de coração, permanecessem no Senhor. Porque era homem bom, cheio do Espírito Santo e de fé. E muita gente se uniu ao Senhor.” (At 11:23-24)
As lições que havemos estudado são oportuníssimas porque estamos no tempo do reavivamento e precisamos dessa luz para reagirmos à mornidão.
Quem conhece a Jesus e recebe a graça do Espírito, é uma testemunha full-time, isto é, de tempo integral. Vale-se de cada oportunidade para cumprir a missão gloriosa dada por Cristo (At 1:8). A religião de Cristo não faz parte de sua vida, simplesmente. Ela é sua vida. Literalmente, ele respira Cristo e transpira Cristo.
Uma coisa é indiscutível. Não pode partilhar a Cristo com sucesso quem O conhece apenas de vista. É preciso pedir ao Espírito Santo, em base diária, que “implante” Jesus em nosso coração. Paulo ordena aos crentes: “Enchei-vos do Espírito.”

DOMINGO
 Comissão de despedida e promessa de Cristo          
             A tarefa: Ir e ensinar. Objetivo da missão: todas as nações. Cerimônia obrigatória estabelecida: batismo imersional.  Os autores da missão: Pai, Filho e Espírito Santo. Currículo doutrinário: Tudo quanto Cristo ensinou. Promessa maravilhosa: “Estou convosco todos os dias.” Tempo de companhia de Cristo mediante o Espírito: “Todos os dias até a consumação dos séculos.”
            Jesus supervisiona a missão que deu à Sua Igreja e reveste-a de poder para o sucesso. Nosso Senhor sabe que a tarefa é desafiante. A Igreja verdadeira sempre foi pequena em número para a magnitude da missão. A proporção de habitantes do mundo em relação ao efetivo da igreja é matematicamente utópica. Porém, com Jesus nada é impossível, e tanto que a Igreja completará sua missão, de acordo com as profecias, e abrirá caminho para o retorno glorioso do Senhor.
            Mas a Escritura deixa claro que um só homem, dotado do poder de Cristo, pode dar conta de milhares de pessoas. Embora este verso se refira em primeira mão ao poder de um combatente israelita posto nas mãos divinas, também serve para mostrar o efeito poderoso da ação de um pregador do Evangelho: “Cinco de vós perseguirão a cem, e cem dentre vós perseguirão a dez mil; e os vossos inimigos cairão à espada diante de vós.” (Lv 26:8). Se Pedro, cheio do Espírito, levou à conversão 8.000 almas em dois estudos bíblicos, imaginemos o que pode fazer uma igreja reavivada e reformada!
            Jesus, em Seu amoroso desejo pela salvação de todos os humanos, ordenou que cada criatura pensante seja advertida. Quer que a ninguém passemos por alto como indigno de ouvir. Percebamos que o poder não estaria só na pregação, no ensino. Os discípulos seriam dotados de poder celeste para expulsar demônios, falar línguas estrangeiras, pegar em serpentes (veja o que ocorreu com Paulo na ilha de Creta [At 28:3]), beber veneno por engano e esse não lhe causarem nenhum mal e cura de enfermos (Mc 16:17, 18). Não será diferente no derramamento da chuva serôdia: “Servos de Deus, com o rosto iluminado e a resplandecer de santa consagração, apressar-se-ão de um lugar para outro para proclamar a mensagem do Céu. Por milhares de vozes em toda a extensão da Terra, será dada a advertência. Operar-se-ão prodígios, os doentes serão curados, e sinais e maravilhas seguirão aos crentes. E Recebereis Poder, 205.
            Outro aspecto vital inerente à comissão de Cristo é que a compreensão das Escrituras que devem ser pregadas ao mundo precisa ser muito ampliada. Nosso Senhor quer abrir-nos o entendimento para que as compreendamos (Lc 24:45). O Espírito Santo, Dono e Autor da Verdade, está à disposição dos que quiserem entender o Livro Santo. Quando pedimos a sabedoria que Deus prometeu, ela nos será dada sem qualquer restrição (Tg 1:5).   
            Estamos envolvidos na missão de Cristo. Assim como o Pai enviou Cristo para ser a Luz do mundo, Jesus nos enviou para sermos luz do mundo e sal da Terra. A responsabilidade é tremenda, a missão hercúlea, mas o poder de Deus é livre para habilitar Sua igreja a cumprir tudo quanto Ele requer de nós.  
        
SEGUNDA
            O autor da lição abre a seção de hoje com um comentário sobre a “utopia cristã” da missão. 120 pessoas tendo em mãos a missão de levar a mensagem a 180.000.000 do vasto império romano. A proporção de um crente para os que deveriam ser alcançados era de 1,5 milhões. Hoje, sem contar os cristãos de outras denominações, porém, apenas, os ASD, temos a proporção de um cristão para cada 411 habitantes. Melhorou, não?
            Segundo alguns especialistas, no final do primeiro século da era cristã havia 500.000 cristãos no império romano. Ao término do segundo século, o efetivo cristão era de 2.000.000. No terceiro século, 5.000.000 e no quarto, 10.000.000.
            Hoje o cristianismo (considerando todas as ramificações, inclusive a Católico Romana) soma 2.200.000.000. Estamos incluindo cristãos nominais e cristãos ativos.
            No ano 34 a.D teve início o “Ide”. Aquele punhado inexpressivo de crentes não questionou a racionalidade da ordem ou a possibilidade da missão dar certo ou errado. O que lhes importava era receber a promessa de Cristo – O Espírito Santo. Eles deviam entregar seu caminho ao Senhor, confiar nEle, com a certeza de que os resultados eram de Sua responsabilidade.
            Impelidos pelo Espírito, eles começaram a espalhar-se de acordo com o roteiro prévio estabelecido por Jesus: Jerusalém, Judeia, Samaria e confins da Terra. A missão era cumprida com o poder do Espírito.
            A oposição era ferrenha. Não era fácil testemunhar naqueles tempos. Os judeus temiam grandemente a expansão daquela “seita” que se originou em seu meio. Os romanos viam com desconfiança a expansão da “superstição” cristã. Qualquer possível tumulto público decorrente da pregação do evangelho era investigado e seus “insufladores” punidos no rigor da lei.
            Que dizer da mortandade que o império infligiu aos missionários? O martirológio cristão é impressionante. Vejamos alguns testemunhos históricos:
O imperador Maximino Daia impôs aos cristãos palestinos (307 a.D.) crueldades inomináveis. O que o sádico imperador mandava fazer? Os carrascos usavam ferro quente para queimar os nervos de uma das coxas da vítima, deixando-os mancos para o resto da vida. Outras vezes o olho direito do mártir era arrancado e a ferida local cauterizada com ferro abrasador.  Em Phaenos as autoridades prenderam idosos cristãos , dois bis­pos, um sacerdote e um leigo que se haviam destacado por sua fé e os lançaram vivos no fogo, outros foram enviados para o Chipre e para o Líbano; assim desapareceu a pequena igreja da mina de Phaenos (Eusébio, De Martyribus Palestinae, 11, 20-23; 23, 1-3.4.9.10). 
Justino, o mártir, sentenciado em 165, escreveu: “Cortam-nos a cabeça, crucificam-nos, expõem-­nos às feras, atormentam-nos com cadeias, com o fogo, com os suplícios mais terríveis” (Diálogo com Trifão 110). Tertuliano, falecido em 202, escreve: “Pendemos da cruz, somos devorados pelas chamas, a espada abre nossas gargantas e as bestas ferozes se lançam contra nós” (Apologeticum 31; cf. 12, 50). Clemente de Alexandria, falecido em 215, escreveu: “Diariamente vemos com os nos­sos olhos correr torrentes de sangue de mártires queimados vivos, cruci­ficados ou decapitados” (Stromateis II).
Em Roma a morte dos condenados era para o povo um espetáculo. Dizia o poeta Prudêncio: “A dor de alguns é o prazer de todos” (Contra Symmachum  II, 11, 26).  
            Isso só para citar alguns exemplos da dificuldade de pregar o evangelho. Nem por isso o ímpeto missionário decresceu. E não podia. Era o Espírito Santo, o poder especial prometido por Cristo e recebido pelos crentes que movia a Igreja. Nada deterá a igreja de Deus quando o Espírito Santo for derramado mais uma vez no Segundo Pentecostes, a que chamamos Chuva Serôdia.  
           
TERÇA

                 O testemunho pessoal somente se torna poderoso quando a doutrina se encontra com o Espírito Santo e opera poderosamente no íntimo das pessoas. Paulo era um piedoso religionista ou religionário, isto é, adepto de uma religião que era verdadeira em seus fundamentos, mas equivocada em suas perspectivas tradicionais. Fariseu, cumpridor rigoroso dos preceitos formais, formado aos pés de um dos maiores mestres do judaísmo – Dr. Gamaliel -, conhecedor das Escrituras em termos de cultura religiosa, porém vazio do poder da religião real.
            Enquanto não houve um encontro com Cristo, Paulo estava em trevas. O encontro com o Salvador na estrada de Damasco, um breve diálogo, uma curta exposição à luz de Cristo foram bastantes para mudar o rumo do zeloso fariseu. O divino poder fez o resto. Paulo, tocado pelo poder de Cristo, logo se submeteu e perguntou: “Senhor, que farei?”
            Desse dia em diante sua vida foi cheia de poder. Os frutos de seu ministério e testemunho pessoal renderam vitórias à “seita” dos nazarenos, confusão aos inimigos, milhares de almas ganhas e uma influência benéfica que perdura até nossos dias.
            João também era um religionista. Embora de condição mais humilde que Paulo, ele era um judeu dedicado, consagrado, observador dos ritos e tradições, zeloso, sincero, frequentador assíduo da sinagoga de Cafarnaum, juntamente com seu irmão Tiago e o pai, Zebedeu, tinha uma vida tranquila e pacata numa aldeia de pescadores, até que um Estranho, certo dia, surgiu e lhe fez um convite: “Segue-Me!”. Por três anos e meio João ouviu ensinamentos preciosíssimos das Escrituras, diretamente dos lábios de seu Autor. Teve o privilégio de observar-Lhe a vida imaculada, o exemplo impoluto, o amor, a bondade, a misericórdia, a justiça, o caráter...  A vida de Cristo foi por ele assimilada e tornou-o o discípulo amado. Ele desfrutou a mesma proximidade de Jesus que Judas Iscariotes fruiu. Mas, quão diferentes os seus testemunhos. A vida de um foi mudada totalmente; a do outro não. Por que, se tiveram as mesmas oportunidades? Porque João se submeteu; Judas não.
            Cristo só pode criar vidas poderosas para testemunho quando Lhe dão oportunidade, liberdade para trabalhar. As pessoas podem ter todos os privilégios da religião verdadeira, no entanto, ficarem infrutíferas se não tomarem sua cruz e seguirem o Mestre.
“A verdade tem de ser recebida no coração. Assim o fermento divino realiza sua obra. Por seu poder transformador e vitalizante, produz uma mudança no coração. São despertados novos pensamentos, novos sentimentos, novos propósitos. A mente é transformada, as faculdades são postas em atividade. O homem não é provido de novas faculdades, mas as faculdades que possui são santificadas. É despertada a consciência que até então estava morta. Mas o homem não pode fazer essa mudança por si mesmo. Ela só pode ser efetuada pelo Espírito Santo. Todos os que querem ser salvos, quer sejam altos ou baixos, ricos ou pobres, precisam submeter-se à atuação desse poder.” E Recebereis Poder, 20.  


QUARTA
A fé que cresce
             A Bíblia é muito explícita ao dizer que o justo, ou aquele que vive segundo a vontade divina, tem sua vida marcada pela fé. Um justo, para ser justo, precisa ter fé e fé progressiva. Há graduações de fé. Jesus censurou Seus discípulos por serem homens de pequena fé. Já à mulher cananeia que tinha uma filha endemoninhada e depois liberta por Cristo, o Senhor disse: “Grande é a tua fé.” (Mt 15:28) Elogiando a fé do centurião romano, nosso Salvador disse que não achou fé daquele tamanho em Israel (Mt 8:10).
            Romanos 12:3 contém uma expressão interessante: “medida de fé”. Fé é um dom de Deus e, como todos os dons, precisa ser praticada, exercitada, para crescer.
            A fé vê o invisível. Ela não se detém a considerar as circunstâncias, os obstáculos, as adversidades, as impossibilidades, a oposição do inimigo e seus asseclas. Simplesmente se apega às promessas divinas e decansa. No milagre da multiplicação dos pães Jesus nos ensinou por Seu próprio exemplo que a fé não depende de evidências externas.
 “O milagre dos pães ensina confiança em Deus. Quando Cristo alimentou os cinco mil, a comida não estava à mão. Aparentemente Ele não tinha meios ao Seu dispor. Ali estava, com cinco mil homens, além de mulheres e crianças, num lugar deserto. Não convidara a multidão a segui-Lo ali. Ansiosos de estar em Sua presença, tinham ido sem ordem ou convite; mas Ele sabia que, depois de escutar o dia todo Suas instruções, estavam com fome e desfalecidos. Achavam-se longe de casa, e a noite estava prestes a chegar. Muitos deles estavam sem recursos para comprar comida. Aquele que por amor deles jejuara quarenta dias no deserto não permitiria que voltassem em jejum para casa. 
“A providência de Deus colocara Jesus na situação em que Se encontrava; e Ele confiou em Seu Pai celeste quanto aos meios para auxiliar os necessitados. Quando somos levados a situações críticas, devemos confiar em Deus. Em toda emergência devemos buscar auxílio dAquele que tem à Sua disposição ilimitados recursos.” CBV, 48, 49.  
Mediante processo paulatino Jesus nos dirige a vida para que, com a convivência que temos com Ele, aprendamos a descansar-Lhe nos braços sob qualquer circunstância. O grande homem de fé, Abraão, foi convocado a sair de Ur dos Caldeus aos 75 anos de idade. Ele ainda não era o pai da fé, como se tornou depois. Foram necessários anos de provação, oração, resistência, entrega, até que ele se tornou o pai de todos os que creem. Se dermos a Deus oportunidade, Ele nos guiará pelo mesmo caminho de Abraão e ensinará o que é viver pela fé.
           
Reavivamento, testemunho e intervenção divina
             Em At 1:15 lemos que número de crentes da igreja iniciante era de 120; At 2:41 e 4:4 mostra um surpreendente aumento de 8.000 crentes após as pregações pentecostais de Pedro. O evangelista e historiador Dr. Lucas, a partir das pregações de Pedro e ao prosseguir em sua narrativa dos atos apostólicos, não mais cita números de adesões ao povo de Deus, mas fala de multidões se unindo à igreja.
            O reavivamento da igreja primitiva ocorreu no Pentecostes, quando o Espírito Santo desceu sobre os discípulos. O revestimento do poder do Espírito era vital, não apenas para insuflar nova vida a homens e mulheres que haviam aceitado a Jesus, mas também para que os crentes testemunhassem com eficácia do evangelho de Cristo. O evangelismo da igreja sempre careceu da força do Espírito. Ao Lhe ser permitido habitar no crente, o Espírito transforma o coração e investe o cristão do poder de evangelizar. “Todo verdadeiro discípulo nasce no reino de Deus como um missionário. Assim que vem a conhecer o Salvador, deseja pôr os outros em contato com Ele. A santificadora verdade não pode ficar encerrada em seu coração. Aquele que bebe da água viva torna-se uma fonte de vida. O recipiente vem a ser um doador.”  CBV, 102.
            A lição dá relevo ao trabalho evangelístico de um dos sete principais diáconos da igreja de então: Filipe. Depois de pregar e realizar prodígios com estrondoso sucesso em Samaria, levando ao batismo muitos homens e mulheres (At 8:12-13), Filipe recebeu a visita de um anjo que lhe trazia uma comissão especial. O anjo mandou-o ir de Samaria até o caminho entre Jerusalém e Gaza, cerca de 150 quilômetros ao sul, para levar o evangelho a um homem nobre, mordomo-mor de Candace, rainha da Etiópia e prosélito judeu. Notemos que Filipe se valeu do estudo da Bíblia que o eunuco estava fazendo e, com poder, apresentou-lhe Jesus como o cumprimento da profecia bíblica de Isaias. A força da Palavra de Deus unida ao trabalho convencedor do Espírito Santo e ao fervor missionário de Filipe ganharam uma importante alma para Cristo. Ali mesmo naquela região deserta o eunuco foi batizado e seguiu feliz seu caminho até a Etiópia onde, sem dúvida, propagou a recém-adquirida fé.

            Os ingredientes do triunfo evangelístico são simples: A Palavra de Deus, a unção do Espírito, um espírito disposto a ser usado pelo Céu e a busca das almas.

Comentários Lição 04 – Testemunho e serviço: o fruto do reavivamento (Prof. Sikberto Marks)

20 a 27 de Julho de 2013

Verso para memorizar: “Recebereis poderao descer sobre vós o ESPÍRITO SANTO, e sereis Minhas testemunhas tanto em Jerusalém como em toda a Judéia e Samaria e até aos confins da Terra” (Atos 1:8).

Introdução de sábado à tarde
O reavivamento tem um propósito: atrair o mundo para a salvação. O Senhor JESUS CRISTO jamais cometeria o erro de buscar salvar pessoas por meio de servos Seus que fossem liberais com os atrativos mundanos. Ou somos verdadeiros servos de DEUS, ou não temos condições de trabalhar em Sua obra. E se não tivermos condições, há um tempo de espera e de oportunidade para nos qualificarmos, mas se isso não acontecer, um dia desses virá a sacudidura. Lembremo-nos que a sacudidura virá antes do fechamento da porta da graça. Ela se tornará muito forte por ocasião do decreto dominical, que servirá para selecionar aqueles que verdadeiramente querem ser servos de DEUS, e separá-los daqueles que dão mau testemunho, embora pertençam à igreja. O decreto dominical que tem a pretensão de desestruturar a verdadeira igreja de DEUS, de certa forma contribuirá para fortalecê-la, ao provocar a separação do joio do trigo. Mas saiba-se que DEUS não depende desse decreto para aperfeiçoar a igreja, pelo contrário, Ele é tão poderoso e inteligente que até as manobras do inimigo pode tomar como meio a favor de Sua causa.
Entre o tempo do decreto dominical e o fechamento da porta da graça teremos o alto clamor, que é a última proclamação do evangelho eterno. Daí sim, com total poder do ESPÍRITO SANTO, e em um tempo muito curto, a Igreja Adventista do Sétimo Dia concluirá a obra designada por JESUS CRISTO. Ao tempo em que o joio sai de entre o povo de DEUS, muito trigo que ainda está em Babilônia sai de lá, e vem para fortalecer as fileiras da igreja verdadeira. É sabido, por exemplo, que há muitos líderes católicos, e também de outras igrejas, tal como membros, que hoje estão se preparando para esse tempo. Mas antes, precisa haver a separação do joio e do trigo, pois eles quando vierem, serão mais zelosos que aqueles que deverão sair dentre nós.
A obra final será concluída por meio do poder do ESPÍRITO SANTO, e esse será um tempo não mais de reavivamento, e sim, de colocar em prática o que já foi reavivado. Esse não será mais tempo para reforma, mas para valer-se dos efeitos da reforma para receber o poder do alto. Cremos que temos oportunidade de reavivamento e reforma até o decreto dominical, melhor, antes dele, porque depois, ou estamos preparados para receber poder superior, como os discípulos, ou mais provavelmente cairemos fora da igreja. A pergunta aqui é: como pode alguém realizar o reavivamento e a reforma nas condições difíceis posteriores ao decreto dominical? Sim, se em tempo de paz não conseguiu, ou não desejou, em tempo de conflito final será bem mais difícil.
Então hoje é tempo de testemunharmos para que sejamos fortalecidos. O testemunho fortalece o reavivamento, que por sua vez, qualifica para mais testemunho, e assim vai-se desenvolvendo a santificação da pessoa.

  1. 1.      Primeiro dia:  Comissão e promessa de CRISTO
Qual é a grande mensagem do estudo de hoje? Vamos desenvolver nossos pensamentos e chegar a ele.
O Senhor JESUS deixou-nos uma incumbência, a de evangelizar o mundo todo.É a continuidade da obra iniciada por JESUS. Naqueles dias o Senhor ensinou como se deve pregar. Ele estava fisicamente entre Seus seguidores, mas hoje o ESPÍRITO SANTO está presente, portanto, lhe é possível estar em todos os lugares, ao mesmo tempo. Mas essa ainda não é a grande mensagem do estudo de hoje.
Devemos cumprir o ide, pregando, ensinando, batizando, fazendo discípulos em todas as nações, tribos e línguas. Devemos levar a mensagem da salvação e da vida eterna a todos, e tantos quantos aceitarem serão salvos. Isso é importante, mas ainda não é a grande mensagem de hoje.
A igreja e seus membros devem refletir a pureza de CRISTO. Devem ser transformados dia a dia, tornando-se mais semelhantes ao grande Mestre. Deve ser assim para que deem bom testemunho e para que as pessoas creiam na verdade. As pessoas não devem ver a magnífica verdade como mais uma coisa boa dentre tantas. Muito menos devem ver a verdade como algo parecido com a mentira. Pois por um testemunho fraco, ou incoerente, se a verdade for anunciada por pessoas assim, aos olhos e critérios do mundo ela parecerá como são essas testemunhas: um conhecimento desprezível e inconsistente. Talvez até pareça uma mentira. Sim, porque artistas são capazes de representar mentiras de tal maneira que pareçam verdade; logo, nós, devemos ter muito cuidado para não fazer parecer a verdade como uma mentira, ou como uma coisa de pouco valor. Mas ainda não chegamos à grande mensagem de hoje.
Qual é o grande ensinamento para hoje, por meio do estudo da lição? Que devemos pregar a mensagem influenciados pelo amor às pessoas, não por meio de metas burocráticas inertes e formais. Ainda estamos trabalhando muito por meio de alvos, de técnicas, de incentivos formais, de planos de escritórios. Somos como uma máquina burocrática para cumprir compromissos e metas.Tudo isso pode até ser bom, mas se falta o amor, isso tudo não passará de mero esquema tecnocrático frio e sem muito sentido, como acontece a alguém que precisa cumprir compromissos, e o faz pensando em cumpri-los, nunca pensando nos resultados. Não devemos trabalhar para CRISTO como por obrigação, mas trabalhar para Ele porque O amamos e porque amamos as pessoas que estão no caminho da perdição.

  1. 2.      Segunda: Recebendo a promessa
JESUS prometeu grandes resultados por meio de poder. Ele disse que receberiam poder, e que iriam a todo lugar pregando e batizando. Havia prometido o dom do ESPÍRITO SANTO.
Ficaram reunidos dez dias em Jerusalém, orando, tirando as inconsistências entre eles, e logo tornaram-se perfeitamente unidos. Não havia mais ideias de um ser maior que o outro. Desapareceu o conceito de hierarquia, de importância, de quem manda e de quem obedece. Estavam em prefeita união, tornaram-se humildes.
No décimo dia ocorreu o pentecostes. Eles eram um grupo de 120 pessoas reunidas. Então desceu sobre eles o poder do ESPÍRITO SANTO prometido. Iniciaram o dia com esse número de crentes, e o dia terminou com 3.120 pessoas. O crescimento da igreja só no seu primeiro dia foi de vinte seis vezes, quer dizer, o número inicial foi multiplicado por 26. Isso é poder, assim é uma igreja poderosa. Tal desempenho a IASD ainda terá, e estamos nos aproximando do tempo dele tornar-se realidade.
E a igreja continuou crescendo fortemente na Judeia até que chegou o momento de irem aos gentios. Isso aconteceu a partir do ano 34 dC, quando Estêvão foi apedrejado. Os seguidores de CRISTO tiveram que fugir de Jerusalém e da Judeia por causa da perseguição. Eles foram para outros lugares, e ali iam testemunhando. Não foram só os apóstolos e os discípulos que pregavam e anunciavam a CRISTO, mas todos eles o faziam diariamente. A tal ponto a igreja crescia em todos os lugares que o imperador romano se assustou com o movimento, pensando ser um poder inimigo que se organizava. Era espantoso aos líderes romanos das cidades a multiplicação do cristianismo apostólico. O dito cristianismo apostólico é um período de tempo que vai desde o dia da ressurreição de CRISTO até o ano 325, no Concílio de Niceia. Esse foi o tempo da pureza do cristianismo; depois disso ele foi se pervertendo e se tornando corrupto, quando uma parte dos cristãos passou a perseguir outra parte. Foi então que satanás descobriu uma estratégia extremamente eficaz contra o cristianismo: dividir os cristãos entre si. Aliás, hoje a Igreja Adventista é atacada nesse ponto quanto ao louvor, quando ao ESPÍRITO SANTO, e isso nos enfraquece, podemos ter certeza.
Outra vez deveremos tratar da unidade entre nós. Há diversos pontos que nos tornam frágeis além da questão do louvor. Ainda há muita disputa por poder, por prestígio na hierarquia e nos títulos acadêmicos. Tempos atrás soube, por exemplo, de um título de Doutor em Divindade! Fiquei impressionado com esse título. Essa pessoa conhece tanto assim a DEUS que pode receber tal título? É isso coerente? Há outros problemas. Antes de pensarmos em ter poder devemos superar nossas desavenças, como fizeram os discípulos. Esse é o papel do reavivamento.

  1. 3.      Terça: O poder do testemunho pessoal
O que nós, seres humanos, devemos fazer para o ESPÍRITO SANTO agir em nossa vida, e nos transformar? Será que não há nada que possamos fazer? Será que a passividade e a atitude de esperar seria a correta? Será que o ESPÍRITO SANTO age em nós sem nenhuma atitude de nossa parte?
O que sabemos bem é o seguinte: não há nada que possamos fazer por nós para a nossa transformação. Esse é um poder que não temos, e nisso dependemos exclusivamente do poder de DEUS. Nenhum ser humano tem a mínima capacidade de providenciar alguma coisa, por menor que seja, por sua santificação, por uma reforma em sua vida, por melhorias, por obediência a DEUS. Mas isso explica parte da questão, não toda.
Para que o ESPÍRITO SANTO aja em nossa vida, é necessário que Ele tenha a nossa autorização (palavra forte, não é?). Isto quer dizer: DEUS nos criou como seres livres,compete a nós tomar as decisões em relação à nossa vida. Nisso DEUS não nos substitui. Somos criaturas com livre arbítrio. Portanto, para sermos transformados pelo poder do ESPÍRITO SANTO devemos ter vontade para isso. É lógico que DEUS faz de tudo para despertar essa vontade, assim como Ele agiu para atrair a vontade dos israelitas, na jornada para Canaã, para serem fiéis a Ele. Dois dos homens acima de 20 anos que saíram atenderam a essa atração, além de Moisés, de Arão e suas famílias. No tempo de Noé, DEUS também utilizou esse homem para atrair as pessoas a Ele durante 120 anos, mas apenas oito dos antediluvianos atenderam. DEUS respeita a nossa vontade, e essa é uma questão crítica para a nossa salvação: o que nós queremos e o que nós não queremos.
Se desejarmos, se nós concordarmos, sentirmos necessidade, DEUS, por meio do ESPIRITO SANTO, a terceira pessoa da Trindade, age de imediato em nossa vidaE se Ele não agiu ainda, é porque não abrimos a porta de nosso coração ao toque de JESUS que está solicitando entradaDevemos participar por meio da comunhão com DEUS, o que se faz orando, estudando a Sua Palavra e trabalhando por outros.
Essa parte, trabalhando por outros, podemos enquadrar com sendo o nosso “testemunho”. Em certo sentido, o testemunho é uma demonstração de uma vida cristã coerente com a fé. E é aí que reside o poder para atrair as pessoas a DEUS. É essa coerência que DEUS abençoa com poder, nunca uma vida que professa algo bom, mas que vive algo errado. É assim que seremos transformados e nosso testemunho fará a diferença. Todos os grandes homens e mulheres do passado, como Paulo e João mencionados no estudo de hoje, agiram assim. A explicação que demos acima é apenas um aprendizado estudando a vida dessas pessoas.
Como professor, a pergunta que está sempre diante de mim é: será que posso estender aos meus alunos a minha profissão de fé? Posso dizer a eles que sou Adventista do Sétimo Dia? Posso dar meu testemunho a respeito de JESUS? Como os alunos me veem como pai de minha filha, como marido de minha esposa? Como eles me veem como cidadão, além de professor? Isso seria coerente com o que sou como professor, ou isso reduziria a imagem da igreja junto a esses alunos? Não gosto de referir a testemunho pessoal, é algo não bem visto em nossa igreja, além de ser muito raro. Nós praticamente não testemunhamos entre nós. Mas dessa vez abrirei uma exceção. Graças a DEUS, e aos princípios de nossa igreja, tenho alcançado bom êxito com os alunos. Eles têm me avaliado como um grande amigo, e depois, encontrando-os em seus trabalhos, procuram me ajudar no que fazem. Esta semana, por exemplo, um aluno enviou a seguinte mensagem: “”Bha” Professor! O senhor é muito gente fina!!! O senhor me lembra antigos amigos de caserna (Quartel)!  Muito obrigado por sua atenção e educação! Grande abraço do aluno …” São muitos relatos assim, dos alunos.
Para este, posso estender um convite, qualquer que seja, de nossa igreja. O ESPÍRITO SANTO estará nessa relação.

  1. 4.      Quarta: A fé que cresce
O reino de DEUS parece ser tudo ao contrário do que aqui na Terra. Por exemplo, lá, quando partilhamos, quando damos aos outros, mais temos. Isso é uma utopia? É um milagre? Não, nada disso, são bênçãos de DEUS que multiplicam sempre quando a regra áurea do amor é aplicada na prática. É DEUS quem multiplica, e para Ele não há mistério para fazer isso; afinal, Ele é o Criador, capaz de fazer existir algo onde nada havia antes. E como Ele ama porque é amor, Lhe é altamente prazeroso brindar Suas criaturas com presentes de Sua infinita capacidade de Criador.
A fé é uma das coisas que só aumenta na medida em que testemunhamos. É o contrário de como muito se fala aqui na Terra: tem que ter fé! Temos que nos esforçar para acreditar! Não é assim que se deve dizer, mas, reparta a sua fé com seus semelhantes! É assim que a fé aumenta, pois é DEUS que a faz aumentar. Ou seja, a grande regra é colocar em prática o amor, ser bom e favorável aos outros. E assim, DEUS será bom e favorável a nós. É simples assim!
DEUS dá um pouco para nós, para partilharmos, e assim Ele nos dará mais. E quanto mais nós dermos aos outros, mais teremos para dar. E isso se torna um círculo virtuoso, sem limites para terminar. Nem a eternidade é limite, então imagine a felicidade de alguém que estiver nesse círculo virtuoso por mil anos. Que felicidade deve ser a vida dessa pessoa! Mas, e aquele que estiver nessa condição por um milhão de anos?! Com DEUS o futuro só vai melhorando, nunca se torna uma monotonia, nem chega a um estado de plenitude estável, mas melhora sempre. Ou seja, sempre se está na plenitude da felicidade, mas ela vai evoluindo de santidade em santidade.
Mas há um porém: tudo o que DEUS nos dá diminui se retivermos. Se não partilharmos nossa fé com nossos semelhantes, ela estagna e tende até a enfraquecer, vai minguando e a pessoa perde o poder, e aí tudo o que existe no mundo lhe atrai. Esse é o perigo. Portanto, um conselho que aqui merece ser considerado é: não esconda a sua fé, partilhe-a com outros. Ache uma maneira de fazer isso segundo os seus dons, e verá o que é andar como DEUS.

  1. 5.      Quinta: Reavivamento, testemunho e intervenção divina
Parece que nas questões divinas sempre são três. Por exemplo, DEUS é três pessoas: a Trindade; a família são três pessoas: um homem, uma mulher e DEUS. E assim vai. A força do reavivamento são três poderes: a oração, a bíblia e o testemunho.
A oração, porque necessitamos da ligação com DEUS; a Bíblia, porque necessitamos do conhecimento de DEUS; e o testemunho, porque devemos praticar as obras de DEUS. Faltando uma dessas partes, o reavivamento não tem poder; dizendo melhor, nem mesmo há reavivamento.
É imprescindível dizer que o testemunho é fruto da oração e do conhecimento bíblico.Interessante que, como estudamos antes, DEUS nos dá fé e nos dá conhecimento até certo ponto, e desse ponto em diante, nos dará mais somente se testemunharmos. O testemunho é como uma das pernas, a outra é a fé.Sem testemunho a fé é fraca e não se desenvolve; sem fé, o testemunho é contraditório e prejudicial à igreja e aos membros.
Portanto, como estamos aprendendo, precisamos da fé para sermos reavivados, para que aprendamos o conhecimento verdadeiro de DEUS e testemunhemos. E a fé, quanto mais tivermos, maior o poder para essas três coisas, e quanto mais testemunharmos, mais fé teremos. O testemunho são as obras da fé, e DEUS nos dará mais fé quanto mais testemunharmos. Aliás, pelo visto, é a fé que impulsiona o testemunho, a ação prática. Então, como se explica isso: de a fé aumentar pelo testemunho ou obras, mas ao mesmo tempo o testemunho depende da fé? Pois bem, isso é fácil de entender.Como dissemos, DEUS dá um pouco de fé a cada um. E nós devemos decidir, somos livres para isso, o que iremos fazer com esse pequeno poder de fé que ganhamos. Se usarmos esse poder para beneficiar a outros, então DEUS nos dará mais fé, o que significa, mais poder, e isso implica em testemunhar mais.Assim, enquanto empregamos a fé pelos outros, mais fé teremos, mais testemunharemos, e assim vai indo, e isso se pode chamar de santificação, pois é evidente que o ESPÍRITO SANTO está nesse círculo virtuoso e maravilhoso.
De novo: tudo depende de nós tomarmos uma decisão, se iremos ou se não iremos nos entregar a JESUS para que Ele faça em nós as maravilhas que aconteceram em Sua vida, enquanto esteve aqui na Terra. Afinal, Ele é o exemplo maior do que pode aquele que estiver com DEUS.


  1. 6.      Resumo e aplicação – Sexta-feira, dia da preparação para o santo sábado:
a)      Síntese dos principais pontos da lição
  • Qual o foco principal?
Podemos reduzir a essência da lição em três palavras: orar, estudar e compartilhar.É o que estamos estudando desde a primeira lição. Orar para ter uma ligação diária com o Criador; estudar a Bíblia para obter conhecimento sobre o Criador e por meio desse conhecimento sermos transformados pelo ESPÍRITO SANTO; compartilhar para que outros alcancem a mesma interessante experiência de vida para a eternidade. O compartilhar está dizendo que devemos testemunhar. Compartilha-se pelo testemunho. Testemunhar pode ser pelo estilo de vida como por meio de pregações, estudos bíblicos, escritos, e assim por diante. O testemunho é a coerência de vida com o que se estudou na Bíblia.
  • Quais os tópicos relevantes?
O compartilhamento e testemunho aumentam a fé e nos tornam mais poderosos para realizar mais pelas pessoas. O testemunho é a prática da fé, são as obras produzidas pela fé.
  • Você descobriu outros pontos a acrescentar?
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b)      Que coisas importantes podemos aprender desse estudo?
O verdadeiro reavivamento nos enche de amor por JESUS, que leva a transbordar amor pelos semelhantes. O falso reavivamento é egoísta, quer mais benefícios para si que para os outros.
  • Que aspectos posso acrescentar a partir do meu estudo?
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c)       Que providências devemos tomar a partir desse estudo?
Fica evidente que devemos orar mais, estudar mais a bíblia, e levar esse conhecimento aos outros, testemunhando. Assim é que seremos fortalecidos.
  • O que me proponho a reforçar, se for bom, ou mudar se for mau, em minha vida?
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d)     Comentário de Ellen G. White (grifos acrescentados)
“Ao se avolumarem as trevas e o erro aumentar, devemos alcançar mais completo conhecimento da verdade e estar preparados para sustentar nossa posição das escrituras.” (Primeiros Escritos, 104-105).   “Quando o tempo de prova vier, revelar-se-ão os que fizeram da Palavra de Deus sua regra de vida.” (Grande Conflito, 602). “Lealdade para com ‘DEUS’,  no invisível – foram a âncora de José. Nisto se encontrava o segredo de seu poder.” (Educação, 53).

e)      Conclusão geral
Planejemos e reservemos um tempo diário para estar com DEUS, orando, estudando a bíblia, e tenhamos um plano do que fazer com esse conhecimento pelo bem de nosso próximo, segundo os dons que temos recebido.
  • Qual é o ponto mais relevante a que cheguei com este estudo?
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Assista o comentário clicando aqui.

Comentários Lição 03 - A Palavra: A base do reavivamento (Bruce Cameron)


13 a 20 de Julho de 2013

(Hebreus 4; João 5; 1 Pedro 1; 1 João 2)



Introdução: Nosso estudo é sobre a Bíblia como a " base " para o reavivamento. Isto parece um pouco estranho à primeira vista. Se a lição afirmou que a Bíblia era o fundamento para a reforma, isto faria perfeito sentido. Quem lê a Bíblia torna-se convertido? Parece que você ouve o evangelho, entrega seu coração a Deus e, então, lê a Bíblia para entender melhor. Bem, talvez não. Considere como nossa série começou. Aprendemos que nós estamos vivendo na era "morna" da igreja. Aqueles que já estão na igreja, ouviram o evangelho. Assim, se quisermos redespertar aqueles que (como nós) já estão na igreja, precisaremos de algo mais do que a excitação inicial ao ser convertidos. Vamos mergulhar em nosso estudo da Bíblia, para descobrir seu papel no reavivamento!

 I. A Palavra para a Vida
A. Leia Hebreus 4:1-2. Temos dois grupos de pessoas que ouviram a mesma mensagem do evangelho. O que faz a diferença entre os dois? (Um grupo o aceitou pela fé e o outro, não.)

1. Qual é o resultado prático em aceitar o evangelho pela fé? (Os que aceitam pela fé entram no descanso de Deus e os outros, não.)

2. O que é este descanso?

B. Leia Hebreus 4:3-5. Como o sábado nos ajuda a entender o que significa entrar no descanso de Deus?

1. Qual descanso o sábado reflete? (O fim do trabalho da criação de Deus.)

2. Que descanso refletem aqueles que aceitam o evangelho pela fé ? (O término da obra salvação de Deus, para aqueles que o aceitam.)

3. Existe um grupo de cristãos que acham que o sábado já não é importante, porque nós entramos na era da justificação pela fé. Considerando estes versículos, qual sua opinião sobre esta questão ? (A conclusão lógica é, exatamente, o oposto. Assim, como o sábado sempre se destacou como um memorial da criação agora, também, ergue-se como um memorial da justificação pela fé. Deus criou um tempo de descanso,para que possamos refletir sobre Seu poder e autoridade como Criador e Seu amor e bondade como nosso Redentor.)

C. Leia Hebreus 4:6-7. O que interfere na entrada no descanso sabático? (Desobediência. Desobediência que flui de um coração endurecido.)

D. Leia Hebreus 4:8-11. Como Josué se encaixa nesta discussão? (Josué levou o povo de Deus para o "descanso" da terra prometida - Canaã. Nossa verdadeira terra prometida não é Canaã, mas o céu e a nova terra.)
1. O que recordamos sobre desobediência e a entrada em Canaã? (Números, capítulos 13 e 14 registram a recusa do povo, para entrar em Canaã.)

2. De que maneira este fracasso se assemelha à incapacidade de aceitar a justiça de Jesus, pela fé? (Em ambos os casos, Deus prometeu fazer o trabalho pesado. Ele faz o que não podemos fazer. Tudo o que temos que fazer é entrar naquele descanso, acreditando e confiando em Deus.)

E. Leia Hebreus 4:12. De repente, estamos falando sobre a palavra de Deus. Será que a matéria da discussão mudou? Se não, como isto segue a lógica do que acabamos de ler? (O assunto não mudou. O problema é desobediência. O que a Bíblia registra como fracasso na fé do povo, na fronteira de Canaã, nos convence de nossa falta de fé, quando se trata de confiar em Deus, para prover nossa salvação. )
1. Por que "penetrar" "a alma e o espírito" é uma boa descrição sobre o impacto de estudar a Bíblia? (Ela penetra nosso orgulho, convencendo-nos de nosso pecados. Isto torna clara a vontade de Deus.)

2. Você já experimentou usar a Bíblia para julgar seus "pensamentos e atitudes?" (Eu já! Através da verdade, o estudo da Bíblia lapida, de um lado a outro, sua vida.)

3. Qual é o conselho contra os corações endurecidos e a espada? O que a natureza da Bíblia sugere sobre a atitude com a qual deveríamos nos conduzir ao estudá-la? (Deveríamos considerá-la uma ferramenta para transformar-nos, e não uma arma para infligir mudança em outras pessoas.)

F. Leia Hebreus 4:13. Por que é tão importante sermos estudantes da Bíblia? (Não poderemos entrar na terra prometida, sem fé em Deus. Estudar a Bíblia ajuda-nos a ter esta fé. Igualmente importante é a compreensão de nossa natureza pecaminosa. A Bíblia deixa isto evidente para nós. (A Bíblia nos ajuda a entender o que Deus vê, tão facilmente, em nós.)

G. Considere o papel da Bíblia em sua caminhada cristã. O que revela a vontade de Deus para você? O que as histórias de fé e falta de fé fornecem? O que nos dá uma visão sobre o amor e a paciência de Deus? (A Bíblia é fundamental para conhecermos e confiarmos em Deus.)
 
II. A Palavra como Luz
A. Leia João 5:39-40. Você concorda que o estudo aplicado da Bíblia contribui para que possamos gozar da vida eterna?
1. Jesus diz que estes estudantes diligentes da Bíblia não têm a vida eterna. Qual é o problema? (Eles não aceitam o que a Bíblia diz.)
a. Por que alguém se voltaria para as verdades bíblicas e depois não as aceitaria?

B. Leia Salmos 119:105. O que este texto sugere sobre as razões pelas quais uma pessoa não aceitaria as verdades bíblicas? (A Bíblia nos mostra para onde ir e o que fazer. Mas , isto é somente uma luz. Ela não toma a decisão por nós, sobre onde andar.)

C. Vamos voltar a ler Hebreus 4:2. Eles ouviram a mensagem. Nós lemos a mensagem na Bíblia. A Bíblia ilumina o caminho a percorrer. Acabamos de discutir que temos que decidir seguir o caminho iluminado pela Bíblia. O que significa ter fé, neste contexto? (Acreditar que aquilo que a Bíblia diz é superior a nossa própria opinião sobre as coisas. Lembra-se que eu só perguntei por que alguém iria voltar-se para a Bíblia e, depois, não aceitá-la? A resposta é que pensamos que podemos julgar a Bíblia, em oposição à Bíblia nos julgar.)

D. Leia 1 Pedro 1:24-25. Que argumento lógico existe para julgar nossas opiniões, através da |Bíblia,em vez de julgar a Bíblia, pelas nossas opiniões? (A vida do home é transitória. Embora possamos pensar que somos inteligentes e capazes,Deus e Sua palavra são para sempre. Deus é o inventor da vida. Por que deveríamos considerar superiores as nossas opiniões?)

III. A Palavra para Transformar
A. Leia 1 Pedro 1:13-16. Nós, anteriormente, "vivemos na ignorância." O que mudou isto? (A Bíblia.)

B. Leia 1 Pedro 1:17-21. Agora, em que nossa fé e esperança estão baseadas? (Na vida e morte de Jesus, em nosso favor.)

C. Leia 1 Pedro 1:22-23. Qual é a verdade? (O que acabamos de ler - que Jesus nos resgatou da morte.)
1. Observe a progressão muito estranha das coisas. O versículo 22 diz que a obediência nos "purificou" e, depois, deu-nos o sentimento do amor. Esta não é a situação normal, na experiência humana - que obedecer nos faz amar. Normalmente, o amor nos faz obedecer. Como você explica o que está sendo dito em 1 Pedro 1:22? (A "obediência" está em aceitar que Jesus é Deus e que Ele morreu para salvar-nos. Este é o problema discutido em João 5:39-40: as pessoas que estudaram a Bíblia diligentemente, não aceitaram Jesus. Este é o problema em Hebreus 4: que as pessoas não acreditam no poder de Deus para salvá-las. Aceitar e obedecer à verdade da oferta de salvação de Jesus, nos concede gratuitamente uma postura amorosa.)

D. Leia 1 João 2:1-3. Como João pode aceitar a justificação pela fé e escrever que "sabemos que O conhecemos, se obedecermos aos Seus mandamentos?"
1. Leia Romanos 7:7-9. Paulo diz que, quando a Lei veio, o pecado "reviveu e eu morri." Isso, dificilmente, parece um aval caloroso da lei!

E. Leia 1 João 2:4-6. O que significa "o amor de Deus está, verdadeiramente, aperfeiçoado" naqueles que obedecem aos mandamentos de Deus? (Você só pode pensar que os comentários de João sobre a lei estão errados , se você acredita que a lei é nossa inimiga e, não, nossa amiga. Embora seja verdade que a lei é a razão de nossa morte, se não fosse pela graça. A lei reflete o amor de Deus por nós e nosso amor, uns pelos outros (Mateus 22:37-40). Refletimos o amor de Deus quando obedecemos Sua lei.)

F. Como podemos entender os mandamentos de Deus de modo que o amor de Deus seja "verdadeiramente aperfeiçoado" em nós? (Este é o papel fundamental da Bíblia: revelar a natureza de Deus e Sua vontade em nossas vidas. Isto nos mostra onde a mudança é necessária. Isto nos mostra como Deus quer demonstrar a nós Seu amor.)

G. Amigo, quanto tempo você gasta com sua Bíblia, a cada semana? Quanto tempo você gasta assistindo televisão? Por que não se determinar, hoje, a dar a Deus, no mínimo, um tempo igual? Isto mudará sua vida!

IV. Próxima semana: Testemunho e Serviço: o Fruto do Reavivamento.
  
Direito de cópia de 2013, por Bruce N. Cameron, J.D. Todas as referências das Escrituras são da Bíblia de Estudo na Nova Versão Internacional (NVI), editada em 2003 pela Editora Vida - São Paulo, a menos que indicado de outra forma. As citações são usadas com permissão. As respostas sugestivas encontram-se entre parênteses. As frases entre chaves { } foram acrescentadas pelo tradutor e não constam no original. Ore pela direção do Espírito Santo enquanto estuda.
 
Estes comentários referem-se às Lições da Escola Sabatina, publicadas em Português pela Casa Publicadora Brasileira, cujo original pode ser encontrado semanalmente em:http://www.cpb.com.br/htdocs/periodicos/les2013.html

Tradução: Denise de Mesquita

Comentários Lição 03 - A Palavra: Base do Reavivamento (Carlos Bittencourt)

13 a 20 de Julho de 2013

Veja um impressionante texto de O Grande Conflito: “Satanás emprega todo artifício possível para impedir os homens de obter conhecimento da Bíblia, pois os claros ensinos desta põem a descoberto os seus enganos. Em todo avivamento da obra de Deus o príncipe do mal está desperto para atividade mais intensa; aplica atualmente todos os seus esforços em preparar-se para a luta final contra Cristo e Seus seguidores. O último grande engano deve logo patentear-se diante de nós. O anticristo vai operar suas obras maravilhosas à nossa vista. Tão meticulosamente a contrafação se parecerá com o verdadeiro, que será impossível distinguir entre ambos sem o auxílio das Escrituras Sagradas. Pelo testemunho destas toda declaração e todo prodígio deverão ser provados.
Os que se esforçam por obedecer a todos os mandamentos de Deus defrontarão oposição e escárnio. Apenas em Deus ser-lhes-á possível subsistir. A fim de suportarem a prova que diante deles está, devem compreender a vontade de Deus como se acha revelada em Sua Palavra; poderão honrá-Lo, unicamente, tendo uma concepção correta de Seu caráter, governo e propósitos, e agindo de acordo com estes. Pessoa alguma, a não ser os que fortaleceram o espírito com as verdades da Escritura, poderá resistir no último grande conflito” (Pág. 593, cap. 37, Nossa Única Salvaguarda).
Outro texto, no Prefácio do Comentário Bíblico Adventista, vol. 4 (Isaías a Malaquias), faz essa consideração: “Os adventistas do sétimo dia sempre devem ser distinguidos por seu amor pela Bíblia, amor este que é expresso pelo estudo diário do livro sagrado. O movimento adventista nunca teria existido se não fosse esse estudo, e não se pode esperar que continue sendo fiel a Deus de maneira forte e vigorosa se não for mantida uma disposição constante de examinar as Escrituras”.
Retornando ao Espírito de Profecia, vejamos essa explicação: “Nenhum outro livro é tão poderoso para elevar os pensamentos, para dar vigor às faculdades, como as amplas e enobrecedoras verdades da Bíblia” (Caminho a Cristo, pág. 90).
Incrível, não é mesmo?
Pois bem, o Senhor Espírito Santo está trabalhando em favor de nossa salvação. Em Adão, a humanidade esteve ligada ao Criador. Com a sua desobediência, passamos para a condição de mortos em nossas ofensas e pecados (Efésios 2:1 e 5), destituídos da glória de Deus (Romanos 3:23), separados do Criador (Isaías 59:2). Graças a atuação Divina, nos foi disponibilizado o Plano da Redenção, com todas as ferramentas necessárias para nos conduzir à salvação. Por exemplo, na semana passada estudamos o papel daoração nesse reavivamento – agora, o poder da Bíblia, a Palavra de Deus, que pode mudar nossa vida, quando acatamos com fé e obediência seus preceitos e verdades.
Tomara que seja dito assim de você, querido leitor: “Este meu filho estava morto, e reviveu, tinha-se perdido, e foi achado” (Lucas 15:24).
Domingo – Reavivados Pela Palavra (14 de julho). A experiência de Davi está atrelada a sua busca pela leitura da confortante Palavra de Deus.
A Bíblia incrivelmente mostra a realidade negativa de várias pessoas, como é o caso de Davi, e também a poderosa obra de Deus em Sua incansável busca por salvar os perdidos, e sempre a Sua Palavra esteve disponível nessa obra – às vezes através de uma revelação direta, ou por profetas, e, como bem retratado no Salmo 119, através da leitura e estudo daquilo que o Senhor deixou registrado na Bíblia.
É verdade que nem nela encontramos todas as respostas que queremos, mas nela está, com certeza, o suficiente para a nossa salvação.
Suas páginas são como as folhas da árvore da vida, para cura de todas as nossas enfermidades.
A experiência de outras pessoas, incluindo a de alguns de nossos conhecidos, e quem sabe até mesmo de algum dos nossos leitores, reforçam a importância desse apego diário ao Está Escrito.
Há livros que nos ajudam a apreciar a leitura da Bíblia. Entre eles: Caminho a Cristo eComo Jesus Tratava as Pessoas. Você verá a Bíblia sob um novo e delicioso ponto de vista, e vai sentir uma vontade enorme de estar com ela aberta para leitura e estudo.
O querido Senhor Espírito Santo vai conduzir esse saudável hábito, ajudando-nos a ser reavivados por Sua Palavra.
Se de início você não a compreender, mesmo assim, continue lendo.
Segunda – Poder Criativo da Palavra (15 de julho). O livro Educação diz assim: “A energia criadora que trouxe à existência os mundos, está na Palavra de Deus. Esta Palavra comunica poder, gera vida. Cada ordenança é uma promessa; aceita voluntariamente, recebida na alma, traz consigo a vida do Ser infinito. Transforma a natureza, cria de novo a alma à imagem de Deus” (Pág. 126, cap. 13, Cultura Mental e Espiritual).
A Bíblia não é apenas um livro. É verdade que é um livro, mas não é apenas um livro.
O Espírito Santo de Deus revelou determinados assuntos e conduziu algumas pessoas para que registrassem essas inspiradoras mensagens. Entre Moisés e João há uma diferença aproximada de uns mil e seiscentos anos. Deus também preservou as Escrituras. A já se passou mil e novecentos anos de Apocalipse, e ela está em nossas mãos, traduzida em quase todos os idiomas conhecidos no mundo, para acesso a todas as pessoas.
Então, a Bíblia não é apenas um livro, mas é a Palavra de Deus, cujos dizeres farão que o leitor reviva espiritualmente, caso se permita também ser influenciado pelo Autor, o Espírito Santo.
Se você não tiver tempo para ela, sacrifique outras coisas, mas a leia. (Tempo é preferência).
Terça – Jesus e a Palavra (16 de julho). A obra de autoria do Espírito Santo tem propósito de existir: nos levar a ter uma experiência verdadeira com Jesus, nosso Salvador e Senhor. É uma relação plena para o reavivamento. E assim se explica João 5:39, que diz: “Examinais as Escrituras, porque vós cuidais ter nelas a vida eterna, e são elas que de Mim testificam”.
“A história da aparição de Jesus aos dois discípulos no caminho de Emaús revela o papel da Bíblia no início do verdadeiro reavivamento. Esses seguidores de Cristo estavam muito confusos. Aos poucos, porém, Ele expôs “o que a Seu respeito constava em todas as Escrituras” (Lucas 24:27). Ele repetiu as profecias do Antigo Testamento sobre o Messias. Jesus poderia ter operado um milagre para provar Sua identidade ou mostrado as cicatrizes em Suas mãos. Ele não fez assim. Em vez disso, deu-lhes um estudo bíblico.
Observe a resposta deles, quando refletiam sobre o que havia acontecido naquele dia. ‘Disseram um ao outro: Porventura, não nos ardia o coração quando Ele, pelo caminho, nos falava, quando nos expunha as Escrituras’” (Lucas 24:32).[Extraído da Lição].
Se você tem desejo de ver milagres mirabolantes, pare com isso. Simplesmente leia a Bíblia, e experimente o maior de todos os milagres: ter a vida transformada.
Quarta – Reavivamento, Fé e a Palavra (17 de julho). Numa visão de futuro, Jesus declarou que, por ocasião de Sua segunda vinda, a fé não estará tão em evidência (Lucas 18:8). Poucos a experimentarão. A descrença estará em moda.
Por outro lado, explica que os que exercitarão fé não poderão se fiar em seus própriossentimentos. Essa conversa de que se você ainda não recebeu é porque ainda não tem a fé verdadeira é um engano medonho. A base da fé está em ouvir, em ouvir a Palavra de Deus (Romanos 10:17). O foco sempre será a vontade de Deus, e não os nossos sentimentos. Devemos confiar em Deus e em Suas promessas, agindo conforme Sua Palavra.
Quando nos afastamos da leitura da Bíblia, por conseguinte estamos levando a fé a inanição.
Em seus pedidos de oração, querido leitor, ao pedir que Deus aumente sua fé, lembre-se que você deve ler mais a Bíblia. Não quero dizer que a fé aumenta simplesmente porque se lê a Bíblia, mas, por ler, compreende-se melhor que Deus está disposto a nos dar maravilhosas bênçãos – inclusive a fé.
Quinta – A Palavra: Guardiã e Salvaguarda do Reavivamento (18 de julho). Enquanto Cristo não retornar, Seus filhos ainda estarão em perigo. O reino do inimigo está em vigor. Inclusive, como já foi dito, quando da segunda vinda de Jesus, quase não se encontrará homens de fé aguardando Sua chegada.
Ora, até lá, carecemos de uma cerca, um muro, uma blindagem – e a Palavra tem esse papel. Ela tem sido a guardiã e a salvaguarda daqueles que se permitem estar em constante contato com o Criador.
Se você tem pedido que Deus o livre do mal, da tentação e de pecar, preencha sua vida com a leitura da Bíblia – ela é a resposta de Deus para você.
Então, como vimos, a oração e o estudo da Bíblia têm papel preponderante na religação, no reavivamento – e está completamente ao nosso dispor.
Sexta – Conclusão (19 de julho). “Na procura das verdades celestiais reveladas, o Espírito de Deus Se aproxima em íntima ligação com o sincero pesquisador das Escrituras. A compreensão da vontade revelada de Deus amplia, expande, eleva e dota a mente com renovado vigor, colocando suas faculdades em contato com as extraordinárias verdades. Nenhum estudo supera o estudo da Bíblia, para dar energia à mente e fortalecer o intelecto. Nenhum outro livro é tão capaz de elevar os pensamentos, revigorar as faculdades como a Bíblia, que contém as mais enobrecedoras verdades. Se a Palavra de Deus fosse estudada como deveria ser, veríamos mente esclarecida, estabilidade de propósito, nobreza de caráter, como raramente se vê nestes tempos” (Signs of the Times, 30/01/1893). [Recomendamos a leitura de “O Deus que eu conheço” – clique aqui].

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