(Sermão fúnebre apresentado pelo Pr. Arilton na despedida de seu irmão, no domingo, 10 de junho).
O dia 09 de junho não será mais lembrado por nossa família como um dia comum. Enquanto recapitulava a lição da Escola Sabatina e me preparava para mais um sábado de atividades na igreja o telefone celular tocou. Eram 7:28 da manhã.
O número era de minha irmã, Penha, mas a voz era de seu filho Iveliks. As palavras “Tio, não tenho uma boa notícia”, prenderam minha atenção como um pênalti marcada aos 45 minutos do segundo tempo de uma partida de futebol. Nós, os seres humanos, que existimos em família, de certa forma vivemos ansiosos pelo bem estar das pessoas que amamos.
A primeira imagem que veio à minha mente foi a de minha mãe. Já com seus quase 80 anos, saúde debilitada, mas o pensamento foi interrompido pela triste anúncio: “É o tio Dão. Ele teve um infarto hoje cedo e morreu”. O chão desaparece sob meus pés – a vida passa em sua mente em um minuto – aconteceu o que todos sabiam, mas que tentamos evitar, driblar, um ente querido se foi.
Algumas vezes em conversa com meu irmão, Pr. Antonio, principalmente depois de reuniões da família marcadas por brincadeiras, futebol, comida e boas risadas, sempre dizíamos, até quando teremos toda a família juntos. Os 9 filhos, pai e mãe. Quando e quem será o primeiro a nos deixar?!
Ontem, 09 de julho, de forma trágica e inesperada veio a resposta, e como foi amargo o sabor da descoberta!
Naquele momento, o que me veio a mente foi o texto de Paulo: “O salário do pecado é a morte”. Romanos 6:23. E cedo ou tarde o pecado cobra um alto preço. Desde que nossos primeiros pais, Adão e Eva, perderam o direito à árvore da vida por causa da desobediência, do pecado, o ser humano tem amargado o gosto da morte. Ele sempre quando ela chega arranca de nós as pessoas que amamos. Desta vez foi meu irmão, João.
Alguns o apelidaram de “Ferrim”, ou Dão, o cartório o registrou como João Cordeiro de Oliveira, que no próximo 01 de dezembro completaria 52 anos de vida. Ele parte e deixa esposa, 4 filhos, 8 irmãos, pai e mãe e tantos outros parentes e amigos. Ele deixa de fato um vazio.
a) Uma cama vazia – pensei em sua esposa, Lena, companheira do dia-a-dia. Como seria seu primeiro domingo sem o esposo, e agora com título de viúva.
b) Pensei nos filhos – a partir de agora órfãos de pai.
c) Pensei na Sabrina – com data marcada para o casamento – agora não mais tem um pai para entrar com ela.
d) Pensei na Camila, Diego, João Vitor.
e) Pensei nos nossos pais – já idosos, e a despeito da preocupação com os filhos, netos, bisnetos, os problemas de saúde, tem que enfrentar a dor de sepultar um filho. O mesmo que carregaram no colo, viram crescer e virar homem, pai, avô...
Esse é nosso mundo depois da realidade do pecado! Enquanto ponderava estas coisas, duas lágrimas rolaram, uma lágrima de tristeza e uma de esperança.
Lágrima de tristeza
Em momentos difíceis como este é difícil entender Romanos 8:28, onde declara que “Todas as coisas cooperam para o bem daqueles que amam a Deus”. Como pastor, já mencionei tantas vezes esse texto para irmãos em sofrimento porque agora o texto se torna tão difícil, tão enigmático?
O que acontecerá após o sepultamento de nosso irmão?
Um título de viúva, filhos órfãos, uma alteração na foto da família, uma mãe que terá sua resposta alterada “tenho 9 filhos, 8 vivos e 1 morto”. Nós, os irmãos, passaremos a dizer “temos um irmão morto”... Todavia, entretanto, em minha face também rolou uma lágrima de esperança.
Lágrima de Esperança
Enquanto minha namorada, Juliana, me abraçava e, sem palavras, tentava me consolar, sentindo minha dor ou escolhendo palavras certas para aquele momento, rolaram em minha face lágrimas de esperança. Lembrei-me de João 11:11, onde Jesus afirma que a morte é apenas um sono. O sono prevê um acordar, um despertar. Haverá um despertar um dia, quando não sei, mas haverá. Talvez as lágrimas do momento nos impeçam de ver, de enxergar esse dia, mas haverá!
Em realidade, Jesus falou de dois despertar. Um para vida eterna e outro para vergonha e horror eterno. Pela primeira vez o texto de João 5:28,29 assumiu um novo significado em minha vida. Instintivamente fui levado a me questionar como pastor e teólogo – em qual ressurreição meu irmão se levantará?!
A primeira ressurreição será a dos salvos. Esta ocorrerá no momento da volta de Jesus. Os salvos ressurgirão com seus corpos glorificados, sem qualquer mancha ou vestígio de pecado. Eles receberão vestes brancas de justiça, coroas de vida eterna, uma pedrinha branca com um novo nome, e o direito novamente de participar da árvore da vida e viver eternamente.
Já a segunda ressurreição, 1.000 anos depois da volta de Jesus, será a dos ímpios (Apocalipse 20:5). Com o mesmo corpo que morreram ressuscitarão para tomar conhecimento do porquê de sua perdição, dobrar os joelhos pela última vez (Romanos 14:11) em reconhecimento ao senhorio de Cristo,e aguardar o desfeche final da história. Lúcifer, o grande originador do pecado, arregimentará homens e demônios para sua última investida – atacar a cidade santa – que esteve no céu por 1.000 anos e agora pousa na terra (Apocalipse 21:2).
Quando Gogue e Magogue, ou seja, todos os perdidos de todas as eras (Apocalipse 20:7-10), forem convencidos por Satanás, iniciarão, sob seu comando, uma marcha pela superfície da terra em direção a cidade santa com a intenção de tomá-la de assalto. Será neste momento que Deus realizará sua obra estranha (Isaías 28:21), o ato de destruir o pecador, Satanás e seus anjos.
Fogo descerá dos céus e os consumirá. O mesmo fogo que põe fim aos pecados e pecadores, purificará esta terra para se tornar a eterna morada dos salvos. Então, e só então, seremos por todos os dias da eternidade uma família que nunca mais derramará lágrimas nem experimentará a dor da separação.
Mas ainda não respondi a pergunta: “Em qual das duas ressurreições despertará meu irmão, João”?
Eu não sei! É difícil assumir isso, mas eu não sei. E somente Deus que nos conhece tão bem tem essa resposta!
A mim, como pastor e irmão, resta o conselho de Paulo: “Consolai-vos uns aos outros com essas palavras” 1 Tessalonicenses 4:18). Palavras de esperança de um reencontro.
Estava rascunhando esse sermão enquanto voava de Montes Claros para Belo Horizonte e depois voaria de Belo Horizonte para Vitória. Enquanto escrevia estas linhas ouvi o comandante anunciar: “em três minutos iniciaremos nossa descida”.
Estava a bordo do vôo TRIP 5575, dentro de poucas horas chegaria ao aeroporto de confins e depois Vitória. Encontraria minha família como nunca dantes e ver o corpo sem vida de meu irmão.
Não mais nesta vida – verei seu sorriso.
Não mais nesta vida – jogaremos bola juntos.
Não mais nesta vida – ouviremos sua voz.
Não mais nesta vida – sentiremos o calor de sua presença.
Não mais nesta vida – verei seu olhar aprovativo.
Um dia cheguei em casa e ele tinha um presente para mim. Eu deveria ter 8 ou 9 anos de idade. Ele havia comprado uma mochila de por nas costas para mim. Até então levava meus 4 livros para a escola em uma sacola de arroz. Me tornei o único garoto na escola com tal mochila.
Nunca também me esquecerei dos desfiles de 07 de setembro. Minha escola, Angelo Zani, ia para a avenida Expedido Garcia, em Campo Grande, e lá, sob os olhares de uma multidão, desfilávamos felizes. Quantas vezes testemunhei seu olhar em minha direção nestas ocasiões. Seu olhar me dizia: “Vai, segue em frente, to com você, parabéns, marcha firme...”.
Foi seu incentivo que me deu ânimo. Se hoje estou cursando um doutorado, é graças a ele, sua força, sua ajuda.
Não mais nesta vida sentirei seu carinho. Nunca me esquecerei quando tive que ir para a Bahia, fazer o vestibular para Teologia. Quando retornei com a notícia que havia sido aprovado, ele se assentou comigo e confidenciou: “Eu estava torcendo tanto que você não passasse”. Isso poderia soar desencorajador se não tivesse vindo dele. Mas eu sabia o que ele estava dizendo. Ele não me queria longe. Ele me queria por perto.
Minhas memórias foram interrompidas pela voz do comandante: “Tripulação, preparar para o pouso”. Era hora de pousar mas a viagem ainda não havia terminado. Deveria descer (Pampulha, BH) para depois subir em direção ao destino final. Me lembrei do Dão.
Ele estará descendo hoje, mas apenas para uma escala. Logo subirá para seu destino final. Ainda não estamos em casa e é lá que as melhores coisas acontecem. “Se preparem para o pouso”, disse o comandante. Estamos aguardando ouvir a voz de outro comandante, Jesus, Ele vai chegar e vai anunciar: Vamos para o lar.
Rola em nossa face uma lágrima de esperança – hemos de ver nosso irmão novamente, daqui a pouco, e as lágrimas nunca mais rolarão.
Frases #35
"O mais incrível não é o fato do homem ter pisado na Lua; mas de DEUS ter pisado na Terra"
(autor desconhecido)
Frases #34
"Quem é chamado para o serviço de Cristo, enfrenta o desprezo dos inimigos (Ex 5:4-8) e a censura dos amigos" (Ex 5:19-21)
Prof. Emílio Abdala
Frases #33
“O diabo raramente criou algo mais perspicaz do que sugerir à igreja que sua missão consiste em prover entretenimento para as pessoas, tendo em vista ganhá-las para Cristo”
Charles Spurgeon
O Criador deixa um presente especial para Seus filhos a cada semana. Desembrulhe-o
(Pr Areli Barbosa)
A conclusão de um prédio ou uma casa é resultado de um grande esforço. Foram várias reuniões, encontros, acertos, discussões para, finalmente, chegar ao término da obra. É sair do imaginário para o real; do planejamento para o concreto. Nada melhor do que comemorar essa vitória com uma grande festa de inauguração.
Deus também planejou detalhadamente como faria o mundo. Foi feita uma grande reunião de planejamento, com muitos planos e idéias. Em cada um dos seis dias Deus criou algo para alegrar a vida do ser humano, tudo planejado com detalhes e minúcias. E no sexto dia, depois de tudo concluído, Deus criou o homem. Só depois disso, então, sim, Deus criou o sábado e descansou.
Mas por que Deus criou o sábado depois de haver recém-criado Adão e Eva? Lembre-se de que nenhum dos dois estava cansado, pois eram recém-criados. Na verdade, essa era a festa de comemoração do projeto concluído; a celebração de um grande feito, uma comemoração inesquecível.
É por isso que o sábado é uma lembrança da Criação. É para lembrar que um dia, muito tempo atrás, alguém pensou no mundo e, depois de muitos planos e trabalho, a obra foi concluída. Sobre os seis dias passados, Adão e Eva tiveram que ser informados por Deus. Mas o dia de sábado foi diferente. Eles estavam presentes e viram com os próprios olhos. Eles nunca poderiam esquecer. Esse dia os ajudaria a lembrar que o Deus que tinha criado todas as coisas devia ser adorado. Por isso a Bíblia diz: “Guarde o sábado, que é um dia santo.” (Êxodo 20:8, NTLH).
Bom seria se tudo tivesse ficado assim... Mas quando o pecado atingiu este mundo, Satanás atacou diretamente o sábado. Ele usou agentes humanos para mudar o dia de guarda do sábado para o domingo. Com o passar dos anos, a maioria das pessoas se esqueceu do verdadeiro dia de descanso. Mesmo aqueles que ainda se lembram do dia de guarda são levados a se esquecer dele por algumas horas. Alguns, pior ainda, se esqueceram de Deus e passaram a viver como se Ele nem existisse.
Mas essas pessoas também se esqueceram que a guarda do sábado traz conforto ao adorador. É um dia reservado especialmente pelo Criador para trazer auxílio a Suas criaturas, para renovar a vida, a saúde e a paz. Nenhuma idéia de trabalho ou negócio sem concluir ou obrigação assumida de última hora deve interferir nesses momentos. Roupas limpas, casa arrumada, mesa festiva com alimentos especialmente preparados, leitura da Bíblia, louvor e oração, compõem nossas boas-vindas ao Criador. Um presente!
E sabe o que é melhor nesse presente? É que depois de seis dias sempre vem um novo sábado e isso soa como se Deus dissesse: “Filho, não importa o que você tenha feito ou por onde tenha andado. Se neste sábado você se encontrar comigo, então Eu o perdoarei, o salvarei e o abençoarei.” Foi Ele mesmo quem disse: “Obedeçam às leis a respeito do sábado; não cuidem dos seus próprios negócios no dia que para Mim é sagrado. Considerem o sábado como um dia de festa, o dia santo do Senhor, que deve ser respeitado. Guardem o sábado, descansando em vez de trabalhar; não cuidem dos seus negócios, nem fiquem conversando à toa. Se Me obedecerem, Eu serei uma fonte de alegria para vocês e farei com que vençam todas as dificuldades; e vocês serão felizes na terra que Eu dei ao seu antepassado Jacó. Eu, o Senhor, falei.” Isaías 58:13 e 14, NTLH.
Depois de um dia de sábado assim, você terá uma vida diferente. E, então, esse dia se tornará, a cada semana, inesquecível. Não perca tempo: abra logo esse presente.
Fonte: Estória das histórias
A conclusão de um prédio ou uma casa é resultado de um grande esforço. Foram várias reuniões, encontros, acertos, discussões para, finalmente, chegar ao término da obra. É sair do imaginário para o real; do planejamento para o concreto. Nada melhor do que comemorar essa vitória com uma grande festa de inauguração.
Deus também planejou detalhadamente como faria o mundo. Foi feita uma grande reunião de planejamento, com muitos planos e idéias. Em cada um dos seis dias Deus criou algo para alegrar a vida do ser humano, tudo planejado com detalhes e minúcias. E no sexto dia, depois de tudo concluído, Deus criou o homem. Só depois disso, então, sim, Deus criou o sábado e descansou.
Mas por que Deus criou o sábado depois de haver recém-criado Adão e Eva? Lembre-se de que nenhum dos dois estava cansado, pois eram recém-criados. Na verdade, essa era a festa de comemoração do projeto concluído; a celebração de um grande feito, uma comemoração inesquecível.
É por isso que o sábado é uma lembrança da Criação. É para lembrar que um dia, muito tempo atrás, alguém pensou no mundo e, depois de muitos planos e trabalho, a obra foi concluída. Sobre os seis dias passados, Adão e Eva tiveram que ser informados por Deus. Mas o dia de sábado foi diferente. Eles estavam presentes e viram com os próprios olhos. Eles nunca poderiam esquecer. Esse dia os ajudaria a lembrar que o Deus que tinha criado todas as coisas devia ser adorado. Por isso a Bíblia diz: “Guarde o sábado, que é um dia santo.” (Êxodo 20:8, NTLH).
Bom seria se tudo tivesse ficado assim... Mas quando o pecado atingiu este mundo, Satanás atacou diretamente o sábado. Ele usou agentes humanos para mudar o dia de guarda do sábado para o domingo. Com o passar dos anos, a maioria das pessoas se esqueceu do verdadeiro dia de descanso. Mesmo aqueles que ainda se lembram do dia de guarda são levados a se esquecer dele por algumas horas. Alguns, pior ainda, se esqueceram de Deus e passaram a viver como se Ele nem existisse.
Mas essas pessoas também se esqueceram que a guarda do sábado traz conforto ao adorador. É um dia reservado especialmente pelo Criador para trazer auxílio a Suas criaturas, para renovar a vida, a saúde e a paz. Nenhuma idéia de trabalho ou negócio sem concluir ou obrigação assumida de última hora deve interferir nesses momentos. Roupas limpas, casa arrumada, mesa festiva com alimentos especialmente preparados, leitura da Bíblia, louvor e oração, compõem nossas boas-vindas ao Criador. Um presente!
E sabe o que é melhor nesse presente? É que depois de seis dias sempre vem um novo sábado e isso soa como se Deus dissesse: “Filho, não importa o que você tenha feito ou por onde tenha andado. Se neste sábado você se encontrar comigo, então Eu o perdoarei, o salvarei e o abençoarei.” Foi Ele mesmo quem disse: “Obedeçam às leis a respeito do sábado; não cuidem dos seus próprios negócios no dia que para Mim é sagrado. Considerem o sábado como um dia de festa, o dia santo do Senhor, que deve ser respeitado. Guardem o sábado, descansando em vez de trabalhar; não cuidem dos seus negócios, nem fiquem conversando à toa. Se Me obedecerem, Eu serei uma fonte de alegria para vocês e farei com que vençam todas as dificuldades; e vocês serão felizes na terra que Eu dei ao seu antepassado Jacó. Eu, o Senhor, falei.” Isaías 58:13 e 14, NTLH.
Depois de um dia de sábado assim, você terá uma vida diferente. E, então, esse dia se tornará, a cada semana, inesquecível. Não perca tempo: abra logo esse presente.
Fonte: Estória das histórias
Feliz sábado!
"Indo para Nazaré [JESUS], onde fora criado, ENTROU, NUM SÁBADO, NA SINAGOGA, SEGUNDO SEU COSTUME, e levantou-se para ler” (Lucas 4:16)
Que o Senhor do sábado te abençoe ricamente!
Frases #30
"O que o homem é, o é sobre seus joelhos diante de Deus, e nada mais"
Robert Murray McCheyne (1813-1843)
O dia de Corpus Christi
(por Dennis Downing)
O dia de Corpus Christi, que no latim significa "corpo de Cristo", é marcado para lembrar a ordenança da eucaristia, que é a realização da santa ceia, ou ceia do Senhor.
A santa ceia foi ordenada por Jesus de acordo com o Evangelho de Lucas 22:19-20, onde diz "E, tomando um pão, tendo dado graças, o partiu e lhes deu, dizendo: 'Isto é o meu corpo oferecido por vós; fazei isto em memória de mim. Semelhantemente, depois de cear, tomou o cálice, dizendo: Este é o cálice da nova aliança no meu sangue derramado em favor de vós'."
No Evangelho nunca é ordenado que este dia seja guardado anualmente. Segundo a tradição, a data é comemorada numa quinta-feira por este ser o dia da semana em que, provavelmente, Jesus tomou a ceia com seus discípulos.
Certamente, há quem questione a atenção dada à comemoração, devido à sua base em tradições extra-bíblicas. Mas, será que não podemos olhar por um momento além dos conflitos e diferenças que tanto dividem aqueles que querem seguir a Jesus?
Vale lembrar o sacrifício do Senhor e a instituição da Santa Ceia, algo que foi dado justamente para lembrar o que Jesus fez por nós. Foi Jesus mesmo que disse "fazei isto em memória de mim". Vamos refletir sobre o que é que devemos lembrar.
A palavra “graças”, na frase "deu graças, partiu-o e deu aos discípulos..." traduz a palvra grega “eucaristeo” de onde vêm palavras como “eucaristia” e “caridade”. Não foram as palavras “pão” nem “corpo” que deram origem ao nome que lembra a ceia do Senhor. Foi a palavra “agradecer”. Jesus deu graças pelo pão que simbolizava seu corpo que ainda seria crucificado.
Jesus deu graças pela oportunidade de ser usado por Deus. E, ao fazer isso, ele estava dando graças pelo sofrimento que ele teria que aguentar.
É preciso lembrar que nessa hora Jesus ainda tinha seu corpo. Ele ainda podia desistir. Ele sabia claramente e em detalhes tudo que estava prestes a sofrer. Mesmo assim, ele não só escolheu dar sua vida como sacrifício - mas ele deu graças a Deus pela oportunidade. Já pensou em agradecer a Deus pela oportunidade de sofrer?
Foi isso que Jesus fez. Ele deu graças. Ele deu sua vida. Eucaristia. Caridade. E dois mil anos depois, nosso vocabulário continua sendo impactado pelos atos e palavras de Jesus. Vale a pena lembrá-Lo, suas palavras e tudo que ele fez por nós. Vale a pena lembrar o corpo de Cristo dado por nós, o Corpus Christi. Lembre disso na próxima vez que você tomar a ceia. Lembre quem lhe deu esta graça. E agradeça a Ele.
Naquela noite, depois de tomar o pão, Jesus tomou o cálice e disse "Este cálice é a nova aliança no meu sangue, derramado em favor de vocês". (Lucas 22:20) Quando Ele disse “em favor de vocês”, seu nome estava incluído nas últimas cinco letras daquela frase. Palavras faladas dois mil anos atrás foram dirigidas a você!
Hoje, você ainda está livre para resistir, negar, rejeitar. Muitos o fizeram, e Jesus garantiu a liberdade de cada um para fazer exatamente esta escolha. Mas um dia eles se arrependerão. E não será só por causa do sofrimento eterno. Será mais ainda por causa do grande amor que desperdiçaram.
Quando você olhar para Jesus lembre-se do Seu grande amor. Lembre-se que um dia Jesus lembrou de você e lhe enviou um recado. Ouça o que ele está dizendo. Lembre-se dEle.
Oremos: Maravilhoso Deus, somos e sempre seremos devedores a Jesus. Mas agradecemos que, mesmo com uma dívida que nunca poderíamos pagar, Ele se deu por nós. Quando participamos na ceia ajude-nos a lembrar que Jesus lembrou de nós quando foi instituída. Em nome de seu Filho Amado agradecemos. Amém.
Fonte: Iluminalma
O dia de Corpus Christi, que no latim significa "corpo de Cristo", é marcado para lembrar a ordenança da eucaristia, que é a realização da santa ceia, ou ceia do Senhor.
A santa ceia foi ordenada por Jesus de acordo com o Evangelho de Lucas 22:19-20, onde diz "E, tomando um pão, tendo dado graças, o partiu e lhes deu, dizendo: 'Isto é o meu corpo oferecido por vós; fazei isto em memória de mim. Semelhantemente, depois de cear, tomou o cálice, dizendo: Este é o cálice da nova aliança no meu sangue derramado em favor de vós'."
No Evangelho nunca é ordenado que este dia seja guardado anualmente. Segundo a tradição, a data é comemorada numa quinta-feira por este ser o dia da semana em que, provavelmente, Jesus tomou a ceia com seus discípulos.
Certamente, há quem questione a atenção dada à comemoração, devido à sua base em tradições extra-bíblicas. Mas, será que não podemos olhar por um momento além dos conflitos e diferenças que tanto dividem aqueles que querem seguir a Jesus?
Vale lembrar o sacrifício do Senhor e a instituição da Santa Ceia, algo que foi dado justamente para lembrar o que Jesus fez por nós. Foi Jesus mesmo que disse "fazei isto em memória de mim". Vamos refletir sobre o que é que devemos lembrar.
A palavra “graças”, na frase "deu graças, partiu-o e deu aos discípulos..." traduz a palvra grega “eucaristeo” de onde vêm palavras como “eucaristia” e “caridade”. Não foram as palavras “pão” nem “corpo” que deram origem ao nome que lembra a ceia do Senhor. Foi a palavra “agradecer”. Jesus deu graças pelo pão que simbolizava seu corpo que ainda seria crucificado.
Jesus deu graças pela oportunidade de ser usado por Deus. E, ao fazer isso, ele estava dando graças pelo sofrimento que ele teria que aguentar.
É preciso lembrar que nessa hora Jesus ainda tinha seu corpo. Ele ainda podia desistir. Ele sabia claramente e em detalhes tudo que estava prestes a sofrer. Mesmo assim, ele não só escolheu dar sua vida como sacrifício - mas ele deu graças a Deus pela oportunidade. Já pensou em agradecer a Deus pela oportunidade de sofrer?
Foi isso que Jesus fez. Ele deu graças. Ele deu sua vida. Eucaristia. Caridade. E dois mil anos depois, nosso vocabulário continua sendo impactado pelos atos e palavras de Jesus. Vale a pena lembrá-Lo, suas palavras e tudo que ele fez por nós. Vale a pena lembrar o corpo de Cristo dado por nós, o Corpus Christi. Lembre disso na próxima vez que você tomar a ceia. Lembre quem lhe deu esta graça. E agradeça a Ele.
Naquela noite, depois de tomar o pão, Jesus tomou o cálice e disse "Este cálice é a nova aliança no meu sangue, derramado em favor de vocês". (Lucas 22:20) Quando Ele disse “em favor de vocês”, seu nome estava incluído nas últimas cinco letras daquela frase. Palavras faladas dois mil anos atrás foram dirigidas a você!
Hoje, você ainda está livre para resistir, negar, rejeitar. Muitos o fizeram, e Jesus garantiu a liberdade de cada um para fazer exatamente esta escolha. Mas um dia eles se arrependerão. E não será só por causa do sofrimento eterno. Será mais ainda por causa do grande amor que desperdiçaram.
Quando você olhar para Jesus lembre-se do Seu grande amor. Lembre-se que um dia Jesus lembrou de você e lhe enviou um recado. Ouça o que ele está dizendo. Lembre-se dEle.
Oremos: Maravilhoso Deus, somos e sempre seremos devedores a Jesus. Mas agradecemos que, mesmo com uma dívida que nunca poderíamos pagar, Ele se deu por nós. Quando participamos na ceia ajude-nos a lembrar que Jesus lembrou de nós quando foi instituída. Em nome de seu Filho Amado agradecemos. Amém.
Fonte: Iluminalma
Corpus Christi e minha experiência
(por Marcio)
"Porque o pão de Deus é aquEle que desce do céu e dá vida ao mundo" (João 6:33)
Muitas foram as vezes em que estive numa fila aguardando o momento em que a hóstia seria colocada na minha boca pelo padre, naquele que é o momento "alto" da cerimônia, onde aprendi desde cedo que o Corpo de Cristo (Corpus Christi em latim) seria introduzido no meu organismo. Esta cerimônia, um dos sete sacramentos segundo a igreja católica, é chamada de Eucaristia, onde o fiel entra em Comunhão (como é mais comumente chamado) ao entrar em contato com aquele pedaço de pão, produzido com água e farinha de trigo, sem sal e fermento. O aviso era: "Não mastigue o pão", porque se mordesse, estaria ferindo o corpo de Cristo. O mesmo então deveria apenas ser dissolvido pela saliva, mas jamais mastigado.
Há alguns anos aprendi que este processo é chamado de TRANSUBSTANCIAÇÃO, ou "mudança de substância", dogma que ensina que ali há a presença real, literal e verdadeira do próprio Cristo sob a aparência de pão, ou seja, o pão e o vinho não simbolizam apenas o corpo e o sangue do Senhor, mas ensina que é o próprio sangue e o próprio corpo de Cristo.
O "comer a carne e beber o sangue" tomou até os próprios apóstolos de dúvidas. Suas emoções foram atordoadas, alguns se escandalizaram. Se absorvessem aquelas palavras em sentido literal, haveriam de ser como canibais (João 6:52). Contudo, um pouco mais adiante no verso 63, Jesus abre-lhes a mente dizendo: "As palavras que Eu vos tenho dito, são ESPÍRITO e VIDA". Neste momento foi-lhes esclarecido de que o Mestre se referia ao "alimento espiritual" e que este só pode ser recebido pela fé. Jesus também disse: "...isto é Meu corpo"; "... isto é Meu sangue..." (Mateus 26:26 e 28). Poderia Ele estar repartindo Seu próprio corpo e servindo Seu sangue na presença dos Seus discípulos? Tal idéia é falaciosa! Interessante, é que a igreja romana não admite contestação em qualquer um dos seus pontos fundamentais. De acordo com ela, o próprio Deus lhes concedeu autoridade plena para interpretar as escrituras, e os fiéis devem acatar toda e qualquer "revelação" sem contestação. O Corpus Christi também é o nome dado a uma das festas desta igreja desde 1264, onde são realizadas desde então procissões em vias públicas; cortejos de "veneração pública" à Eucaristia católica.
O "comer a carne e beber o sangue" tomou até os próprios apóstolos de dúvidas. Suas emoções foram atordoadas, alguns se escandalizaram. Se absorvessem aquelas palavras em sentido literal, haveriam de ser como canibais (João 6:52). Contudo, um pouco mais adiante no verso 63, Jesus abre-lhes a mente dizendo: "As palavras que Eu vos tenho dito, são ESPÍRITO e VIDA". Neste momento foi-lhes esclarecido de que o Mestre se referia ao "alimento espiritual" e que este só pode ser recebido pela fé. Jesus também disse: "...isto é Meu corpo"; "... isto é Meu sangue..." (Mateus 26:26 e 28). Poderia Ele estar repartindo Seu próprio corpo e servindo Seu sangue na presença dos Seus discípulos? Tal idéia é falaciosa! Interessante, é que a igreja romana não admite contestação em qualquer um dos seus pontos fundamentais. De acordo com ela, o próprio Deus lhes concedeu autoridade plena para interpretar as escrituras, e os fiéis devem acatar toda e qualquer "revelação" sem contestação. O Corpus Christi também é o nome dado a uma das festas desta igreja desde 1264, onde são realizadas desde então procissões em vias públicas; cortejos de "veneração pública" à Eucaristia católica.
No entanto, o participar da Santa Ceia do Senhor é saciar a fome espiritual; significa aceitar ou reaceitar a Jesus como seu Salvador pessoal, é entrar na Vida. Comer do pão material pode saciar nossa necessidade física, mas só "comendo do pão do céu", que poderemos saciar nossas necessidades espirituais. "E Jesus lhes disse: Eu sou o pão da vida; aquele que vem a mim não terá fome, e quem crê em mim nunca terá sede" (João 6:35).
Esta cerimônia solene nos faz lembrar do significado da Sua morte, Seu sacrifício. É a festa da lembrança, da recordação. O Mestre foi muito sábio em cada característica desta cerimônia que deveria ser feita em memória dEle. O pão, alimento comum em quase todas as culturas, deve sim ser mastigado, triturado em memória daquEle que foi machucado pelos pecados de muitos. Está escrito: "Comei" (Mateus 26:26), o que indica a ação de mastigar. É feito sem fermento (símbolo de pecado), assim como Jesus não tinha pecado. O vinho ou suco de uva (também sem fermento), um dos três melhores alimentos para a memória humana, é abençoado (Isaías 65:8). Todos são SÍMBOLOS de uma ordenança que deve ser repetida por todos aqueles que são de Cristo Jesus e querem permanecer nEle, renovando sua aliança, aceitando o "maná do céu" como alimento que fará parte agora da sua própria alma. Jesus usou muitos símbolos, e neste contexto declarou ser o "Pão", mas também disse ser "a Porta" (João 10:7); "a Vinha" (João 15:5), contudo, não significa que Ele seja literalmente um pedaço de madeira ou uma plantação de uvas, são apenas figuras de linguagem.
Esta simbologia da Santa Ceia é melhor chamada de CONSUBSTANCIAÇÃO, crença na presença espiritual de Jesus COM O pão e o vinho, sem modificar suas características. Faz todo o sentido, porque mesmo depois de abençoados pelo ministrante, conservam a mesma aparência, forma, sabor, cheiro, peso e cor. Com todo respeito aos irmãos que pensam diferente, ouvir dizer que alguém mastigou a hóstia e a mesma sangrou, não passa de lenda religiosa.
Enfim, a Mesa do Senhor foi instituída pelo próprio Deus encarnado. Ela representa simbolicamente a lembrança da sua morte e anuncia a Sua breve volta. Enquanto que a I.C.A.R. anuncia a PRESENÇA real de nosso Senhor nos elementos sacramentais, o apóstolo Paulo escreveu aos corintos a AUSÊNCIA real do Senhor, de quem nos devemos lembrar: "Porque todas as vezes que comerdes este pão e beberdes o cálice, anunciais a morte do Senhor até que Ele venha" (I Coríntios 11:26).
Enfim, a Mesa do Senhor foi instituída pelo próprio Deus encarnado. Ela representa simbolicamente a lembrança da sua morte e anuncia a Sua breve volta. Enquanto que a I.C.A.R. anuncia a PRESENÇA real de nosso Senhor nos elementos sacramentais, o apóstolo Paulo escreveu aos corintos a AUSÊNCIA real do Senhor, de quem nos devemos lembrar: "Porque todas as vezes que comerdes este pão e beberdes o cálice, anunciais a morte do Senhor até que Ele venha" (I Coríntios 11:26).
REFLEXÃO: "Porém, respondendo Pedro e os apóstolos, disseram: Mais importa obedecer a Deus do que aos homens" (Atos 5:29)
Ref. bibliográfica: A Igreja Católica nas profecias - Orlando J. Oliveira
Corpus Christi e a Igreja Romana
De acordo com a Wikipedia: Corpus Christi (expressão latina que significa Corpo de Cristo) é uma festa móvel da Igreja Católica que celebra a presença real e substancial de Cristo na Eucaristia. A procissão pelas vias públicas, quando é feita, atende a uma recomendação do Código de Direito Canônico (cân. 944) que determina ao Bispo diocesano que a providencie, onde for possível, “para testemunhar publicamente a veneração para com a santíssima Eucaristia”.
A festa foi decretada em 1264 e se baseia no conto fictício de que o pedaço de pão (a Hóstia) teria se transformado em carne viva de Cristo, encharcando de sangue a boca da pessoa que tomava a Eucaristia.
Ostensório [foto], usado para transportar o pão mistíco da Igreja Romana. Lembra o SOL e não é mera coincidência.
Centenas de protestantes foram mortos por não concordarem com o misticismo pagão dessa doutrina. Wycliffe, atacou esta doutrina na sua leitura ante a Universidade de Oxford em 1381.
Juan Mollius, italiano, professor, sacerdote aos 18 anos, ao ler as verdades do Evangelho descobriu os erros da Igreja de Roma, dentre outros, Purgatório, Transubstanciação, Missa, Confissão Auricular, Oração pelos Mortos, Hóstia, Peregrinações, Extrema-Unção, Cultos em idioma desconhecido, e outros. Foi enforcado em 1553, tendo o corpo queimado.
De acordo com o Livro dos Mártires (p.118-119):
Um jovem inglês que estava em Roma [por volta de 1560], passava um dia junto a uma igreja justo quando saiu a procissão da hóstia. Um bispo levava a hóstia, e vendo-a o jovem, arrebatou-a, a lançou no chão e a calcou a seus pés, gritando: “Miseráveis idólatras, que deixais o verdadeiro Deus, para adorar um pedaço de comida!”. Esta ação provocou de tal modo o povo que teria despedaçado o jovem naquele mesmo momento, mas os sacerdotes persuadiram a multidão que o deixassem para que fosse sentenciado pelo Papa.
Quando contaram o assunto ao Papa, este sentiu-se sumamente exasperado, e ordenou que o preso fosse queimado de imediato; porém um cardeal o dissuadiu desta apressada sentença, dizendo-lhe que seria melhor castigá-lo gradualmente e torturá-lo, para poder descobrir se tinha sido instigado por alguma pessoa determinada a cometer uma ação tão atroz.
Aprovado isto, foi torturado com a maior severidade, porém só conseguiram tirá-lhe estas palavras: “Era a vontade de Deus que eu fizesse o que fiz”. Então o Papa pronunciou sentença contra ele:
1) Que o carrasco o levasse com o torso nu pelas ruas de Roma.
2) Que levasse a imagem do diabo sobre sua cabeça.
3) Que lhe pintassem nas calcas uma representação das labaredas.
4) Que lhe cortassem a mão direita.
5) Que depois de ter sido assim levado em procissão, fosse queimado.
Quando ouviu esta sentença, implorou a Deus que lhe der força e integridade para manter-se firme. Ao passar pelas ruas, foi enormemente escarnecido pelo povão, aos quais falou algumas coisas severas acerca da superstição romanista. Mas um cardeal que o ouviu, ordenou que o amordaçassem.
Quando chegou à porta da igreja onde havia pisoteado a hóstia, o carrasco lhe cortou a mão direita, e a encravou num pau. Depois dois torturadores, com tochas acesas, abrasaram e queimaram seus carne todo o resto do caminho. Ao chegar no lugar da execução beijou as correntes que haviam amarrado a estaca. Ao apresentá-lhe um monge a figura de um santo, bateu nela lançando-a no chão; depois, acorrentando-o na estaca, acenderam a lenha, e pronto ficou reduzido a cinzas.
Pouco depois da execução acabada de mencionar, um venerável ancião, que tinha permanecido muito tempo preso da Inquisição, foi condenado à fogueira, e tirado para ser executado. Quando estava já acorrentado à estaca, um sacerdote susteve um crucifixo diante dele, e lhe disse: “Se você não tirar este ídolo de minha vista, serei obrigado a cuspir nele”. O sacerdote o repreendeu por falar tão duramente, porém ele lhe disse que lembrasse do primeiro e do segundo mandamento, e que se afastasse da idolatria, como Deus mesmo tinha ordenado. Foi então amordaçado, para que já não falasse, e pondo fogo na lenha, sofreu o martírio no fogo.
(O Lívro dos Mártires, Página 129)
Nos vales de Piemonte, no século 17, Dn Rambaut, de Vilário, pai de uma numerosa família, foi apreendido e levado a prisão junto com vários outros, no cárcere de Paysana. Aqui foi visitado por vários sacerdotes, que com uma insistente importunidade fizeram tudo o possível por persuadi-lo a renunciar à religião protestante e tornar-se papista. Mas recusou rotundamente e os sacerdotes, ao verem sua decisão, pretenderam sentir piedade por sua numerosa família, e lhe disseram que poderia, com tudo, salvar sua vida se afirmava sua crença nos seguintes artigos:
1) A presença real na hóstia.
2) A Transubstanciação.
3) O Purgatório.
4) A infalibilidade do Papa.
5) Que as missas realizadas pelos defuntos livravam almas do purgatório.
6) Que rezar aos santos dá remissão dos pecados.
O senhor Rambaut disse aos sacerdotes que nem sua religião nem seu entendimento nem sua consciência lhe permitiriam subscrever nenhum destes artigos, pelas seguintes razões:
1) Que acreditar na presença real na hóstia é uma chocante união de blasfêmia e idolatria.
2) Que imaginar que as palavras de consagração executam o que os papistas chamam de transubstanciação, convertendo o pão e o vinho no verdadeiro e idêntico corpo e sangue de Cristo, que foi crucificado, e que depois ascendeu ao céu, é uma coisa demasiado torpe e absurda para que acredite nela sequer uma criança que tiver a mínima capacidade de raciocínio; e que senão a mais cega superstição poderia fazer que os católico-romanos depositassem sua confiança em algo tão ridículo.
3) Que a doutrina do purgatório é mais inconseqüente e absurda que um conto de fadas.
4) Que era uma impossibilidade que o Papa fosse infalível, e que o Papa se arrogava de forma soberba algo que somente podia pertencer a Deus como ser perfeito.
5) Que dizer missas pelos mortos era ridículo, e somente tinha a intenção de manter a crença na fábula do purgatório, por quanto a sorte de todos estava definitivamente decidida ao partir a alma do corpo.
6) Que a oração aos santos para remissão dos pecados é uma adoração fora de lugar, por quanto os mesmos santos têm necessidade da intercessão de Cristo. Assim, já que somente Deus pode perdoar nossos erros, deveríamos ir somente a Ele em busca do perdão.
Os sacerdotes sentiram-se tão enormemente ofendidos ante as respostas do senhor Rambaut aos artigos que eles queriam se subscrevesse, que decidiram abalar sua resolução mediante o mais cruel método imaginável. Ordenaram que lhe cortassem a circulação dos dedos das mãos até o dia que ficasse sem eles; depois passaram aos dedos dos pés; depois, alternadamente, foram cortando-lhe um dia uma mão, outro dia um pé; porém ao ver que suportava seus sofrimentos com a mais admirável paciência, fortalecido e resignado, e mantendo sua fé com uma resolução irrevogável e uma constância inamovível, o apunhalaram no coração, e deram seu corpo como comida para os cães.
Para ler sobre os mártires por causa da questão do Corpus Christ, Eucaristia e paganismos semelhantes leia o Livro dos Mártires.
Fonte: Sétimo Dia
A festa foi decretada em 1264 e se baseia no conto fictício de que o pedaço de pão (a Hóstia) teria se transformado em carne viva de Cristo, encharcando de sangue a boca da pessoa que tomava a Eucaristia.
Ostensório [foto], usado para transportar o pão mistíco da Igreja Romana. Lembra o SOL e não é mera coincidência.
Centenas de protestantes foram mortos por não concordarem com o misticismo pagão dessa doutrina. Wycliffe, atacou esta doutrina na sua leitura ante a Universidade de Oxford em 1381.
Juan Mollius, italiano, professor, sacerdote aos 18 anos, ao ler as verdades do Evangelho descobriu os erros da Igreja de Roma, dentre outros, Purgatório, Transubstanciação, Missa, Confissão Auricular, Oração pelos Mortos, Hóstia, Peregrinações, Extrema-Unção, Cultos em idioma desconhecido, e outros. Foi enforcado em 1553, tendo o corpo queimado.
De acordo com o Livro dos Mártires (p.118-119):
Um jovem inglês que estava em Roma [por volta de 1560], passava um dia junto a uma igreja justo quando saiu a procissão da hóstia. Um bispo levava a hóstia, e vendo-a o jovem, arrebatou-a, a lançou no chão e a calcou a seus pés, gritando: “Miseráveis idólatras, que deixais o verdadeiro Deus, para adorar um pedaço de comida!”. Esta ação provocou de tal modo o povo que teria despedaçado o jovem naquele mesmo momento, mas os sacerdotes persuadiram a multidão que o deixassem para que fosse sentenciado pelo Papa.
Quando contaram o assunto ao Papa, este sentiu-se sumamente exasperado, e ordenou que o preso fosse queimado de imediato; porém um cardeal o dissuadiu desta apressada sentença, dizendo-lhe que seria melhor castigá-lo gradualmente e torturá-lo, para poder descobrir se tinha sido instigado por alguma pessoa determinada a cometer uma ação tão atroz.
Aprovado isto, foi torturado com a maior severidade, porém só conseguiram tirá-lhe estas palavras: “Era a vontade de Deus que eu fizesse o que fiz”. Então o Papa pronunciou sentença contra ele:
1) Que o carrasco o levasse com o torso nu pelas ruas de Roma.
2) Que levasse a imagem do diabo sobre sua cabeça.
3) Que lhe pintassem nas calcas uma representação das labaredas.
4) Que lhe cortassem a mão direita.
5) Que depois de ter sido assim levado em procissão, fosse queimado.
Quando ouviu esta sentença, implorou a Deus que lhe der força e integridade para manter-se firme. Ao passar pelas ruas, foi enormemente escarnecido pelo povão, aos quais falou algumas coisas severas acerca da superstição romanista. Mas um cardeal que o ouviu, ordenou que o amordaçassem.
Quando chegou à porta da igreja onde havia pisoteado a hóstia, o carrasco lhe cortou a mão direita, e a encravou num pau. Depois dois torturadores, com tochas acesas, abrasaram e queimaram seus carne todo o resto do caminho. Ao chegar no lugar da execução beijou as correntes que haviam amarrado a estaca. Ao apresentá-lhe um monge a figura de um santo, bateu nela lançando-a no chão; depois, acorrentando-o na estaca, acenderam a lenha, e pronto ficou reduzido a cinzas.
Pouco depois da execução acabada de mencionar, um venerável ancião, que tinha permanecido muito tempo preso da Inquisição, foi condenado à fogueira, e tirado para ser executado. Quando estava já acorrentado à estaca, um sacerdote susteve um crucifixo diante dele, e lhe disse: “Se você não tirar este ídolo de minha vista, serei obrigado a cuspir nele”. O sacerdote o repreendeu por falar tão duramente, porém ele lhe disse que lembrasse do primeiro e do segundo mandamento, e que se afastasse da idolatria, como Deus mesmo tinha ordenado. Foi então amordaçado, para que já não falasse, e pondo fogo na lenha, sofreu o martírio no fogo.
(O Lívro dos Mártires, Página 129)
Nos vales de Piemonte, no século 17, Dn Rambaut, de Vilário, pai de uma numerosa família, foi apreendido e levado a prisão junto com vários outros, no cárcere de Paysana. Aqui foi visitado por vários sacerdotes, que com uma insistente importunidade fizeram tudo o possível por persuadi-lo a renunciar à religião protestante e tornar-se papista. Mas recusou rotundamente e os sacerdotes, ao verem sua decisão, pretenderam sentir piedade por sua numerosa família, e lhe disseram que poderia, com tudo, salvar sua vida se afirmava sua crença nos seguintes artigos:
1) A presença real na hóstia.
2) A Transubstanciação.
3) O Purgatório.
4) A infalibilidade do Papa.
5) Que as missas realizadas pelos defuntos livravam almas do purgatório.
6) Que rezar aos santos dá remissão dos pecados.
O senhor Rambaut disse aos sacerdotes que nem sua religião nem seu entendimento nem sua consciência lhe permitiriam subscrever nenhum destes artigos, pelas seguintes razões:
1) Que acreditar na presença real na hóstia é uma chocante união de blasfêmia e idolatria.
2) Que imaginar que as palavras de consagração executam o que os papistas chamam de transubstanciação, convertendo o pão e o vinho no verdadeiro e idêntico corpo e sangue de Cristo, que foi crucificado, e que depois ascendeu ao céu, é uma coisa demasiado torpe e absurda para que acredite nela sequer uma criança que tiver a mínima capacidade de raciocínio; e que senão a mais cega superstição poderia fazer que os católico-romanos depositassem sua confiança em algo tão ridículo.
3) Que a doutrina do purgatório é mais inconseqüente e absurda que um conto de fadas.
4) Que era uma impossibilidade que o Papa fosse infalível, e que o Papa se arrogava de forma soberba algo que somente podia pertencer a Deus como ser perfeito.
5) Que dizer missas pelos mortos era ridículo, e somente tinha a intenção de manter a crença na fábula do purgatório, por quanto a sorte de todos estava definitivamente decidida ao partir a alma do corpo.
6) Que a oração aos santos para remissão dos pecados é uma adoração fora de lugar, por quanto os mesmos santos têm necessidade da intercessão de Cristo. Assim, já que somente Deus pode perdoar nossos erros, deveríamos ir somente a Ele em busca do perdão.
Os sacerdotes sentiram-se tão enormemente ofendidos ante as respostas do senhor Rambaut aos artigos que eles queriam se subscrevesse, que decidiram abalar sua resolução mediante o mais cruel método imaginável. Ordenaram que lhe cortassem a circulação dos dedos das mãos até o dia que ficasse sem eles; depois passaram aos dedos dos pés; depois, alternadamente, foram cortando-lhe um dia uma mão, outro dia um pé; porém ao ver que suportava seus sofrimentos com a mais admirável paciência, fortalecido e resignado, e mantendo sua fé com uma resolução irrevogável e uma constância inamovível, o apunhalaram no coração, e deram seu corpo como comida para os cães.
Para ler sobre os mártires por causa da questão do Corpus Christ, Eucaristia e paganismos semelhantes leia o Livro dos Mártires.
Fonte: Sétimo Dia
Frases #28
"A oração é um instrumento poderoso não para fazer com que a vontade do homem seja feita no céu, mas para fazer com que a vontade de Deus seja feita na terra"
Robert Law (1788-1874)
O dono do prego
(por Craig B. Larson)
Um velho pastor do Haiti falou da necessidade de compromisso com Cristo assim: Ele contou a história de um homem que queria vender sua casa por $2,000.
Outro homem queria muito comprar aquela casa. Mas, porque ele era pobre, não conseguia pagar o preço pedido. Depois de muita negociação o dono da casa concordou em vendê-la pela metade do preço.
Ele só tinha uma ressalva: ele continuaria como dono de um prego cravado na parede acima da porta da casa.
Depois de alguns anos, o dono original quis comprar sua casa de volta. Mas, o novo morador não concordava em vender. Então, o dono original saiu pela estrada, achou o cadáver de um cachorro e o pendurou na parede pelo prego que lhe pertencia.
Em pouco tempo, a casa ficou insuportável, e a família foi obrigada a vendê-la de volta ao dono original.
A conclusão do pastor Haitiano foi a seguinte: “Se nós deixamos o Diabo com apenas um pequeno prego nas nossas vidas, ele voltará e pendurará seu podre lixo lá, deixando as nossas vidas insuportáveis para Cristo habitar.”
Você tem um prego daqueles na sua vida? Há algum pecado ou hábito predileto que você ainda não entregou a Jesus? Alguma “fraqueza de estimação” que você ainda não aniquilou?
Pode ter certeza, Satanás irá voltar. O dono daquele prego, daquele pecado ou hábito predileto irá aparecer, mais cedo ou mais tarde. Você compreendeu que ele é dono, não só daquele pecado, mas, do pedaço da sua vida onde estiver cravado?
Ele vai usar aquela coisa pequena, aquele prego para estragar tudo que você está tentando construir de bom. E, no final, ele vai levar tudo o que você tem.
Será que foi por isso que Paulo usou linguagem tão severa ao falar de alguns pecados que eram apenas “desejos”? “ Fazei, pois, morrer a vossa natureza terrena: prostituição, impureza, paixão lasciva, desejo maligno e a avareza, que é idolatria...” – Colossenses 3:5 E ainda assim: “Os que são de Cristo Jesus crucificaram a carne, com as suas paixões e concupiscências.” – Gálatas 5:24
Tem algum prego do inimigo cravado lá no seu quarto? No seu escritório? No seu computador? No seu coração? O que falta para você dizer ao inimigo da sua alma que sua vida tem um dono só?
Não é fácil. É preciso um compromisso radical. Mas, é possível com a ajuda de outros que travaram a mesma luta.
Um velho pastor do Haiti falou da necessidade de compromisso com Cristo assim: Ele contou a história de um homem que queria vender sua casa por $2,000.
Outro homem queria muito comprar aquela casa. Mas, porque ele era pobre, não conseguia pagar o preço pedido. Depois de muita negociação o dono da casa concordou em vendê-la pela metade do preço.
Ele só tinha uma ressalva: ele continuaria como dono de um prego cravado na parede acima da porta da casa.
Depois de alguns anos, o dono original quis comprar sua casa de volta. Mas, o novo morador não concordava em vender. Então, o dono original saiu pela estrada, achou o cadáver de um cachorro e o pendurou na parede pelo prego que lhe pertencia.
Em pouco tempo, a casa ficou insuportável, e a família foi obrigada a vendê-la de volta ao dono original.
A conclusão do pastor Haitiano foi a seguinte: “Se nós deixamos o Diabo com apenas um pequeno prego nas nossas vidas, ele voltará e pendurará seu podre lixo lá, deixando as nossas vidas insuportáveis para Cristo habitar.”
Você tem um prego daqueles na sua vida? Há algum pecado ou hábito predileto que você ainda não entregou a Jesus? Alguma “fraqueza de estimação” que você ainda não aniquilou?
Pode ter certeza, Satanás irá voltar. O dono daquele prego, daquele pecado ou hábito predileto irá aparecer, mais cedo ou mais tarde. Você compreendeu que ele é dono, não só daquele pecado, mas, do pedaço da sua vida onde estiver cravado?
Ele vai usar aquela coisa pequena, aquele prego para estragar tudo que você está tentando construir de bom. E, no final, ele vai levar tudo o que você tem.
Será que foi por isso que Paulo usou linguagem tão severa ao falar de alguns pecados que eram apenas “desejos”? “ Fazei, pois, morrer a vossa natureza terrena: prostituição, impureza, paixão lasciva, desejo maligno e a avareza, que é idolatria...” – Colossenses 3:5 E ainda assim: “Os que são de Cristo Jesus crucificaram a carne, com as suas paixões e concupiscências.” – Gálatas 5:24
Tem algum prego do inimigo cravado lá no seu quarto? No seu escritório? No seu computador? No seu coração? O que falta para você dizer ao inimigo da sua alma que sua vida tem um dono só?
Não é fácil. É preciso um compromisso radical. Mas, é possível com a ajuda de outros que travaram a mesma luta.
Frases #27
"A maior preocupação do diabo é impedir que os cristãos orem. Ele não teme o estudo sem oração, nem a obra sem oração e nem a religião sem oração. Ele ri de nosso trabalho, zomba de nossa sabedoria, mas, treme quando oramos"
Samuel Chadwick
Árvores Altas
(Pr. Paulo Barbosa)
Quando uma tempestade cai violentamente sobre um determinado local, atinge furiosamente tudo que encontra no caminho. As árvores sentem a força dos ventos, balançam e se curvam sob o poder da tormenta. Todas as árvores sentem a força dos ventos, mas, as mais altas árvores são as que sentem mais. A árvore mais alta que permanece sente a força dos ventos mais do que todas as demais.
Muitas vezes questionamos o fato de passarmos por angústias e sofrimentos durante a nossa vida. Achamos que, pelo fato de sermos cristãos fiéis ao Senhor, não deveríamos ter que suportar tantas lutas e batalhas. Mas, não será exatamente por isso que somos atacados? Não será exatamente por sermos "árvores mais altas" que somos mais facilmente atingidos pelos ventos e turbulências deste mundo? Não será por causa de nossa firmeza espiritual e capacidade de aguentar as aflições que Deus permite tais lutas?
O Senhor nos advertiu que "no mundo teríamos aflições", mas, ao mesmo tempo, garantiu-nos que estaria ao nosso lado e que seríamos vitoriosos.
A casa firme na rocha também sofre ação dos ventos, como a que está construída na areia. Porém, uma cai e a outra permanece. As árvores pequenas, inexperientes, fracas na fé, não são capazes de resistir os ventos dos problemas. E, fracas, ao caírem, têm muito mais dificuldade em levantar-se novamente. O que Deus quer dizer para nós, quando permite que sejamos submetidos às intempéries deste mundo, é que sabe que estamos preparados para enfrentar os ventos. Podemos balançar, podemos nos curvar, mas, por fim, os ventos passarão e estaremos ainda de pé. Ele é a nossa força e nesta força seremos vencedores.
Você é uma "árvore alta" ? Saiba que os problemas acabarão e você permanecerá firme.
Muitas vezes questionamos o fato de passarmos por angústias e sofrimentos durante a nossa vida. Achamos que, pelo fato de sermos cristãos fiéis ao Senhor, não deveríamos ter que suportar tantas lutas e batalhas. Mas, não será exatamente por isso que somos atacados? Não será exatamente por sermos "árvores mais altas" que somos mais facilmente atingidos pelos ventos e turbulências deste mundo? Não será por causa de nossa firmeza espiritual e capacidade de aguentar as aflições que Deus permite tais lutas?
O Senhor nos advertiu que "no mundo teríamos aflições", mas, ao mesmo tempo, garantiu-nos que estaria ao nosso lado e que seríamos vitoriosos.
A casa firme na rocha também sofre ação dos ventos, como a que está construída na areia. Porém, uma cai e a outra permanece. As árvores pequenas, inexperientes, fracas na fé, não são capazes de resistir os ventos dos problemas. E, fracas, ao caírem, têm muito mais dificuldade em levantar-se novamente. O que Deus quer dizer para nós, quando permite que sejamos submetidos às intempéries deste mundo, é que sabe que estamos preparados para enfrentar os ventos. Podemos balançar, podemos nos curvar, mas, por fim, os ventos passarão e estaremos ainda de pé. Ele é a nossa força e nesta força seremos vencedores.
Você é uma "árvore alta" ? Saiba que os problemas acabarão e você permanecerá firme.
Fonte: Para Refletir
Frases #24
"Eu vejo uma nuvem muito escura no horizonte da América, e esta nuvem está vindo de Roma".
Abraham Lincoln
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