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O tempo esta acabando!

(adaptado do texto do Pb Guilherme)

Multidões, multidões no vale da Decisão! Porque o dia do Senhor está perto, no vale da Decisão (Joel 3.14)

O tempo está acabando e muito em breve todos, sem exceção, irão prestar contas dos seus atos, ações, e da sua fé. Tudo será mostrado, nada ficará escondido, e pelas ações seremos julgados, seremos absolvidos ou condenados, e quem nos julgará será a Palavra. Jesus hoje é o nosso advogado, Ele nos defende, nos perdoa, mas amanha será o Juiz implacável da Sua própria Palavra. Infelizmente tem muita gente brincando com coisa muito séria, digo muito séria pois estamos falando de vida... da nossa vida. Portanto, pessoas que o seu coração estão neste mundo, que buscam somente desfrutar do melhor aqui, que acham que Deus tem que lhe dar fartura e bem estar aqui e agora, que o nosso Deus é um Deus bonzinho que tudo perdoa, que nada cobra, nada exige. Vemos pregadores mentirosos que incentivam o povo a acreditar nisto, saiba que o grande Dia está chegando. “Mas Deus lhe disse: Louco! esta noite te pedirão a tua alma, e o que tens preparado para quem será? Assim é aquele que para si ajunta tesouros e não é rico para com Deus.” (Lucas 12. 20,21) Todas as vezes que buscamos Deus somente em troca de benefícios materias e bênçãos imediatas, não o estamos buscando verdadeiramente.

“O sol e a lua se enegrecerão, e as estrelas retirarão o seu resplendor.” (Joel 3. 15) Atualmente vemos sempre falar de terremotos, tsunamis, maremotos, tragédias, ou seja, os sinais que Jesus disse que antecederiam a sua volta, inclusive que o amor de muitos se esfriaria, que haveriam falsos profetas, que operariam grandes milagres, e tudo isto está acontecendo de uma forma muito rápida. São várias as igrejas onde existem pregadores que operam maravilhas apesar de viverem no pecado, que pregam mentiras antibíblicas, pessoas que buscam somente bênçãos e não o Abençoador. “Porque surgirão falsos cristos e falsos profetas e farão tão grandes sinais e prodígios, que, se possível fora, enganariam até os escolhidos.” (Mateus 24. 24) E estes hoje estão proliferando porque existe uma gama muito grande de falsos cristãos que desejam somente bênçãos, querem receber, mas mesmo estando dentro da igreja, vivem na mentira, engano, prostituição, adultério, desonestidade, vivem na maldades e não abandonam os seus pecados. Cristãos que nas igrejas querem ver fogo, querem ver e ter emoção, querem milagres, querem prosperidade, TOLOS que não se deram conta que o dia da decisão está perto, e não sabem o que os espera.

“O Senhor bramará de Sião e dará a sua voz de Jerusalém, e os céus e a terra tremerão; mas o Senhor será o refugio do seu povo e a fortaleza dos filhos de Israel.” (Joel 3. 16) Quando o Senhor bradar, não haverá mais tempo de reconciliação, não haverão mais condições de se pedir perdão, pois desperdiçaram o tempo e os talentos de Deus, e então virá o Juiz, e todos os que brincaram e desprezaram a Palavra serão condenados. “Quem me rejeitar a mim e não receber as minhas palavras já tem quem o julgue; a palavra que tenho pregado, essa o há de julgar no ultimo Dia.”(João 12. 48) Devemos nos preparar pois o dia Da Decisão está próximo, portanto, devemos nos converter verdadeiramente ao Senhor, deixarmos de ser materialistas e hipócritas, enganadores. Devemos ter compromissos verdadeiros com a Palavra de Deus. Devemos ser adultos e inteligentes, não nos esquecendo nunca que o maior milagre não é uma cura, mas sim uma conversão legítima.

Arrependa-se enquanto é tempo. “Lembra-te, pois, de onde caíste, e arrepende-te, e pratica as primeiras obras; quando não, brevemente a ti virei e tirarei do seu lugar o teu castiçal, se não te arrependeres.” (Apocalipse 2. 5)

Leia e pratique a Bíblia. Que Jesus te abençoe.

Fonte: Blog do Guilherme

A Frota

(Pr Wagner A de Araújo)

- "Cuidado com os postes, Seu Geraldo! Não são de borracha não!"

- "Vê se vai pela sombra, Seu Geraldo! Cuidado com as costelas-de-vaca!"

- "Só passeando, né, Seu Geraldo?"

Era assim todo dia. O Seu Geraldo era o taxista do bairro, conhecidíssimo, muito estimado. Também pudera: 12 anos no volante, já tinha levado muita mulher grávida pro hospital e trazido mãe e filho pra casa. O povo era-lhe muito agradecido. Às vezes um fiado, outras um chequinho pré-datado, mas sempre tranqüilo. Ele dizia:

- "Deus ajuda a quem cedo madruga. E quem ajuda a quem cedo madruga também recebe ajuda do Senhor". E lá ia o Seu Geraldo pro batente, alegre, sorridente e confiante.

Ele era crente. Ele e toda a família. Não era rico, nem classe média. Era um lutador, tentava manter as contas em ordem, o leitinho da molecada e o cabeleireiro da mulher. Devagarinho as coisas andavam. Fiéis na igreja, o dízimo era sagrado. Todo dia 10 lá estava o Seu Geraldo todo faceiro, levando o envelopinho da família:

- " 100 meus, 50 da patroa e 25 de cada guri. Marca certinho, Irmão Astolfo ", as costumeiras orientações que passava pro tesoureiro. Nunca falhava. Nos meses de poucas corridas caia um pouquinho, mas na alta temporada o dízimo acabava compensando o tempo dificil.

Não perdia um culto de oração. Geralmente ele mais agradecia. Mas, às vezes, dizia ter um sonho: queria ter uma frota!

- "Ah, pastor, já pensou? "GERALDO TAXI EXPRESS', que maravilha! Eu ia levar toda a igreja de taxi pro culto! Não, não todo dia, senão eu iria à falência. Mas no domingo os meus carros ficariam de prontidão: "perdeu o ônibus? Chame o Geraldão!" E assim o Seu Geraldo ia levando, sonhando, trabalhando.

Num belo dia chegou um telegrama: era para ele apresentar-se no Fórum. O que seria? Ficou preocupado, nem dormiu à noite. Mas, para sua surpresa, era coisa boa: um parente distante deixara uma quantia em dinheiro para os parentes, e ele fora contemplado com uns bons trocados.

- "Olha aí, meu velho! Venho orando por você por muito tempo! Já dá pra comprar mais um carro, uma frotinha!"

Frota não era, porque em sua cidade, grande e populosa, uma frota era composta de 50 unidades. Mas deu para comprar 6 automóveis "0" quilômetro, registrar e colocar na praça.

Que alegria! Com direito a culto de ação de graças e tudo! Contratou motoristas, colocou um para dirigir o seu velho chevrolet e passou a administrar.

Todos estavam muito felizes. Todos, exceto a esposa. Ela notara algo diferente no marido: parecia que o esposo perdera um pouco o brilho e a espontaneidade.

Não só a esposa notara; o pastor também. Seu Geraldo começou a faltar nos cultos de oração, os seus prediletos. Seu lugar já era marcado no banco número 5 do lado direito; mas, agora, estava vazio, aliás, sempre vazio. Ele comprara um sítio muito bonito, próximo da cidade, e, quando não estava com os amigos, estava cuidando da chácara.

- "E então, irmão Geraldo, estou sentindo sua falta! " Dizia o pastor, no domingo.

- "Pois é, pastor, está muito corrido pra mim agora, mas logo as coisas engrenam. É como sinal de trânsito: quando parece que não abre nunca, o verdão aparece! Já, já eu volto!" O já-já não chegava nunca.

Posteriormente, quando o pastor lhe perguntava isso, a resposta era grosseira:

- "Pastor, vê se faz o seu trabalho. Tem gente de sobra pra ouvir o senhor por lá. Eu já sei tudo o que o senhor prega". O pastor sofria.

O Seu Geraldo prosperou. Em dois anos ele transformou os 7 taxis numa frota de 50. Como? "Bênção de Deus", dizia ele. Contratara muitos motoristas, colocara o nome de sua empresa bem bonito e graúdo nos seus automóveis: "GERALDO TAXI EXPRESS". Na inauguração fez um "coquetel", mas não chamou a igreja. Nem o pastor.

Um dia a igreja precisava ir a um velório. Povo muito humilde, não havia condução pra todo mundo. Dna. Zulmira, sua esposa, falou com ele:

- "Geraldo, pede pros carros ajudarem a transportar o pessoal pro velório e cemitério. Lembra que você brincava que queria ajudar?"

- "Ah, mulher, larga mão de ser mané! Sou eu burro de carga de alguém? Esse povo que se vire! Não vou carregar o pessoal de graça de jeito nenhum. Que se danem!"

- " Mas, bem, você dizia que ..."

- "Ora, mulher, quando se é pobre se fala muita besteira. Larga a mão de conversa e vai pro seu velório, que eu tenho encontro marcado com o pessoal lá do bar. Vai logo, não me enche!"

- "Mas, bem, ...."

- "Cala a boca, beata! Parece besta! Ah, e quer saber mais? Tô cheio desse negócio de igreja. Só sabem cobrar, viver de "pindura" em quem tem mais o que fazer! Vai, dá logo o fora se não quiser levar um tapão na orelha"

Zulmira estava desconsolada. E não era para menos. Seu marido dera para jogar truco com os amigos, beber "socialmente", ir pro clube no final de semana. Às vezes a obrigava a acompanhá-lo. Tirou os meninos da Escola Bíblica Dominical e matriculou-os em grupos de excursões - algumas vezes iam para as montanhas, outras para a praia, e, ainda outras, para o exterior. "Coisas de classe", dizia ele.

Zulmira chorava. O tesoureiro, antes tão acostumado com os 200 reais do Seu Geraldo, agora recebia 50 da mulher, que ela separava "escondido" do marido. De vez em quando o Seu Geraldo vinha ao culto, terno "Hugo Boss", cheirando a "chanel número 5", sapatos importados, BMW na porta. Chegava atrasado, ouvia o sermão e saia sem cumprimentar ninguém. "Tenho compromissos", dizia ele: ia para o encontro dos "prósperos", os ricaços do clube.

Zulmira orava. Os meninos, cuja base cristã era firme (a mãe orava e lia a bíblia todos os dias com eles), também oravam. A igreja orava.

Certo dia um dos taxis acidentara-se. Sem perceber, Geraldo não atualizara o seguro daquele carro. Assim, para indenizar a família (houve vítimas fatais nos dois automóveis), precisou vender outro carro. Ao mesmo tempo 4 ex-motoristas o processaram, pois atrasara os seus proventos e tirara direitos que eles tinham a receber. Com os juros e multas, acabou por vender outro carro. Mais dois motoristas demitidos, indenizações a pagar, e outro carro seguia para a revenda.

Passaram-se 5 meses. A família mudara-se dali. Não freqüentaram mais aquela igreja. Não que Zulmira não protestasse; mas o marido estava transtornado. O pastor nem sequer soube para onde foram. Sumiram. A igreja tinha um prazo de 8 meses para desligar membros ausentes. A igreja orava.

Numa quarta-feira, no culto de oração, enquanto o pastor lia o texto responsivo com a congregação, eis que entram na igreja o Seu Geraldo e a família. Foram direto para o empoeirado banco número 5, do lado direito. O pastor sorriu, mas continuou o culto.

Parecia que a família estava feliz. A igreja estava perplexa. Mas continuou a celebração. Cantaram os hinos do Cantor Cristão (hinário da igreja), oraram, ouviram uma breve meditação e escutaram uns dois ou três solos.

Antes de terminar, o pastor franqueou a palavra a quem quisesse contar uma bênção ou pedir uma oração. O Seu Geraldo emocionou-se no banco, mas sua esposa o abraçou afetuosamente. O pastor pensou que alguém tivesse adoecido. Zulmira pediu a palavra para o Geraldo. O pastor assustou-se, mas, em respeito a Zulmira, concedeu.

Lá foram os 4 para a frente: Geraldo, Zulmira, Bruno e Aloísio. Seu Geraldo pediu a palavra. Abriu a bíblia em Mateus 16.26, onde se lê: "De que aproveita ao homem se ganhar o mundo inteiro e perder a sua vida? ou que dará o homem em troca da sua vida?" A seguir, falou:

"Fui membro desta igreja por longos anos e taxista antigo no bairro. Amava a Jesus e também a igreja. Um dia, há cerca de dois anos e meio atrás, ouvi um pastor dizer que, como crente, eu tinha obrigação de ser rico, de usar as credenciais de Filho do Rei. Não foi daqui não, foi um pastor da televisão. Eu fiz um voto e ganhei o que pedi. Ganhei herança, prosperei nos taxis e criei uma frota. Irmãos, (e agora Geraldo chorava), antes eu nunca tivesse pedido isso pra Deus! Se ganhei dinheiro com a frota, perdi a minha fé, perdi a minha família, a minha saúde, os meus amigos e até a minha dignidade. Fumei, bebi, adulterei, pintei o caneco e dancei o samba de uma nota só. De 51 carros, contando com o meu, perdi tudo, exceto o meu velho taxi. Tirei a família da igreja e ganhei a desgraça. De que vale querer ser rico, quando não se sabe ser fiel? Por isso pedi pra Zulmira, essa heroína (agora era ela quem chorava), que pedisse pro Senhor me ajudar, porque eu já não agüentava mais ter que vender carros pra pagar processos na justiça, ex-funcionários, tratamento de bebida, pagar propinas, etc. Eu deixei de dizimar, deixei de vir aos cultos, deixei de ser fiel. Vim aqui pedir ao meu Deus e à minha igreja: P E R D Ã O !!! PERDÃO, SENHOR! PERDÃO, PASTOR! (todos choravam copiosamente). Eu perdi tudo, mas não perdi o meu Salvador! Ele me deu mais do que eu merecia: me deu a salvação, me deu esposa, filhos, um bom pastor e uma boa igreja! Obrigado, meu Deus! Antes com Cristo sem riquezas materiais do que, tendo tudo, não ter nada! "

Foi uma choradeira geral. O pastor abraçou o irmão, osculou a esposa e os meninos, e disse ao povo:

"Aprendamos, irmãos, que o verdadeiro Evangelho não é comida nem bebida; Cristo não dá ouro ou bens para gastarmos segundo os nossos prazeres. Ele até permite, quando insistimos demais, mas por nossa própria conta e risco. Está aí o resultado das riquezas temporais: quando postas em primeiro lugar, levam o homem à falência. Lembremo-nos do que nos ensina o Senhor: "Não ajunteis tesouros na terra, onde a traça e a ferrugem consomem, e os ladrões minam e roubam. Mas ajuntai tesouros no céu, onde nem a traça e a ferrugem consomem, nem os ladrões minam e roubam. Porque, onde estiver o vosso tesouro, alí estará também o vosso coração". Mt 6.19-21. E diz mais: "Buscai primeiro o Reino de Deus e a Sua justiça, e as demais coisas vos serão acrescentadas". (Mt 6.33)

Seu Geraldo trouxe, do carro, um panelão de salsichas em molho, preparado com amor por Dna. Zulmira, e dois sacos de pão francês, que pegara na padaria da esquina. Fizeram uma confraternização, um culto de ação de graças. Foi lindo!

Dia seguinte. 5 da manhã. Lá vai o Seu Geraldo pela Avenida Brasil, descendo com o seu velho chevrolet, passando em frente à casa dos vizinhos. As frases soavam como música aos seus ouvidos:

- "Cuidado com os postes, Seu Geraldo! Não são de borracha não!"

- "Vê se vai pela sombra, Seu Geraldo! Cuidado com as costelas-de-vaca!"

- "Só passeando, né, Seu Geraldo?"

E ele, feliz da vida, foi fazer as corridas do dia, sem esquecer-se de que também estava correndo uma outra corrida, a da consagração rumo à vida eterna com Cristo. Agora sabia que era o homem mais rico do mundo, pois tinha algo que o dinheiro não deu nem nunca dará: felicidade.

- "Vai com Deus", dizemos nós também ao Seu Geraldo.

FAQ

Sobre Perdas e Ganhos

(por William E. Crowder)

"[Masquil de Davi] Bem-aventurado aquele cuja transgressão é perdoada, e cujo pecado é coberto. Bem-aventurado o homem a quem o SENHOR não imputa maldade, e em cujo espírito não há engano. Quando eu guardei silêncio, envelheceram os meus ossos pelo meu bramido em todo o dia. Porque de dia e de noite a tua mão pesava sobre mim; o meu humor se tornou em sequidão de estio. (Selá.) Confessei-te o meu pecado, e a minha maldade não encobri. Dizia eu: Confessarei ao SENHOR as minhas transgressões; e tu perdoaste a maldade do meu pecado. (Selá.) Por isso, todo aquele que é santo orará a ti, a tempo de te poder achar; até no transbordar de muitas águas, estas não lhe chegarão. Tu és o lugar em que me escondo; tu me preservas da angústia; tu me cinges de alegres cantos de livramento. (Selá.) Instruir-te-ei, e ensinar-te-ei o caminho que deves seguir; guiar-te-ei com os meus olhos. Não sejais como o cavalo, nem como a mula, que não têm entendimento, cuja boca precisa de cabresto e freio para que não se cheguem a ti. O ímpio tem muitas dores, mas àquele que confia no SENHOR a misericórdia o cercará. Alegrai-vos no SENHOR, e regozijai-vos, vós os justos; e cantai alegremente, todos vós que sois retos de coração." (Salmo 32)

Durante o treinamento do acampamento de verão, os treinadores de uma equipe de futebol vestiam camisetas com uma mensagem instigante para os jogadores esforçarem-se ao máximo. As camisetas tinham o lema, “Escolha a cada dia: a dor da disciplina ou do remorso”. A disciplina é difícil – e algo que podemos tentar evitar. Mas em esportes e na vida, a dor a curto prazo é frequentemente o único caminho para o ganho a longo prazo. Preparar-se no calor da batalha é tarde demais. Ou você está preparado para os desafios da vida ou será assombrado pelas palavras “e se”, “se ao menos” e “eu deveria” que acompanham o fracasso na preparação. Essa é a dor do remorso.

Uma das definições de remorso é: “um desgosto ou aversão inteligente e emocional por atos e comportamentos pessoais passados”. É doloroso olhar para nossas escolhas passadas através da lente do remorso e sentir o peso de nossos fracassos. Este era o caso do salmista. Após um episódio pessoal de pecado e fracasso, ele escreveu, “Muito sofrimento terá de curtir o ímpio, mas o que confia no SENHOR, a misericórdia o assistirá” (Salmo 32:10). Ele percebeu mais tarde a sabedoria de uma vida que se esforça para honrar o homem e que não precisa ser marcada pelo remorso.

Que nossas escolhas de hoje não resultem em arrependimento, mas que sejam sábias e honrem a Deus.

Pensamento: As escolhas presentes determinam as futuras recompensas.

Fonte RBC

O que é aquilo?

“Honra a teu pai e a tua mãe, para que se prolonguem os teus dias na terra que o Senhor teu Deus te dá” (Êxodo 20:12)



REFLEXÃO: “Com toda a humildade e mansidão, com longanimidade, suportando-vos uns aos outros em amor” (Efésios 4:2)



Viva para a eternidade

"Irmãos, quanto a mim, não julgo que o haja alcançado; mas uma coisa faço, e é que, esquecendo-me das coisas que atrás ficam, e avançando para as que estão diante de mim, Prossigo para o alvo, pelo prêmio da soberana vocação de Deus em Cristo Jesus" (Filipenses 3:13,14)


REFLEXÃO: "Porque muitos há, dos quais muitas vezes vos disse, e agora também digo, chorando, que são inimigos da cruz de Cristo, cujo fim é a perdição; cujo Deus é o ventre, e cuja glória é para confusão deles, que só pensam nas coisas terrenas" (Filipenses 3:18,19)

Palavras de exortação à Igreja de Cristo

"Porque virá tempo em que não suportarão a sã doutrina; mas, tendo comichão nos ouvidos, amontoarão para si doutores conforme as suas próprias concupiscências; e desviarão os ouvidos da verdade, voltando às fábulas" (II Timóteo 4:3-4)

REFLEXÃO: "Por isso diz: Desperta, tu que dormes, e levanta-te dentre os mortos, e Cristo te esclarecerá" (Efésios 5:14)

FAQ



O ladrão está no paraíso?

(adaptado do texto de Ozeas C. Moura)

"E disse a ele: Em verdade te digo hoje, estarás comigo no paraíso" (Lucas 23:43)

Nos manuscritos originais, como no texto de Lucas 23:43, não havia pontuação como temos hoje. Nem tinha o "que", partícula que complica o entendimento do texto. Os textos eram escritos sem pontuação e geralmente com as palavras todas ligadas, assim (já transliterado): "kaieipenautôamensoilegosemeronmetemoueseentôparadeisô".

Em português: "Edisseaeleemverdadeatidigohojeestaráscomigonoparaíso."

Separando as palavras: "E disse a ele em verdade a ti digo hoje estarás comigo no paraíso."

O entendimento do texto depende do lugar em que colocamos a pontuação, especialmente em relação ao advérbio de tempo "hoje". Vejamos as duas possibilidades de pontuação:

1. "E disse a ele: Em verdade te digo, hoje estarás comigo no paraíso." Por essa maneira de pontuar, colocando a vírgula antes de "hoje", o texto quer dizer que foi prometido ao ladrão arrependido que naquela mesma sexta-feira ele estaria com Jesus no paraíso. Tal tradução, porém, vai contra os ensinamentos da própria Bíblia quanto ao momento da recompensa, que, para os justos, será na ocasião da segunda vinda de Cristo (Mt 25:31-34, I Ts 4:16) e, para os ímpios, após o Milênio (Ap 20:5, 7-9), e não quando se morre.

2. "E disse a ele: Em verdade te digo hoje, estarás comigo no paraíso." Essa maneira de traduzir, combinando o advérbio de tempo "hoje" com o verbo "digo", está de acordo com outras expressões bíblicas similares como, por exemplo, "Eu te ordeno hoje" (ver Êx 34:11; Dt 4:40 etc). Além dessa concordância gramatical, essa maneira de traduzir o texto está de acordo com o ensinamento bíblico de que a recompensa para os justos será dada na segunda vinda de Cristo, e para os ímpios, após o Milênio, e não por ocasião da morte (como visto no parágrafo anterior). Por esse modo de tradução do texto, a promessa do ladrão arrependido teria sido de que ele estaria no paraíso quando Jesus "viesse no Seu reino" (Lc 23:42) e não ao morrer naquela sexta-feira da crucificação.

A opção pela primeira maneira de traduzir apresenta sério questionamento: teria Jesus mentido ao ladrão arrependido, visto que Ele não foi ao paraíso naquela sexta-feira? No domingo pela manhã, Jesus disse a Maria Madalena: "Não me detenhas; por que ainda não subi para o Meu Pai" (Jo 20:17). Ora, se Jesus no domingo cedo, não havia ido ainda ao paraíso, como teria estado neste lugar, na sexta-feira, com o ladrão arrependido? O Novo Testamento é claro em dizer que Jesus é Deus, e "é impossível que Deus minta (Hb 6:18).

A opção pelo segundo modo de traduzir o texto está de acordo com outras expressões bíblicas, nas quais aparece o advérbio de tempo "hoje" com verbos similares a "digo", como "ordeno", "falo"; está de acordo com o ensinamento bíblico de que a recompensa não é dada quando se morre, mas por ocasião da segunda vinda de Cristo (para os justos) e após o Milênio (para os ímpios); além de estar de acordo com o próprio pedido do ladrão: "Lembra-te de mim QUANDO VIERES NO TEU REINO (Lc 23:42).

Com a promessa feita ao ladrão, Jesus estava dizendo a Ele: "estou lhe dizendo hoje, agora: Morra tranquilo! Descanse confiando no que estou lhe dizendo hoje: Você vai estar comigo no paraíso."

Essa mesma promessa pertence a todo aquele que enfrenta o "vale da sombra da morte". Um dia Jesus virá e ressuscitará todo aquele que fez dEle seu Salvador e morreu confiando nEle, que é a "ressurreição e a vida" (Jo 11:25). Não é essa uma doce e confortadora promessa?

REFLEXÃO: "Porque o mesmo Senhor descerá do céu com alarido, e com voz de arcanjo, e com a trombeta de Deus; e OS QUE MORRERAM EM CRISTO RESSUSCITARÃO PRIMEIRO" (I Tessalonicenses 4:16)

Fonte: Revista Adventista Mar/2010, via Meditando em Jesus

Um passaporte na fronteira

(adaptado do texto de Paulo R Barbosa)

"Então disse: Jesus, lembra-te de mim, quando entrares no teu reino. Respondeu-lhe Jesus: Em verdade te digo que hoje estarás comigo no paraíso" (Lucas 23:42, 43)

"O ladrão tinha cravos em ambas as mãos e, desta maneira, não podia trabalhar; e cravos em cada um dos pés, não podendo sair e cumprir as obras do Senhor; ele não podia erguer uma de suas mãos ou um de seus pés em direção à salvação, mas, mesmo assim, Cristo ofereceu-lhe o presente de Deus e ele o tomou. Cristo lhe deu um passaporte e ele entrou [*] no paraíso." (D. L. Moody)

O ladrão da cruz teve uma oportunidade e não a perdeu. Tinha todos os impedimentos para ir ao encontro de Deus, mas, ultrapassou os obstáculos. Reconheceu que estava ali por merecimento, mas aceitou a oferta gratuita que Cristo lhe ofereceu.

E nós, o que temos feito com as nossas oportunidades? Temos preferido continuar no caminho incerto, sem direção, sem saber para onde vamos? Temos persistido nos erros, como um
jogador que vai perdendo tudo o que tem, sem desistir de continuar tentando, até que não tenha mais nada? Temos sofrido com as quedas, sempre continuando pelo mesmo caminho, até que o sangramento espiritual de nossos joelhos não nos permita mais andar?

Às vezes somos obstinados. Enfrentamos problemas e não sabemos como solucioná-los. O Senhor estende a mão, oferece um presente, mas, continuamos rejeitando. "Eu quero uma
solução", dizem, "mas, a solução não pode ser Deus!" O Senhor oferece o "passaporte" da bênção e muitos preferem ficar bloqueados diante da fronteira que conduz à felicidade.

Se você se encontra na fronteira entre o país das tristezas e da perdição e não sabe como fazer para atravessá-la e alcançar a terra da felicidade, da salvação e da vida eterna, tome o passaporte que o Senhor oferece. Você irá atravessar e nunca mais desejará voltar.

REFLEXÃO: “Digo-vos que assim haverá maior alegria no céu por um pecador que se arrepende, do que por noventa e nove justos que não necessitam de arrependimento” (Lucas 15:7)

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Ele sempre se lembra de nós

(adaptado do texto de Paulo R. Barbosa)

"e entrando no sepulcro, viram um moço sentado à direita, vestido de alvo manto; e ficaram atemorizadas. Ele, porém, lhes disse: Não vos atemorizeis; buscais a Jesus, o nazareno, que foi crucificado; ele ressurgiu; não está aqui; eis o lugar onde o puseram. Mas ide, dizei a seus discípulos, e a Pedro, que ele vai adiante de vós para a Galiléia; ali o vereis, como ele vos disse" (Marcos 16:5-7)

Ana estava fazendo aniversário. Durante todo o dia, ficou ansiosa para saber se seus amigos se lembrariam daquela data tão importante para ela. Decidiu que não iria fazer nenhuma festa já que estava desempregada e estava em dúvida se alguém lhe telefonaria para dar os parabéns. Contudo, ficou muito surpresa e muito feliz, quando no início da noite, vários de seus amigos apareceram com lanches e bebidas para comemorar com ela. Emocionada, ela repetiu várias vezes: "Que presente maravilhoso... vocês se lembraram de mim!"

O anjo disse: "Diga a Seus discípulos e a Pedro", mas, porque "e a Pedro?" Ele era um dos discípulos. Por que ele era o único citado e nenhum dos outros? Ele era melhor que os demais? Não, ele era até um pouco pior. Ele negou seu Senhor três vezes, e com juras e pragas. E ele estava se sentindo muito mal por isto. Estava desanimado, deprimido, quase subjugado. E Jesus o sabia muito bem. E certamente por isso, quis enviar uma Palavra de conforto para ele.

Pedro deve ter ficado muito contente ao saber que Cristo, após a ressurreição, lembrara-se dele de uma forma especial.

O nosso Deus jamais nos abandona. Mesmo que O ignoremos ou O busquemos apenas nos momentos de agonia e aflição. Ele sempre está à nossa espera, pronto a perdoar, a nos abraçar, a nos abençoar grandemente, porque Ele se preocupa e se compadece por cada um dos seus filhos.

Dias difíceis estão bem à nossa frente. Dias em que muitos se lembram apenas das fantasias deste mundo: bebidas, vícios dos mais diversos, sexo livre e desenfreado, homossexualismo, criminalidade, desonestidade e corrupção em busca de uma alegria passageira e falsa; mas estes todos se esquecem do Senhor que os amou e os ama desde a fundação do mundo, e que em contrição, se entregou por eles.

Apesar destas e tantas outras coisas que separa o homem de Deus, o Senhor não esquece e não se esquecerá de ninguém. Estará de braços abertos, ao final desses dias, para receber, com amor, aqueles que arrependidos O procurarem.

Nós podemos até nos esquecer dEle, mas Ele jamais se esquece de nós!

REFLEXÃO: “Eu não vim chamar justos, mas pecadores, ao arrependimento” (Lucas 5:32)

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