REFLEXÃO: "Os quais temos ouvido e sabido, e nossos pais no-los têm contado" (Salmos 78:3)
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Nossos filhos... nossas cópias II
"A coroa dos velhos são os filhos dos filhos; e a glória dos filhos são seus pais" (Provérbios 17:6)
Muito mais do que isso
"Disse Amazias ao homem de Deus: Que se fará, pois, dos cem talentos de prata que dei às tropas de Israel? Respondeu-lhe o homem de Deus: Muito mais do que isso pode dar-te o Senhor" (II Crôn. 25:9).Amazias havia formado um exército de 300.000 homens para combater Edom, e depois havia contratado ainda 100.000 mercenários do reino de Israel por 100 talentos de prata. Hoje, essa prata seria equivalente a um milhão de dólares (não muito em termos de gastos militares hoje em dia, mas uma fortuna respeitável naquele tempo).
Foi então que certo "homem de Deus", um profeta, chegou com a mensagem. Se Amazias fosse à guerra com seus mercenários israelitas como aliados, o Senhor faria com que ele caísse diante do inimigo, "porque o Senhor não é com Israel" (II Crôn. 25:7). Amazias acabaria perdendo os cem talentos, bem como o apoio do exército israelita. Que deveria fazer?
Outro dia visitei o gerente de uma casa publicadora que enfrentava um dilema semelhante. Ele aceitara fazer anúncios de certa marca de pasta de dentes de um empresário local, imprimindo-os em sua revista de saúde. Claro que não havia nada de errado com a pasta de dentes, e aquele dinheiro a mais estava ajudando a pagar despesas gerais. Depois, sem pensar, nosso amigo aceitou o anúncio de outro produto da mesma empresa, um produto que não se harmonizava com os princípios de saúde de sua revista. Compreendeu em seguida o seu erro e explicou ao empresário que não poderia imprimir a nova propaganda. O negociante começou a discutir e ameaçou retirar todos os anúncios. Fico feliz em dizer que nosso amigo escolheu desistir dos "cem talentos", em lugar de envolver-se com algo que apontava para uma direção errada.
Você já enfrentou um dilema parecido? Alguma vez você já investiu recursos, inocentemente, em algo que prometia amplo retorno, mas que acabou sendo um negócio questionável? Nessas situações, é melhor entrar no reino sem um "olho direito" ou sem a "mão direita" (Mateus 5:29 e 30), do que "ganhar o mundo inteiro e perder [quem sabe] a alma" (Mateus 16:26).
REFLEXÃO: “E disse ao povo: Acautelai-vos e guardai-vos de toda espécie de cobiça; porque a vida do homem não consiste na abundância das coisas que possui” (Lucas 12:15)
Fonte: Jesus Voltará
Um herói na Copa do Mundo de 1994
(adaptado do texto de Dennis Downing)“Pois zelamos o que é honesto, não só diante do Senhor, mas também diante dos homens” (II Coríntios 8:21)
Na Copa do Mundo de 1994, como bem sabem, o goleiro Taffarel ajudou a levar o time brasileiro ao Tetracampeonato em Copas do Mundo, contudo, por esquecimento, quase perdeu a medalha desta vitória.
Numa curta viagem entre hotéis no dia seguinte ao jogo final, Taffarel deixou uma pochette com os passaportes dele e de toda a sua família. Sessenta Mil Dólares americanos e a sua medalha da Copa, num táxi.
O motorista do táxi, Juan Blanco, da cidade de Santa Ana, louco por futebol, havia torcido pelo Brazil naquele jogo final. Impedido de assistir ao jogo ao vivo, porque não podia pagar o ingresso de Cento e Oitenta Dólares, Juan teve que se contentar em ver o jogo pela televisão. Juan disse depois que, no curto trajeto entre hotéis naquele dia, achou algo familiar no passageiro, mas só quando chegou ao destino que Taffarel pediu para levá-lo para a entrada dos fundos para evitar os fãs, que percebeu que se tratava do próprio goleiro do time vitorioso. Não querendo incomodar "o astro", Juan deixou-o na entrada. Recebeu a modesta quantia da corrida, e voltou para casa para tomar seu café da manhã e descansar. Só depois quando voltou ao carro, descobriu uma pochette no banco do passageiro.
O motorista do táxi, Juan Blanco, da cidade de Santa Ana, louco por futebol, havia torcido pelo Brazil naquele jogo final. Impedido de assistir ao jogo ao vivo, porque não podia pagar o ingresso de Cento e Oitenta Dólares, Juan teve que se contentar em ver o jogo pela televisão. Juan disse depois que, no curto trajeto entre hotéis naquele dia, achou algo familiar no passageiro, mas só quando chegou ao destino que Taffarel pediu para levá-lo para a entrada dos fundos para evitar os fãs, que percebeu que se tratava do próprio goleiro do time vitorioso. Não querendo incomodar "o astro", Juan deixou-o na entrada. Recebeu a modesta quantia da corrida, e voltou para casa para tomar seu café da manhã e descansar. Só depois quando voltou ao carro, descobriu uma pochette no banco do passageiro.
Quando abriu, Juan encontrou os passaportes da família Taffarel, os Sessenta Mil Dólares e a
medalha dos campeões da Copa do Mundo.
Juan confessou que foi tentado a voltar para o México com todo aquele dinheiro. Pensou no quanto aqueles valores poderiam ajudar a sua família, mas sabia que a coisa certa era devolver tudo ao verdadeiro dono.
medalha dos campeões da Copa do Mundo.
Juan confessou que foi tentado a voltar para o México com todo aquele dinheiro. Pensou no quanto aqueles valores poderiam ajudar a sua família, mas sabia que a coisa certa era devolver tudo ao verdadeiro dono.
Com seu irmão junto, Juan voltou para o hotel. No caminho, ele ouviu no rádio que a polícia estava à procura do motorista que havia transportado o goleiro Taffarel. No entanto, quando ele chegou ao hotel, fez questão de entregar os pertences pessoalmente ao goleiro.
Taffarel também queria conhecer o motorista honesto. Segundo Juan, Taffarel agradeceu com um forte abraço e disse que não havia muita gente que faria o que ele fez. Em compensação, Juan recebeu um moletom do time do Brasil assinado pelo próprio goleiro e uma gratificação de Mil Dólares!
Nem sempre a coisa certa traz o retorno que gostaríamos de ter. Às vezes custa, e custa caro fazer o que e correto. Mas, se é a coisa certa a fazer, então temos que fazê-la, custe o que custar.
Nem sempre a coisa certa traz o retorno que gostaríamos de ter. Às vezes custa, e custa caro fazer o que e correto. Mas, se é a coisa certa a fazer, então temos que fazê-la, custe o que custar.
Há muita coisa boa e interessante nos esportes. Há inúmeras oportunidades para atletas e torcedores servirem a Deus e darem glórias a Ele com o que fazem. Tomara que mais atletas (e torcedores) façam isso. Não sabemos se para Deus a vitória do Brasil na Copa de 1994 valia muita coisa, provavelmente não. Mas uma coisa é certa - aquele motorista de táxi voltou para sua casa como um herói para Taffarel, e um vencedor aos olhos do Rei.
REFLEXÃO: “O justo anda na sua integridade; bem-aventurados serão os seus filhos depois dele” (Provérbios 20:7)
Fonte: www.iluminalma.com
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