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Novos Olhos

(por H. Dennis Fisher)

"… iluminados os olhos do vosso coração, para saberdes qual a riqueza da glória da sua herança nos santos". (Efésios 1:18)

Por isso, ouvindo eu também a fé que entre vós há no Senhor Jesus, e o vosso amor para com todos os santos,
Não cesso de dar graças a Deus por vós, lembrando-me de vós nas minhas orações:

Para que o Deus de nosso Senhor Jesus Cristo, o Pai da glória, vos dê em seu conhecimento o espírito de sabedoria e de revelação;

Tendo iluminados os olhos do vosso entendimento, para que saibais qual seja a esperança da sua vocação, e quais as riquezas da glória da sua herança nos santos;

E qual a sobreexcelente grandeza do seu poder sobre nós, os que cremos, segundo a operação da força do seu poder,

Que manifestou em Cristo, ressuscitando-o dentre os mortos, e pondo-o à sua direita nos céus.

Acima de todo o principado, e poder, e potestade, e domínio, e de todo o nome que se nomeia, não só neste século, mas também no vindouro;
Efésios 1:15-21
Por isso, ouvindo eu também a fé que entre vós há no Senhor Jesus, e o vosso amor para com todos os santos,
Não cesso de dar graças a Deus por vós, lembrando-me de vós nas minhas orações:

Para que o Deus de nosso Senhor Jesus Cristo, o Pai da glória, vos dê em seu conhecimento o espírito de sabedoria e de revelação;

Tendo iluminados os olhos do vosso entendimento, para que saibais qual seja a esperança da sua vocação, e quais as riquezas da glória da sua herança nos santos;

E qual a sobreexcelente grandeza do seu poder sobre nós, os que cremos, segundo a operação da força do seu poder,

Que manifestou em Cristo, ressuscitando-o dentre os mortos, e pondo-o à sua direita nos céus.

Acima de todo o principado, e poder, e potestade, e domínio, e de todo o nome que se nomeia, não só neste século, mas também no vindouro;
Efésios 1:15-21
"Por isso, ouvindo eu também a fé que entre vós há no Senhor Jesus, e o vosso amor para com todos os santos, não cesso de dar graças a Deus por vós, lembrando-me de vós nas minhas orações: para que o Deus de nosso Senhor Jesus Cristo, o Pai da glória, vos dê em seu conhecimento o espírito de sabedoria e de revelação; tendo iluminados os olhos do vosso entendimento, para que saibais qual seja a esperança da sua vocação, e quais as riquezas da glória da sua herança nos santos; E qual a sobreexcelente grandeza do seu poder sobre nós, os que cremos, segundo a operação da força do seu poder, que manifestou em Cristo, ressuscitando-o dentre os mortos, e pondo-o à sua direita nos céus. Acima de todo principado, e poder, e potestade e domínio, e de todo o nome que se nomeia, não só neste século, mas também no vindouro."

Conheci uma estudante universitária recém-convertida a Cristo. E ela descreveu sua primeira mudança de vida da seguinte maneira: “Quando confiei em Cristo como Salvador, senti como se Deus tivesse descido dos céus e colocado novos olhos em minha cavidade ocular. Pude entender a verdade espiritual!”

Foi comovente ouvir como o seu encontro com o Salvador trouxe-lhe uma nova percepção espiritual. Mas a experiência dela não é singular. Todos são imbuídos com visão espiritual quando confiam em Cristo como seu Salvador. Contudo, por vezes um “nevoeiro” envolve nossa visão espiritual tornando-a nebulosa e obscura. Isso acontece quando negligenciamos nosso relacionamento com Cristo.

Nas ardentes orações de Paulo pela visão espiritual dos cristãos, vemos como é importante apreciar por completo tudo o que Deus fez e fará para nós, por meio de Cristo. Ele orou para que os olhos do nosso entendimento fossem iluminados para sabermos “… qual é a esperança nos santos” (Efésios 1:18).

Cada cristão recebeu novos olhos para discernir as verdades espirituais. À medida que mantemos nossos corações voltados a Deus, Ele nos ajudará a ver com os nossos olhos espirituais tudo o que Ele nos deu em Cristo.

Pensamento: Outrora eu era cego, mas agora vejo!

Fonte: /mensagens que edificam


Natal só é uma festa espiritual para os que conhecem Jesus Cristo

R. C. Sproul conta no seu livro "A Alma Em Busca de Deus", que quando era ainda um garoto, seus pais o faziam ir à igreja; e ele detestava; achava o momento passado na igreja de o mais longo e o mais tedioso da semana.

Para ele a única ocasião que apreciava ir à igreja era na véspera de Natal, porque gostava das músicas de Natal e dos hinos do coral. Ele tinha alguma predileção por aquele espírito natalino; mas não era um cristão.
 
Sproul conta que sua primeira participação em uma programação de véspera de Natal , após a sua conversão, foi uma experiência inesquecível. Sua alma ficou extasiada, e toda a alegria de antes foi superada pelo deleite glorioso que agora ele conhecia. Cada cântico teve um novo significado. As letras dos hinos foram doces para ele, de modo que aquela primeira véspera de Natal após sua conversão, foi um verdadeiro banquete espiritual, pois, celebrava pela primeira vez, o advento do Salvador. 

Duas coisas chamam a atenção nesta experiência de Sproul:
 
A primeira, é a atração que a música natalina exercia sobre ele, mesmo sendo ele ainda um não cristão. Ele se agradava do Natal como arte, como espetáculo, como algo que falava ao seu sentimento estético e, quem sabe, ao seu emocional. Entretanto, o Natal para ele era vazio de conteúdo espiritual.
 
A segunda é o grande bem que lhe fez a primeira comemoração de natal , após a sua conversão: a sua alma se extasiou e foi um verdadeiro banquete espiritual para ele. É isso aí: o Natal só é uma festa espiritual para os que conhecem a Jesus Cristo como seu Salvador pessoal.

Pr. Josué V. Oliveira


A história de um muçulmano que se entregou a Jesus depois de cura milagrosa

Ex-empresário de sucesso hoje é missionário depois de encontro sobrenatural

As bolhas estavam crescendo, espalhando-se do lado do rosto, pelo pescoço e no ombro. Sua orelha ficou tão deformada que quase se encostava ao ombro. Queimando com uma febre de 42 graus, Nasir Siddiki estava à beira da morte. Seu sistema imunológico não reagia. Ele sentia com dores agonizantes e estava aterrorizado. Mesmo se conseguisse sobreviver, os médicos achavam que ele ficaria com sequelas cerebrais.

Era outubro de 1987, quando o diagnóstico daquele rico executivo muçulmano era de um caso incurável de herpes-zoster. Segundo o médico que o atendeu, o pior que já tinha visto no Hospital Genal de Toronto, Canadá. Sua fortuna de mais de um milhão de dólares podia oferecer-lhe pouca esperança. Aos 34 anos, Nasir Siddiki jazia em seu leito de morte. Os médicos estavam prontos para preencher seu atestado de óbito na manhã seguinte.

Quase 24 anos depois, ele recorda que naquela noite, ele gritou pedindo ajuda a Maomé e a única resposta foi o silêncio. Desesperado, ele sentia como se estivesse se afogando. Sem saber a quem recorrer, gritou: “Deus, ajude-me!”.

Sendo muçulmano, Siddiki disse que não conhecia um Deus amoroso e que cura. Só conhecia Alá, a quem descreve como um “Deus distante e aterrador”.

Segundo testemunhou à revista Charisma, sua resposta não veio de Alá, mas de Jesus. “Uma luz entrou no quarto do hospital. Era como o contorno de uma pessoa. Eu não podia ver o rosto porque havia muita luz saindo dessa pessoa”, descreve Siddiki. ”Ele falava sem abrir a boca… e disse: ‘Eu sou o Deus dos cristãos. Eu sou o Deus de Abraão, Isaac e Jacó’. Sabia perfeitamente quem era. Quando percebi o que acontecia, estava acordado e as úlceras começaram a diminuir. Não havia explicação, pois na noite anterior os médicos haviam me deixado para morrer. Ainda não acharam uma explicação para o caso. Mas eu sei que o nome dele é Jesus”.

Os muçulmanos reconhecem Jesus como profeta, mas não como Filho de Deus. Depois de curado, saiu do hospital ainda confuso. Ele ainda precisava descobrir a verdade. Os médicos não entenderam o que aconteceu, mas não acreditavam nele. Siddiki foi liberado do hospital e logo ocorreu outro milagre.

“Lembro-me que na manhã seguinte era domingo eu acordei às 6 horas da manhã. Não sei dizer por que, mas quando liguei a televisão estava escrito na tela: “Jesus é o Filho de Deus?”. Coincidência? Eu penso que não. Sozinho na minha sala… em frente ao aparelho de TV, em lágrimas pedi a Jesus para ser o Senhor da minha vida. O fato de que Ele curou um muçulmano numa sexta-feira e o salvou no domingo mostra como é grande o Seu amor e sua misericórdia”, relata emocionado.

Siddiki comprou uma Bíblia e leu-a de capa a capa. Logo percebeu quem era o Jesus que cura. “Ele ama os muçulmanos e morreu pelos muçulmanos. Porque Deus amou o mundo e isso inclui todo mundo mesmo. Jesus morreu por todos”. Hoje ele segura uma foto mostrando o estado em que estava. Ainda possui pequenas cicatrizes daqueles ferimentos. Mesmo que a diferença mais significativa não seja física, é extremamente visível. Siddiki agora é um cristão.

Nascido no Paquistão, filho de mãe indiana e pai egípcio, que se orgulhava em ser descendente de um amigo íntimo do profeta Maomé, sua conversão lhe custou muito. Foi rejeitado pela família e amigos. Pouco tempo depois, Anita, sua esposa, também foi curada milagrosamente de esclerose múltipla. Juntos, eles têm ministrado cura a muitas pessoas.

Desde sua experiência tremenda em 1987, Siddiki passou a dedicar todo seu tempo ao Senhor. Hoje tem um ministério de ensino, usando televisão, rádio e faz campanhas, inclusive fora do seu país. Milhares de pessoas têm tomado uma decisão de seguir Jesus como resultado destas campanhas.

Ele entende que há esperança para todos os envolvidos no conflito entre israelenses e palestinos no Oriente Médio. Afirma que os soldados no campo de batalha estão sendo enganados e são cegos espiritualmente.

Assim como Deus o chamou para ser um obreiro, acredita que o Senhor ainda procura por mais trabalhadores. Ele encerra dizendo que ainda há muito para ser feito e a Igreja Ocidental não pode perder o foco. “As nações muçulmanas são a sua seara. Estas são pessoas que Jesus morreu”.

Traduzido e Adaptado por Gospel Prime de Charisma News

Fonte:
Gospel Prime

Príncipe herdeiro do Kuwait abandona o Islã e confessa a sua fé em Jesus Cristo

Sabah Al Abdollah é membro da família real do Kuwait que governa o país
12/03/2012

O Kuwait é um país do Oriente Médio, vizinhos do Iraque, Arábia Saudita e Irã. Sua capital também se chama Kuwait. Na década de 1990, foi invadido pelo Iraque e defendido pelos Estrados unidos, dando origem a Primeira Guerra do Iraque. O Islamismo é a religião oficial e predominante no país. Estima-se que apenas 4% da população é cristã. O Artigo 2 da Constituição do Kuwait, diz: “O Islã é a religião oficial no país e a Sharia é a principal fonte da legislação”.

De acordo com a agência de notícias cristãs Mohabat, um árabe cristão chamado Al-haqiqa, que transmite programas de televisão via satélite mostrou no ar um arquivo de áudio atribuído ao príncipe Abdollah Al-Sabah. Esse príncipe seria membro da família real do Kuwait que governa o país.

“Em primeiro lugar, eu concordo totalmente com a distribuição desse arquivo de áudio e declaro que, se eles me matarem, por causa disso vou entrar na presença de Jesus Cristo e estar com ele por toda a eternidade. Estou satisfeito, porque a verdade na Bíblia me levou para o caminho certo ” , diz a voz atribuída ao Príncipe Abdollah.

Durante o programa, foi dito que o príncipe renunciou à sua fé muçulmana e se converteu ao cristianismo.

Falando sobre o grupo islâmico que recentemente tomou o poder no Egito, o príncipe do Kuwait declarou que “as muitas comunidades islâmicas sempre quiseram dominar diferentes partes do mundo, mas Deus tem preservado o mundo e ainda o protege. É por isso que temos visto as discrepâncias que aparecem entre os grupos islâmicos que agora estão lutando entre si”.

As declarações do príncipe foram manchetes brevemente em canais de TV a cabo de notícias árabes e também na agência de notícias do governo iraniano. Mas alguns sites xiitas contradizem as declarações atribuídas a Abdollah Al-Sabah dizendo que não há “ninguém na família real do Kuwait com esse nome”.

Traduzido e adaptado de Notícias Cristianas

Fonte:
Gospel Prime

Sermão - Mudando de Rumo


Início do Sermão: 56'

Sermão - A Verdadeira Conversão

Dia das Crianças

(adaptado do texto de Nilma Coimbra)

"E disse: Em verdade vos digo que, se não vos converterdes e não vos fizerdes como meninos, de modo algum entrareis no reino dos céus" (Mateus 18.3)

O Dia das Crianças no Brasil foi "inventado" por um político. O deputado federal Galdino do Valle Filho teve a idéia de criar um dia em homenagem às crianças na década de 1920. Os demais deputados aprovaram e o dia 12 de outubro foi oficializado como o "Dia da Criança" pelo então presidente Arthur Bernardes, por meio do decreto nº 4867, de 5 de novembro de 1924.

No entanto, somente em 1960, foi que a Fábrica de Brinquedos Estrela fez uma promoção conjunta com a Johnson & Johnson para lançar a "Semana do Bebê Robusto" e aumentar suas vendas, é que a data passou a ser "oficialmente comemorada". A estratégia deu certo, pois desde então o dia das Crianças é comemorado com muitos presentes. (Sem dúvidas, um dia de consumismo desenfreado).

Logo depois, outras empresas decidiram criar a Semana da Criança para aumentar suas vendas. No ano seguinte, fabricantes de brinquedos decidiram escolher um único dia para a promoção e fizeram ressurgir o antigo decreto. Desde então, o dia 12 de outubro se tornou uma data importante para o setor de brinquedos.

Alguns países comemoram o dia das Crianças em datas diferentes do Brasil. Na Índia, por exemplo, a data é comemorada em 15 de novembro. Em Portugal e Moçambique, a comemoração acontece no dia 1º de junho. Em 5 de maio, é a vez das crianças da China e do Japão comemorarem!

Muitos países comemoram o dia das Crianças em 20 de novembro, já que a ONU (Organização das Nações Unidas) reconhece esse dia como o dia Universal das Crianças, pois nessa data também é comemorada a aprovação da Declaração dos Direitos das Crianças. Entre outras coisas, esta Declaração estabelece que toda criança deve ter proteção e cuidados especiais antes e depois do nascimento.

O Mestre nos ensina: descanse nos braços do Pai, seja como uma criança! Seja puro, sincero, inocente em palavras, simples no agir e no sorrir. Ame desinteressadamente, esteja sempre contente, aprenda incansavelmente.

Os pequeninos não sabem fingir, nem são fúteis. Vivem o presente, são interessados no que fazem e deixam fruir a imaginação. Confiam no futuro, nas pessoas e nos seus sonhos... pra eles, tudo é possível!

Não sabem dissimular. Não criticam, indagam apenas. Não discriminam, aceitam a todos sem distinção. Sabem conviver com as diferenças.

São alegres a todo tempo, cantam, dançam… Fazem da vida uma eterna festa. Satisfazem-se com qualquer brinquedo, independente do valor. Não são ambiciosas. Nos ensinam mais que qualquer sábio.

Não nos pedem nada em troca, no entanto, quando amadas, nos enchem de amor. Tocam a nossa alma com a sua inocência.

Seus olhares brilham, donos de sorrisos verdadeiros. Mesmo as que não tem a oportunidade de ter um lar, sabem sorrir, sabem brincar. Quando nos dão este presente, ganhamos o dia… Pois o seu sorriso é sempre uma lição de amor. Amor do Pai.

Que o mesmo Pai de amor hoje, possa te lembrar que um dia fostes uma criança, e da mesma forma que um dias fostes, terás que voltar a ser. Tente fazê-lo hoje! Feliz dia das crianças.


Que Deus te abençoe!

Reflexão: "Eis que os filhos são herança do SENHOR, e o fruto do ventre o seu galardão" (Salmo 127:3)

Um ex-ateu

(adaptado do texto de Larry Chapman)

Uma pessoa que originalmente pensou que a ressurreição era simplesmente um mito, mas que mudou de opinião, foi um dos maiores estudiosos do mundo, Dr. Simon Greenleaf. Greenleaf ajudou a colocar a Faculdade de Direito de Harvard no mapa. Ele escreveu a obra prima de três volumes “Um Tratado da Lei da Evidência”, a qual tem sido chamada de “a maior autoridade em procedimento legal de toda a literatura”. O sistema Judiciário americano atualmente ainda se baseia nas leis da evidência estabelecidas por Greenleaf.

Enquanto ensinava Direito em Harvard, Professor Greenleaf declarou à classe que a ressurreição de Jesus Cristo era apenas uma lenda. Como ateu, considerava milagres impossíveis. Num confronto , três dos seus alunos de Direito o desafiaram a aplicar suas leis aclamadas de evidência à narrativa da ressurreição.

Depois de muita insistência, Greenleaf aceitou o desafio de seus alunos e começou uma investigação das evidências. Aplicando sua mente brilhante nos fatos da história, ele tentou provar que a ressurreição era falsa.

Mas, quanto mais Greenleaf investigava a história, mais pasmo ele ficava com a evidência poderosa de que Jesus de fato havia levantado do túmulo. A incredulidade de Greenleaf estava sendo desafiada por um evento que havia mudado o curso da história humana.

Greenleaf não conseguiu explicar várias mudanças dramáticas que ocorreram pouco tempo depois da morte de Jesus, a maior delas sendo a transformação no comportamento dos discípulos. Não foi apenas um ou dois discípulos que insistiram que Jesus havia ressuscitado; foram todos eles. Aplicando suas próprias leis de evidência de fatos, Greenleaf chegou ao seu veredicto.

Numa mudança de posição chocante, Greenleaf aceitou a ressurreição de Jesus como a melhor explicação para os eventos que ocorreram após a sua crucificação. Para este brilhante Professor e ex-ateu, teria sido impossível para os discípulos persistirem com sua convicção de que Jesus havia ressuscitado se de fato eles não tivessem visto o Cristo ressurrecto.

Em seu livro, O Testemunho dos Evangelistas, Greenleaf documenta as evidências que fizeram com que ele mudasse de opinião. Em sua conclusão ele desafia os que buscam a verdade sobre a ressurreição a examinarem as evidências com honestidade.

Greenleaf foi tão persuadido pelas evidências que se tornou um cristão comprometido. Ele acreditou que qualquer pessoa sem preconceito que examinasse honestamente as evidências como num tribunal concluiria o que ele concluiu – que Jesus Cristo verdadeiramente ressuscitou.

Mas a ressurreição de Jesus Cristo levanta a questão: O que o fato de Jesus ter derrotado a morte tem a ver com a minha vida? A resposta a esta pergunta é o tema central do Novo Testamento Cristão.

Se Jesus verdadeiramente derrotou a morte, como as evidências indicam, então apenas Ele poderia responder à pergunta, “Onde eu irei quando morrer?” De fato esta era a grande declaração de Jesus antes de ressuscitar Lázaro dos mortos, Jesus disse essas incríveis palavras:

“Eu sou a ressurreição e a vida; aquele que crê em mim, mesmo que morra, viverá, e quem quer que viva e creia em mim nunca morrerá.”

Jesus disse que aqueles que depositassem sua fé nEle viverão eternamente com Ele. Foi esta mensagem que transformou os seguidores de Jesus. É esta mensagem que pode transformar você também quando você depositar sua fé em Jesus Cristo.

Fonte: Iluminalma
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