Jeaane Cristina Oliveira de Brito Gomes nasceu em Manaus, Amazonas, em
uma família de católicos praticantes, mas aos 17 anos ela entregou seu
coração à Cristo e batizou-se na Igreja Batista. Que revolução. Depois
de enfrentar forte oposição da família, ela conseguiu reverter a
situação e levá-los um a um para a Igreja Batista. Cursou seminário
teológico, casou-se com um pastor batista e depois de muitos anos,
passou pela maior transformação de todas. O que será que Deus ainda
tinha a revelar pra ela?
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Testemunho Diego Neves - Programa 180º NT
Ele nasceu na zona sul de São Paulo em um contexto de pobreza. Presenciou várias cenas de tráfico de drogas, perseguições policiais, agressões físicas, e decidiu seguir um caminho diferente; ele ia ser jogador de futebol. Incentivado pelo pai, Diego Neves de Carvalho, logo aos 9 anos, ingressou na escolinha de futebol do São Paulo Futebol Clube. Jogou a Taça São Paulo de 2004 e em seguida passou a compor o elenco do Clube para sua idade. Nessa mesma época ele passou a sentir sede de Deus, começou a estudar a Bíblia sozinho e aí teve início uma mudança de 180º em sua vida.
Testemunho Fernando Meira - Programa 180º NT
Quando nasceu, Fernando Garcia Torres Meira, foi batizado na igreja católica e também num centro de candomblé. Desde criança ele sempre sentiu uma necessidade muito grande de buscar o caminho certo, e tinha sede pela verdade. Ele buscou à Deus em quase 20 religiões e filosofias diferentes. Escritor, músico, compositor, vocalista, ele é um artista invejável e sua trajetória de vida, intercala momentos de extrema necessidade com propostas de sucesso, fama e muito dinheiro. Mas no fundo mesmo, ele experimentava constantemente uma sensação absurda de vazio profundo. Mas um dia a misericórdia de Deus o alcançou, e sua vida teve uma virada de 180º.
Testemunho Renato Gruber - Programa 180º NT
Ele foi educado, polido e moldado pra ser um perfeito ateu. E foi isso o que aconteceu. Mas um dia desenhando cavalos na porta de um circo, Renato Fontes Groger, teve um encontro inusitado e Deus usou esse momento para transformar completamente sua vida. Que caminhos transformaria esse ateu culto em um crente da mais nobre categoria? O que aconteceu? Conheça agora a virada de 180º na vida de Renato Gruber.
Testemunho Luca Mendes - Programa 180º NT
Beleza, dinheiro, fama, carreira no exterior; tudo isso ele teve de
sobra. Aos 24 anos de idade, Luca Mendes, era um sucesso em sua
profissão de modelo internacional. Morava em Nova York e tornou-se o 8º
modelo de mais sucesso no mundo da moda. Ganhando muito dinheiro e
fotografando com os melhores fotógrafos para grandes marcas, ele sentia
que alguma coisa estava errada, e que ele não era feliz. Conheça a
virada de 180º que aconteceu na vida de Luca e como ele encontrou a
verdadeira felicidade.
Corpus Christi e a Igreja Romana
De acordo com a Wikipedia: Corpus Christi (expressão latina que significa Corpo de Cristo) é uma festa móvel da Igreja Católica que celebra a presença real e substancial de Cristo na Eucaristia. A procissão pelas vias públicas, quando é feita, atende a uma recomendação do Código de Direito Canônico (cân. 944) que determina ao Bispo diocesano que a providencie, onde for possível, “para testemunhar publicamente a veneração para com a santíssima Eucaristia”.
A festa foi decretada em 1264 e se baseia no conto fictício de que o pedaço de pão (a Hóstia) teria se transformado em carne viva de Cristo, encharcando de sangue a boca da pessoa que tomava a Eucaristia.
Ostensório [foto], usado para transportar o pão mistíco da Igreja Romana. Lembra o SOL e não é mera coincidência.
Centenas de protestantes foram mortos por não concordarem com o misticismo pagão dessa doutrina. Wycliffe, atacou esta doutrina na sua leitura ante a Universidade de Oxford em 1381.
Juan Mollius, italiano, professor, sacerdote aos 18 anos, ao ler as verdades do Evangelho descobriu os erros da Igreja de Roma, dentre outros, Purgatório, Transubstanciação, Missa, Confissão Auricular, Oração pelos Mortos, Hóstia, Peregrinações, Extrema-Unção, Cultos em idioma desconhecido, e outros. Foi enforcado em 1553, tendo o corpo queimado.
De acordo com o Livro dos Mártires (p.118-119):
Um jovem inglês que estava em Roma [por volta de 1560], passava um dia junto a uma igreja justo quando saiu a procissão da hóstia. Um bispo levava a hóstia, e vendo-a o jovem, arrebatou-a, a lançou no chão e a calcou a seus pés, gritando: “Miseráveis idólatras, que deixais o verdadeiro Deus, para adorar um pedaço de comida!”. Esta ação provocou de tal modo o povo que teria despedaçado o jovem naquele mesmo momento, mas os sacerdotes persuadiram a multidão que o deixassem para que fosse sentenciado pelo Papa.
Quando contaram o assunto ao Papa, este sentiu-se sumamente exasperado, e ordenou que o preso fosse queimado de imediato; porém um cardeal o dissuadiu desta apressada sentença, dizendo-lhe que seria melhor castigá-lo gradualmente e torturá-lo, para poder descobrir se tinha sido instigado por alguma pessoa determinada a cometer uma ação tão atroz.
Aprovado isto, foi torturado com a maior severidade, porém só conseguiram tirá-lhe estas palavras: “Era a vontade de Deus que eu fizesse o que fiz”. Então o Papa pronunciou sentença contra ele:
1) Que o carrasco o levasse com o torso nu pelas ruas de Roma.
2) Que levasse a imagem do diabo sobre sua cabeça.
3) Que lhe pintassem nas calcas uma representação das labaredas.
4) Que lhe cortassem a mão direita.
5) Que depois de ter sido assim levado em procissão, fosse queimado.
Quando ouviu esta sentença, implorou a Deus que lhe der força e integridade para manter-se firme. Ao passar pelas ruas, foi enormemente escarnecido pelo povão, aos quais falou algumas coisas severas acerca da superstição romanista. Mas um cardeal que o ouviu, ordenou que o amordaçassem.
Quando chegou à porta da igreja onde havia pisoteado a hóstia, o carrasco lhe cortou a mão direita, e a encravou num pau. Depois dois torturadores, com tochas acesas, abrasaram e queimaram seus carne todo o resto do caminho. Ao chegar no lugar da execução beijou as correntes que haviam amarrado a estaca. Ao apresentá-lhe um monge a figura de um santo, bateu nela lançando-a no chão; depois, acorrentando-o na estaca, acenderam a lenha, e pronto ficou reduzido a cinzas.
Pouco depois da execução acabada de mencionar, um venerável ancião, que tinha permanecido muito tempo preso da Inquisição, foi condenado à fogueira, e tirado para ser executado. Quando estava já acorrentado à estaca, um sacerdote susteve um crucifixo diante dele, e lhe disse: “Se você não tirar este ídolo de minha vista, serei obrigado a cuspir nele”. O sacerdote o repreendeu por falar tão duramente, porém ele lhe disse que lembrasse do primeiro e do segundo mandamento, e que se afastasse da idolatria, como Deus mesmo tinha ordenado. Foi então amordaçado, para que já não falasse, e pondo fogo na lenha, sofreu o martírio no fogo.
(O Lívro dos Mártires, Página 129)
Nos vales de Piemonte, no século 17, Dn Rambaut, de Vilário, pai de uma numerosa família, foi apreendido e levado a prisão junto com vários outros, no cárcere de Paysana. Aqui foi visitado por vários sacerdotes, que com uma insistente importunidade fizeram tudo o possível por persuadi-lo a renunciar à religião protestante e tornar-se papista. Mas recusou rotundamente e os sacerdotes, ao verem sua decisão, pretenderam sentir piedade por sua numerosa família, e lhe disseram que poderia, com tudo, salvar sua vida se afirmava sua crença nos seguintes artigos:
1) A presença real na hóstia.
2) A Transubstanciação.
3) O Purgatório.
4) A infalibilidade do Papa.
5) Que as missas realizadas pelos defuntos livravam almas do purgatório.
6) Que rezar aos santos dá remissão dos pecados.
O senhor Rambaut disse aos sacerdotes que nem sua religião nem seu entendimento nem sua consciência lhe permitiriam subscrever nenhum destes artigos, pelas seguintes razões:
1) Que acreditar na presença real na hóstia é uma chocante união de blasfêmia e idolatria.
2) Que imaginar que as palavras de consagração executam o que os papistas chamam de transubstanciação, convertendo o pão e o vinho no verdadeiro e idêntico corpo e sangue de Cristo, que foi crucificado, e que depois ascendeu ao céu, é uma coisa demasiado torpe e absurda para que acredite nela sequer uma criança que tiver a mínima capacidade de raciocínio; e que senão a mais cega superstição poderia fazer que os católico-romanos depositassem sua confiança em algo tão ridículo.
3) Que a doutrina do purgatório é mais inconseqüente e absurda que um conto de fadas.
4) Que era uma impossibilidade que o Papa fosse infalível, e que o Papa se arrogava de forma soberba algo que somente podia pertencer a Deus como ser perfeito.
5) Que dizer missas pelos mortos era ridículo, e somente tinha a intenção de manter a crença na fábula do purgatório, por quanto a sorte de todos estava definitivamente decidida ao partir a alma do corpo.
6) Que a oração aos santos para remissão dos pecados é uma adoração fora de lugar, por quanto os mesmos santos têm necessidade da intercessão de Cristo. Assim, já que somente Deus pode perdoar nossos erros, deveríamos ir somente a Ele em busca do perdão.
Os sacerdotes sentiram-se tão enormemente ofendidos ante as respostas do senhor Rambaut aos artigos que eles queriam se subscrevesse, que decidiram abalar sua resolução mediante o mais cruel método imaginável. Ordenaram que lhe cortassem a circulação dos dedos das mãos até o dia que ficasse sem eles; depois passaram aos dedos dos pés; depois, alternadamente, foram cortando-lhe um dia uma mão, outro dia um pé; porém ao ver que suportava seus sofrimentos com a mais admirável paciência, fortalecido e resignado, e mantendo sua fé com uma resolução irrevogável e uma constância inamovível, o apunhalaram no coração, e deram seu corpo como comida para os cães.
Para ler sobre os mártires por causa da questão do Corpus Christ, Eucaristia e paganismos semelhantes leia o Livro dos Mártires.
Fonte: Sétimo Dia
A festa foi decretada em 1264 e se baseia no conto fictício de que o pedaço de pão (a Hóstia) teria se transformado em carne viva de Cristo, encharcando de sangue a boca da pessoa que tomava a Eucaristia.
Ostensório [foto], usado para transportar o pão mistíco da Igreja Romana. Lembra o SOL e não é mera coincidência.
Centenas de protestantes foram mortos por não concordarem com o misticismo pagão dessa doutrina. Wycliffe, atacou esta doutrina na sua leitura ante a Universidade de Oxford em 1381.
Juan Mollius, italiano, professor, sacerdote aos 18 anos, ao ler as verdades do Evangelho descobriu os erros da Igreja de Roma, dentre outros, Purgatório, Transubstanciação, Missa, Confissão Auricular, Oração pelos Mortos, Hóstia, Peregrinações, Extrema-Unção, Cultos em idioma desconhecido, e outros. Foi enforcado em 1553, tendo o corpo queimado.
De acordo com o Livro dos Mártires (p.118-119):
Um jovem inglês que estava em Roma [por volta de 1560], passava um dia junto a uma igreja justo quando saiu a procissão da hóstia. Um bispo levava a hóstia, e vendo-a o jovem, arrebatou-a, a lançou no chão e a calcou a seus pés, gritando: “Miseráveis idólatras, que deixais o verdadeiro Deus, para adorar um pedaço de comida!”. Esta ação provocou de tal modo o povo que teria despedaçado o jovem naquele mesmo momento, mas os sacerdotes persuadiram a multidão que o deixassem para que fosse sentenciado pelo Papa.
Quando contaram o assunto ao Papa, este sentiu-se sumamente exasperado, e ordenou que o preso fosse queimado de imediato; porém um cardeal o dissuadiu desta apressada sentença, dizendo-lhe que seria melhor castigá-lo gradualmente e torturá-lo, para poder descobrir se tinha sido instigado por alguma pessoa determinada a cometer uma ação tão atroz.
Aprovado isto, foi torturado com a maior severidade, porém só conseguiram tirá-lhe estas palavras: “Era a vontade de Deus que eu fizesse o que fiz”. Então o Papa pronunciou sentença contra ele:
1) Que o carrasco o levasse com o torso nu pelas ruas de Roma.
2) Que levasse a imagem do diabo sobre sua cabeça.
3) Que lhe pintassem nas calcas uma representação das labaredas.
4) Que lhe cortassem a mão direita.
5) Que depois de ter sido assim levado em procissão, fosse queimado.
Quando ouviu esta sentença, implorou a Deus que lhe der força e integridade para manter-se firme. Ao passar pelas ruas, foi enormemente escarnecido pelo povão, aos quais falou algumas coisas severas acerca da superstição romanista. Mas um cardeal que o ouviu, ordenou que o amordaçassem.
Quando chegou à porta da igreja onde havia pisoteado a hóstia, o carrasco lhe cortou a mão direita, e a encravou num pau. Depois dois torturadores, com tochas acesas, abrasaram e queimaram seus carne todo o resto do caminho. Ao chegar no lugar da execução beijou as correntes que haviam amarrado a estaca. Ao apresentá-lhe um monge a figura de um santo, bateu nela lançando-a no chão; depois, acorrentando-o na estaca, acenderam a lenha, e pronto ficou reduzido a cinzas.
Pouco depois da execução acabada de mencionar, um venerável ancião, que tinha permanecido muito tempo preso da Inquisição, foi condenado à fogueira, e tirado para ser executado. Quando estava já acorrentado à estaca, um sacerdote susteve um crucifixo diante dele, e lhe disse: “Se você não tirar este ídolo de minha vista, serei obrigado a cuspir nele”. O sacerdote o repreendeu por falar tão duramente, porém ele lhe disse que lembrasse do primeiro e do segundo mandamento, e que se afastasse da idolatria, como Deus mesmo tinha ordenado. Foi então amordaçado, para que já não falasse, e pondo fogo na lenha, sofreu o martírio no fogo.
(O Lívro dos Mártires, Página 129)
Nos vales de Piemonte, no século 17, Dn Rambaut, de Vilário, pai de uma numerosa família, foi apreendido e levado a prisão junto com vários outros, no cárcere de Paysana. Aqui foi visitado por vários sacerdotes, que com uma insistente importunidade fizeram tudo o possível por persuadi-lo a renunciar à religião protestante e tornar-se papista. Mas recusou rotundamente e os sacerdotes, ao verem sua decisão, pretenderam sentir piedade por sua numerosa família, e lhe disseram que poderia, com tudo, salvar sua vida se afirmava sua crença nos seguintes artigos:
1) A presença real na hóstia.
2) A Transubstanciação.
3) O Purgatório.
4) A infalibilidade do Papa.
5) Que as missas realizadas pelos defuntos livravam almas do purgatório.
6) Que rezar aos santos dá remissão dos pecados.
O senhor Rambaut disse aos sacerdotes que nem sua religião nem seu entendimento nem sua consciência lhe permitiriam subscrever nenhum destes artigos, pelas seguintes razões:
1) Que acreditar na presença real na hóstia é uma chocante união de blasfêmia e idolatria.
2) Que imaginar que as palavras de consagração executam o que os papistas chamam de transubstanciação, convertendo o pão e o vinho no verdadeiro e idêntico corpo e sangue de Cristo, que foi crucificado, e que depois ascendeu ao céu, é uma coisa demasiado torpe e absurda para que acredite nela sequer uma criança que tiver a mínima capacidade de raciocínio; e que senão a mais cega superstição poderia fazer que os católico-romanos depositassem sua confiança em algo tão ridículo.
3) Que a doutrina do purgatório é mais inconseqüente e absurda que um conto de fadas.
4) Que era uma impossibilidade que o Papa fosse infalível, e que o Papa se arrogava de forma soberba algo que somente podia pertencer a Deus como ser perfeito.
5) Que dizer missas pelos mortos era ridículo, e somente tinha a intenção de manter a crença na fábula do purgatório, por quanto a sorte de todos estava definitivamente decidida ao partir a alma do corpo.
6) Que a oração aos santos para remissão dos pecados é uma adoração fora de lugar, por quanto os mesmos santos têm necessidade da intercessão de Cristo. Assim, já que somente Deus pode perdoar nossos erros, deveríamos ir somente a Ele em busca do perdão.
Os sacerdotes sentiram-se tão enormemente ofendidos ante as respostas do senhor Rambaut aos artigos que eles queriam se subscrevesse, que decidiram abalar sua resolução mediante o mais cruel método imaginável. Ordenaram que lhe cortassem a circulação dos dedos das mãos até o dia que ficasse sem eles; depois passaram aos dedos dos pés; depois, alternadamente, foram cortando-lhe um dia uma mão, outro dia um pé; porém ao ver que suportava seus sofrimentos com a mais admirável paciência, fortalecido e resignado, e mantendo sua fé com uma resolução irrevogável e uma constância inamovível, o apunhalaram no coração, e deram seu corpo como comida para os cães.
Para ler sobre os mártires por causa da questão do Corpus Christ, Eucaristia e paganismos semelhantes leia o Livro dos Mártires.
Fonte: Sétimo Dia
A história de um muçulmano que se entregou a Jesus depois de cura milagrosa
Ex-empresário de sucesso hoje é missionário depois de encontro sobrenatural
As bolhas estavam crescendo, espalhando-se do lado do rosto, pelo pescoço e no ombro. Sua orelha ficou tão deformada que quase se encostava ao ombro. Queimando com uma febre de 42 graus, Nasir Siddiki estava à beira da morte. Seu sistema imunológico não reagia. Ele sentia com dores agonizantes e estava aterrorizado. Mesmo se conseguisse sobreviver, os médicos achavam que ele ficaria com sequelas cerebrais.
Era outubro de 1987, quando o diagnóstico daquele rico executivo muçulmano era de um caso incurável de herpes-zoster. Segundo o médico que o atendeu, o pior que já tinha visto no Hospital Genal de Toronto, Canadá. Sua fortuna de mais de um milhão de dólares podia oferecer-lhe pouca esperança. Aos 34 anos, Nasir Siddiki jazia em seu leito de morte. Os médicos estavam prontos para preencher seu atestado de óbito na manhã seguinte.
Quase 24 anos depois, ele recorda que naquela noite, ele gritou pedindo ajuda a Maomé e a única resposta foi o silêncio. Desesperado, ele sentia como se estivesse se afogando. Sem saber a quem recorrer, gritou: “Deus, ajude-me!”.
Sendo muçulmano, Siddiki disse que não conhecia um Deus amoroso e que cura. Só conhecia Alá, a quem descreve como um “Deus distante e aterrador”.
Segundo testemunhou à revista Charisma, sua resposta não veio de Alá, mas de Jesus. “Uma luz entrou no quarto do hospital. Era como o contorno de uma pessoa. Eu não podia ver o rosto porque havia muita luz saindo dessa pessoa”, descreve Siddiki. ”Ele falava sem abrir a boca… e disse: ‘Eu sou o Deus dos cristãos. Eu sou o Deus de Abraão, Isaac e Jacó’. Sabia perfeitamente quem era. Quando percebi o que acontecia, estava acordado e as úlceras começaram a diminuir. Não havia explicação, pois na noite anterior os médicos haviam me deixado para morrer. Ainda não acharam uma explicação para o caso. Mas eu sei que o nome dele é Jesus”.
Os muçulmanos reconhecem Jesus como profeta, mas não como Filho de Deus. Depois de curado, saiu do hospital ainda confuso. Ele ainda precisava descobrir a verdade. Os médicos não entenderam o que aconteceu, mas não acreditavam nele. Siddiki foi liberado do hospital e logo ocorreu outro milagre.
“Lembro-me que na manhã seguinte era domingo eu acordei às 6 horas da manhã. Não sei dizer por que, mas quando liguei a televisão estava escrito na tela: “Jesus é o Filho de Deus?”. Coincidência? Eu penso que não. Sozinho na minha sala… em frente ao aparelho de TV, em lágrimas pedi a Jesus para ser o Senhor da minha vida. O fato de que Ele curou um muçulmano numa sexta-feira e o salvou no domingo mostra como é grande o Seu amor e sua misericórdia”, relata emocionado.
Siddiki comprou uma Bíblia e leu-a de capa a capa. Logo percebeu quem era o Jesus que cura. “Ele ama os muçulmanos e morreu pelos muçulmanos. Porque Deus amou o mundo e isso inclui todo mundo mesmo. Jesus morreu por todos”. Hoje ele segura uma foto mostrando o estado em que estava. Ainda possui pequenas cicatrizes daqueles ferimentos. Mesmo que a diferença mais significativa não seja física, é extremamente visível. Siddiki agora é um cristão.
Nascido no Paquistão, filho de mãe indiana e pai egípcio, que se orgulhava em ser descendente de um amigo íntimo do profeta Maomé, sua conversão lhe custou muito. Foi rejeitado pela família e amigos. Pouco tempo depois, Anita, sua esposa, também foi curada milagrosamente de esclerose múltipla. Juntos, eles têm ministrado cura a muitas pessoas.
Desde sua experiência tremenda em 1987, Siddiki passou a dedicar todo seu tempo ao Senhor. Hoje tem um ministério de ensino, usando televisão, rádio e faz campanhas, inclusive fora do seu país. Milhares de pessoas têm tomado uma decisão de seguir Jesus como resultado destas campanhas.
Ele entende que há esperança para todos os envolvidos no conflito entre israelenses e palestinos no Oriente Médio. Afirma que os soldados no campo de batalha estão sendo enganados e são cegos espiritualmente.
Assim como Deus o chamou para ser um obreiro, acredita que o Senhor ainda procura por mais trabalhadores. Ele encerra dizendo que ainda há muito para ser feito e a Igreja Ocidental não pode perder o foco. “As nações muçulmanas são a sua seara. Estas são pessoas que Jesus morreu”.
Traduzido e Adaptado por Gospel Prime de Charisma News
Fonte: Gospel Prime
As bolhas estavam crescendo, espalhando-se do lado do rosto, pelo pescoço e no ombro. Sua orelha ficou tão deformada que quase se encostava ao ombro. Queimando com uma febre de 42 graus, Nasir Siddiki estava à beira da morte. Seu sistema imunológico não reagia. Ele sentia com dores agonizantes e estava aterrorizado. Mesmo se conseguisse sobreviver, os médicos achavam que ele ficaria com sequelas cerebrais.
Era outubro de 1987, quando o diagnóstico daquele rico executivo muçulmano era de um caso incurável de herpes-zoster. Segundo o médico que o atendeu, o pior que já tinha visto no Hospital Genal de Toronto, Canadá. Sua fortuna de mais de um milhão de dólares podia oferecer-lhe pouca esperança. Aos 34 anos, Nasir Siddiki jazia em seu leito de morte. Os médicos estavam prontos para preencher seu atestado de óbito na manhã seguinte.
Quase 24 anos depois, ele recorda que naquela noite, ele gritou pedindo ajuda a Maomé e a única resposta foi o silêncio. Desesperado, ele sentia como se estivesse se afogando. Sem saber a quem recorrer, gritou: “Deus, ajude-me!”.
Sendo muçulmano, Siddiki disse que não conhecia um Deus amoroso e que cura. Só conhecia Alá, a quem descreve como um “Deus distante e aterrador”.
Segundo testemunhou à revista Charisma, sua resposta não veio de Alá, mas de Jesus. “Uma luz entrou no quarto do hospital. Era como o contorno de uma pessoa. Eu não podia ver o rosto porque havia muita luz saindo dessa pessoa”, descreve Siddiki. ”Ele falava sem abrir a boca… e disse: ‘Eu sou o Deus dos cristãos. Eu sou o Deus de Abraão, Isaac e Jacó’. Sabia perfeitamente quem era. Quando percebi o que acontecia, estava acordado e as úlceras começaram a diminuir. Não havia explicação, pois na noite anterior os médicos haviam me deixado para morrer. Ainda não acharam uma explicação para o caso. Mas eu sei que o nome dele é Jesus”.
Os muçulmanos reconhecem Jesus como profeta, mas não como Filho de Deus. Depois de curado, saiu do hospital ainda confuso. Ele ainda precisava descobrir a verdade. Os médicos não entenderam o que aconteceu, mas não acreditavam nele. Siddiki foi liberado do hospital e logo ocorreu outro milagre.
“Lembro-me que na manhã seguinte era domingo eu acordei às 6 horas da manhã. Não sei dizer por que, mas quando liguei a televisão estava escrito na tela: “Jesus é o Filho de Deus?”. Coincidência? Eu penso que não. Sozinho na minha sala… em frente ao aparelho de TV, em lágrimas pedi a Jesus para ser o Senhor da minha vida. O fato de que Ele curou um muçulmano numa sexta-feira e o salvou no domingo mostra como é grande o Seu amor e sua misericórdia”, relata emocionado.
Siddiki comprou uma Bíblia e leu-a de capa a capa. Logo percebeu quem era o Jesus que cura. “Ele ama os muçulmanos e morreu pelos muçulmanos. Porque Deus amou o mundo e isso inclui todo mundo mesmo. Jesus morreu por todos”. Hoje ele segura uma foto mostrando o estado em que estava. Ainda possui pequenas cicatrizes daqueles ferimentos. Mesmo que a diferença mais significativa não seja física, é extremamente visível. Siddiki agora é um cristão.
Nascido no Paquistão, filho de mãe indiana e pai egípcio, que se orgulhava em ser descendente de um amigo íntimo do profeta Maomé, sua conversão lhe custou muito. Foi rejeitado pela família e amigos. Pouco tempo depois, Anita, sua esposa, também foi curada milagrosamente de esclerose múltipla. Juntos, eles têm ministrado cura a muitas pessoas.
Desde sua experiência tremenda em 1987, Siddiki passou a dedicar todo seu tempo ao Senhor. Hoje tem um ministério de ensino, usando televisão, rádio e faz campanhas, inclusive fora do seu país. Milhares de pessoas têm tomado uma decisão de seguir Jesus como resultado destas campanhas.
Ele entende que há esperança para todos os envolvidos no conflito entre israelenses e palestinos no Oriente Médio. Afirma que os soldados no campo de batalha estão sendo enganados e são cegos espiritualmente.
Assim como Deus o chamou para ser um obreiro, acredita que o Senhor ainda procura por mais trabalhadores. Ele encerra dizendo que ainda há muito para ser feito e a Igreja Ocidental não pode perder o foco. “As nações muçulmanas são a sua seara. Estas são pessoas que Jesus morreu”.
Traduzido e Adaptado por Gospel Prime de Charisma News
Fonte: Gospel Prime
Não brinque com as cores
Essa imagem foi colorida a partir de uma imagem antiga, mas a melhor parte é a sua história.
Dorothy Counts foi a primeira estudante negra admitida numa escola pública americana (de brancos). A fotografia retrata seu primeiro dia de aula na Universidade de Harry Harding, na Carolina do Norte (EUA), em 1957.
O vestido de Dorothy foi feito por sua avó especialmente para seu primeiro dia de aula. Cuspiram nele.
Centenas de alunos seguiram e acompanharam sua chegada à escola. De vez em quando alguns jogavam coisas em sua direção enquanto outros faziam gestos obscenos. Os estudantes gritam para ela voltar para casa. Dorothy foi em frente sem reagir.
Este absurdo momento de violência prosseguiu nos dias seguintes. Foram 4 dias de perseguições e insultos. Jogavam lixo durante a sua refeição e seu armário era saqueado. Depois surgiram ameaças telefônicas agravando ainda mais a situação. Por fim, os seus pais consideraram que a sua vida poderia estar em risco e optaram por tirá-la da escola.
Pode parecer pouco mas os quatro dias em que Dorothy tentou frequentar a Harry Harding High School foi de grande importância para o Movimento dos Direitos Civis e fim da segregação racial nos Estados Unidos.
O preconceito torna o cérebro ignorante e as pessoas cegas.
Não parece, mas isto aconteceu há apenas 55 anos, e por mais que alguns grupos de filósofos ou religiosos insistam em dizer que o homem está EVOLUINDO, percebo a cada dia que a degradação humana "corre" a passos largos, rumo a destruição, não só por causa dos diferentes tipos de racismo, mas pelo excesso de "corações de pedra" e proporcionalmente pela escassez de "corações de carne".
Que o nosso Senhor tenha misericórdia, nos guarde e sobretudo nos salve destes dias maus que sobrevirão.
Deus nos abençoe a todos!
MARANATA!!
RESSURREIÇÃO - "O Sepulcro Aberto"
A semente morre para brotar com vida nova. É-nos assim ensinada a lição da ressurreição. Todos quantos amam a Deus ressurgirão para a vida, e viverão de novo pelos séculos sem fim da Terra prometida.
Na cidade de Hanover, Alemanha, havia um túmulo conhecido como o "sepulcro aberto". Era o lugar de repouso de pessoa preeminente que morrera fazia mais de um século. Essa sepultura foi coberta com grandes lajes de pedra, sobrepostas por um bloco de mármore. De acordo com o costume do tempo, foram gravadas na base as palavras: "Essa sepultura comprada para a eternidade, jamais deve ser aberta." Naturalmente, todos esperavam que o sepulcro permanecesse imperturbado. Os judeus, também, confiavam em que a sepultura de Cristo estivesse bem segurada pelo selo romano e pela guarda, e no entanto um anjo, revestido de poder, removeu a pedra e Jesus ressurgiu. Assim com aquele sepulcro de Hanover: Aconteceu que uma semente de bétula caiu num interstício, entre as pedras maciças. Logo a sementinha soltou um tenro broto, e uma pequenina raiz [pequena fenda] encontrou caminho entre as pesadas pedras. Lenta e imperceptivelmente, mas com poder irresistível, a jovem bétula cresceu, até que as suas raízes fenderam o túmulo tão bem seguro, não deixando nenhuma de suas pedras na posição em que fora colocada. Que ilustração, muda mas vívida, DAQUELA PROMESSA DE QUE, SEM MUITO TARDAR, TODAS AS SEPULTURAS SE ABRIRÃO, e os que dormem se erguerão de seus lentos poentos!
Reflexão: "Em verdade, em verdade vos digo: Se o grão de trigo, caindo na terra, não morrer, fica ele só; mas se morrer, produz muito fruto." (João 12:24)
Fonte: Estudos Bíblicos - CPB
Fiel até a morte?
“Porque, se com a tua boca confessares a Jesus como Senhor, e em teu coração creres que Deus o ressuscitou dentre os mortos, serás salvo” (Romanos 10:9)
O testemunho corajoso de Kyung Ju Song
“Sede fortes e corajosos; não temais, nem vos atemorizeis diante deles; porque o Senhor vosso Deus é quem vai convosco. Não vos deixará, nem vos desamparará” (Deuteronômio 31:6)
A Frota
(Pr Wagner A de Araújo)- "Cuidado com os postes, Seu Geraldo! Não são de borracha não!"
- "Vê se vai pela sombra, Seu Geraldo! Cuidado com as costelas-de-vaca!"
- "Só passeando, né, Seu Geraldo?"
Era assim todo dia. O Seu Geraldo era o taxista do bairro, conhecidíssimo, muito estimado. Também pudera: 12 anos no volante, já tinha levado muita mulher grávida pro hospital e trazido mãe e filho pra casa. O povo era-lhe muito agradecido. Às vezes um fiado, outras um chequinho pré-datado, mas sempre tranqüilo. Ele dizia:
- "Deus ajuda a quem cedo madruga. E quem ajuda a quem cedo madruga também recebe ajuda do Senhor". E lá ia o Seu Geraldo pro batente, alegre, sorridente e confiante.
Ele era crente. Ele e toda a família. Não era rico, nem classe média. Era um lutador, tentava manter as contas em ordem, o leitinho da molecada e o cabeleireiro da mulher. Devagarinho as coisas andavam. Fiéis na igreja, o dízimo era sagrado. Todo dia 10 lá estava o Seu Geraldo todo faceiro, levando o envelopinho da família:
- " 100 meus, 50 da patroa e 25 de cada guri. Marca certinho, Irmão Astolfo ", as costumeiras orientações que passava pro tesoureiro. Nunca falhava. Nos meses de poucas corridas caia um pouquinho, mas na alta temporada o dízimo acabava compensando o tempo dificil.
Não perdia um culto de oração. Geralmente ele mais agradecia. Mas, às vezes, dizia ter um sonho: queria ter uma frota!
- "Ah, pastor, já pensou? "GERALDO TAXI EXPRESS', que maravilha! Eu ia levar toda a igreja de taxi pro culto! Não, não todo dia, senão eu iria à falência. Mas no domingo os meus carros ficariam de prontidão: "perdeu o ônibus? Chame o Geraldão!" E assim o Seu Geraldo ia levando, sonhando, trabalhando.
Num belo dia chegou um telegrama: era para ele apresentar-se no Fórum. O que seria? Ficou preocupado, nem dormiu à noite. Mas, para sua surpresa, era coisa boa: um parente distante deixara uma quantia em dinheiro para os parentes, e ele fora contemplado com uns bons trocados.
- "Olha aí, meu velho! Venho orando por você por muito tempo! Já dá pra comprar mais um carro, uma frotinha!"
Frota não era, porque em sua cidade, grande e populosa, uma frota era composta de 50 unidades. Mas deu para comprar 6 automóveis "0" quilômetro, registrar e colocar na praça.
Que alegria! Com direito a culto de ação de graças e tudo! Contratou motoristas, colocou um para dirigir o seu velho chevrolet e passou a administrar.
Todos estavam muito felizes. Todos, exceto a esposa. Ela notara algo diferente no marido: parecia que o esposo perdera um pouco o brilho e a espontaneidade.
Não só a esposa notara; o pastor também. Seu Geraldo começou a faltar nos cultos de oração, os seus prediletos. Seu lugar já era marcado no banco número 5 do lado direito; mas, agora, estava vazio, aliás, sempre vazio. Ele comprara um sítio muito bonito, próximo da cidade, e, quando não estava com os amigos, estava cuidando da chácara.
- "E então, irmão Geraldo, estou sentindo sua falta! " Dizia o pastor, no domingo.
- "Pois é, pastor, está muito corrido pra mim agora, mas logo as coisas engrenam. É como sinal de trânsito: quando parece que não abre nunca, o verdão aparece! Já, já eu volto!" O já-já não chegava nunca.
Posteriormente, quando o pastor lhe perguntava isso, a resposta era grosseira:
- "Pastor, vê se faz o seu trabalho. Tem gente de sobra pra ouvir o senhor por lá. Eu já sei tudo o que o senhor prega". O pastor sofria.
O Seu Geraldo prosperou. Em dois anos ele transformou os 7 taxis numa frota de 50. Como? "Bênção de Deus", dizia ele. Contratara muitos motoristas, colocara o nome de sua empresa bem bonito e graúdo nos seus automóveis: "GERALDO TAXI EXPRESS". Na inauguração fez um "coquetel", mas não chamou a igreja. Nem o pastor.
Um dia a igreja precisava ir a um velório. Povo muito humilde, não havia condução pra todo mundo. Dna. Zulmira, sua esposa, falou com ele:
- "Geraldo, pede pros carros ajudarem a transportar o pessoal pro velório e cemitério. Lembra que você brincava que queria ajudar?"
- "Ah, mulher, larga mão de ser mané! Sou eu burro de carga de alguém? Esse povo que se vire! Não vou carregar o pessoal de graça de jeito nenhum. Que se danem!"
- " Mas, bem, você dizia que ..."
- "Ora, mulher, quando se é pobre se fala muita besteira. Larga a mão de conversa e vai pro seu velório, que eu tenho encontro marcado com o pessoal lá do bar. Vai logo, não me enche!"
- "Mas, bem, ...."
- "Cala a boca, beata! Parece besta! Ah, e quer saber mais? Tô cheio desse negócio de igreja. Só sabem cobrar, viver de "pindura" em quem tem mais o que fazer! Vai, dá logo o fora se não quiser levar um tapão na orelha"
Zulmira estava desconsolada. E não era para menos. Seu marido dera para jogar truco com os amigos, beber "socialmente", ir pro clube no final de semana. Às vezes a obrigava a acompanhá-lo. Tirou os meninos da Escola Bíblica Dominical e matriculou-os em grupos de excursões - algumas vezes iam para as montanhas, outras para a praia, e, ainda outras, para o exterior. "Coisas de classe", dizia ele.
Zulmira chorava. O tesoureiro, antes tão acostumado com os 200 reais do Seu Geraldo, agora recebia 50 da mulher, que ela separava "escondido" do marido. De vez em quando o Seu Geraldo vinha ao culto, terno "Hugo Boss", cheirando a "chanel número 5", sapatos importados, BMW na porta. Chegava atrasado, ouvia o sermão e saia sem cumprimentar ninguém. "Tenho compromissos", dizia ele: ia para o encontro dos "prósperos", os ricaços do clube.
Zulmira orava. Os meninos, cuja base cristã era firme (a mãe orava e lia a bíblia todos os dias com eles), também oravam. A igreja orava.
Certo dia um dos taxis acidentara-se. Sem perceber, Geraldo não atualizara o seguro daquele carro. Assim, para indenizar a família (houve vítimas fatais nos dois automóveis), precisou vender outro carro. Ao mesmo tempo 4 ex-motoristas o processaram, pois atrasara os seus proventos e tirara direitos que eles tinham a receber. Com os juros e multas, acabou por vender outro carro. Mais dois motoristas demitidos, indenizações a pagar, e outro carro seguia para a revenda.
Passaram-se 5 meses. A família mudara-se dali. Não freqüentaram mais aquela igreja. Não que Zulmira não protestasse; mas o marido estava transtornado. O pastor nem sequer soube para onde foram. Sumiram. A igreja tinha um prazo de 8 meses para desligar membros ausentes. A igreja orava.
Numa quarta-feira, no culto de oração, enquanto o pastor lia o texto responsivo com a congregação, eis que entram na igreja o Seu Geraldo e a família. Foram direto para o empoeirado banco número 5, do lado direito. O pastor sorriu, mas continuou o culto.
Parecia que a família estava feliz. A igreja estava perplexa. Mas continuou a celebração. Cantaram os hinos do Cantor Cristão (hinário da igreja), oraram, ouviram uma breve meditação e escutaram uns dois ou três solos.
Antes de terminar, o pastor franqueou a palavra a quem quisesse contar uma bênção ou pedir uma oração. O Seu Geraldo emocionou-se no banco, mas sua esposa o abraçou afetuosamente. O pastor pensou que alguém tivesse adoecido. Zulmira pediu a palavra para o Geraldo. O pastor assustou-se, mas, em respeito a Zulmira, concedeu.
Lá foram os 4 para a frente: Geraldo, Zulmira, Bruno e Aloísio. Seu Geraldo pediu a palavra. Abriu a bíblia em Mateus 16.26, onde se lê: "De que aproveita ao homem se ganhar o mundo inteiro e perder a sua vida? ou que dará o homem em troca da sua vida?" A seguir, falou:
"Fui membro desta igreja por longos anos e taxista antigo no bairro. Amava a Jesus e também a igreja. Um dia, há cerca de dois anos e meio atrás, ouvi um pastor dizer que, como crente, eu tinha obrigação de ser rico, de usar as credenciais de Filho do Rei. Não foi daqui não, foi um pastor da televisão. Eu fiz um voto e ganhei o que pedi. Ganhei herança, prosperei nos taxis e criei uma frota. Irmãos, (e agora Geraldo chorava), antes eu nunca tivesse pedido isso pra Deus! Se ganhei dinheiro com a frota, perdi a minha fé, perdi a minha família, a minha saúde, os meus amigos e até a minha dignidade. Fumei, bebi, adulterei, pintei o caneco e dancei o samba de uma nota só. De 51 carros, contando com o meu, perdi tudo, exceto o meu velho taxi. Tirei a família da igreja e ganhei a desgraça. De que vale querer ser rico, quando não se sabe ser fiel? Por isso pedi pra Zulmira, essa heroína (agora era ela quem chorava), que pedisse pro Senhor me ajudar, porque eu já não agüentava mais ter que vender carros pra pagar processos na justiça, ex-funcionários, tratamento de bebida, pagar propinas, etc. Eu deixei de dizimar, deixei de vir aos cultos, deixei de ser fiel. Vim aqui pedir ao meu Deus e à minha igreja: P E R D Ã O !!! PERDÃO, SENHOR! PERDÃO, PASTOR! (todos choravam copiosamente). Eu perdi tudo, mas não perdi o meu Salvador! Ele me deu mais do que eu merecia: me deu a salvação, me deu esposa, filhos, um bom pastor e uma boa igreja! Obrigado, meu Deus! Antes com Cristo sem riquezas materiais do que, tendo tudo, não ter nada! "
Foi uma choradeira geral. O pastor abraçou o irmão, osculou a esposa e os meninos, e disse ao povo:
"Aprendamos, irmãos, que o verdadeiro Evangelho não é comida nem bebida; Cristo não dá ouro ou bens para gastarmos segundo os nossos prazeres. Ele até permite, quando insistimos demais, mas por nossa própria conta e risco. Está aí o resultado das riquezas temporais: quando postas em primeiro lugar, levam o homem à falência. Lembremo-nos do que nos ensina o Senhor: "Não ajunteis tesouros na terra, onde a traça e a ferrugem consomem, e os ladrões minam e roubam. Mas ajuntai tesouros no céu, onde nem a traça e a ferrugem consomem, nem os ladrões minam e roubam. Porque, onde estiver o vosso tesouro, alí estará também o vosso coração". Mt 6.19-21. E diz mais: "Buscai primeiro o Reino de Deus e a Sua justiça, e as demais coisas vos serão acrescentadas". (Mt 6.33)
Seu Geraldo trouxe, do carro, um panelão de salsichas em molho, preparado com amor por Dna. Zulmira, e dois sacos de pão francês, que pegara na padaria da esquina. Fizeram uma confraternização, um culto de ação de graças. Foi lindo!
Dia seguinte. 5 da manhã. Lá vai o Seu Geraldo pela Avenida Brasil, descendo com o seu velho chevrolet, passando em frente à casa dos vizinhos. As frases soavam como música aos seus ouvidos:
- "Cuidado com os postes, Seu Geraldo! Não são de borracha não!"
- "Vê se vai pela sombra, Seu Geraldo! Cuidado com as costelas-de-vaca!"
- "Só passeando, né, Seu Geraldo?"
E ele, feliz da vida, foi fazer as corridas do dia, sem esquecer-se de que também estava correndo uma outra corrida, a da consagração rumo à vida eterna com Cristo. Agora sabia que era o homem mais rico do mundo, pois tinha algo que o dinheiro não deu nem nunca dará: felicidade.
- "Vai com Deus", dizemos nós também ao Seu Geraldo.
FAQ
Um ex-ateu
(adaptado do texto de Larry Chapman)Uma pessoa que originalmente pensou que a ressurreição era simplesmente um mito, mas que mudou de opinião, foi um dos maiores estudiosos do mundo, Dr. Simon Greenleaf. Greenleaf ajudou a colocar a Faculdade de Direito de Harvard no mapa. Ele escreveu a obra prima de três volumes “Um Tratado da Lei da Evidência”, a qual tem sido chamada de “a maior autoridade em procedimento legal de toda a literatura”. O sistema Judiciário americano atualmente ainda se baseia nas leis da evidência estabelecidas por Greenleaf.
Enquanto ensinava Direito em Harvard, Professor Greenleaf declarou à classe que a ressurreição de Jesus Cristo era apenas uma lenda. Como ateu, considerava milagres impossíveis. Num confronto , três dos seus alunos de Direito o desafiaram a aplicar suas leis aclamadas de evidência à narrativa da ressurreição.
Depois de muita insistência, Greenleaf aceitou o desafio de seus alunos e começou uma investigação das evidências. Aplicando sua mente brilhante nos fatos da história, ele tentou provar que a ressurreição era falsa.
Mas, quanto mais Greenleaf investigava a história, mais pasmo ele ficava com a evidência poderosa de que Jesus de fato havia levantado do túmulo. A incredulidade de Greenleaf estava sendo desafiada por um evento que havia mudado o curso da história humana.
Greenleaf não conseguiu explicar várias mudanças dramáticas que ocorreram pouco tempo depois da morte de Jesus, a maior delas sendo a transformação no comportamento dos discípulos. Não foi apenas um ou dois discípulos que insistiram que Jesus havia ressuscitado; foram todos eles. Aplicando suas próprias leis de evidência de fatos, Greenleaf chegou ao seu veredicto.
Numa mudança de posição chocante, Greenleaf aceitou a ressurreição de Jesus como a melhor explicação para os eventos que ocorreram após a sua crucificação. Para este brilhante Professor e ex-ateu, teria sido impossível para os discípulos persistirem com sua convicção de que Jesus havia ressuscitado se de fato eles não tivessem visto o Cristo ressurrecto.
Em seu livro, O Testemunho dos Evangelistas, Greenleaf documenta as evidências que fizeram com que ele mudasse de opinião. Em sua conclusão ele desafia os que buscam a verdade sobre a ressurreição a examinarem as evidências com honestidade.
Greenleaf foi tão persuadido pelas evidências que se tornou um cristão comprometido. Ele acreditou que qualquer pessoa sem preconceito que examinasse honestamente as evidências como num tribunal concluiria o que ele concluiu – que Jesus Cristo verdadeiramente ressuscitou.
Mas a ressurreição de Jesus Cristo levanta a questão: O que o fato de Jesus ter derrotado a morte tem a ver com a minha vida? A resposta a esta pergunta é o tema central do Novo Testamento Cristão.
Se Jesus verdadeiramente derrotou a morte, como as evidências indicam, então apenas Ele poderia responder à pergunta, “Onde eu irei quando morrer?” De fato esta era a grande declaração de Jesus antes de ressuscitar Lázaro dos mortos, Jesus disse essas incríveis palavras:
“Eu sou a ressurreição e a vida; aquele que crê em mim, mesmo que morra, viverá, e quem quer que viva e creia em mim nunca morrerá.”
Jesus disse que aqueles que depositassem sua fé nEle viverão eternamente com Ele. Foi esta mensagem que transformou os seguidores de Jesus. É esta mensagem que pode transformar você também quando você depositar sua fé em Jesus Cristo.
Fonte: Iluminalma
Inquisição, Fidelidade e Morte - Uma Reflexão
"Quando o dragão se viu precipitado na terra, perseguiu a mulher que dera à luz o filho varão" (Apocalipse 12:13)
... Ontem eu fui num lugar e eu quero repartir com vocês o que eu vi. Fui num Museu da Inquisição, na verdade não só da inquisição, mas dos crimes e punições em geral. Lá eram torturadas e mortas as pessoas que eram condenadas no tribunal, o que incluía as pessoas que eram consideradas hereges na época da inquisição. Muitos cristãos foram torturados e mortos nesse lugar. Foi estranho estar lá e saber as coisas terríveis que aconteceram bem ali, é difícil até de acreditar! Fiquei pensando quantas vidas, quantas histórias passaram por ali. Pensei que lá morreu o pai de alguém, o marido, o filho, a mãe, sei lá, gente que era amada por alguém, gente que era amada por Deus! Eu sei que não é nenhuma novidade, a gente lê isso nos livros, aprende na escola... mas estar lá, olhando aquelas celas e objetos de tortura, aquele chão, aquelas paredes e saber que foi ali que gente fiel a Deus morreu de forma cruel porque amava a Cristo e queria viver a verdade.
Fiquei pensando que essas pessoas eram verdadeiramente nobres e fortes, cheias do Espírito Santo, elas abriram mão de tudo por Cristo, foram mal vistos, odiados, humilhados, mas não se acovardaram. Deus era real pra eles, e por isso eles viam além. E que vergonha pensar que a gente muitas vezes não oferece nada a Cristo, oferece o resto do dia numa oração mais ou menos antes de dormir e às vezes abre mão dos princípios por quase nada.
E é estranho pensar que um dia (e eu creio que um dia não muito distante, para não dizer bem próximo) isso tudo vai se repetir, e ainda pior porque a Bíblia diz que se esse tempo não fosse abreviado, nenhuma carne se salvaria.
Mas olhando tudo aquilo eu creio que terrível mesmo nem é estar do lado de quem sofreu as torturas mais cruéis, mas estar no lugar de quem as cometeu. Que possamos nos preparar para estar sempre do lado certo, o lado de Cristo!
Tenho várias fotos horríveis de lá, mostrando os instrumentos de tortura, mas claro que não vou enviar isso para vocês. Estou enviando apenas a figura de um homem preso numa cela [foto], lendo a Bíblia tranquilo.
Esse mundo logo vai passar! Que Deus nos ajude a não esquecer que vivemos num grande conflito e que esse conflito está bem perto do seu final. Precisamos aproveitar esse tempo de "paz"!
Meu desejo pra vocês e pra mim é que a gente acorde, saia da apatia, que a gente sinta necessidade constante de orar, de estar com Jesus, que a gente leia a Bíblia todos os dias por mais que estejamos cansados e às vezes sem vontade, que a nossa prioridade seja Jesus! Que a gente repense nossas atitudes, se arrependa, peça perdão, volte atrás. Que nosso maior prazer seja andar com Cristo... Enfim, que sejamos cristãos de coração! Se você já vive assim, que Deus continue te abençoando ricamente.. mas se você é como eu, que vira e mexe se distrai no caminho, minha oração pra você e pra mim é que Deus nos ajude, nos acorde, nos transforme!Que Deus faça um milagre em nós!
Beijo grande,
Fiquem com Deus!
Milhares de vidas transformadas
(Pr. Rubens M. Scheffel)"A religião pura e sem mácula, para com o nosso Deus e Pai, é esta: visitar os órfãos e as viúvas nas suas tribulações e a si mesmo guardar-se incontaminado do mundo" (Tiago 1:27)
Milton Soldani Afonso nasceu pobre, em 12 de dezembro de 1921, mas se tornou um empresário de sucesso que lida com milhões de dólares. É o fundador da Golden Cross e proprietário da UNISA (Universidade de Santo Amaro), com mais de 20 mil alunos. Ele garante que, embora sua posição na vida tenha mudado muito, uma coisa que o dinheiro não mudou foi sua fé em Deus, a quem tudo deve.
Ele diz: “Quando comecei meus negócios, eu era um pobre coitado lá de Minas Gerais, e minha mãe trabalhava dia e noite para poder me mandar para o Colégio Adventista. Em 1936 (com 15 anos) eu ainda usava calças curtas. Nas férias tive que pedir dinheiro emprestado e também umas calças compridas para colportar na cidade de Bananal. Comecei a colportar ali e, em 15 dias, eu já estava com bastante dinheiro. Vim passar o restante das férias no Rio de Janeiro, e daí fiz um propósito: conforme eu fosse ganhando dinheiro, ajudaria outros jovens a estudar também. Houve um ano em que cheguei a ser campeão nacional de colportagem.”
Milton Afonso cumpriu esse propósito e ajudou cerca de 70 mil jovens a estudar. Houve uma época em que doava mais de dois milhões e meio de dólares por mês para custear os sete mil bolsistas da Golden Cross. Além disso, mantém vários orfanatos, e educa as crianças desamparadas “do berço à universidade”.
Um dia uma senhora foi com o marido fazer-lhe uma visita de agradecimento, e contou sua história: “Minha mãe era nortista, veio trabalhar no Rio, engravidou, e a patroa disse que ia mandá-la embora. Antes, porém, mandou-a comprar algo no supermercado. Como estava chorando muito, uma senhora idosa lhe perguntou: “Por que você está chorando?” “É porque vou me matar, pois estou grávida, a patroa vai me mandar embora, e eu não tenho para onde ir.” “Mas não faça isso”, disse a senhora. “Quando a criança nascer, pode dá-la para mim. Vou encontrar alguém que cuide dela e a eduque.” “Minha mãe fez isso, e aquela criança hoje sou eu, casada com um pastor.” Ela havia sido criada e educada num dos orfanatos mantidos pelo Dr. Milton Afonso.
Milhares de vidas foram transformadas porque um homem, cheio de gratidão a Deus, decidiu retribuir as bênçãos recebidas ajudando os menos favorecidos.
Fonte: MM 2010
REFLEXÃO: “Porque onde estiver o teu tesouro, aí estará também o teu coração”
(Mateus 6:21)
O batismo do meu pai
(adaptado do texto do Pr Amilton Menezes)“E esta é a confiança que temos nele, que se pedirmos alguma coisa segundo a sua vontade, ele nos ouve. e, se sabemos que nos ouve em tudo o que pedimos, sabemos que já alcançamos as coisas que lhe temos pedido” (I João 5:14-15)
Eu tinha uns 7 anos de idade quando meu pai foi embora. De casa e da igreja. Ficamos minha mãe e dois irmãos menores. Em casa e na igreja. Foi traumático para todos nós. Minha mãe e cada um dos filhos fomos impactados emocionalmente de diferentes maneiras. No meu caso, o mais velho dos meninos, o golpe foi extremamente duro. Enfiei-me dentro de um buraco de solidão, medo e, sobretudo, timidez. Ainda carrego alguns traços visíveis dessa sombra implacável que me persegue.
Meu pai afundou na lama do pecado. Perdeu os bens materiais e a promissora carreira financeira. Do outro lado, ficamos quase sem nada. Era remota a possibilidade de que um dia a história teria um final feliz. Os dias, meses e anos passaram inexoravelmente. Restavam a oração e a fé. Durante, praticamente, 40 anos!
Há 14 anos meu pai machucou as costas, numa queda. O médico disse que deveria ser operado na coluna. E foi. Da forma errada. Ficou paralítico da cintura para baixo. A dor e a reflexão sobre o que fizera e vivera até então o levaram à Bíblia. Livro esse que ele pediu-me após o acidente. Junto, uma promessa que eu pensei ser fruto apenas da situação difícil que estava enfrentando: “Um dia você será pastor ordenado e fará meu batismo”.
Os anos passaram. Leu, a partir daí, 12 vezes a Bíblia Sagrada. De capa a capa. Naquela primeira e em outra que, anos depois, a substituiu. Nesse último sábado, dia 4 de setembro, entreguei a terceira bíblia. Após o seu batismo.
Confesso que foi um momento aguardado com muita ansiedade e emoção. O sábado começou com chuva e frio, bem característicos do Rio Grande do Sul, nessa época do ano. A possibilidade do adiamento para as férias, no próximo verão, era a alternativa mais convidativa. O sol, porém, à tarde, mostrou seu brilho, diminuindo um pouco o frio, mas não a preocupação de batizar alguém – o próprio pai – dentro de um tanque com águas mornas, mas em cima de uma cadeira. Diferentemente do convencional.
“Você pregou o sermão da sua vida”, disse-me alguém, referindo-se a mensagem anterior ao batismo. Falei sobre o filho pródigo, de Lucas 15. Perdeu tudo e também afundou-se na lama do pecado. Dediquei parte da mensagem para falar do irmão mais velho do filho pródigo. Também perdido. Dentro de casa e dentro da igreja! E que recebe com indiferença e amargura o retorno do irmão pecador. Atitudes que, infelizmente, ainda permeiam os círculos cristãos, hoje em dia. Porém, não poderia deixar de falar do principal personagem da parábola, que, segundo minha ótica, é o pai amoroso de ambos os filhos perdidos. Da graça paterna que resgata, transforma e perdoa incondicionalmente!
Foram três os batizados naquela tarde. Meu pai e um primo, com problemas de visão e audição, e Rose, que vive com meu pai e cuida dele. Com a ajuda de um parente e de meu mano do meio, Carlos Roberto, meu pai foi colocado no tanque e, acomodado em uma cadeira, tive a alegria e a emoção única de batizá-lo.
Ali, e em todos os lugares onde conto minha história, tenho visto pessoas motivadas a continuarem perseverantes na oração por seus queridos. Nada é impossível, caro leitor. Ninguém vai tão longe que não possa ser alcançado (se quiser) pela graça maravilhosa de Deus. Acredite nisso! Nunca deixe de orar por seu filho, filha, pai, mãe, marido, esposa, familiar ou amigo. O Pai do Céu é o maior interessado em tê-los de volta. Do jeito dEle. Na hora dEle.
Fonte: Novo Tempo (Amilton Menezes)
Eu tinha uns 7 anos de idade quando meu pai foi embora. De casa e da igreja. Ficamos minha mãe e dois irmãos menores. Em casa e na igreja. Foi traumático para todos nós. Minha mãe e cada um dos filhos fomos impactados emocionalmente de diferentes maneiras. No meu caso, o mais velho dos meninos, o golpe foi extremamente duro. Enfiei-me dentro de um buraco de solidão, medo e, sobretudo, timidez. Ainda carrego alguns traços visíveis dessa sombra implacável que me persegue.
Meu pai afundou na lama do pecado. Perdeu os bens materiais e a promissora carreira financeira. Do outro lado, ficamos quase sem nada. Era remota a possibilidade de que um dia a história teria um final feliz. Os dias, meses e anos passaram inexoravelmente. Restavam a oração e a fé. Durante, praticamente, 40 anos!
Há 14 anos meu pai machucou as costas, numa queda. O médico disse que deveria ser operado na coluna. E foi. Da forma errada. Ficou paralítico da cintura para baixo. A dor e a reflexão sobre o que fizera e vivera até então o levaram à Bíblia. Livro esse que ele pediu-me após o acidente. Junto, uma promessa que eu pensei ser fruto apenas da situação difícil que estava enfrentando: “Um dia você será pastor ordenado e fará meu batismo”.
Os anos passaram. Leu, a partir daí, 12 vezes a Bíblia Sagrada. De capa a capa. Naquela primeira e em outra que, anos depois, a substituiu. Nesse último sábado, dia 4 de setembro, entreguei a terceira bíblia. Após o seu batismo.
Confesso que foi um momento aguardado com muita ansiedade e emoção. O sábado começou com chuva e frio, bem característicos do Rio Grande do Sul, nessa época do ano. A possibilidade do adiamento para as férias, no próximo verão, era a alternativa mais convidativa. O sol, porém, à tarde, mostrou seu brilho, diminuindo um pouco o frio, mas não a preocupação de batizar alguém – o próprio pai – dentro de um tanque com águas mornas, mas em cima de uma cadeira. Diferentemente do convencional.
“Você pregou o sermão da sua vida”, disse-me alguém, referindo-se a mensagem anterior ao batismo. Falei sobre o filho pródigo, de Lucas 15. Perdeu tudo e também afundou-se na lama do pecado. Dediquei parte da mensagem para falar do irmão mais velho do filho pródigo. Também perdido. Dentro de casa e dentro da igreja! E que recebe com indiferença e amargura o retorno do irmão pecador. Atitudes que, infelizmente, ainda permeiam os círculos cristãos, hoje em dia. Porém, não poderia deixar de falar do principal personagem da parábola, que, segundo minha ótica, é o pai amoroso de ambos os filhos perdidos. Da graça paterna que resgata, transforma e perdoa incondicionalmente!
Foram três os batizados naquela tarde. Meu pai e um primo, com problemas de visão e audição, e Rose, que vive com meu pai e cuida dele. Com a ajuda de um parente e de meu mano do meio, Carlos Roberto, meu pai foi colocado no tanque e, acomodado em uma cadeira, tive a alegria e a emoção única de batizá-lo.
Ali, e em todos os lugares onde conto minha história, tenho visto pessoas motivadas a continuarem perseverantes na oração por seus queridos. Nada é impossível, caro leitor. Ninguém vai tão longe que não possa ser alcançado (se quiser) pela graça maravilhosa de Deus. Acredite nisso! Nunca deixe de orar por seu filho, filha, pai, mãe, marido, esposa, familiar ou amigo. O Pai do Céu é o maior interessado em tê-los de volta. Do jeito dEle. Na hora dEle.
Fonte: Novo Tempo (Amilton Menezes)
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REFLEXÃO: “E disse-lhes: Ide por todo o mundo, e pregai o evangelho a toda criatura. Quem crer e for batizado será salvo; mas quem não crer será condenado” (Marcos 16:15-16)
A vida de Helen Ewan
(adaptado do texto de James A. Stewart)“Revestí-vos, pois, como eleitos de Deus, santos e amados, de coração compassivo, de benignidade, humildade, mansidão, longanimidade” (Colossenses 3:12)
Na época da minha conversão, uma moça de mais ou menos a minha idade se converteu também. Seu nome era Helen Ewan. Era apenas um palitinho de uma moça, mas logo no início de sua nova vida com Cristo, ela o coroou como Senhor absoluto e foi cheia do Espírito Santo.
Ela aceitou o convite do seu Senhor de “beber abundantemente”. As torrentes de água viva simplesmente começaram a fluir da vida de Helen.
Depois de sua conversão com a idade de quatorze anos, toda a personalidade de Helen ficou radiante com a glória do Senhor, embora tivesse uma vida tão comum. Cheguei a me questionar muitas vezes como ela conseguia suportar tanta glória no seu frágil vaso de barro.
Muitos testificavam que apenas seu sorriso, ou seu feliz “Bom dia, Deus te abençoe” trazia uma influência divina que permanecia neles durante o resto do dia.
Na sua oração, Helen era um exemplo tão grande a todos nós. Ela se levantava por volta das cinco da manhã para ter comunhão com seu senhor. Ela não acendia o fogo no quarto gelado, nem procurava se fazer confortável...por sentir que ficaria mais alerta no frio. E além disso, as pessoas por que orava...não tinham esse conforto.
Testemunhei em muitas noites geladas de inverno escocês a Helen abraçada com uma pobre prostituta embriagada, falando com ela de Jesus e de seu amor. Em outras ocasiões, falava com homens beberrões, procurando leva-los ao seu Salvador.
Desta forma, mais uma alma sobrecarregada com os cuidados desta vida, e encurvada com peso do pecado e do desespero era levada aos pés do Salvador. Isto também acontecia na Universidade, onde estudava, conduzindo muitos alunos a Jesus. Comenta-se que um grupo de estudantes não convertidos podiam estar rindo e contando piadas sujas, quando de repente alguém dizia: “ Psiu!Psiu! Lá vem ela! Fiquem quietos!” Ela passava por eles deixando, inconscientemente, o poder e o temor da presença de Deus atrás dela.
Helen carregava a fragrância de Cristo consigo, e manifestava o poder do Espírito. Seu corpo era um templo ambulante do Espírito Santo. Assim, aonde quer que fosse o poder de Deus se manifestava. Quando entrava em qualquer culto, imediatamente a atmosfera ficava carregada com o poder sobrenatural. Mesmo que se sentasse no último banco, todos sabiam que ela havia chegado por causa do tremendo senso da presença de Deus que se manifestava em nosso meio.
Amava a Deus e por isso tornou-se uma filha de Deus profundamente instruída. Seus pés estavam firmemente posicionados na rocha sólida das Escrituras Sagradas, ainda assim havia lugar para o humor puro e entusiasmo pela vida.
Preparava-se para o serviço missionário quando Deus, na sua sabedoria e amor, chamou-a para seu lar [descansou no Senhor] com a idade de vinte de dois anos. De repente adoeceu e com a mesma rapidez foi chamada para o Senhor. Toda a Escócia chorou. Em postos missionários longínquos lamentavam-se: "Ah, quem os sustentaria tão fielmente diante do Trono da Graça agora? Quem entraria na brecha para tomar seu lugar?"
Mesmo muitos anos depois, só mencionar o nome dela tinha um encanto; uma força irresistível que nos levava aos joelhos para clamar: “ Oh, Deus levanta outros como Helen Ewan. Oh Deus, faze ante de mim uma pessoa melhor para tua glória.”
REFLEXÃO: “E tudo quanto fizerdes por palavras ou por obras, fazei-o em nome do Senhor Jesus, dando por ele graças a Deus Pai” (Colossenses 3:17)
Fonte: Igreja Poá
O adeus de Ernie
(adaptado do texto de J. David Branon)"...porque eu sei em quem tenho crido, e estou certo de que é poderoso para guardar o meu depósito até àquele dia" (I Timóteo 1:12)
Certo colunista entrevistou Ernie Harwell no dia 30 de setembro de 2009, um dos homens mais queridos nos esportes americanos. Harwell passou mais de 50 anos como locutor de rádio, especialmente para uma equipe de basquete. A sua bondade, humildade e simpatia como locutor deixaram uma marca indelével em todos que o conheceram.
Ao ser entrevistado, Ernie tinha 91 anos e havia acabado de anunciar que tinha um câncer incurável. Contudo, enquanto Ernie falava, não queria que as pessoas sentissem pena dele. Ao invés disso, queria falar sobre a noite, em 1961, em que confiou em Jesus Cristo como Salvador. E, numa das últimas oportunidades que este famoso locutor teria para falar publicamente, ele concluiu: “Não sei quanto tempo ainda me resta… [mas] eu posso ter certeza… em quais braços me encontrarei, e que coisa maravilhosa será o céu”.
Ernie aguardava algo especial! Ele sabia que Deus tinha lhe preparado um glorioso lar eterno portanto, podia encarar a morte e louvar a Deus. Essa é a sua confiança? Você sabia [que naquele dia] Ele estará te aguardando de braços abertos para levá-lo ao seu novo lar? No final, é isso o que realmente importa. Se você ainda não confiou sua vida ao Mestre, faça como Ernie, se coloque nos braços do Salvador Jesus!
REFLEXÕES: "Na casa de meu Pai há muitas moradas; se não fosse assim, eu vo-lo teria dito; vou preparar-vos lugar e, se eu for e vos preparar lugar, virei outra vez, e vos tomarei para mim mesmo, para que onde eu estiver estejais vós também" (João 14:2-3)
"Porque para mim o viver é Cristo, e o morrer é lucro mas, se o viver na carne resultar para mim em fruto do meu trabalho, não sei então o que hei de escolher. Mas de ambos os lados estou em aperto, tendo desejo de partir e estar com Cristo, porque isto é ainda muito melhor" (Filipenses 1:21-23)
Um grande missionário - Willian Carey
“Mas Cristo é como Filho sobre a casa de Deus; a qual casa somos nós, se tão-somente conservarmos firmes até o fim a nossa confiança e a glória da esperança” (Hebreus 3:6)Introdução
Filho de Edmundo e Elizabeth Carey, William Carey nasceu em uma humilde cabana em Agosto de 1761, na pequena vila de Paulerspury, em Northamptonshire, na Inglaterra. Em Piddington, aos 14 anos, William aprendeu a arte de sapateiro.
Apesar de nascer em um lar anglicano, sua primeira identificação com a fé genuína, foi através de seu companheiro de trabalho, John Warr, filho de um desertor da Igreja Estatal. Em 1779, aos 18 anos, nasceu de novo, quando ainda estava identificado com a igreja oficial da Inglaterra, e uniu-se a uma pequena igreja batista. Logo começou a se preparar para pregar. Saturou-se de conhecimentos tornando-se poliglota, dominando o latim, grego, hebraico, italiano, francês e holandês, além de diversas ciências. Assim, aos poucos, entendeu que o mundo era bem maior do que as Ilhas Britânicas e sentiu, como todo o crente verdadeiro deve sentir, a perdição de uma humanidade sem um Salvador.
Em Junho de 1781, casou-se com a jovem Dorothy Placket, da qual teve cinco filhos. No ano de 1775, foi atingido pelo avivamento trazido pelas mensagens de John Wesley e George Whitefield. Apesar de ter sido batizado quando criança, William Carey sentiu a necessidade de confessar sua fé publicamente. Sendo assim, foi batizado nas águas no dia 5 de Outubro de 1783, pelo pastor John Ryland. Em 1787, foi consagrado e começou a pregar sobre a necessidade missionária no mundo, e não só na Inglaterra. Como os membros de sua congregação eram pobres, Carey teve por necessidade continuar trabalhando para ganhar o seu sustento
Seus Primeiros Desafios
Na sua pequena oficina pendurou um mapa mundial feito pelas suas próprias mãos. Neste mapa, ele incluíra todas as informações disponíveis: população, flora, fauna, características dos indígenas, etc. Enquanto trabalhava, olhava para ele, orava, sonhava e agia! Foi assim que sentiu mais e mais a chamada de Deus em sua vida. A denominação que Carey pertencia achava-se em grande decadência espiritual. Quando quis introduzir o assunto de missões numa sessão de ministros, foi repreendido pelo veneravél presidente John Ryland, que lhe disse: "Jovem assente-se. Quando Deus resolver converter os pagãos, fa-lo-á sem a sua e a minha ajuda." Mas Carey continuou a sua propaganda pró-missões estrangeiras, e tomando Isaías 54.2 como texto, pregava sobre o tema: "Esperai grandes coisas de Deus; praticai proezas para Deus."
Sua Chamada
O resultado foi que um grupo de doze pastores batistas, reunidos na casa da Ir. Wallis, formaram a Sociedade Missionária Batista, no dia 2 de Outubro de 1792. Carey se ofereceu para ser o primeiro missionário. Através do testemunho do Dr. Thomas, um missionário e médico que trabalhou por vários anos em Bengali, na Índia, William Carey recebeu confirmação de sua chamada no dia 10 de Janeiro de 1793
Apesar de Carey ter certeza de sua chamada, sua esposa recusou deixar a Inglaterra. Isto muito doeu em seu coração. Foi decidido, no entanto, que seu filho mais velho, Felix, o acompanharia à India. Além deste fator, outro problema que parecia insolúvel, era a proibição de qualquer missionário na Índia. Sob tais circunstâncias era inútil pedir licença para entrar, mas mesmo assim, conseguiram embarcar sem o documento no dia 4 de Abril de 1793. Ao esperar na ilha de Wight por outro navio que os levaria à Índia, o comandante recusou levá-los sem a permissão necessária. Com lágrimas nos olhos e o coração apertado, William Carey, viu o navio partir e ele ficar. Sua jornada missionária para Índia parecia terminar ali. Porém, Deus tinha todas as coisas sobre controle.
Ao regressar à Londres, a sociedade missionária conseguiu granjear dinheiro e comprar as passagens em um navio dinamarquês. Uma vez mais, Carey rogou à sua esposa que o acompanhasse. Ela ainda persestia na recusa e ao despedir-se pela segunda vez disse: "Se eu possuisse o mundo inteiro, daria alegremente tudo pelo privilégio de levar-te e os nossos filhos comigo; mas o sentido do meu dever sobrepuja todas as outras considerações. Não posso voltar para trás sem incorrer em culpa a minha alma."
Ao se preparar para partir, um dos amigos que iria viajar com Carey, Dr. Thomas, voltou e conversou com Dorothy, esposa de William Carey, e milagrosamente ela decidiu acompanhá-lo. Que alegria não foi para ele ver sua esposa e filhos com as malas prontas a lhe acompanhar. Agora ele compreendia a razão de não ter viajado no primeiro navio.
Sua Partida Para Índia
Deus comoveu o coração do comandante do navio que permitiu a toda família viajar sem pagar as passagens. Finalmente, no dia 13 de Junho de 1793, a bordo do navio Kron Princesa Maria, William Carey deixou a Inglaterra e nunca mais voltou, partindo para a Índia com sua família, onde, em condições dificílimas e de oposição, trabalhou durante 41 anos. Durante sua viagem, aprendeu suficiente o Bengali, e ao desembarcar, já comunicava com o povo.
William Carey não foi dotado de inteligência superior e nem de qualquer dom que deslumbrasse os homens. Entretanto, em seu caráter de persistir, com espírito indômito e inconquistável, até completar tudo quanto inciava, é que vemos o segredo do maravilhoso êxito da sua vida. Apesar de não haver recebido educação em sua mocidade, Carey chegou a ser um dos homens mais eruditos do mundo, no que diz respeito à lingua sânscrito e a outras línguas orientais. Suas gramáticas e dicionários são usados ainda hoje.
Suas Conquistas
Dois missionários se juntaram à William Carey em 1799, William Ward e Joshua Marshman. Juntos eles fundaram 26 igrejas, 126 escolas com 10.000 alunos, traduziram as Escrituras em 44 línguas, produziram gramáticas e dicionários, organizaram a primeira missão médica na Índia, seminários, escola para meninas, e o jornal na língua Bengali. Além disso, William Carey foi responsável pela erradicação do costume "suttee", o qual queimava a viúva juntamente com o corpo do defunto numa fogueira; vários experimentos agriculturais; fundação da Sociedade de Agricultura e Horticultura na Índia em 1820; primeira imprensa, fábrica de papel e motor à vapor na Índia; e a tradução da Bíblia em Sânscrito, Bengali, Marati, Telegu e nos idiomas dos Siques. Em 1800, William Carey fez o batismo do primeiro hindu convertido ao Evangelho.
Calcula-se que William Carey traduziu a Bíblia para a terça parte dos habitantes do mundo. Alguns missionários, em 1855, ao apresentarem o Evangelho no Afeganistão, acharam que a única versão que esse povo entendia era o Pushtoo, feita em Sarampore por Carey.
Durante mais de trinta anos, William Carey foi professor de línguas orientais no Colégio de Fort Williams. Fundou, também, o Serampore College para ensinar os obreiros. Sob a sua direção, o colégio prosperou, preenchendo um grande vácuo na evangelização do país. Os seus esforços, inspiraram a fundação de outras missões, dentre elas: a Associação Missionária de Londres, em 1795; a Associação Missionária da Holanda, em 1797; a Associação Missionária Americana, em 1810; e a União Missionária Batista Americana, em 1814.
Sua Família
Com Dorothy teve 7 crianças (5 meninos e 2 meninas). Em 1807 sua esposa Dorothy morre de insanidade. No ano seguinte casa-se com Charlotte Rumohr . Charlotte morre em 1921. Em 1822, então com 61 anos, casa-se pela terceira vez com Grace Hughes.
O Adeus da Índia
Na manhã de 9 de Junho de 1834, a Índia disse adeus ao grande Pai das Missões, e os Céus disseram bem-vindo a um servo fiel! Carey morreu com 73 anos, respeitado por todo o mundo, como o pai de um grande movimento missionário. Quando chegou à Índia, os ingleses negaram-lhe permissão para desembarcar. Ao morrer, porém, o governo mandou içar as bandeiras a meia haste em honra de um herói que fizera mais para a Índia do que todos os generais britânicos. Grande foi a contribuição de William Carey para o Reino de Deus, e grande será o seu galardão.
Bibliografia:
Livros: > E até aos confins da Terra: uma história ilustrada do cristianismo – volume 9: A era dos novos horizontes, de Justo L. Gonzalez. > O Rasto de Sangue, de J M Carrol
Fonte: Missões e Adoração
REFLEXÃO: “Pois nós, que vivemos, estamos sempre entregues à morte por amor de Jesus, para que também a vida de Jesus se manifeste em nossa carne mortal. De modo que em nós opera a morte, mas em vós a vida” (II Coríntios 4:11-12)
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