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A Paz de Deus

"A paz de Deus que excede todo o entendimento, guardará o coração e a mente de vocês em Cristo Jesus." (Filipenses 4:7)

Quando Paulo escreveu para os crentes na cidade de Filipos, não estava numa cadeira de praia de um resort no Mar Mediterrâneo. Não estava numa rede num amplo alpendre, desfrutando a brisa. Estava na prisão, lugar escuro, úmido, limitado. Ele poderia ter sido tentado a pensar que, depois de 20 anos seguindo a Jesus, não merecia aquilo. Mas, com confiança e alegria, escreveu para os filipenses: “A paz de Deus guardará o coração de vocês. Quanto a mim, não se preocupem.”

A paz que Deus oferece não é uma paz livre de pressões e dificuldades. Ela independe das coisas externas.

Há alguns anos, Charles Roberts IV, motorista de um caminhão distribuidor de leite, invadiu a pequena escola de uma comunidade Amish, no Estado da Pensilvânia. Com violência descontrolada, assassinou dez meninas e depois se matou. O crime surpreendeu a muitos, mas surpresa maior aconteceu poucos dias depois. Repórteres que acompanhavam o que havia acontecido presenciaram algo inusitado.

Os Amish se reuniram, oraram juntos, choraram juntos. Os repórteres ficaram surpresos porque orador após orador falava de perdão para o homem que havia atirado nas crianças. A princípio, eles duvidavam de que isso fosse verdade e não entendiam o que estavam testemunhando. Havia só uma explicação: eles haviam testemunhado a “paz que excede todo o entendimento”.

O mundo procura a paz por meio de meditação, ioga ou uso de roupas brancas. Também a procura nos suplementos alimentares, colchões e travesseiros especiais, velas aromáticas, música meditativa da Nova Era, e até por meio da compra de tudo o que se queira. Mesmo assim, não encontra a paz.

A paz que o mundo oferece é a paz do escape. É a paz que se consegue com a falta de comprometimento, ao fugirmos dos problemas ou nos recusarmos a enfrentar os desafios.

A paz de Deus é paz completa. Temos do nosso lado o Príncipe da Paz. Ele nos guardará da ansiedade, da dúvida e da preocupação. “Deixo-lhes a paz; a Minha paz lhes dou. Não a dou como o mundo a dá. Não se perturbe o seu coração, nem tenham medo” (Jo 14:27).

“Tu, Senhor, guardarás em perfeita paz aquele cujo propósito está firme, porque em Ti confia” (Is 26:3).

Fonte: MD 2011


Paz

(adaptado da Meditação Matinal de EGW 06/03/10)

"Não andeis ansiosos de coisa alguma; em tudo, porém, sejam conhecidas, diante de Deus, as vossas petições, pela oração e pela súplica, com ações de graça. E a paz de Deus, que excede todo o entendimento, guardará o vosso coração e a vossa mente em Cristo Jesus" (Filipenses 4:6 e 7)

O Redentor do mundo procurou levar ao coração dos entristecidos discípulos o mais forte consolo. Mas, dentre um vasto campo de assuntos, Ele escolheu o tema do Espírito Santo, que devia inspirar e confortar-lhes o coração. E no entanto, embora Cristo tenha dado tanta importância a este assunto a respeito do Espírito Santo, quão pouca é a ênfase que ele recebe nas igrejas! O nome e a presença do Espírito Santo são quase desconhecidos, se bem que a influência divina seja essencial na obra de aperfeiçoar o caráter cristão.

Alguns não estão em paz ou tranqüilos; encontram-se num estado de constante impaciência, e permitem que o impulso e a paixão lhes governem o coração. Não sabem o que significa experimentar paz e descanso em Cristo. Assemelham-se a um navio sem âncora, impelido e agitado pelo vento. Mas aqueles cujo espírito é controlado pelo Espírito Santo andam em humildade e mansidão; pois trabalham segundo os métodos de Cristo, e serão mantidos em perfeita paz, ao passo que aqueles que não são controlados pelo Espírito Santo assemelham-se ao mar agitado.

O Senhor nos deu um guia divino pelo qual podemos conhecer Sua vontade. Os que são egocêntricos e auto-suficientes não sentem sua necessidade de examinar a Bíblia, e ficam grandemente perturbados se os outros não têm as mesmas idéias defeituosas e não vêem as coisas do mesmo modo distorcido que eles. Aquele, porém, que é guiado pelo Espírito Santo lançou sua âncora além do véu, aonde Jesus entrou por nós. Ele examina as Escrituras com toda a diligência, buscando luz e conhecimento que o guiem em meio às perplexidades e aos perigos que espreitam seu caminho a cada passo. Os que são inquietos, queixosos, murmuradores, lêem a Bíblia com a finalidade de defender sua maneira de agir, e desprezam ou deturpam os conselhos de Deus. Aquele que tem paz colocou sua vontade ao lado da vontade de Deus, e almeja seguir a orientação divina. Signs of the Times, 14 de agosto de 1893.

REFLEXÃO: “Apega-te, pois, a Deus, e tem paz, e assim te sobrevirá o bem” (Jó 22:21)

"Eu voltarei...





Ilustração - Journeys with the Messiah

Hoje o mundo comemora o início de um novo ciclo, "muito dinheiro no bolso, saúde para dar e vender" é o refrão preferido dos que vivem "intensamente" esta data.

Em outras palavras: esperança. Esperança de dias melhores, sejam quais forem os parâmetros estabelecidos pelos conceitos ideológicos ou filosóficos seguidos pelos indivíduos que campeiam por esta terra, no fundo todos estão em busca de algum tipo esperança.

No entanto, os dias em que vivemos demonstram, cada vez mais, que este mundo caído só tem uma esperança: JESUS CRISTO. Os sinais da Sua volta se multiplicam e se algo há para ser comemorado nesta data, é o fato de que falta menos um ano para este grandioso evento.

Mais do que contar anos, deveriámos contar os segundos para a volta do nosso Senhor, porque ele é fiel e prometeu: "Voltarei". Não deixe que nada, nem ninguém, retire do seu coração a esperança, a única que realmente importa, de ver Jesus voltando em glória e majestade nas nuvens do céu.

Viva hoje, intensamente, a mesma esperança do Apóstolo Paulo: "...nós, os que ficarmos vivos, seremos arrebatados..."

Ora, vem Senhor Jesus!

Fonte - Diário da Profecia


Porque não bebo Bebida Alcóolica

(adaptado do texto de Tom Shepherd*)

"Ai dos que se levantam cedo para embebedar-se, e se esquentam com o vinho até à noite!" (Isaías 5:11) - NVI

De tempos em tempos, a imprensa popular divulga que uma taça de vinho diariamente ajuda na prevenção de doenças. Para muitas pessoas, isso confirma a crença comum de que a Bíblia aprova o uso moderado de bebidas alcoólicas. Não entendem por que os adventistitas do sétimo dia são totalmente contra o seu uso. Escrevo para explicar o porquê, tanto da perspectiva bíblica como da saúde.

O Vinho e a Cerveja no Antigo Testamento
Vários termos hebraicos e gregos que se referem ao vinho e à cerveja são usados nas Escrituras. Fazem-se comentários, tanto positivos como negativos, sobre essas bebidas. Grande parte das referências sobre o vinho no Gênesis fala sobre eventos negativos – Noé fica bêbado em Gênesis 9, as duas filhas de Ló praticam incesto com seu pai após embriagá-lo com vinho (Gn 19) e Jacó engana Isaque com comida e vinho (Gn 27). Entretanto, podem-se encontrar referências como a de Números 18:12: “Todo o melhor do azeite, do mosto e dos cereais, as suas primícias que derem ao Senhor, dei-as a ti.” Geralmente os comentários positivos sobre o vinho referem-se à abundância dos alimentos produzidos na Palestina – óleo de oliva, grãos e vinho (Dt 7:13; Jr 31:12).

Mesmo assim, os comentários negativos persistem: “O vinho é escarnecedor, e a bebida forte, alvoroçadora; todo aquele que por eles é vencido não é sábio” (Pv 20:1). Provérbios 23:29-35 descreve as desgraças causadas pelo alcoolismo.

O Que Dizer de Jesus em Relação ao Vinho?
Alguns podem responder que isso é aplicável apenas nos casos de abuso do álcool. Jesus não produziu uma abundância de vinho no casamento de Caná?(João 2). Realmente, Ele fez cerca de 600 litros de vinho (do grego oinos) para a festa. Entretanto, como muitas referências positivas sobre o vinho no Antigo Testamento, a referência a oinos está num contexto em que descreve um evento festivo em que a abundância de comida e bebida é o ponto alto dessa alegre ocasião. Além disso, note que as palavras do mestre-sala soam como um provérbio: “Todos costumam pôr primeiro o bom vinho e, quando já beberam fartamente, servem o inferior.” E continua falando: “Tu, porém, guardaste o bom vinho até agora.”1

Esse “dito popular” é visto por muitos como um comentário astuto de alguém sob o efeito entorpecente do álcool. Quando as pessoas começam a beber, têm condições de perceber a qualidade do vinho. Porém, após ficarem bêbadas, tudo parece igual; assim, para que gastar o bom vinho com quem já está bêbado?2

Entretanto, omitem o elemento-chave do texto e interpretam erroneamente o significado da comida e da bebida num ambiente festivo. O elemento-chave ignorado é o fato de que o mestre-sala da festa ainda podia perceber a diferença entre o bom vinho e o inferior. Obviamente, ele não estava bêbado e era também óbvio que havia bebido o vinho servido anteriormente, de modo que percebeu a diferença. O significado de comida e bebida numa festa é que a abundância fazia parte da alegria. Intimamente ligado a isso, estava a tradicional e profunda ênfase na hospitalidade. Em tal cenário de normas sociais, servir o “bom vinho” aos convidados no início da festa seria uma forma de honrá-los.

Conduta cristã
Somos chamados para ser um povo piedoso, que pensa, sente e age de acordo com os princípios do Céu. Para que o Espírito recrie em nós o caráter de nosso Senhor, só nos envolvemos naquelas coisas que produzem em nossa vida pureza, saúde e alegria semelhantes às de Cristo. Isso significa que nossas diversões e entretenimentos devem corresponder aos mais altos padrões do gosto e beleza cristãos. Embora reconheçamos diferenças culturais, nosso vestuário deve ser simples, modesto e de bom gosto, apropriado àqueles cuja verdadeira beleza não consiste no adorno exterior, mas no ornamento imperecível de um espírito manso e tranquilo. Significa também que, sendo o nosso corpo o templo do Espírito Santo, devemos cuidar dele inteligentemente. Junto com adequado exercício e repouso, devemos adotar a alimentação mais saudável possível e abster-nos dos alimentos imundos identificados nas Escrituras. Visto que as bebidas alcoólicas, o fumo e o uso irresponsável de medicamentos e narcóticos são prejudiciais ao nosso corpo, também devemos abster-nos dessas coisas. Em vez disso, devemos empenhar-nos em tudo que submeta nossos pensamentos e nosso corpo à disciplina de Cristo, o qual deseja nossa integridade, alegria e bem-estar. (Rm 12:1, 2; 1Jo 2:6; Ef 5:1-21; Fl 4:8; 2Co 10:5; 6:14–7:1; 1Pe 3:1-4; 1Co 6:19, 20; 10:31; Lv 11:1-47; 3Jo 2.)Além disso, há ocasiões na literatura grega onde oinos é claramente de natureza não alcoólica, sendo razoável crer que, nesse contexto, esse foi exatamente o tipo de bebida providenciado por Jesus.3

Abstinência é um Imperativo Moral?
Alguns podem admitir que, após essa explicação, pode-se apoiar o valor de uma vida sem bebidas alcoólicas. Mas isso é um imperativo moral? Várias linhas de evidências sugerem que sim. Primeiro, as estatísticas da Organização Mundial da Saúde (OMS) mostram as pesadas perdas provocadas pelo álcool.4 Elas representam cerca de 1,8 milhões de mortes, por ano, em todo o mundo (3,2% do total de mortes) e 58,3 milhões de anos de vida, incluindo incapacidades (4,0 por cento do total).

O álcool é responsável também, em todo o mundo, por 20 a 30% das mortes por câncer de esôfago, câncer de fígado, cirrose hepática, homicídio, epilepsia e acidentes automobilísticos. Seu consumo está aumentando nos países em desenvolvimento, com quase nenhuma infra-estrutura para prevenção e tratamento dos problemas associados aos efeitos do álcool. Se não for por outra razão, além da preocupação que devemos ter com o nosso semelhante, temos a responsabilidade de pregar e ensinar total abstinência do álcool.

Estar Prontos para o Retorno de Jesus
Há uma razão ainda mais importante que apoia a total abstinência. É o breve retorno de Jesus Cristo! O Novo Testamento está repleto de advertências para permanecermos sóbrios à luz do breve retorno do Senhor (Lc 21:34-36; 1Pe 1:13). A esse conceito dou o nome de temperança escatológica. Em contraste, o álcool adormece a mente! Seu uso conflita com as instruções de Jesus para permanecermos alerta todo o tempo.

Às vezes, as pessoas perguntam se esse ou aquele mandamento ainda se aplica a nós hoje. Com frequência, questionam se ainda é válido. Raramente consideram a possibilidade de que alguns mandamentos podem ser aplicados muito mais a nossos dias do que ao passado. Creio que é o caso da abstinência do álcool. No antigo mundo mediterrâneo, as bebidas alcoólicas já existiam, mas não eram disponíveis em abundância para a maioria do povo. Além disso, seu teor alcoólico não era maior que 10 a 15%, no caso do vinho (apenas 4 a 6% na cerveja), e o vinho, geralmente, era diluído em até três partes de água para uso normal.5 A situação é completamente diferente no mundo de hoje, no qual o álcool é muito mais facilmente acessível e em concentrações muito mais altas nas bebidas destiladas (comumente 40 a 60%). As estatísticas da OMS mostram uma triste história de desgraças causadas pelo álcool e como sua sombra está se espalhando ao redor do globo.

Sou um adventista do sétimo dia e aguardo a vinda de Jesus! À luz desse grande evento, creio que devo manter minha mente e corpo prontos e alerta para agir o tempo todo. Creio que tenho a responsabilidade de ajudar meu próximo a se preparar para o retorno do nosso Senhor e que um estilo de vida saudável é coerente com as Escrituras e um dever do cristão. É por isso que não uso bebida alcoólica.

1)- João 2:10.
2)- O verbo grego é methusko, que significa “ficar bêbado” ou “beber à vontade”.
3)- Veja Aristóteles, Meteorologica 384.a.4-5 e 388.b.9-13 para o uso genérico do termo oinos.
4)- Estatísticas do Web site da Organização Mundial de Saúde, www.who.int/substance_abuse/facts/alcohol/en/index.html.
5)- “Vinho sem mistura” de Apocalipse 14:10 seria o vinho sem a adição de água. Na dramática advertência de Apocalipse 14, a ira de Deus é revelada, sem misturar-se à misericórdia. Para referências sobre a diluição do vinho, veja David E. Aune, Revelation 6-16, Word Biblical Commentary, vol. 52b (Nashville: Thomas Nelson, 1998), p. 833.

REFLEXÃO: "Como é feliz o homem constante no temor do Senhor! Mas quem endurece o coração cairá na desgraça" (Provérbios 28:14) - NVI

*Tom Shepherd, Ph.D., Dr. P.H., é professor de interpretação do Novo Testamento no Seminário Teológico Adventista do Sétimo Dia na Universidade Andrews.

Fonte: Adventist World - Outubro/2009

Natal

(adaptado do texto de Amiltom de Menezes e Leandro)

“O VERBO SE FEZ CARNE, E HABITOU ENTRE NÓS” (João 1: 14)

Natal - Palavra originária do latim "natalis" que significa nascimento ou dia de aniversário, do nascimento. Para o mundo cristão, é o dia do nascimento de Cristo. É o feriado mais importante da cristandade.

Mas nasceu Jesus de fato no dia 25 de dezembro?
Não existe nenhuma informação na Bíblia sobre a data do nascimento de Jesus. Mesmo em fontes históricas insuspeitas, não há elementos suficientes para que se possa fixar o dia e o mês do nascimento de Cristo.

John Davis declarou que a data de 25 de dezembro para o nascimento de Cristo começou no Séc. IV, sem autoridade que a justificasse.
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O manual bíblico de Halley confirma o que John Davis afirmou, e diz ainda mais: 'No oriente, era o dia 06 de janeiro. O fato de se agasalharem os pastores com o seu rebanho ao ar livre da primavera ao outono, e não no inverno, sugere que Jesus não podia nascer nesta estação fria".
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A Enciclopédia Britânica diz ser inviável a data de 25 de dezembro para o nascimento de Jesus, e também afirma: "As igrejas orientais fixaram-se no dia 6 de janeiro e acusaram os ocidentais por celebrarem o natal no dia 25 de dezembro, mas no fim do 4º século, o dia 25 de dezembro também foi adotado no Oriente."
Alguns estudiosos da Palestina são unânimes em afirmar que o nascimento de Cristo não podia ter sido em 25 de dezembro, pelo fato dos pastores estarem pernoitando no campo com seus rebanhos. Para eles, o nascimento de Cristo foi no mês de abril ou em outubro.

Ainda que o dia exato seja por nós ignorado, a realidade do Seu nascimento é um fato histórico de profunda significação para nós. Não importa a data, importa apenas que Ele se fez carne e habitou entre nós.
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Por quê, então, esta data foi escolhida para a comemoração do natal?
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A Enciclopédia Britânica, ao falar do nascimento de Jesus, declara: "em 354, nas igrejas Ocidentais, incluindo a de Roma, celebrava-se o natal em 25 de dezembro, era uma data erroneamente dada como o solstício do inverno, em que os dias começam a aumentar, data da festa central do mitraísmo, o 'natalis invieti solis' ou "aniversário do sol invencível".
Ao se afastar de Deus, o homem cria os seus próprios cultos, e destes, o que mais se destacou entre os pagãos, foi o culto ao deus do sol, por ser a fonte suprema de energia e o causador da fecundidade. Os nomes históricos revelam esta idolatria ao sol. Por exemplo: Faraó significa "Sol", Belsazar = Príncipe de Bel. Sol; Nabucodonosor = o sol protege minha coroa.

A história confirma que o imperador Constantino, o ano 313 d.C. adotou o cristianismo como sua religião, esse fato levou os dirigentes da igreja a racionalizarem; tornou-se uma boa política que se transformasse as festas mais populares dos pagãos em festas cristãs.
Entre os romanos, o Carnaval era de 17 a 24 de dezembro, e o dia religioso para eles, era o culto ao deus Sol. Por isto, os cristãos da época associaram Cristo como o "Sol da Justiça", a "Luz do mundo", para que fosse lembrado o Seu nascimento no dia do culto pagão ao Deus Sol. Por tudo isso posto, foi escolhido a data de 25 de dezembro para o Natal.

É pecado então comemorar o Natal?

Quanto a celebrar ou não o Natal, as opiniões se dividem. Algumas pessoas cristãs acham que pode, outras acham que não pode.

Não é pecado - ou mesmo um erro - utilizar a data de 25 de Dezembro para comemorar o nascimento de Cristo. A palavra de Deus dá-me respaldo para dizer isto, pois nunca foi contra o celebrar algo. Explico: Como vimos acima Jesus não nasceu no dia 25 de Dezembro, isto é um fato inegável. Mas supormos que seja errado utilizar esta data para comemorar o nascimento do Mestre, para falar do seu amor e salvação (este deve ser o motivo principal de usarmos a data) talvez seja um pouco de extremismo de nossa parte. Digo isto porque no dia 25 de Dez. é o momento em que os corações se tornam mais sensíveis a ouvir acerca de Jesus, pois o espírito de natal contagia a todos; por isto, temos de aproveitar esta oportunidade.
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A fim de aproveitar as oportunidades, o apóstolo Paulo adaptava-se ao modo de pensar das pessoas a fim de ganha-los para Cristo (não a um modo de pensar pecaminoso). (Leia atentamente 1 Co 9:19-23); podemos fazer o mesmo.
Se usarmos corretamente este dia, se não nos afastarmos da essência da celebração do mesmo (falar de Jesus e Sua salvação), não estaremos errando.

Não celebrar o natal apenas pelo fato de ter-se originado com os povos pagãos não é um argumento muito convincente. Veja bem, os pagãos contribuíram grandemente para que surgisse a escrita. Se avaliarmos por este prisma, então teríamos de admitir que não deveríamos também escrever.

O utilizar uma data não é uma questão moral, que afete nossa espiritualidade e relacionamento com Deus. Se o fosse, o caso seria diferente.

Que mal existe em presentear os nossos queridos, demonstrando a eles o quanto são especiais para nós? Podemos fazer isto sem esquecer dos pobres que necessitam de nós.

Jamais devemos nos esquecer que a essência da religião é servir. Comemorar o natal é uma grande oportunidade de colocarmos em prática um pouco mais a essência da religião de Cristo: AJUDAR AOS NECESSITADOS E LEVAR-LHES O EVANGELHO.

REFLEXÃO: "Para Deus, o Pai, a religião pura e verdadeira é esta: ajudar os órfãos e as viúvas nas suas aflições e não se manchar com as coisas más deste mundo" (Tiago 1:27)

O presente real: Jesus

(adaptado do texto de autor desconhecido)

“Regozijai-vos sempre no Senhor; outra vez digo, regozijai- vos” (Filipenses 4:4)

Quantos esforços são feitos nesta época do Natal para alegrar com presentes os que são chegados! Não se poupa tempo ou dinheiro neste intúito. A satisfação de quem recebe um presente com gratidão e o utiliza reflete-se naquele que o presenteou.

Mas como são pequenos e fúteis todos os esforços humanos e as experiências com nossos presentes, quando avaliamos a grandiosidade e a profundidade do presente singular e incomparável que Deus, em Seu amor ilimitado, deu a nós seres humanos no Natal: "Aquele que não poupou a seu próprio Filho, antes, por todos nós o entregou..." (Rm 8.32).

O Filho de Deus foi entregue para morrer em nosso lugar e com sua morte expiou a culpa do nosso pecado, abrindo novamente o caminho para Deus, dando-nos a vida eterna! Por isso Paulo prossegue em Romanos 8.32, exclamando com alegria: "... porventura não nos dará graciosamente com ele todas as coisas?" Este é realmente um presente de rei, um presente que nos foi dado quando Jesus tornou-se homem, sem o qual estaríamos perdidos. Jesus "se entregou a si mesmo pelos nossos pecados, para nos desarraigar deste mundo perverso, segundo a vontade de nosso Deus e Pai" (Gl 1.4).

Os nossos presentes terrenos sempre são apenas símbolos do nosso apreço por alguém. Mas Deus, ao contrário, deu-se a Si mesmo "integralmente". Ele realmente investiu tudo para a nossa salvação. Como procedemos com o Seu presente? Estamos sempre conscientes da ilimitada grandeza do Seu sacrifício? Temos também consciência do ilimitado esforço que Deus fez em favor de nós pecadores? Além disso, como aceitamos o Seu presente? Se temos que agradecer quando recebemos presentes das pessoas que nos querem bem, quanto mais devemos agradecer e valorizar esse presente de Deus! E também devemos usufruir desse presente em toda a sua plenitude.

Mas isso somente acontece quando estamos dispostos a entregar a Deus tudo aquilo que gostaríamos de guardar para nós mesmos. Não são as coisas exteriores as que realmente importam, o que devemos entregar ao Senhor é o mais íntimo do nosso ser, aquilo que consideramos nossa vida particular, que não gostamos de expor a mais ninguém. O que está em jogo é o meu coração. Sobre meu coração, que eu gostaria de ver reservado só para mim, Deus coloca a Sua mão e diz: "Dá-me, filho meu [ou filha minha], o teu coração" (Pv 23.26).

Deus quer o meu coração, pois justamente nele Jesus deseja ser o único e absoluto Senhor e Mestre, e essa é ao mesmo tempo a condição imprescindível para que Ele realmente possa dar-me tudo em Jesus Cristo.

A festa do Natal deveria sempre recordar de maneira viva essa profunda verdade de que Jesus é o maior presente de Deus para nós, e não qualquer outro tipo de presente que esta terra possa vir a nos oferecer. Essa festa também serve como um referencial de como nos preocupamos a respeito de como procedemos em relação a tal presente. Você já aceitou essa dádiva com gratidão ardente e entregou a Ele o seu coração? Ele nasceu há mais de 2000 anos, mas tudo isto só terá sentido se Ele nascer no seu coração e ali habitar por todos os dias da sua vida!

REFLEXÃO: "Porque Deus amou o mundo de tal maneira que deu o seu Filho unigênito, para que todo aquele que nele crê não pereça, mas tenha a vida eterna" (João 3:16)



Paz em Cristo

(por Marcio)

"... E ele será chamado Maravilhoso Conselheiro, Deus Poderoso, Pai Eterno, PRÍNCIPE DA PAZ" (Isaías 9:6) - NVI

Ontem (12/12), pouco antes do fechamento da programação que a igreja oferecia, a responsável me convocou para dirigir a última mensagem e fazer a oração final. Para minha surpresa, como você pode perceber, fui surpreendido com esta informação já perto do encerramento.

Como só pelo poder de Deus podemos fazer qualquer coisa, seja ela qual for, recorri automaticamente à Fonte de todo o poder e em poucos momentos me deparei com o texto acima que tem toda a conexão com aquEle que mais do que nunca é lembrado nesta época de natal.

Através deste texto, fui incentivado a falar da PAZ. E não da paz que o mundo vende, com suas camisetas brancas cheias de slogans de "Feliz 2010"; nem sobre a paz mentirosa e cínica que as nações pregam em meio a tanta impiedade, crueldade, injustiças e guerras; muito menos do "Nobel da Paz", dado este ano ao presidente da maior nação do mundo, que por acaso é também a nação que mais vende armas no mundo... quanta utopia! Mas fui incentivado a falar sobre a paz que a Palavra nos oferece. Neste contexto, gostaria de deixar registrado aqui o que li no livro de Isaías 11, nos versiculos seis ao nove e algumas reflexões que vem do texto:

"E morará o lobo com o cordeiro, e o leopardo com o cabrito se deitará, e o bezerro, e o filho de leão e o animal cevado andarão juntos, e um menino pequeno os guiará. A vaca e a ursa pastarão juntas, seus filhos se deitarão juntos, e o leão comerá palha como o boi. E brincará a criança de peito sobre a toca da áspide, e a desmamada colocará a sua mão na cova do basilisco. Não se fará mal nem dano algum em todo o meu santo monte, porque a terra se encherá do conhecimento do SENHOR, como as águas cobrem o mar".

Você consegue imaginar um lugar com corações mais cheios de paz do que este? Onde animais silvestres, transformados pela lei do amor, vivem lado a lado com seres humanos? Um lugar onde não há mais derramamento de sangue, nenhuma espécie de dor, muito menos de morte. Um lugar onde aquele que hoje é conhecido como o "rei da selva", jamais será novamente carnívoro e muito menos temido entre os outros animais, e toda espécie de inimizade entre as criaturas de Deus serão desconhecidas.

O Santo Monte do Senhor será regido pela retidão. Os homens não terão mais interesse em se envolver em qualquer espécie de atrito. Sentimentos egoístas, interesses próprios, jamais virão à tona novamente. Dor, lágrimas, discussões, brigas, assaltos, assassinatos, estupros, drogas, guerras, não terão mais seu lugar; não mais existirão. O único interesse dos filhos de Deus será viver para a Sua glória, em santidade, com total alegria, contentamento e felicidade, obedecendo seus mandamentos e compartilhando a Sua natureza. Justamente por que aquEle que é Santo estará presente em todos os momentos, santificando, pacificando tudo ao seu redor.

Somente pela presença dEle, o Príncipe da paz, um lugar e ou as pessoas que o compõe podem estar em paz. É por isso que este mundo jamais terá o que almeja, se é que almeja, pelo menos não na sua plenitude, porque é impossível alcançar a paz sem aquEle que é a própria paz, afinal de contas, "o mundo jaz no malígno" (I João 4:19). Veja, não podemos encontrar a paz em nós mesmos, muito menos em algum lugar. Podemos tramar mecanismos em busca dela, mas também não a encontraremos, porque a paz não é algo, alguma coisa que se pode apalpar, mas a PAZ É ALGUÉM, e este alguém é Cristo!

Por isso amigo, você quer encontrar a paz, mesmo aqui nesta terra maldosa e impiedosa? Você quer sentir paz mesmo nestes momentos de injustiça e de perversidade que a sociedade sofre? Você tem tentado encontrá-la por meios de condomínios fechados, sistemas de segurança, portões automáticos, seguros, posses e riquezas mas também não a encontrou?

Creia: Uma profecia dizia que Ele viria a este mundo no tempo determinado há dois mil anos para fazer tudo o que Ele fez, inclusive morrer. Outras profecias dizem que Ele em BREVE tornará a vir, não mais como um bebê, mas como Rei dos reis e Senhor dos senhores, com todos os Seus anjos, com toda a Sua glória e com todo o Seu poder. Reunirá os Seus escolhidos e os levará para viver para sempre na Sua presença para viverem em paz com Ele.

Tenha fé, não duvide sequer por um segundo, a "Paz" neste instante lhe estende a mão e sussura em seus ouvidos: "Eu quero lhe dar a paz que o mundo não pode lhe dar; Eu quero lhe dar aquele sentimento de tranquilidade mesmo em meio aos problemas desta terra; Eu quero estar com você hoje, no próximo ano e por toda a eternidade... creia somente, abra seu coração, deixe-Me entrar e viva em paz!"

REFLEXÃO: “Apega-te, pois, a Deus, e tem paz, e assim te sobrevirá o bem” (Jó 22:21)

O nascer do sol com Jesus

(adaptado do texto de Shirley C Iheanacho)

"Sua grande fidelidade é nova cada manhã, refrescante como o orvalho e certa como o nascer do sol" (Lamentações 3:23)

Ocorreu novamente hoje de manhã, enquanto fazíamos nossa caminhada bem cedinho. Meu esposo e eu estávamos para fazer uma curva quando nossos olhos captaram o lampejo de um majestoso nascer do sol. Impressionados, paramos para contemplar novamente as obras de Deus que iluminavam o céu, introduzindo o milagre de um dia novinho em folha. Mais um dia pelo qual sermos agradecidos, um dia para contemplar a bondade de Deus e as bênçãos abundantes que com tanta freqüência consideramos automáticas. Um cântico que muito tempo atrás costumávamos entoar me veio à mente de imediato. "Por belezas naturais, pelo azul do lindo céu, por encantos imortais, ó Senhor, ao trono Teu se erguerá, e com fervor, nossa voz em Teu louvor."

Continuamos a caminhada, mas o belo quadro permaneceu comigo e comecei a cantarolar a melodia: "Bem de manhã, sereno surge o dia; já aves mil entoam seu louvor. Luz vem encher o mundo de alegria. Bem de manhã, contigo estou, Senhor."

Quão abençoados somos por podermos apreciar o nascer do sol! Ouvir as aves trinando seus tons musicais; poder caminhar a passos rápidos e apreciar a brisa matutina. Elevar uma oração em favor da minha maravilhosa família, do meu local de trabalho, da igreja mundial e dos habitantes e líderes de nossa nação. Meu coração transborda de alegria e contentamento por essas magníficas dádivas que me fazem lembrar da fidelidade de Deus para conosco, cada manhã.

Ao refletir sobre a beleza daquela esplêndida alvorada, minha mente imagina o grande amanhecer que ocorrerá em breve, quando nosso amado Jesus, acompanhado por Suas hostes angélicas, incendiará os céus e todo olho O verá. Que dia de regozijo será aquele! Não mais haverá tristeza, doença, pranto, dor; não haverá mais médicos ou hospitais, contas para pagar, angústia de alma e espírito, e não mais a morte – somente a manhã eterna com Jesus. Quero contemplá-Lo face a face naquele grande e glorioso dia.

E você? Até lá, sejamos fiéis.

REFLEXÃO: "Porque Eu, o Senhor, não mudo... " (Malaquias 3:6)
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