Fonte: Amazing Facts
Adoração no Livro do Apocalipse - Comentários
Lição 13 – 17 a 23 de setembro de 2011(Comentários do irmão César Pagani)
VERSO EM DESTAQUE: “Cantavam um novo cântico diante do trono e diante das quatro criaturas viventes e dos anciãos; e ninguém podia aprender aquele cântico, senão os cento e quarenta e quatro mil que foram comprados da terra.” (Ap 14:3 – Trad. Brasileira)
As mensagens divinas de advertência são sempre enviadas em tempo e ocasião oportunos. Misericordioso e compassivo como é, Deus aprecia dar bastante tempo para que as pessoas recebam a luz e se convertam à verdade.
A ordem do primeiro anjo clama à população mundial (cerca de sete bilhões de pessoas hoje) que temam a Deus e lhe deem glória. Em outras palavras: “Reverenciem [tratem com todo o respeito devido; prestem culto”] a Deus e tributem-Lhe glória [do gr. Didomi, que tem como sentido também “dar-se a alguém, segui-lo como um líder ou mestre].
Há algum tempo tive conhecimento de que algumas celebridades não acreditam na existência de Deus. Isso não é novidade! Filósofos, cientistas, homens de saber, estadistas e mesmo milhões de pessoas não aceitam a existência do Criador e Soberano Deus. Os perversos é que dizem que não há Deus (Sl 10:4). Também os insensatos o fazem (Sl 53:1). Para justificar sua libertinagem, corrupção, depravação e pecados, é melhor que não haja no Céu um Deus Justo e Julgador. Mas no dia final de acerto de contas, que vão dizer os ateus, os apóstatas, os famosos do mundo dos espetáculos e dos esportes, da política e dos negócios?
O pior é que mesmo protegidos pelas paredes de um templo, muitos entendem que devem viver a vida a seu gosto, estando isentos de qualquer responsabilidade moral. Lei dos Dez Mandamentos? Para que serve?
A Associação de Ateus e Agnósticos lançou uma campanha internacional em Londres no ano de 2009, que se estendeu pelos EUA e Espanha e, entre outras ações, fixa cartazes em meios de transporte público com imagens como a de Charles Chaplin e Adolf Hitler, e frases como “Religião não define caráter”. Em outro cartaz, a frase é: “A fé não dá respostas. Ela só impede perguntas”. No Brasil, além de Salvador baiana (com cinco ônibus com cartazes) também foi exibida em Porto Alegre (em dez ônibus), por um mês.
Há um chocante declínio da religião cristã mesmo em igrejas protestantes e católicas. As formalidades ou a manipulação emocional e campanhas de arrecadação substituem a vera pregação do evangelho de Cristo.
Em meio ao caos das religiões e do mundo, Deus apela para que os homens venham a Ele, que está disposto a salvar todos os que se aproximarem.
O Apocalipse é um livro glorioso. “No Apocalipse são pintadas as coisas profundas de Deus. O próprio nome dado às suas inspiradas páginas, ‘revelação’, contradiz a afirmação de que é um livro selado. Uma revelação é alguma coisa que foi revelada. O próprio Senhor revelou a Seu servo os mistérios contidos neste livro, e propõe que seja aberto ao estudo de todos. Suas verdades são dirigidas aos que vivem nos últimos dias da história da Terra, como o foram aos que viviam nos dias de João. Algumas das cenas descritas nesta profecia estão no passado e algumas estão agora tendo lugar; algumas apresentam-nos o fim do grande conflito entre os poderes das trevas e o Príncipe do Céu e algumas revelam os triunfos e o regozijo dos remidos na Terra renovada.
“No Apocalipse todos os livros da Bíblia se encontram e se cumprem. Ali está o complemento do livro de Daniel. Um é uma profecia; o outro uma revelação. O livro que foi selado não é o Apocalipse, mas a porção da profecia de Daniel relativa aos últimos dias. O anjo ordenou: ‘E tu, Daniel, fecha estas palavras e sela este livro, até ao fim do tempo. ’ Dn 12:4.” AA, 584, 585.
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A Arte de Falar
O estribilho do hino 415 do HPD diz: “Palavra não foi feita para dividir ninguém, palavra é uma ponte onde o amor vai e vem”. Eis aí um tema sempre oportuno que merece nossa constante reflexão e cuidado. Este é também o assunto do 8º mandamento: “Não dirás falso testemunho contra o teu próximo” (Êxodo 20.16). É da vontade de Deus que a convivência entre as pessoas seja sempre boa, justa e agradável. Para que isto se torne realidade, necessariamente, há de se cuidar com o uso da palavra.
Muitas vezes nós somos chamados a dar um testemunho a respeito de alguém. Isto acontece em todas as áreas de nossas vidas, seja familiar, profissional ou social, seja num tribunal, seja numa conversa informal. E nós precisamos saber que aquilo que falamos interfere na vida do nosso próximo e pode, em muitos casos, até decidir sobre o seu futuro. Por isso a exigência fundamental é não dar um falso testemunho, isto é, não dizer mentira. Infelizmente muitas vezes pessoas prestam um falso testemunho com a intenção de ferir, diminuir, destruir, difamar alguém. E isso é diabólico. Aliás, a expressão “diabo” significa: difamador, caluniador.
Nossa palavra pode ser usada para a verdade ou para a mentira. Pode produzir vida ou destruição. Nossa palavra pode destruir pessoas, basta um boato. Quando emitimos uma opinião pouco lisonjeira sobre alguém, produzimos uma má influência sobre quem a ouve.
Certamente já lhe aconteceu de ter sido influenciado negativamente a respeito de alguém, por uma palavra que você ouviu. E você também pode ter influenciado alguém com algo que você disse. Existe uma expressão terrível: “não quero falar mal, não, mas....”.
Creio que todos nós concordamos que mentir é uma desgraça. Creio que concor-damos que a má palavra fere, destrói, mata. A mentira dói muito. E aquele/a que espalha mentira enfrentará um processo duro diante de Deus, porque fez alguém viver com uma dor incurável.
Mas a verdade também tem os seus limites. Também ela pode ser usada com a intenção de prejudicar e destruir alguém, depende de quando e como é usada. Todos nós temos coisas que gostaríamos de esquecer. Alguma vez pisamos na bola, erramos, fizemos o que não era correto. Sim, a nossa imperfeição nos faz cometer erros. E um comentário, mesmo que seja sobre uma verdade, dito de forma irrefletidamente, ou por maldade, pode causar um prejuízo enorme e uma grande dor. Tão diabólico como a mentira é a franqueza irresponsável ou maldosa. Tem gente que diz, com orgulho: “eu digo as coisas na lata”, “eu sou muito franco”, “a verdade tem que ser dita” , e não se importa se isso machuca alguém.
Além do mais, a verdade é sempre relativa e existe a possibilidade real de não ser bem assim como estou enxergando. Podem existir circunstâncias, fatos e momentos em que alguém pode ser levado a agir desta ou daquela forma.
Pode acontecer que alguém enfrente dificuldades e pressões tão grandes que condicionam o seu agir. Lembro-me de já ter sido chamado de orgulhoso e arrogante por não cumprimentar alguém por quem passei na rua. Mas quem chegou a esta conclusão não se preocupou se eu tinha lá os meus problemas; se poderia estar com o pensamento longe; ou se simplesmente não vi. E se nós abrimos essa reflexão para todas as áreas de nossas vidas, vamos constatar que o momento interfere decisivamente no nosso comportamento.
Por isso, a explicação que Lutero faz do 8º mandamento é muito importante. Ele diz que precisamos interpretar tudo da melhor maneira possível. Acho que este é o caminho. Antes de emitir um conceito, dar uma opinião, fazer um julgamento, é preciso tentar compreender a pessoa. É fundamental considerar que muitas coisas poderiam condicionar para aquela atitude. É importante não ser rápido nos julgamentos. E, acima de tudo, evitar qualquer palavra que possa diminuir, denegrir, destruir alguém, ainda que com aparência de verdade.
Jesus Cristo é a verdade (Jo 14.6). E se Jesus é a verdade, então o seu ensino conduz à verdade. E o critério para se lidar com a verdade é o AMOR que Jesus en-inou. O critério da nossa palavra é o AMOR. A mentira, o falso testemunho, a intenção de ferir é absoluta falta de amor. Assim como a verdade sem amor é diabólica.
Aprendamos de Jesus a amar o nosso próximo, defender-lhe o nome, segurá-lo pela mão, erguê-lo quando cair, perdoar e aceitar. Que a nossa palavra seja uma ponte onde o AMOR vai e vem. Que a nossa palavra seja filtrada pelo amor. Que seja assim!
Muitas vezes nós somos chamados a dar um testemunho a respeito de alguém. Isto acontece em todas as áreas de nossas vidas, seja familiar, profissional ou social, seja num tribunal, seja numa conversa informal. E nós precisamos saber que aquilo que falamos interfere na vida do nosso próximo e pode, em muitos casos, até decidir sobre o seu futuro. Por isso a exigência fundamental é não dar um falso testemunho, isto é, não dizer mentira. Infelizmente muitas vezes pessoas prestam um falso testemunho com a intenção de ferir, diminuir, destruir, difamar alguém. E isso é diabólico. Aliás, a expressão “diabo” significa: difamador, caluniador.
Nossa palavra pode ser usada para a verdade ou para a mentira. Pode produzir vida ou destruição. Nossa palavra pode destruir pessoas, basta um boato. Quando emitimos uma opinião pouco lisonjeira sobre alguém, produzimos uma má influência sobre quem a ouve.
Certamente já lhe aconteceu de ter sido influenciado negativamente a respeito de alguém, por uma palavra que você ouviu. E você também pode ter influenciado alguém com algo que você disse. Existe uma expressão terrível: “não quero falar mal, não, mas....”.
Creio que todos nós concordamos que mentir é uma desgraça. Creio que concor-damos que a má palavra fere, destrói, mata. A mentira dói muito. E aquele/a que espalha mentira enfrentará um processo duro diante de Deus, porque fez alguém viver com uma dor incurável.
Mas a verdade também tem os seus limites. Também ela pode ser usada com a intenção de prejudicar e destruir alguém, depende de quando e como é usada. Todos nós temos coisas que gostaríamos de esquecer. Alguma vez pisamos na bola, erramos, fizemos o que não era correto. Sim, a nossa imperfeição nos faz cometer erros. E um comentário, mesmo que seja sobre uma verdade, dito de forma irrefletidamente, ou por maldade, pode causar um prejuízo enorme e uma grande dor. Tão diabólico como a mentira é a franqueza irresponsável ou maldosa. Tem gente que diz, com orgulho: “eu digo as coisas na lata”, “eu sou muito franco”, “a verdade tem que ser dita” , e não se importa se isso machuca alguém.
Além do mais, a verdade é sempre relativa e existe a possibilidade real de não ser bem assim como estou enxergando. Podem existir circunstâncias, fatos e momentos em que alguém pode ser levado a agir desta ou daquela forma.
Pode acontecer que alguém enfrente dificuldades e pressões tão grandes que condicionam o seu agir. Lembro-me de já ter sido chamado de orgulhoso e arrogante por não cumprimentar alguém por quem passei na rua. Mas quem chegou a esta conclusão não se preocupou se eu tinha lá os meus problemas; se poderia estar com o pensamento longe; ou se simplesmente não vi. E se nós abrimos essa reflexão para todas as áreas de nossas vidas, vamos constatar que o momento interfere decisivamente no nosso comportamento.
Por isso, a explicação que Lutero faz do 8º mandamento é muito importante. Ele diz que precisamos interpretar tudo da melhor maneira possível. Acho que este é o caminho. Antes de emitir um conceito, dar uma opinião, fazer um julgamento, é preciso tentar compreender a pessoa. É fundamental considerar que muitas coisas poderiam condicionar para aquela atitude. É importante não ser rápido nos julgamentos. E, acima de tudo, evitar qualquer palavra que possa diminuir, denegrir, destruir alguém, ainda que com aparência de verdade.
Jesus Cristo é a verdade (Jo 14.6). E se Jesus é a verdade, então o seu ensino conduz à verdade. E o critério para se lidar com a verdade é o AMOR que Jesus en-inou. O critério da nossa palavra é o AMOR. A mentira, o falso testemunho, a intenção de ferir é absoluta falta de amor. Assim como a verdade sem amor é diabólica.
Aprendamos de Jesus a amar o nosso próximo, defender-lhe o nome, segurá-lo pela mão, erguê-lo quando cair, perdoar e aceitar. Que a nossa palavra seja uma ponte onde o AMOR vai e vem. Que a nossa palavra seja filtrada pelo amor. Que seja assim!
Vale a pena viver sem Deus?
VIDA SEM DEUS
CENA 1
CENA 2
CENA 3
CENA 4
CENA 5
CENA 6
CENA 7
CENA 8
CENA 9
CENA 10
CENA 11
CENA 12
CENA 13
CENA 14
CENA 15
CENA 16
CENA 17
VIDA COM DEUS
CENA 20
CENA 21
REFLEXÃO: "Respondeu-lhe Jesus: Eu sou o caminho, e a verdade e a vida; ninguém vem ao Pai senão por mim." (João 14.6)
RESSURREIÇÃO - "O Sepulcro Aberto"
A semente morre para brotar com vida nova. É-nos assim ensinada a lição da ressurreição. Todos quantos amam a Deus ressurgirão para a vida, e viverão de novo pelos séculos sem fim da Terra prometida.
Na cidade de Hanover, Alemanha, havia um túmulo conhecido como o "sepulcro aberto". Era o lugar de repouso de pessoa preeminente que morrera fazia mais de um século. Essa sepultura foi coberta com grandes lajes de pedra, sobrepostas por um bloco de mármore. De acordo com o costume do tempo, foram gravadas na base as palavras: "Essa sepultura comprada para a eternidade, jamais deve ser aberta." Naturalmente, todos esperavam que o sepulcro permanecesse imperturbado. Os judeus, também, confiavam em que a sepultura de Cristo estivesse bem segurada pelo selo romano e pela guarda, e no entanto um anjo, revestido de poder, removeu a pedra e Jesus ressurgiu. Assim com aquele sepulcro de Hanover: Aconteceu que uma semente de bétula caiu num interstício, entre as pedras maciças. Logo a sementinha soltou um tenro broto, e uma pequenina raiz [pequena fenda] encontrou caminho entre as pesadas pedras. Lenta e imperceptivelmente, mas com poder irresistível, a jovem bétula cresceu, até que as suas raízes fenderam o túmulo tão bem seguro, não deixando nenhuma de suas pedras na posição em que fora colocada. Que ilustração, muda mas vívida, DAQUELA PROMESSA DE QUE, SEM MUITO TARDAR, TODAS AS SEPULTURAS SE ABRIRÃO, e os que dormem se erguerão de seus lentos poentos!
Reflexão: "Em verdade, em verdade vos digo: Se o grão de trigo, caindo na terra, não morrer, fica ele só; mas se morrer, produz muito fruto." (João 12:24)
Fonte: Estudos Bíblicos - CPB
A santificação e o cuidado com o corpo
Temos percebido que nos últimos anos, digo desde a década de 30 quando surgiram as redes de fast food, mesmo de forma discreta no seu início, houve uma mudança nas principais causas de morte. Na década de 30 a principal causa de morte era por doenças infectocontagiosas. Hoje as doenças que mais ceifam a vida da população são as doenças crônicas não transmissíveis, ou seja, as doenças adquiridas por um estilo de vida inadequado, longe das orientações deixadas por Deus em Sua Palavra, a Bíblia.
Encontramos na Bíblia, em Gênesis 1:29, a seguinte descrição: E disse Deus: Eis que vos tenho dado toda erva que dê semente, que está sobre a face de toda a terra; e toda a árvore, em que há fruto que dê semente, ser-vos-á para mantimento.
Uma alimentação vegetariana, que depois recebeu um incremento das verduras, em Gênesis 3:18: Espinhos, e cardos também, te produzirá; e comerás a erva do campo. Antes do pecado o homem não ficava doente, após escolher desobedecer a Deus a doença começou a fazer parte da vida deste casal. A permissão para comer verdura veio como demonstração do amor de Deus para com Adão e Eva. Hoje, quando ficamos doentes, corremos para a farmácia, isso é um grande erro, deveríamos correr para a horta.
Quando as pessoas compreenderem a fisiologia em seu mais verdadeiro sentido, as receitas de drogas serão muito menores, até que finalmente as drogas sejam abandonadas. O médico que pratica a medicação por drogas, mostra que não compreende a delicada maquinaria do organismo humano. Está introduzindo no organismo uma semente que jamais perderá suas propriedades destruidoras, ao longo de toda a vida. Digo-vos isto porque não me atrevo a calar-me. Cristo pagou muitíssimo pela redenção do homem para que o corpo deste seja assim tão cruelmente tratado como tem sido pela medicação com drogas. (Medicina e Salvação, 229)
Nós nos desviamos da orientação divina e ainda perguntamos o motivo do nosso sofrimento. A resposta mais uma vez é encontrada na Bíblia, em Êxodo 15:26: E disse: Se ouvires atento a voz do SENHOR teu Deus, e fizeres o que é reto diante de seus olhos, e inclinares os teus ouvidos aos seus mandamentos, e guardares todos os seus estatutos, nenhuma das enfermidades porei sobre ti, que pus sobre o Egito; porque eu sou o SENHOR que te sara.
Deus está desejoso de curar seus filhos e filhas das suas enfermidades físicas, psíquicas e espirituais. Quando será que vamos nos render ao seu amor e permitir ser moldados pelo Espírito Santo, abrindo mão de fazer o que gostamos para fazer o que é do agrado divino?
Devemos compreender que quando falamos de cura estamos falando de reavivamento e reforma, só assim Deus poderá agir sobre nossa vida. Lembremo-nos que Deus fala aos nossos ouvidos mas para compreedermos é preciso ter uma mente clara. No livro Conselho Sobre o Regime Alimentar, 182, encontramos a seguinte citação de Ellen White: Muitos comem a toda hora, a despeito das leis da saúde. Depois, a mente fica obscurecida. Como podem os homens ser honrados com a iluminação divina, quando são tão descuidados em seus hábitos, tão desatenciosos para com a luz que Deus tem dado com relação a estas coisas? Irmãos, não é tempo de vos converterdes quanto a essas condescendências egoístas? Não abrimos mão de fazer o que gostamos e muitas vezes acreditamos mais na ciência do que nas orientações dadas por Deus.
Reavivamento e reforma é algo necessário para os que esperam fazer parte dos remanescentes, aqueles que estarão vivos na ocasião da volta de Cristo. Um dia que está mais perto do que podemos imaginar. Que Deus nos ajude a aprender a ouvir a sua voz pois ele já nos conhece e vai adiante delas, e as ovelhas o seguem, porque conhecem a sua voz. Mas de modo nenhum seguirão o estranho, antes fugirão dele, porque não conhecem a voz dos estranhos.
Como podemos reconher e ter certeza que a voz que ouvimos é do nosso Salvador e Redentor? Somente quando tivermos a mente clara. No livro Caminho a Cristo, 110, lemos: Quando se abre a Palavra de Deus sem reverência nem oração; quando os pensamentos e as afeições não se concentram em Deus, ou não se acham em harmonia com Sua vontade, a mente fica obscurecida por dúvidas.
O cérebro é o centro da razão e é com ele que louvamos e bendizemos o nome do Senhor Jesus. Que nossas escolhas sejam para glorificar Seu Santo nome (1Co. 10:31) e que nosso culto seja racional como a Bíblia nos diz (Rm. 12:1).
Fonte: Reavivamente e Reforma
Atentados contra a Liberdade
O dia 11 de setembro é uma data que será sempre lembrada pelo povo dos Estados Unidos como o dia dos atentados contra as Torres Gêmeas em Nova York. Foi um atentado não somente contra civis inocentes, mas contra a própria liberdade.
11 de Setembro é também um dia de triste lembrança em outro país. Em 11 de Setembro de 1973, Augusto Pinochet liderou um golpe militar no Chile que impôs 17 anos de ditadura àquele país vizinho nosso.
De acordo com relatos oficiais, mais de 3 mil pessoas morreram ou desapareceram durante a ditadura de Pinochet. Um dos primeiros a perder sua vida foi o próprio Presidente deposto, Salvador Allende.
Allende, político socialista, fora eleito em votação democrática no Chile três anos antes. Ele preferiu morrer em meio aos ataques do golpe militar, a se entregar. Ele se alojou no palácio conhecido como “La Moneda” e lá morreu num ataque impiedoso àquele local que simbolizava o governo democrático do Chile.
Segundo relatos, Allende tinha o hábito de entrar e sair do palácio por uma porta lateral na Rua Morand, número 80. Não era a rampa oficial, nem um portão enfeitado e dourado. Era uma porta simples, que dava para uma rua comum.
Era a porta por onde Allende entrava e saía, não como presidente, mas, como cidadão qualquer, sem cerimônia – um chileno comum. Essa era a porta que Allende preferia.
Num ato cheio de significado, depois que o cadáver de Allende foi retirado pela porta da Rua Morand, o ditador Pinochet mandou lacrar aquela porta. Era uma tentativa de sufocar qualquer memória do regime democrático e da liberdade Chilena.
Com seus soldados, canhões e serviço secreto, o ditador Pinochet manteve aquela porta fechada. Ele também manteve o povo do Chile preso e oprimido com sua mão de ferro. Cidadãos comuns foram presos e torturados. Outros desapareceram para nunca serem vistos pelos seus queridos. Todos que sofreram assim eram culpados da única falha de desejar e buscar a liberdade.
Por quase trinta anos a porta da Rua Morand, número 80, permaneceu lacrada. Ninguém abriu. Ninguém passou por ela. Mesmo depois que a ditadura de Pinochet acabou, as sombras de seu poder e o medo da sua influência continuaram a manter a porta da Rua Morand lacrada.
Mas, numa Quinta feira, 11 de setembro de 2003, a porta da Rua Morand, 80, foi reaberta. Apesar de demorar 30 anos, a porta que simbolizava a liberdade de um país finalmente foi reaberta. E por ela passou o presidente do Chile, Ricardo Lagos, num ato carregado de sentido que dizia para o povo do Chile – “estamos livres novamente.”
Livres da ditadura, livres da opressão, livres para escolher quem vai nos governar, livres para ir e vir.
A liberdade é uma das qualidades mais preciosas para o ser humano.
Revoluções e revoltas. As mais sangrentas batalhas e guerras da humanidade foram travadas para conquistar ou garantir a liberdade.
Uma das poucas coisas pelas quais o ser humano é capaz de lutar e dar a sua vida é conquistar ou defender sua liberdade.
Cerca de 1940 anos antes da reabertura da porta na Rua Morand em Santiago, Chile, outra porta foi reaberta.
Foi também um ato cheio de significado. Foi também um evento marcado pelo derramamento de sangue.
Naquele local havia também uma porta fechada e lacrada. Naquela ocasião houve a preocupação de enterrar para sempre as esperanças de um povo.
Naquele dia também, parecia que a liberdade havia acabado. Parecia que o inimigo ganhara a batalha final.
Mas, não era assim.
E a resposta não demorou trinta anos Apenas três dias.
Esses três dias pareciam talvez como anos para o pequeno bando de seguidores.
Para aqueles que viram seu líder brutalmente assassinado e enterrado, parecia que não havia mais chance, nem de sonhar.
Mas, naquele primeiro dia da semana, as duas mulheres que foram ao túmulo cuidar do corpo de seu querido líder viram o lacre do túmulo quebrado, a porta aberta e encontraram um anjo poderoso, brilhando como um raio de sol, protegendo a porta aberta.
Mateus 28:1-8 (NVI) Depois do sábado, tendo começado o primeiro dia da semana, Maria Madalena e a outra Maria foram ver o sepulcro. E eis que sobreveio um grande terremoto, pois um anjo do Senhor desceu dos céus e, chegando ao sepulcro, rolou a pedra da entrada e assentou-se sobre ela. Sua aparência era como um relâmpago, e suas vestes eram brancas como a neve. Os guardas tremeram de medo e ficaram como mortos. O anjo disse às mulheres: “Não tenham medo! Sei que vocês estão procurando Jesus, que foi crucificado. Ele não está aqui; ressuscitou, como tinha dito. Venham ver o lugar onde ele jazia. Vão depressa e digam aos discípulos dele: Ele ressuscitou dentre os mortos e está indo adiante de vocês para a Galiléia. Lá vocês o verão.”
Se a reabertura da porta da Rua Morand simbolizou liberdade para o povo Chileno, muito mais a reabertura do túmulo de Jesus significa liberdade para o povo de Deus.
Liberdade do medo da morte. Liberdade da condenação eterna. Libertação das correntes do pecado. Livramento da opressão do inimigo que quer nos destruir.
A liberdade é talvez o presente mais precioso que Cristo nos deu. E é também um dos mais perigosos.
A liberdade traz responsabilidade e conseqüências.
A liberdade pode ser uma ponte para uma vida melhor. Ou pode ser uma ladeira escorregadia para a destruição.
Se Augusto Pinochet, ou outro igualmente autoritário e dominador, quisesse se candidatar a presidente do Chile hoje, ele poderia.
E, se o povo Chileno esquecer as lições do passado e resolver escolher outro líder como Pinochet, eles têm essa liberdade. E eles sofrerão as conseqüências das suas escolhas.
Você já percebeu como a liberdade é ligada ao conhecimento?
Sem conhecimento você não está livre para usar um computador. Sem conhecimento você não conhecerá a liberdade de dirigir um carro. Sem conhecimento o trabalhador vive escravizado, o analfabeto permanece na ignorância, e o ditador continua mandando no povo, que não sabe que ele pode ser derrotado.
Mas, com conhecimento vem liberdade. Ninguém sabia disso melhor do que Jesus.
João 8:31-32 Disse, pois, Jesus aos judeus que haviam crido nele: Se vós permanecerdes na minha palavra, sois verdadeiramente meus discípulos; e conhecereis a verdade, e a verdade vos libertará.
“Conhecereis a verdade e a verdade vos libertará.”
Com conhecimento vem liberdade.
Com conhecimento que vem para nós por meio da Bíblia, nós estamos livres para escolher ser livres para a eternidade.
Com o conhecimento que obtivemos por meio de pregações e aulas na igreja, podemos alcançar a verdadeira liberdade.
Liberdade do pecado. Liberdade da condenação eterna. Liberdade para escolher viver no céu pela eternidade.
E liberdade para decidir o que fazer com este conhecimento.
Você está livre para ignorar as aulas e pregações, para desprezar material didático que a igreja e os irmãos fornecem e nunca mais olhar.
Você pode escolher o esquecimento. Você pode se dedicar ao conhecimento doutras áreas da vida – contabilidade, computação, cursos de inglês, etc. ...
Ou, você pode escolher fazer algo com esta liberdade que recebeu. Você pode decidir não deixar esse tesouro cair no esquecimento.
Você pode decidir compartilhar aquilo que recebeu com outros. Você pode escolher encorajar outras pessoas a mudarem de vida como a sua foi mudada.
Você pode decidir seguir adiante com seus estudos na Bíblia. Você pode aumentar e aprofundar seu conhecimento da Palavra de Deus. Você pode chamar outras pessoas a conhecerem também o verdadeiro caminho da liberdade.
As decisões, as opções são suas. Mas, eu quero lhe encorajar – faça bom uso da liberdade que você recebeu. Aproveite bem o conhecimento que Deus lhe deu.
Aproveite bem, porque há tantas outras pessoas lá fora cambaleando nas trevas da ignorância, presas pelas correntes do engano, acorrentados pela escravidão do pecado.
Você foi agraciado com o conhecimento que traz liberdade. Aproveite bem este conhecimento e esta liberdade.
Jesus valorizou tanto o conhecimento porque ele sabia do poder libertador que traz.
Ele sabia que, uma vez que um povo soubesse como se libertar das correntes do pecado, da condenação eterna, do medo da morte, esse povo estaria livre para sempre.
Foi por isso que Jesus enfatizou tanto o ensino. Porém, para você continuar livre, você tem que agir.
João 8:31-32
Se vós permanecerdes na minha palavra, sois verdadeiramente meus discípulos; e conhecereis a verdade, e a verdade vos libertará.
Qual a condição fundamental para continuar na liberdade em Cristo? Você tem que permanecer na Palavra de Jesus. Você tem que praticar, viver aquilo que você aprendeu.
Faça isso. Compartilhe o que você aprendeu com outros. Viva os ensinamentos de Jesus no seu dia a dia. Chame outras pessoas a seguirem a Jesus também.
Fazendo isso você será um verdadeiro discípulo de Jesus, permanecerá livre da escravidão do pecado e ajudará outros a se tornarem livres para a eternidade.
Tudo isso é nosso pela porta que Jesus abriu. Vamos passar por ela e nunca olhar para trás.
Fonte: Iluminalma
Comer mal deliberadamente é pecado?
Debate teológico sobre a importância da boa alimentação e sua influência na vida espiritual do crente ocorrido em 22/08 na rede de TV RIT, que pertence ao missionário R. R. Soares.
O programa “Vejam Só!”, apresentado pelo Reverendo Éber Cocareli, lançou a seguinte questão: “Comer mal é pecado contra o templo do Espírito Santo [corpo]. Então, as igrejas não deveriam ensinar a comer direito?”
De um lado Leandro Quadros defendia a posição bíblica de que uma alimentação saudável está intimamente relacionada a uma espiritualidade saudável (1Co 10:31). Do outro, o Pr. Othoniel Rodrigues, palestrante do Instituto Cristão de Pesquisas (ICP) e líder do Ministério Evangélico de Missão Integral Graça (MEMING), estava em defesa da ideia de que o alimentar-se errado não é pecado, mesmo que traga consequências danosas à saúde
O programa “Vejam Só!”, apresentado pelo Reverendo Éber Cocareli, lançou a seguinte questão: “Comer mal é pecado contra o templo do Espírito Santo [corpo]. Então, as igrejas não deveriam ensinar a comer direito?”
De um lado Leandro Quadros defendia a posição bíblica de que uma alimentação saudável está intimamente relacionada a uma espiritualidade saudável (1Co 10:31). Do outro, o Pr. Othoniel Rodrigues, palestrante do Instituto Cristão de Pesquisas (ICP) e líder do Ministério Evangélico de Missão Integral Graça (MEMING), estava em defesa da ideia de que o alimentar-se errado não é pecado, mesmo que traga consequências danosas à saúde
Firmeza imutável
"E então resolveu Daniel firmemente a não se contaminar com as iguarias do rei." Daniel 1:8
“E em todos os assuntos [...] foram encontrados dez vezes mais sábios.” Daniel 1:20
Por que Daniel escolheu a dieta aparentemente inferior à que era oferecida pelo rei? Logo depois lemos que ele e seus amigos foram encontrados 10 vezes mais sábios que qualquer um! Não foi só uma questão de escolher mas também de permanecer firme em sua decisão, independentemente das circunstâncias.
Com frequência enfrentamos situações das quais acabamos agindo impulsivamente. São os mais diversos casos, pode ser aquela vez em que deixamos os princípios alimentares de lado em um encontro familiar... quando pensamos que só um pouco de condescendência não fará mal algum em uma festa de amigos... ou ainda, com o medo de sermos taxados de fanáticos, deixamos de expressar nossas convicções ao sermos questionados.
Gostaria, caros leitores, de fazer algumas considerações e perguntas... e não as faço com o objetivo de acusação, mas com o objetivo de reflexão; uma reflexão a qual eu mesmo também confronto todos os dias.
Quais têm sido os nossos princípios? De onde (e de quem) eles vêm? Quanto temos lutado por eles? Indo além, será que temos trocado nossos princípios por nada?
O caráter de Deus
Se colocarmos essas questões paralelamente à vida de Daniel, obtemos algumas conclusões interessantes e, o principal, aprendermos com Aquele que é o único com o caráter perfeito: Cristo.
As circunstâncias sob a qual Daniel e seus amigos estavam não eram nada favoráveis. Cativos em uma terra estranha, longe de qualquer tipo de conforto e ainda escolhidos para ministrar serviços diante de um rei que tinha princípios totalmente contrários aos que eles tinham como certo. E não para por aí! Eles sabiam que qualquer oposição às ordens do rei não seria tratada de boa forma.
Mas, apesar de tudo isso, eles não venderam seus princípios. Não trocaram os valores que tinham por regalias desta terra, ainda que a punição fosse a morte. E o que isso tem a ver com alimentação e saúde? Tudo!
O caráter que Daniel e seus amigos professavam ter foi provado por meio do apetite, o mesmo fator pelo qual Eva foi tentada e caiu. Satanás tenta inverter, a cada instante, nossas decisões. Deus se comunica conosco por meio do Espírito Santo para que possamos ter uma mente ordenada e, consequentemente, o domínio próprio em relação a tudo que comemos ou fazemos em nosso corpo; Satanás nos influencia para decidirmos de acordo com nossas inclinações carnais, desequilibrando nossa mente e por fim corrompendo nossa vida espiritual. Daniel tinha em mente que “Pelo apetite, Satanás controla a mente e o ser todo.” (Conselhos sobre o Regime Alimentar, p. 167) e por um espírito de abnegação, negou a se contaminar com iguarias do rei. Essa negação permaneceu durante todo o tempo, pois Deus queria demonstrar, em meio a uma nação pagã, que é possível ter o caráter de Cristo, pois sabemos que Cristou negou-se à si mesmo durante toda sua vida, inclusive no apetite.
Mais que vencedores
Isso significa que o fato de eu seguir a dieta original de Deus um “ponto positivo” é acrescentado em meu nome? Não. Significa que posso julgar a outros? Não. Mas é por meio do apetite que Deus testa nossa abnegação e nos dá oportunidade de vermos onde estamos errando. Se rendermos nosso “eu” a Deus, Ele fortalecerá nosso espírito e, por consequência, teremos uma mente ordenada e um corpo consagrado a Ele, cumprindo nosso desígnio de apresentar “nossos corpos como sacrifício vivo, santo, aceitável diante de Deus” (Romanos 12:1).
Qual tem sido o critério para permanecermos firmes? Mudar nem sempre é agradável. Manter-se firme nem sempre é o caminho mais fácil. Sua saúde será sua escolha, a qual determinará se estará ,juntamente com Daniel, no grupo dos “mais que vencedores”.
Fonte: Tudo para Vegetarianos
Nosso futuro lar em meio a natureza
Assim que Deus indicou-nos a cidade em que deveríamos morar, passamos a procurar uma casa no campo para alugar, já que dispúnhamos na época apenas do dinheiro suficiente para realizar a mudança. Escolhemos o bairro rural mais estruturado da cidade, com telefone, Internet e linha de transporte público, e começamos a nossa busca. Visitamos várias propriedades, mas sempre esbarrávamos em algum empecilho. Certo dia, encontramos uma casa que tinha acabado de ser construída, uma gracinha, mas não reparamos que bem ao lado o vizinho mantinha um chiqueiro. Estávamos tão ansiosos para encontrar uma casa que nem reparamos nesse “detalhe”. Claro que o negócio foi por água abaixo, nem chegamos a assinar nada. Tínhamos pedido a direção de Deus para encontrar um bom lugar para morar, mas parecia que todas as portas estavam se fechando.
Em outro bairro da cidade bem menos estruturado, porém com uma natureza maravilhosa, havia uma casa há mais de 6 anos sem uso que desde o início nos foi oferecida gratuitamente. Nós, porém, não quisemos aceitar que nosso futuro lar seria ali. Esperávamos algo já pronto, com um belo jardim, talvez com um pomar, uma casa bem ajeitadinha, com tudo funcionando e pronta para entrar, mas Deus tinha planos bem diferentes dos nossos...
Depois de algum tempo procurando casas no melhor bairro rural, finalmente aceitamos a ideia de morar naquela chácara há tanto tempo sem receber cuidados. A Terra de Beulá, como aquela chácara é chamada, um dia foi bem cuidada, mas depois de tanto tempo sem uso, o local ficou muito diferente do que se imagina de um lugar com esse nome. Para você ter uma ideia da situação, ali não havia mais energia e nem água, pois a água vinha do poço movido a bomba elétrica, que estava totalmente seco. Além disso, havia restos de lixo queimado por toda a propriedade. Por dentro, a casa precisava de uma boa pintura nas paredes, no forro e de restauração em alguns pontos críticos com rachaduras e infiltração. Havia muito trabalho pela frente.
Como não tínhamos dinheiro suficiente para contratar pessoas para fazer tudo, meu esposo e eu decidimos fazer a maior parte do trabalho sozinhos. Eu já estava trabalhando na prefeitura na época. Assim, íamos após o expediente para lá e passávamos boa parte do dia e da noite fazendo as arrumações necessárias à luz de lampião. Não é para menos que a família e os amigos acharam que tínhamos surtado de vez!!! Às vezes até mesmo nós nos perguntávamos se estávamos ficando loucos. Mas toda vez que isso acontecia, Deus confirmava a Sua vontade para a nossa vida através da Sua Palavra e de fortes impressões em nossa mente.
Levamos aproximadamente dois meses de trabalho intenso para deixar a casa “entrável”. A companhia elétrica informou que levaria mais ou menos um ano para instalar a luz no local através do programa gratuito do governo. A grande pergunta de todos era: “Como vocês vão viver ali sem luz e sem água?” Nós não tínhamos a menor ideia, mas fomos levados a confiar que Deus resolveria tudo. Afinal, Ele nunca deixa faltar nada para os Seus filhos e sempre provê para as suas necessidades.
Confiar em Deus é algo que requer muita fé, mas o interessante é que Ele mesmo Se oferece para aumentar a nossa fé, se esse for o nosso desejo. Não é maravilhoso? Meu esposo e eu não somos especiais por temos dado passos de fé como esses. A única coisa que fizemos foi dispor-nos a fazer a vontade de Deus – e Ele Se encarregou do resto. Ele concedeu-nos fé, colocou-nos em situações que aumentaram nossa confiança nEle e provou vez após outra que Ele está atento às nossas necessidades. Deus está ansioso para fazer o mesmo com você. A pergunta é: Você está disposto a fazer a vontade dEle? Realmente espero que sim, pois ao fazermos a vontade de Deus somos conduzidos à real felicidade.
“Tornai-vos para Mim, e Eu tornarei para vós” (Malaquias 3:7).
Fonte: Tudo para Vegetarianos
Diferenças
Dias atrás, morreram John Stott e Amy Winehouse. Stott morreu aos 90 anos. Amy morreu aos 27. Stott morreu de complicações decorrentes da idade. Amy morreu de “causas desconhecidas”, mas, ao que tudo indica ocasionada por uma overdose [ou abstinência, como apontou um laudo]. Stott morreu em casa ouvindo “O Messias” de Haendel e cercado por amigos que se revezavam na leitura de textos bíblicos. Amy morreu em casa. Sozinha. Stott escreveu dezenas de livros de conteúdo cristão que se tornaram luzeiros para a fé de milhões de cristãos em todo o mundo. Obras como Crer é também pensar, A cruz de Cristo, Ouça o Espírito, ouça o mundo e diversas outras obras. Ao lado de Billy Graham, fundou o Movimento Internacional de Evangelização Mundial Lausanne. Dedicou sua vida ao treinamento e ao ensino de milhões de líderes nas regiões mais carentes de treinamento teológico do mundo, dentre elas, a América latina. Amy se tornou conhecida por sua melodiosa voz que cantava letras que evocavam tristeza, desespero e solidão. Ela enterrou o próprio coração em uma das suas canções. Stott sempre será lembrado por sua simplicidade, humildade e dedicação em defesa da causa do Evangelho. Amy sempre será lembrada por suas performances de embriaguez e seus usos de drogas. Por sua aparência cada vez mais frágil diante da luta perdida contra o vício.
Em todo o mundo, apenas os cristãos protestantes lamentaram a morte de Stott. Não foi noticiado por nenhuma grande rede de TV. Nenhum jornal ou revista da chamada “mídia secular” escreveu nem mesmo uma nota sobre a morte dele. Mas sua vida está escrita na memória e no coração de milhões. Em todo o mundo, a morte de Amy foi noticiada exaustivamente. TV, rádio, jornais e revistas dedicaram páginas e páginas, horas e horas de cobertura à morte “prematura” daquela jovem “tão promissora” que seguia o exemplo de tantos outros antes dela.
John Stott foi pranteado com esperança por aqueles que eram seus amigos e compartilhavam sua fé em que a morte é apenas o início de uma abundante e plena vida ao lado de Cristo na eternidade [na ressurreição]. Amy foi pranteada por milhões de fãs e amigos, conhecidos e desconhecidos, e, principalmente, por seu pai e sua mãe, que não cansavam de repetir: “Nos últimos dias, ela estava bem.” Seu pranto era pela perda. E apenas isso. Talvez muitos deles pensem que a morte “é o fim”. Amy [saberá] que não é.
Stott morreu numa casa simples, num acampamento para idosos, propriedade da denominação Anglicana. Amy morreu numa bela mansão em um bairro nobre de Londres.
Stott não deve ter deixado muito de herança material. Mas, sua herança espiritual é inestimável. Amy deixou milhões de dólares, cuja parte o pai reverterá para ajudar no tratamento de pessoas vítimas do álcool e das drogas. Talvez seja uma forma “de dar sentido a tudo isso”.
Stott sempre estava sorrindo. Amy parecia não ter motivos para ser feliz. Parece que, para o mundo, a morte de Stott não fez nenhuma diferença. Mas é notório que, para o mundo, a morte de Amy foi uma perda inestimável.
Stott morreu crendo na suficiência única e exclusiva do sacrifício de Cristo para ofertar graciosamente ao homem a salvação. Amy... não sei no que ela cria. Seus pais eram judeus. Vocês sabem o que significa biblicamente falando. Mas, por sua vida, pode-se afirmar que não havia experimentado uma nova vida em Cristo. NEle há esperança. NEle há alegria. NEle há sentido para quem somos e o que fazemos com nossa existência.
Stott morreu e aguarda a ressurreição na volta de Jesus. Porque a Palavra de Deus é clara no que promete para os que amam a Deus e creem em Jesus como filho de Deus e seu Salvador. Estes seguem Seus passos como discípulos fieis e O aceitam como único mediador entre Deus e o homem.
Que adianta ao homem ganhar o mundo inteiro e perder a sua alma? Longe de mim esteja gloriar-me a não ser na cruz de Cristo.
(Autor desconhecido; recebido por e-mail)
Empréstimos
"O que a Bíblia diz sobre um cristão ficar devendo? Um cristão poder pedir dinheiro emprestado ou emprestar dinheiro?"A cobrança de Paulo para que não devamos nada além de amor em Romanos 13:8 é uma poderosa lembrança do desgosto de Deus por todas as formas de débito não prontamente pagos (veja também Salmos 37:21). Normalmente, nós pensamos em débito em termos de uma obrigação monetária. Mas à luz do contexto desta passagem inteira (Romanos 13:1-10), Paulo parece ter em mente uma visão mais ampla de débito (Romanos 13:7). Ele não apenas fala dos tributos, impostos e tarifas que nos são impostas pelo governo, mas também do respeito, da honra e do louvor que nós devemos para aqueles que têm autoridade. Todos nós somos devedores para a graça de Deus. Assim como Ele nos mostrou amor, nós devemos estender o amor para aqueles ao nosso redor com quem nós vivemos e trabalhamos – mesmo aqueles que nos impõem taxas e nos governam.
Algumas pessoas questionam a cobrança de juros em empréstimos, mas diversas vezes na Bíblia nós vemos que é esperado que uma taxa justa de juros seja recebida com o dinheiro emprestado (Provérbios 28:8, Mateus 25:27). Na antiga Israel, a Lei proibia a cobrança de juros em uma categoria de empréstimos – aqueles feitos aos pobres (Levítico 25:35-38). Esta lei tinha diversas implicações sociais, financeiras e espirituais, mas duas devem ser mencionadas. Primeiro, a lei genuinamente ajudava os pobres não tornando a sua situação pior. Era ruim o suficiente ter caído na pobreza, e poderia ser humilhante ter que procurar por assistência. Mas, se somado ao pagamento do empréstimo, uma pessoa pobre tivesse que fazer o pagamento de altos juros, tal obrigação seria mais dolorosa do que prestativa.
Segundo, a lei ensinava uma importante lição espiritual. Seria um ato de misericórdia aquele que empresta dinheiro deixar de cobrar juros sobre o empréstimo. Ele estaria perdendo o uso deste dinheiro ao emprestá-lo. Ainda assim esta seria uma maneira tangível de expressar gratidão a Deus pela Sua misericórdia ao não cobrar “juros” ao seu povo pela graça que ele havia lhes concedido. Assim como Deus havia misericordiosamente tirado os israelitas do Egito quando eles eram nada além de escravos sem valor algum, e dado a eles uma terra (Levítico 25:38), assim Ele também esperava que eles tivessem uma compaixão similar para com os seus próprios cidadãos pobres.
Os cristãos estão em uma situação paralela. A vida, morte e ressurreição de Jesus pagaram a Deus o nosso débito causado pelo pecado. Agora, assim que tivermos oportunidade, nós podemos ajudar outros em necessidade, particularmente nossos irmãos, com empréstimos que não aumentem os seus problemas. Jesus até mesmo contou uma parábola sobre dois credores e a sua atitude com relação ao perdão (Mateus 18:23-35). Ele também instrui os Seus seguidores: “De graça recebestes, de graça dai” (Mateus 10:8).
A Bíblia nunca permite ou proíbe expressamente o ato de pedir dinheiro emprestado. A sabedoria da Bíblia nos ensina que normalmente não é uma boa idéia ficar endividado. Dívidas essencialmente nos tornam escravos daqueles a quem devemos. Ao mesmo tempo, em algumas situações endividar-se é um “mal necessário”. Enquanto o dinheiro for utilizado de forma sábia e os pagamentos da dívida forem gerenciáveis – um cristão pode tomar para si o fardo da dívida financeira, se necessário
Fonte: GotQuestions
Um Retrato Novo
(Pr Paulo R Barbosa)"Mas agora, ó SENHOR, tu és nosso Pai; nós o barro e tu o nosso oleiro; e todos nós a obra das tuas mãos" (Isaías 64:8).
"Esteja mais preocupado com seu caráter que sua reputação, porque seu caráter é o que você realmente é, enquanto sua reputação é meramente o que outros pensam que você é." (John Wooden - Treinador de basquete)
O que nos traz mais apreensão: o que somos verdadeiramente ou o que os outros pensam que somos? Preocupa-nos mais o nosso íntimo ou o exterior? Esforçamo-nos em mostrar os verdadeiros sentimentos ou a capacidade de sermos hipócritas?
Muitas vezes somos elogiados, distinguidos, homenageados e até recomendados por atitudes falsas, fabricadas, enganosas, imerecidas. As pessoas pensam que somos o que não somos. Vêem em nós valores que não existem. Impressionam-se por uma embalagem que encobre um interior vazio e mentiroso.
Se o que está escrito acima é um retrato nosso, precisamos imediatamente mudá-lo. Não basta fazer retoques com um photoshopp espiritual -- precisamos de um retrato novo. E para isso, a melhor decisão é chamar o "retratista" Jesus Cristo. Ele, com muito amor, nos toma nas mãos e, como um oleiro que trabalha o barro, nos moldará até que uma nova vida seja formada. Não ficará nada do velho retrato. A nossa vida se tornará nova, autêntica, brilhante, capaz de contagiar e alegrar a todos que nos vejam daquele momento em diante.
Com Cristo no coração seremos cristãos. Com o amor de Cristo em nossas vidas, seremos generosos e amorosos. Com a fé que Ele plantar em nossos corações, seremos capazes de ultrapassar barreiras, atravessar tempestades, escalar montanhas de dificuldades. Com a presença da Verdade dentro de nós, a hipocrisia será derrotada, a mentira será banida, a falsidade não será mais convidada. Seremos o que somos e o nosso retrato espiritual nos mostrará, ao mesmo tempo, por dentro e por fora. Todos verão Cristo em nós e saberão que somos, sem dúvidas, filhos de Deus.
Você continuará mostrando o velho retrato ou chamará o Senhor para tirar um retrato novo?
Fonte: Escuro Iluminado
Amanhã?
(por Danilo Souza) "Não vos inquieteis, pois, pelo dia de amanhã, porque o dia de amanhã cuidará de si mesmo. Basta a cada dia o seu mal" (Mateus 6:34)
É povo lindo, como que no ciclo da vida parece haver determinadas porções de tribulações e de dificuldades. Ontem na igreja, conversava com alguns parceiros da fé a respeito de um projeto que falhou. Como é engraçado né, o que parece ser concreto, torna-se de repente um fiasco!
Ainda bem que em tudo, a palavra de Deus nos ensina! E hoje o versículo acima, gritou no meu coração: Seja em grande ou pequena quantidade, o mal virá. Ele vem para os bons e para os maus; para os santos e para os pecadores; para os salvos e para os condenados. O mal sempre vem!
Jesus precaveu seus discípulos a respeito disso; e, diante desta realidade, o Salvador liberou duas possibilidades: ser conformado com o mal do dia apenas, ou inquietar-se de tal modo a sofrer o mal do dia de hoje e dos dias que se seguirão. Você percebeu como essa inquietação com o amanhã tem transtornado sua fé? Viu como sua vida perdeu a alegria? Acha natural viver desse modo?
Jesus quer lhe ensinar a ir muito além! Uma vida de fé e confiança integral em Deus é possível. Nós nem sabemos se teremos amanhã; para que se preocupar tanto com ele? Pense nisso, Jesus não quer que você sofra tanto assim! Deixa Ele cuidar de você!
Fique na Paz e em Paz!
Fonte: Iluminalma
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