A Lei de Deus no Coração

“Esta é a aliança que farei com a comunidade de Israel depois daqueles dias”, declara o Senhor. “Porei Minhas leis em sua mente e as escreverei em seu coração.” Hebreus 8:10

Se você estivesse ali, no Sinai, no dia em que a lei de Deus foi concedida, e tivesse escutado tudo o que Ele falou, como você interpretaria o que Deus estava dizendo aos israelitas?

Como Eu o libertei do Egito, você deve fazer exatamente o que Eu estou pedindo. Eu o libertei. Você é livre agora para viver uma vida nova. Aqui está uma lista do que você tem de fazer para comprar sua liberdade.

Seria bom darmos uma olhada no que Deus tinha em mente ao conceder a lei. Os Dez Mandamentos não começam com uma ordem, mas com uma declaração. Antes de dar a lei, Deus disse a Moisés: “Quero que você lhes diga quem sou Eu e o que fiz por eles.”

Antes de qualquer palavra ou ação, Ele Se identificou: “Eu sou o Senhor, o seu Deus, que os tirou da terra da escravidão. Eu fiz por vocês aquilo que não podiam fazer por si mesmos. Assim que, de agora em diante, quero um relacionamento no qual vocês estejam livres da opressão, da escravidão, das coisas que os amarravam.”

Deus estava lembrando não apenas que os tinha criado, mas que os havia redimido. Seu ato de redenção e libertação veio antes da lei. Ele queria lembrar aos israelitas que era um Deus de graça e de amor, que eles não tinham mérito nenhum para que Deus fizesse aquilo por eles. A libertação não foi um prêmio pelo bom comportamento deles. A obediência deveria mostrar gratidão pela liberdade que tinham recebido.

Não gostamos de regulamentos e faixas amarelas restringindo nosso espaço. Não apreciamos leis e restrições quando elas contrariam nossos gostos e caprichos. Queremos espaço, liberdade. Não gostamos de ouvir um “não” para aquilo que temos vontade de fazer.

Por que não podemos ver a lei de Deus não como restrição, mas como um dom da graça de Deus? A graça é o contexto em que a lei foi dada.

“Toda verdadeira obediência vem do coração. Deste procedia também a de Cristo. E se consentirmos, Ele de tal maneira Se identificará com nossos pensamentos e ideais, dirigirá nosso coração e mente em tanta conformidade com Seu querer, que, obedecendo-Lhe, não estaremos senão seguindo nossos próprios impulsos. [...] Quando conhecermos Deus como nos é dado o privilégio de O conhecer, nossa vida será de contínua obediência” (Ellen G. White, O Desejado de Todas as Nações, p. 668).

Fonte: MD 2011

365 Recados Inspirados - #33


"A comissão do Salvador aos discípulos inclui todos os crentes, até ao fim dos tempos. Todos quantos foram alcançados pela celeste inspiração ficam como depositários do evangelho. Todos quantos recebem a vida de Cristo recebem a ordem de trabalhar pela salvação de seus semelhantes. Para essa obra, foi a Igreja estabelecida, e todos os que fazem perante ela os sagrados votos comprometem-se assim a ser coobreiros de Cristo."

(Conselhos Professores, Pais e Estudantes, pág. 466)


Adotados Pela Graça

Vocês não receberam um espírito que os escravize para novamente temerem, mas receberam o Espírito que os adota como filhos, por meio do qual clamamos: “Aba, Pai”. Romanos 8:15

A vida pastoral tem momentos ricos e inesquecíveis. O pastor acompanha de perto sonhos e problemas dos membros da igreja.

Enquanto eu era pastor na Igreja Adventista Central Paulistana, acompanhei a história de um casal que descobriu que não podia ter filhos. Decidiram adotar uma criança e se cadastraram em uma cidade do Paraná. Como a criança estava demorando a aparecer, também preencheram cadastro em outra cidade. O que aconteceu? No mesmo dia, nasceram as duas crianças! O que fazer? Com qual das duas ficar? Corajosamente, decidiram adotar as duas.

Quase um mês depois, fui visitar o casal com seus dois filhinhos. Não vou esquecer o momento em que a mãe trouxe o bebê que estava acordado, e, segurando-o cuidadosamente nos braços, disse: “Olha só, filhinho! O pastor veio visitar a gente!”

Eu dizia comigo mesmo: “Mas o bebê acaba de ser adotado! Como é que dentro de tão pouco tempo se desenvolveu amor tão grande e um vínculo afetivo tão forte assim?” Estava nos braços da mulher alguém que não tinha nascido dela, mas ela o apresentava orgulhosamente como filho. Quantas histórias bonitas e quantas fotografias mostram a felicidade dos pais com seus filhos adotivos.

No tempo em que Paulo escreveu o texto de hoje, as leis romanas já permitiam a adoção. Na maior parte dos casos, tratava-se da adoção de escravos já em maioridade, que eram comprados para ser libertos. Outros, em situação bem diferente, eram levados para a casa da pessoa que os havia libertado para ser recebidos como filhos, como membros da família.

A adoção é uma das ilustrações que Deus usa para mostrar o relacionamento que Ele quer ter conosco. Quando aceitamos Cristo como nosso Salvador, somos adotados como Seus filhos e começamos vida nova. Temos direito a uma nova posição: não mais a de servo, nem escravo, mas de filhos e filhas.

“Aos que O receberam, aos que creram em Seu nome, deu-lhes o direito de se tornarem filhos de Deus” (Jo 1:12).

E quanto à participação na herança futura, somos co-herdeiros juntamente com Cristo, pois o mesmo apóstolo diz: “Amados, agora somos filhos de Deus, e ainda não se manifestou o que havemos de ser, mas sabemos que, quando Ele Se manifestar, seremos semelhantes a Ele, pois O veremos como Ele é” (1Jo 3:2).

Fonte: MD 2011


365 Recados Inspirados - #32


"Vivemos no tempo do fim. Os sinais dos tempos, a cumprirem-se rapidamente, declaram que a vinda de Cristo está próxima, às portas. Os dias em que vivemos são solenes e importantes. O Espírito de Deus está, gradual mas seguramente, sendo retirado da Terra. Pragas e juízos estão já caindo sobre os desprezadores da graça de Deus. As calamidades em terra e mar, as condições sociais agitadas, os rumores de guerra, são portentosos. Prenunciam a proximidade de acontecimentos da maior importância."

(Beneficência Social, pág. 134)


Um Lugar no Coração

Respondeu Jesus: “Ame o Senhor, o seu Deus de todo o seu coração, de toda a sua alma e de todo o seu entendimento.” Mateus 22:37

Eventualmente, você vê notícias de que algum fabricante de automóveis, brinquedos ou remédios está fazendo um recall, isto é, chamando de volta o consumidor, ou recolhendo o produto que está com defeito. A solicitação é para que todo um lote de produtos, especialmente com problemas de segurança, seja trazido de volta ao fabricante.

Alguém imaginou o seguinte recall feito por Deus: “O Criador de todos os seres humanos está chamando de volta todas as unidades manufaturadas, independentemente de seu ano de fabricação, devido a um sério defeito em seu componente central, o coração. Isso se deve ao mau funcionamento das unidades básicas, Adão e Eva, resultando na reprodução do mesmo defeito nos produtos subsequentes.”

É verdade! Precisamos ser levados de volta a Deus a fim de que Ele conserte, mude e renove nosso coração. O sábio já dizia: “Acima de tudo, guarde o seu coração pois dele depende toda a sua vida” (Pv 4:23).

Esse conceito de “coração” é usado centenas de vezes na Bíblia. Na maioria das vezes, não está se referindo ao órgão que bombeia o sangue em nossas veias, mas à nossa mente, nossa vontade, nossas emoções e nossa personalidade. A Bíblia fala do coração como o centro das nossas afeições, da origem dos nossos desejos e da nossa imaginação. É ali que fazemos nossas escolhas. Onde dizemos “sim” e “não”; “quero muito” ou “não me interessa”; concordamos ou discordamos. “Guardei no coração a Tua palavra para não pecar contra Ti” (Sl 119:11). “Darei a vocês um coração novo e porei um espírito novo em vocês; tirarei de vocês o coração de pedra e lhes darei um coração de carne” (Ez 36:26). “Ame o Senhor, o seu Deus, de todo o seu coração” (Lc 10:27).

Para mudar o coração para melhor, não é necessária apenas uma cirurgia de ponte safena. Temos que fazer um transplante de coração, se quisermos que uma mudança real tome lugar em nossa vida.

Nossas palavras podem ser: “Senhor, toma meu coração, pois não o posso dar. É Tua propriedade. Conserva-o puro; pois não posso conservá-lo para Ti. Salva-me a despeito de mim mesmo, tão fraco e dessemelhante de Cristo. Molda-me, forma-me e eleva-me a uma atmosfera pura e santa, onde a rica corrente de Teu amor possa fluir por minha alma” (Ellen G. White, Parábolas de Jesus, p. 159).

365 Recados Inspirados - #31

"Satanás tem há muito estado a preparar-se para um esforço final a fim de enganar o mundo. ... Pouco a pouco ele tem preparado o caminho para a sua obra-mestra de engano: o desenvolvimento do espiritismo. Até agora não conseguiu realizar completamente seus desígnios; mas estes serão atingidos no fim dos últimos tempos. ... Com exceção dos que são guardados pelo poder de Deus, pela fé em Sua Palavra, o mundo todo será envolvido por esse engano."

(O Grande Conflito, págs. 561 e 562)


O Dia do Senhor virá como um ladrão

(por Gisele Correia)

”Mas o dia do Senhor virá como o ladrão de noite; no qual os céus passarão com grande estrondo, e os elementos, ardendo, se desfarão, e a terra, e as obras que nela há, se queimarão.” (2 Pedro 3:10)

Quando comecei a aprender sobre as profecias bíblicas e os eventos que precederão a volta de Jesus, eu sempre me perguntava como Ele poderia vir como um ladrão de noite, de uma maneira inesperada, já que teríamos tantos sinais e tantas outras coisas terríveis acontecendo antes mas, mesmo assim, ouviríamos os fiéis cumprindo a profecia: “Esse é o Senhor, a quem aguardávamos!” (Isaías 25:9). Não parecia fazer muito sentido. Mas com o passar dos anos comecei a entender o porquê.

Em 2001, quando ocorreu o trágico ataque às torres gêmeas, eu me lembro como se fosse hoje o quanto se pregou sobre o assunto e o quanto falamos sobre a volta de Jesus nas rodas de irmãos na porta da Igreja. Lembro o quão alarmados ficamos e quão certos estávamos de que realmente o fim estava muito, muito próximo. Mas... passou. Passou até dezembro de 2004, quando novamente ocorreu algo inacreditável: um terrível e avassalador Tsunami. Ficamos todos aterrorizados e novamente pressionamos o botão de alarme “Cristo está voltando”. Mas parece que esse botão de alarme é quase como “Nossa, Cristo está voltando MESMO!!”, o que dá a impressão de que, no fundo, nós não acreditássemos muito mais nisso.

Vez ou outra, ao saber de algo tremendo, uma catástrofe natural, um atentado terrorista, notícias sobre o decreto dominical ou um crime hediondo (mas um hediondo mesmo, porque dos “comuns” - assaltos, corrupção, tráfico etc, já estamos acostumados), comentamos quase que mecanicamente: “É.. é o fim do mundo mesmo!”. Parece que cada vez precisamos de algo mais forte para nos certificarmos de que não cremos numa ilusão, que realmente as profecias estão se cumprindo e que a nossa religião não é só nossa cultura ou filosofia.

Muitos cristãos tem se apresentado como "sapos" - daqueles que só percebem o perigo se forem jogados na água quente, mas não percebem que estão morrendo na água que ferve aos poucos.

"Porquanto, assim como, nos dias anteriores ao dilúvio, comiam, bebiam, casavam e davam-se em casamento, até ao dia em que Noé entrou na arca e não o perceberam...” Mateus 24:38 e 39.

Os sinais e acontecimentos tem seu papel, mas seu efeito não é duradouro se não mantivermos uma comunhão íntima e constante com Deus. A fonte de nossa fé é Jesus e só uma comunhão real com Ele pode manter acesa e firme nossa fé em tempos de paz e de guerra.

Para os que O amam e aguardam a Sua vinda, Jesus não virá como um ladrão. Virá como a doce realização de seus sonhos. Mas infelizmente virá como um ladrão de noite para os que dormiram, não se prepararam, como as virgens que não tinham azeite nas suas lâmpadas. Mas os fiéis, exultantes dirão:

“... Eis que este é o nosso Deus, a quem aguardávamos, e ele nos salvará; este é o SENHOR, a quem aguardávamos; na sua salvação gozaremos e nos alegraremos.” Isaías 25:9

Que eu e você HOJE, possamos ser este tipo de fiéis.

365 Recados Inspirados - #30


"A obra que nos foi confiada é importante, e nela se precisam homens sábios, abnegados, homens que compreendam o que significa dedicar-se a desinteressados esforços para salvar almas. Mas não há necessidade do serviço de homens mornos; pois homens tais Cristo não pode usar. Necessitam-se homens e mulheres cujo coração se comova ante o sofrimento humano e cuja vida dê prova de que estão recebendo e comunicando luz, vida e graça."

(Testemunhos Seletos - Volume 3, pág. 294)


Da Morte Para a Vida

"Sopre dentro desses mortos, para que vivam." (Ezequiel 37:9)

De vez em quando, a mídia veicula, em seus noticiários, imagens e textos chocantes e deprimentes. Crianças famintas estendendo a mão, pessoas feridas, vítimas de um atentado terrorista ou a destruição causada por uma enchente arrasadora. A Bíblia mostra, no livro de Ezequiel, uma cena funesta, digna da Divina Comédia e que deixaria longe qualquer Thriller. Era um vale coberto de ossos. A visão dada ao profeta não visava a salientar a impossibilidade do homem, mas trazer uma mensagem de esperança para mostrar o que Deus pode fazer com algo que achamos impossível.

Em visão, o profeta foi levado uma e outra vez a esse vale de ossos. Não era uma visita relâmpago; era seu próximo e inesperado campo de trabalho. Quem gostaria de trabalhar num lugar assim? Claro que preferiríamos a montanha e não o vale; pessoas vivas, não ossos secos.

O que também impressionou o profeta foi a quantidade de ossos e a aparência que tinham. Veio à mente do profeta a pergunta, feita pelo próprio Deus: “Como voltarão a viver?” E “se é para acontecer, somente com uma grande manifestação de poder”.

“Ossos, ouvi a palavra do Senhor!” Que auditório reverente! Mas sem vida...

Você já pregou em algum lugar em que há pessoas com aquele olhar vidrado, como se fossem mortos? Frias, não o acompanham, sem reação nenhuma.

Aquele vale de ossos era pior do que isso; no entanto, se tornaria o cenário de demonstração do poder de Deus. O profeta diz que, enquanto estava falando, houve um barulho... e os ossos se juntaram, osso com osso. “Olhei, e eis que havia tendões sobre eles, e cresceram as carnes, e se estendeu a pele sobre eles; mas não havia neles o espírito” (Ez 37:8, ARA).

Se estivesse ali, você veria aquele espetáculo como se fosse uma multidão de múmias, “Frankensteins”, num lugar só. Uma multidão sem vida. Para essa multidão era realmente necessário muito, muito poder. Deus disse: “Porei o Meu Espírito em vocês e vocês viverão” (Ez 37:14).

Sopro é sinônimo de vida. O vento é o ar em movimento. O Espírito é como o sopro, é comunicação de vida sobrenatural. Deus deseja encher nossa vida de cor, renovar nossa esperança e restaurar nossos sonhos. Ele quer encher-nos do Seu Espírito. Por isso, Senhor, sopra em mim hoje!

Fonte: MD 2011


365 Recados Inspirados - #29

"Devemos ser participantes dos sofrimentos de Cristo aqui, se queremos participar de Sua glória no além. Se procuramos nosso próprio interesse, ou como podemos melhor agradar a nós mesmos, em vez de buscar agradar a Deus e fazer avançar Sua preciosa e sofredora causa, desonramo-Lo e a essa santa causa que professamos amar. Não temos senão um pequeno espaço de tempo no qual trabalhar por Deus. Nada deveria ser demasiado caro para ser sacrificado pela salvação do desgarrado e quebrantado rebanho de Jesus. Aqueles que fazem hoje um concerto com Deus em sacrifício, logo serão recebidos a fim de participar de uma rica recompensa, e possuir o novo reino para todo o sempre."

(Vida e Ensinos, pág. 104)

Deus Aguarda Nossa Adoração

"Venham! Adoremos prostrados e ajoelhados diante do Senhor, o nosso Criador; pois Ele é o nosso Deus, e nós somos o povo do Seu pastoreio, o rebanho que Ele conduz." (Salmo 95:6, 7)

“Como é que foi o voo?” Fazemos essa pergunta quando vamos recepcionar alguém no aeroporto, como ponto inicial de conversa. A resposta que recebemos é: “Tranquilo! Bem! Normal!” Ninguém faz questão de ter passado por um voo turbulento, com sacudidas que nos enchem de susto, só para ter o que contar depois.

O autor Max Lucado escreve: “As pessoas no avião e as pessoas nos bancos da igreja têm bastante em comum. Foi bom, costumamos dizer.”

Quando se trata da igreja, você aguarda com alegre expectativa a oportunidade de assistir aos cultos? Será que podemos afirmar juntamente com Davi: “Alegrei-me com os que me disseram: ‘Vamos à casa do Senhor’” (Sl 122:1)?

Quando falamos em adoração, diferentes coisas vêm à nossa mente. Podemos pensar em uma família reunida na hora do culto familiar. Imaginamos um ambiente agradável, com sons de órgão de tubos, vitrais nas janelas. Ou um grupo de jovens cantando “O Poder do Amor” ao redor da fogueira. E mesmo que haja muitas coisas que chamem minha atenção: a decoração, a música e os músicos, Deus é que será o objeto central da minha adoração.

Quando pensamos em adoração, temos em mente uma experiência de elevar nosso coração a Deus e sentir Sua presença. Nosso coração será tomado de um sentimento de gratidão ao meditar sobre quem é Deus, tudo o que faz por nós e o quanto nos ama.
Há satisfação pelo fato de ter assistido aos cultos? Ao voltar para casa, podemos dizer que realmente estivemos na presença de Deus?

Para nós que estamos vivendo no fim de todas as coisas, a Bíblia nos lembra da importância de reunir-nos em culto para adoração: “Não deixemos de reunir-nos como igreja, segundo o costume de alguns, mas procuremos encorajar-nos uns aos outros, ainda mais quando vocês veem que se aproxima o Dia” (Hb 10:25).

Seria bom perguntar: Que tipo de adoradores vamos ser no próximo fim de semana? Nossa adoração deve revelar a grandeza de Deus e o nosso coração estar cheio de louvor por todas as bondades que Ele nos dá.

Fonte: MD 2011

365 Recados Inspirados - #28


"Não devemos preparar para o sábado mais liberal provisão de alimento, nem maior variedade que nos outros dias. Em lugar disso, a comida deve ser mais simples, e menos se deve comer, a fim de a mente estar mais clara e vigorosa para compreender as coisas espirituais. Um estômago abarrotado quer dizer um cérebro pesado. As mais preciosas palavras podem ser ouvidas e não apreciadas devido à mente estar confusa por uma alimentação imprópria. Comendo demais no sábado, muita gente faz mais do que julga para se tornar incapaz de receber o benefício de suas sagradas oportunidades."

(Ciência do Bom Viver, pág. 307)


Descanso e Renovação

"Jesus lhes disse: 'Venham comigo para um lugar deserto e descansem um pouco'." (Marcos 6:31)

Mesmo consciente do peso do trabalho que repousava sobre Seus ombros, Jesus ocasionalmente Se ausentava com Seus discípulos do lugar em que estavam trabalhando para um retiro e uma quebra no ritmo das atividades. Dava a Si mesmo um descanso para estar com esse grupo especial que O acompanhava, e, como era tradicional na cultura judaica, tomar refeições com calma, recheadas com muita conversa. Queria estabelecer uma regra de equilíbrio entre tempo para os outros e tempo para Si mesmo.

E qual era o resultado? Desses momentos de retiro, o grupo voltava com pilha nova e bateria recarregada para seguir o trabalho. “Entre o vaivém da multidão [...], aquele que é assim refrigerado será circundado de uma atmosfera de luz e de paz. Receberá nova dotação de resistência física e mental. Sua vida exalará uma fragrância e revelará um poder divino que tocarão o coração dos homens” (Ellen G. White, A Ciência do Bom Viver, p. 58).

Não apenas nesses períodos ocasionais de retiro, mas também em nosso descanso diário podemos renovar nossa energia física e mental.

Os estudiosos do comportamento humano dizem que antes da invenção da luz elétrica, a maioria das pessoas dormia dez horas por noite. Hoje, a média está em sete horas e meia. Você pode ficar com Einstein que dormia nove horas por noite, ou com Thomas Edson que dormia entre quatro a cinco horas. Essas naturalmente são as exceções, não a regra.

Nós começamos o dia com uma lista interminável de tarefas, cada uma puxando para diferentes direções. Se pudéssemos, encolheríamos cada uma delas para que possam caber dentro do tempo que temos disponível. Isso sem contar os muitos prazos para serem cumpridos, chamadas telefônicas para retornar, etc. Deus, que é o autor do tempo, sabe muito bem que vamos ser dominados por ele se não planejarmos à Sua maneira. Ellen White deixou o seguinte conselho: “Não é sábio estar sempre sob a tensão do trabalho ou agitação, mesmo no ministrar às necessidades espirituais dos homens. [...] Não tenteis amontoar num dia o trabalho de dois. Afinal, verificar-se-á que os que trabalham cuidadosa e sabiamente terão realizado tanto como os que expõem de tal modo sua resistência física e mental, que não possuem mais reservas de onde tirar no momento necessário” (Ellen G. White, Obreiros Evangélicos, p. 243, 244).

Certamente, esse é um bom conselho a ser seguido!

Fonte: MD 2011

Reflexões no Congestionamento

(adaptado do texto do Pr. Marcos Schmidt)

"E tudo quanto desejaram os meus olhos não lhes neguei, nem privei o meu coração de alegria alguma; mas o meu coração se alegrou por todo o meu trabalho, e esta foi a minha porção de todo o meu trabalho. E olhei eu para todas as obras que fizeram as minhas mãos, como também para o trabalho que eu, trabalhando, tinha feito, e eis que tudo era vaidade e aflição de espírito, e que proveito nenhum havia debaixo do sol." (Eclesiastes 2:10,11)

O nosso jeito de viver não tem mais sentido – se é que um dia teve. É só parar um pouco e descobrir que estamos andando em círculo, isto é, a lugar nenhum. Se bem que parar é o que mais se faz. Um estudo diz que os congestionamentos atingem 1/3 da população brasileira, e desse total, 20% ficam presas no trânsito mais de uma vez por dia. O mais absurdo é que se paga muito caro para esta prisão de quatro rodas. Pelas contas, o transporte hoje tem os mesmos custos da alimentação, ou seja, 20% de nossa renda. Não é uma loucura? Construímos veículos sofisticados que consomem boa parte de nosso salário, para depois nos deixarem presos e estressados no asfalto?

E se descobrimos que as ruas não mais suportam tantos carros, o que dizer do congestionamento populacional? Os demógrafos dizem que no dia 31 de outubro de 2012 vai nascer o “bebê número 7 bilhões”. Tem espaço para tanta gente? Os cientistas calculam que há comida suficiente no mundo para nos alimentar até em 2050, quando a população do planeta será de 9 bilhões – mas isto ainda depende do uso adequado dos recursos naturais.

Mas este é nosso drama, estamos acabando com os recursos do planeta – esta “nave espacial” com combustível, água, alimento e condições de sobrevivência que estão se esgotando na prateleira. E com isto chegamos a conclusão do autor de Eclesiastes (2.1-11). Ele buscou cegamente o prazer da bebida, do consumismo, da riqueza, da promiscuidade, do individualismo, mas no final descobriu que era tudo ilusão. Hoje vivemos no topo do consumismo tecnológico, mas descobrindo que, além de ilusão, tudo retorna em lixo tóxico e destrutivo.

Quando a Bíblia diz que “por meio do Filho, Deus resolveu trazer o Universo de volta para si mesmo” (Colossenses 1.20), tal promessa de um novo céu e uma nova terra (Apocalipse 21.1) não elimina a responsabilidade humana e, sobretudo cristã, de cuidar do Jardim (Gênesis 2.15).

Creio que podemos aproveitar este tempo quando ficamos presos nos congestionamentos, e refletir neste jeito louco de viver. Não vamos individualmente resolver os graves problemas do planeta, mas não precisamos cooperar na degradação dele.

Fonte: Tele-Fé


Dependendo de Deus para ser feliz

(adaptado do texto de Josi Daudt)

"Pois eu bem sei os planos que estou projetando para vós, diz o Senhor; planos de paz, e não de mal, para vos dar um futuro e uma esperança. Então me invocareis, e ireis e orareis a mim, e eu vos ouvirei. Buscar-me-eis, e me achareis, quando me buscardes de todo o vosso coração. E serei achado de vós, diz o Senhor, e farei voltar os vossos cativos, e congregarvos-ei de todas as nações, e de todos os lugares para onde vos lancei, diz o Senhor; e tornarei a trazer-vos ao lugar de onde vos transportei." (Jeremias 29:11-14)

Uma professora, da Classe Bíblica, estava examinando seus alunos depois de uma série de lições sobre a Onipotência de Deus. Ela perguntou: "Existe alguma coisa que Deus não pode fazer?" Houve um momento de silêncio e, então, um menino levantou a mão. Surpresa e desapontada, por haver ensinado que "tudo é possível para Deus", ela perguntou: "Diga-me, o que Deus não pode fazer?" "Deus", respondeu o menino, "não pode agradar a todo mundo."

É muito comum vermos as pessoas reclamando da forma como certas coisas acontecem em suas vidas. Há até aqueles que atribuem tudo que acontece a Deus. Se isentam da culpa pelos seus próprios erros e catástrofes.

A Bíblia diz que os pensamentos de Deus a nosso respeito são de paz e não de mal.


Deus deseja dar o fim que desejamos. E Ele dá. Só que para chegarmos ao fim, temos o início e o meio. E é aí que as coisas acontecem da maneira que não esperamos e não queremos. Mas nossa confiança no Senhor tem que ser total a ponto de dizer: SENHOR, FAÇA-SE A TUA VONTADE E NÃO A MINHA. As vezes é duro dizer isso, mas esse é um passo de fé que temos que dar se realmente queremos ter um final feliz.

Somos humanos e nossos planos e pensamentos são humanos, ou seja, nunca serão perfeitos. Mas Deus é perfeito, por isso, Seus planos e propósitos, pensamentos e ações, são todos perfeitos.

Aprenda a depender de Deus e agradar-se das coisas que Ele te dá. Aquele que se agrada do Senhor tem seus desejos satisfeitos.

Deus te abençôe!

Amigos Quebra-Tetos

"Vieram alguns homens trazendo um paralítico numa maca e tentaram fazê-lo entrar na casa, para colocá-lo diante de Jesus." (Lucas 5:18)

Ele pensava: “Quando eu tiver um corpo sadio, vou andar, correr e trabalhar. Quem sabe, vou me casar e brincar com meus filhos.” No entanto, até ali sua contribuição para a sociedade tinha sido zero. O que ele tinha era apenas uma maca de 2x1 e alguns amigos que lhe contavam as histórias que corriam sobre Jesus. A ideia deles era: “Nosso amigo tem que conhecer Jesus. Ele precisa de um milagre e mudança de vida. Temos que levar os dois a se encontrar.”

John Ortberg, no livro Somos Todos Normais?, chama esse grupo de quatro amigos de “Fraternidade da Maca”. Se não fosse esse grupo, o paralítico teria continuado no chão, sem poder demonstrar todo o seu potencial.

Às vezes, temos que dar um empurrão ou levar nossos amigos quase à força para fazer aquilo que é para o bem deles. A ideia desse grupo de amigos, então, era simplesmente levá-lo até Jesus.

Naquele dia, Jesus estava ensinando na casa de Pedro (cf. Ellen G. White, O Desejado de Todas as Nações, p. 267). A sala da casa estava cheia. Havia gente de pé, na janela e ao redor da casa. O que fazer com o homem que estava sendo levado na maca?

Os quatro amigos não eram o tipo de gente que desanima facilmente diante de um obstáculo. Não disseram: “Ihh... Tem muita gente. Não vai dar. Não vamos conseguir. Vamos tentar outra hora.” Nem disseram: “Vamos deixar o pessoal ir embora e depois com calma a gente faz tudo.” Você sabe como é. Alguns inventam desculpas para não participar, mas eles tomaram iniciativa de fazer o que fizeram naquele momento. Deixaram de lado a formalidade de entrar pela porta da frente, se esqueceram de que Jesus era o Rabi e quebraram o teto. Formaram o “grupo dos quebra-tetos” e desceram o amigo até a presença de Jesus.

Como seria bom se houvesse em colégios, comunidades e igrejas grupos de pessoas que se unissem para ajudar a quem precisa! Ajudar um estudante a pagar os estudos; ajudar um desempregado a conseguir emprego; doar uma cadeira de rodas para alguém; realizar melhorias num departamento da igreja ou o que quer que se configure como uma necessidade.

Não importa como os chamemos: “quebra-tetos”, “demolidores de telhados” ou “fraternidade da maca”, o mais importante e gostoso mesmo é reunir amigos e fazer alguma coisa.

Fonte: MD 2011

De Cabeça Para Baixo

(por Joseph M. Stowell)

"Ouvistes que foi dito: Amarás o teu próximo e odiarás o teu inimigo. Eu, porém, vos digo: amai os vossos inimigos…" (Mateus 5:43,44)

Se você me perguntasse quem sou, eu lhe diria que sou um seguidor de Jesus. Devo admitir, porém, que, às vezes, segui-lo é um verdadeiro desafio. Ele me diz para fazer coisas como alegrar-me quando sou perseguido (Mateus 5:11-12); dar a outra face (Mateus 5:38-39); dar a alguém que deseja tirar de mim (Mateus 5:40-42); amar os inimigos, abençoar os que me amaldiçoam e fazer o bem aos que me odeiam (Mateus 5:43-44). Esse estilo de vida me parece uma inversão.

Compreendi, no entanto, que Ele não está de cabeça para baixo – eu estou. Todos nós nascemos caídos e quebrados. Sendo emaranhados pelo pecado, nossos primeiros instintos são em geral errados, o que inevitavelmente resulta em uma grande confusão.

Somos como torradas cobertas de geléia que caíram de cabeça para baixo no chão da cozinha. Deixados por nossa própria conta, podemos fazer de tudo uma grande confusão. Então, Jesus se aproxima de nós como uma espátula divina, raspa-nos do chão de nossos caminhos pecaminosos e vira-nos de cabeça para cima. E, ao seguir Seus caminhos sempre corretos, descobrimos que dar a outra face nos protege de sermos envolvidos numa briga, que é mais abençoado dar do que receber e que morrer para o meu eu é vida em seu melhor momento.

Afinal, Seus caminhos não são nossos caminhos (Isaías 55:8), e descobri que os Seus caminhos são sempre melhores!

Pensamento: O que talvez nos pareça estar de cabeça para baixo, para Deus está do lado certo.

Fonte: RBC

365 Recados Inspirados - #27


"Homens e mulheres se advertirão? Aceitarão a luz ou se tornarão escravos do apetite e das paixões subalternas? Cristo nos apresenta algo mais elevado com que nos ocuparmos do que meramente com o que comeremos, o que beberemos ou com que nos vestiremos. Comer, beber e vestir-se são levados a tais excessos que se tornam crime, e estão entre os pecados mais em evidência nos últimos dias e constituem um sinal da breve volta de Cristo. Tempo, dinheiro e força, que pertencem ao Senhor, mas por Ele confiados a nós, são gastos em superfluidades desnecessárias no vestir e no luxo do apetite pervertido, que reduz a vitalidade e causa sofrimento e decadência. É impossível apresentar a Deus o nosso corpo em sacrifício vivo, quando esse corpo está cheio de corrupção e enfermidade em virtude de pecaminosa condescendência." Testimonies, vol. 3, págs. 163 e 164.

(Conselhos Sobre o Regime Alimentar, pág. 61)


A Corrida Cristã

"Livremo-nos de tudo o que nos atrapalha e do pecado que nos envolve, e corramos com perseverança a corrida que nos é proposta." (Hebreus 12:1)

Até hoje se discute se Jim Peters, por ocasião dos jogos do Império Britânico realizados no Canadá, em 1954, realmente bateu o recorde de maratona. Peters entrou no estádio 15 minutos ou mais de cinco quilômetros antes do corredor que o seguia. Acontece que, logo que entrou no estádio, cambaleou e caiu. Levantou, deu um passo e caiu novamente. Levou 15 minutos para avançar os últimos cem metros. Continuou caindo antes de atravessar a linha final. Mas a linha final que ele ultrapassou era a linha errada, que estava sendo usada para outra competição. A linha de chegada da maratona estava mais adiante.

Na passagem do texto de hoje, a vida cristã não é comparada a uma corrida de velocidade, mas a uma maratona. Nas corridas de velocidade, você corre uma distância curta (100 m, 400 m, 800 m e 1.500 m) o mais rapidamente que puder, e a velocidade é o item decisivo. Mas, na maratona, a perseverança é decisiva.

Os maratonistas fazem seu treinamento por anos, seguindo prescrições quanto à dieta e ao descanso. Além disso, cuidam do kit da corrida, que deve conter roupa leve e tênis apropriados. E eles mencionam que há dois momentos decisivos na corrida: o primeiro é logo no início. A corrida começa, a multidão grita e, como você se sente bem, a tentação é correr mais rápido em menos tempo. Então, você gasta energia e pode não ter o suficiente para o restante da corrida. O segundo momento decisivo é na metade do trajeto. Você percebe que ainda tem que correr a mesma distância que já correu, mas está cansado. Chega um momento em que você está no fim da sua resistência e não tem certeza de que vai dar sequer um passo mais.

Outro item decisivo é o excesso de peso. Quando olhamos para os corredores, descobrimos que todos são magros e ágeis. O excesso de peso pode ser a diferença entre a derrota e a vitória.

Existem muitas coisas para nos desviar a atenção. Mas Jesus já marcou todo o trajeto com bandeiras. Cada trajeto é único, diferente.

O que os maratonistas mais desejam ver? A fita de chegada. Parece que essa visão lhes dá novo ânimo para a arrancada final, mesmo que estejam no fim das forças.

O cristão deve correr com os olhos postos em Jesus. É Ele que está na linha de chegada para dar um abraço nos vencedores.

Fonte: MD 2011

Como Um Hipócrita

(por J. David Branon)

"Mas Deus, que é riquíssimo em misericórdia, pelo seu muito amor com que nos amou, estando nós ainda mortos em nossas ofensas, nos vivificou juntamente com Cristo (pela graça sois salvos)" (Efésios 2:4,5)

Ray Stedman contou sobre um rapaz que havia deixado de ir à igreja que ele pastoreava. O jovem disse que, às vezes, no escritório, ficava com raiva, perdia a cabeça e tratava mal seus colegas de trabalho. Então, quando chegava o domingo, não queria ir à igreja porque sentia-se um hipócrita.

Stedman disse a seu jovem amigo: “Um hipócrita é alguém que age como se fosse algo que não é. Quando você vem para a igreja, você está agindo como um cristão. Você não é um hipócrita na igreja”. Repentinamente, o rapaz percebeu onde estava sendo hipócrita. Ele reconheceu que a resposta não era evitar a igreja, mas mudar sua maneira de ser no trabalho.

O termo hipócrita vem de uma palavra grega que quer dizer ator. Significa que fingimos ser algo que não somos. Às vezes nos esquecemos de nossa verdadeira identidade como pessoas que creem em Jesus. Esquecemos que somos responsáveis diante de Deus. Quando fazemos isso, vivemos de maneira como andávamos outrora (Efésios 2:2) e, neste caso, somos hipócritas.

Não permitamos que nossas velhas maneiras nos façam agir como alguém que não somos. Ao contrário, através da graça de Deus, vivamos de maneira a demonstrar que somos “… vida juntamente com Cristo” (Efésios 2:5). Essa é uma cura garantida para a hipocrisia.

Fonte: RBC

365 Recados Inspirados - #26


"Muitos parecem não apreciar o fato de que o dinheiro que desnecessariamente gastam em divertimentos que somente perturbam a alma e lançam o fundamento para a corrupção de seus costumes, é dinheiro que pertence ao Senhor. Os que usam o dinheiro para satisfazer o eu estão alegrando e glorificando ao inimigo de toda justiça. Se voltassem o coração para Deus, usariam seu dinheiro para abençoar e elevar aos seus semelhantes, para aliviar a pobreza e o sofrimento. Há em nosso mundo fome, nudez, doença e morte; contudo quão poucos reduzem as suas pecaminosas extravagâncias! Satanás está ideando tudo o que possa inventar para conservar o homem completamente ocupado, a fim de que não tenha tempo para considerar a pergunta: 'Como vai minha alma?' "

(Conselhos sobre Mordomia, pág. 135)

O Fator Amizade

"O amigo ama em todos os momentos." (Provérbios 17:17)

Jesus amava a todos, mas tinha Seu grupo de doze, e dentro dos doze, três com os quais mais Se associava: Pedro, Tiago e João. Quando estava no Jardim do Getsêmani, Ele necessitou de apoio humano, compreensão, encorajamento e conforto. Jesus disse: “Estou triste. Preciso da companhia de vocês.” Ele não disse: “Vou ser crucificado, mas não estou preocupado e nem um pouquinho com medo. Está tudo bem.” Em lugar disso, pediu que orassem por Ele.

Conhecidos nós temos às centenas: aqueles que foram colegas de classe ou mesmo aqueles com quem nos encontrávamos casualmente no campo de esporte. Mas não causaram muito impacto em nossa vida.

Conhecidos também são aqueles com quem trabalhamos, com quem assistimos a um evento, ou com quem viajamos. Esses, por assim dizer, entraram no barco e depois saíram. São aqueles que ficam no barco quando o mar está calmo, o sol brilhante e a brisa suave. São chamados “amigos de tempo bom”. Porém, quando chega a tempestade, pulam do barco.

E existem aqueles que são amigos verdadeiros; entram no barco se o mar estiver calmo. Na tempestade, também estão lá. Com ventania e relâmpago, ficam com você até passar a tempestade.

Apropriadamente, a versão bíblica The Message traduz: “O amigo ama com qualquer tipo de tempo” (Pv 17:17).

Num concurso de frases sobre o que significa ser o melhor amigo, a mais votada foi: “Amigo é alguém que entra quando todo mundo sai.” Você tem pelo menos uma pessoa por perto a quem pode se dirigir quando está triste? Se você quiser saber quem são seus amigos, cometa um erro ou uma grande gafe. Aí você vai ver o que acontece. Eles desaparecem, fazem questão de permanecer longe de você. E seus inimigos, então, desejarão vê-lo de longe.

O verdadeiro amigo não o justifica quando você erra, nem é indulgente. Se necessário, o confronta na medida certa, como diz um provérbio: “Não use o machado para tirar uma mosca da testa do seu amigo.”

O verdadeiro amigo sabe confortar você e tirar as arestas, como diz Provérbios 27:17: “Assim como o ferro afia o ferro, o homem afia o seu companheiro.” O verdadeiro amigo tem uma influência “afiadora”. Por causa dele, você será uma pessoa melhor.

Esse encontro do ferro com o ferro pode ajudar as pessoas a ver suas ideias com nova claridade, refinando, modelando, melhorando os insights e desafiando o crescimento, estimulando seu pensamento.

Fonte: MD 2011

Uma Mesa Repleta De Bênçãos

"O meu Deus, segundo as suas riquezas, suprirá todas as vossas necessidades em glória, por Cristo Jesus" (Filipenses 4:19).

Podemos imaginar uma mesa farta, cheia de comidas deliciosas. Ao seu redor estão reunidas pessoas famintas. Deus preparou a comida. Ela é totalmente gratuita. Se alguma pessoa está ao redor da mesa e não saboreia a comida, é uma decisão exclusivamente dela. Estar faminto, diante de uma mesa cheia, e não aproveitar a comida, é um comportamento irracional. É isso o que tem acontecido o tempo todo. a
generosidade de Deus não é aproveitada. Deus oferece comida espiritual, mas, Ele não forçará ninguém a comê-la. O homem deve tomar a iniciativa e participar daquilo que Deus lhe dá.

Temos nós estado diante das bênçãos do Senhor sem desfrutar de nenhuma delas? Temos ignorado tudo que o Senhor nos oferece, preferindo os enganos do mundo que não alimentam a alma e ainda nos afastam de Sua presença? Temos passado fome espiritual mesmo estando diante de um farto banquete que Deus tem nos preparado?

Muitas vezes nos queixamos de abandono enquanto sobre a mesa do Senhor está colocado o "estou contigo todos os dias". Murmuramos quanto à falta de tudo, sem nos dar conta de que sobre a mesa das bênçãos está o "o Senhor suprirá todas as tuas necessidades". Preocupamo-nos com enfermidades e não confiamos que, sobre a mesa, está o "eu sou o Senhor que te sara". A frustração das derrotas por passos mal dados nos atormenta e nem olhamos que, bem no centro da mesa, está o "sem mim nada podeis fazer".

Estamos famintos, sentados ao redor da mesa do Senhor, e bastaria apenas levantar uma de nossas mãos para receber tudo o que o nosso Salvador colocou à nossa disposição. Ali encontramos tudo de que necessitamos: alegria, paz, graça, unção, fé e vida abundante. Nada falta em cima da mesa do Senhor.

Comece a aproveitar as "iguarias" santas que o Senhor colocou sobre a mesa. Você encontrará a felicidade que tem estado buscando há muito tempo.

Fonte: Site do Paulo

365 Recados Inspirados - #25


"Nas últimas cenas da história terrestre, grassará a guerra. Haverá epidemias, pragas e fomes. As águas do oceano transporão seus limites. Propriedades e vidas serão destruídas pelo fogo e por inundações. Deveríamos estar nos preparando para as mansões que Cristo foi preparar para os que O amam." Maranata (Meditações Matinais, 1977), pág. 172.

(Eventos Finais, pág. 24)


Quem Somos nós Para Julgar?

"Não julguem, e vocês não serão julgados. Não condenem, e não serão condenados. Perdoem, e serão perdoados." (Lucas 6:37)

Muitos conhecem a história daquele homem que, num dia chuvoso, saía para seu trabalho e descobriu que todos os guarda-chuvas que estavam em casa precisavam de conserto. Através dos anos, os filhos tinham crescido, deixando um número de guarda-chuvas que a família ainda possuía. Na primeira busca, encontrou quase uma dúzia. Sem muita vontade, tomou alguns deles para levar para consertar.

No fim do dia, passou numa lanchonete antes de voltar para casa e, ao sair, pegou por engano um guarda-chuva que não era o dele. Antes que ele chegasse à porta, o dono do guarda-chuva o alcançou e pediu-o de volta. O homem ficou embaraçado e pediu desculpas.

Saiu dali, foi à loja de consertos, pegou os guarda-chuvas consertados e tomou um ônibus. Duas paradas à frente, entrou um senhor que logo disse: “Bem, vejo que você foi bem-sucedido hoje.” Era o homem cujo guarda-chuva tinha sido pego por engano no restaurante. Nenhuma explicação por parte daquele que consertara os guarda-chuvas convenceria seu acusador de que ele era qualquer coisa menos um ladrão de guarda-chuvas.

Essa é mais uma demonstração de como atribuímos motivos e saltamos rapidamente para conclusões que não estavam na ação nem na intenção da pessoa.

No sermão do monte, Jesus fez uma afirmação corajosa e um mandado difícil: “Não julguem, e vocês não serão julgados.”

Podemos usar a palavra “julgar” de duas maneiras: pode ser o ato de discernir ou diferenciar entre duas coisas. Falamos sobre julgar entre o bem e o mal, o certo e o errado. Mas não é a isso que Jesus está Se referindo.

Os judeus, por exemplo, se viam melhores e mais aceitáveis a Deus do que os gentios – especialmente os fariseus, envoltos em seu manto de justiça própria.

Posso considerar uma pessoa e/ou grupo como errados, mas se essa percepção me levar a desvalorizar a pessoa e/ou o grupo, também estou errado.

“Não se ponham como norma. Não façam de suas opiniões, seus pontos de vista quanto ao dever, suas interpretações da Escritura, um critério para outros, condenando-os em seu coração se não atingem seu ideal” (Ellen G. White, O Maior Discurso de Cristo, p. 124).

Como nenhum de nós está isento de argueiro ou trave no olho, é melhor não falar, não julgar e, antes, dar uma olhadinha em nós mesmos.

Fonte: MD 2011

365 Recados Inspirados - #24


"Foi o adversário de todo o bem que instigou à invenção das sempre mutáveis modas. Coisa alguma deseja ele tanto como ocasionar a Deus pesar e desonra mediante a miséria e a ruína dos seres humanos. Um dos meios por que ele o consegue mais eficazmente são as invenções da moda, que enfraquecem o corpo da mesma maneira que debilitam a mente e amesquinham a alma."

(A Ciência do Bom Viver, pág. 291)


365 Recados Inspirados - #23


"Ao mesmo tempo em que aparece aos filhos dos homens como grande médico que pode curar todas as enfermidades, [satanás] trará doenças e desgraças até que cidades populosas se reduzam a ruína e desolação. Mesmo agora está ele em atividade. Nos acidentes e calamidades no mar e em terra, nos grandes incêndios, nos violentos furacões e terríveis saraivadas, nas tempestades, inundações, ciclones, ressacas e terremotos, em toda parte e sob milhares de formas, Satanás está exercendo seu poder. Destrói a seara que está a amadurar, e seguem-se fome, angústia. Comunica ao ar infecção mortal, e milhares perecem pela pestilência. Estas visitações devem tornar-se mais e mais freqüentes e desastrosas. A destruição será tanto sobre o homem como sobre os animais. 'A Terra pranteia e se murcha; enfraquecem os mais altos do povo. ... Na verdade, a Terra está contaminada por causa dos seus moradores, porquanto transgridem as leis, mudam os estatutos e quebram a aliança eterna.' " Isa. 24:4 e 5. O Grande Conflito, págs. 637-639.

(Conselhos Sobre Saúde, pág. 461)


Quem Tem Sede

"No último e mais importante dia da festa, Jesus levantou-Se e disse em alta voz: 'Se alguém tem sede, venha a Mim e beba.' " (João 7:37)

No livro O Saara Desvendado, William Langewiesche conta a história de um algeriano chamado Lag Lag e seu companheiro, cujo caminhão quebrou no meio da travessia de um deserto. Durante as três semanas que esperaram por resgate, quase morreram de sede.
Mesmo debaixo do caminhão, construíram uma trincheira para que não fossem atingidos pelo sol. Dia após dia esperando, com o corpo já desidratado, queriam beber qualquer coisa que matasse a sede. Tinham alimento, mas não comiam, com medo de que a sede fosse intensificada. No caso de Lag Lag, a sede comum se transformou em excessiva sede permanente. Há diferentes nomes para o comportamento que a pessoa adota a fim de satisfazer a sede, mas não existe nenhum que descreva matar a sede com água do radiador. O único nome que descreveria essa sede é “polidipsia”, ou seja, “sede excessiva que leva a pessoa a beber qualquer coisa”. Foi o que Lag Lag e seu companheiro começaram a beber, em realidade: veneno.

Tenho sede – é a voz do mundo; é a voz do marinheiro perdido no mar; é a voz do viajante no deserto. O próprio Jesus disse: “Tenho sede” (Jo 19:28).

Durante uma das Festas dos Tabernáculos, Jesus Se apresentou no último grande dia da festa. À medida que a multidão enchia o templo, cansada pelo longo período de festividades, podia presenciar o derramamento da água sobre o altar, ritual que lembrava o período durante o qual Israel enfrentou sede no deserto. Jesus então subiu no alpendre do templo e bradou: “Se alguém tem sede, venha a Mim e beba” (Jo 7:37).

Jesus estendeu o convite para todos. Não há nenhuma qualificação acadêmica e nem social para atender o carente. É para jovens, crianças e adultos. Ele estava dizendo: “Eu posso satisfazer seus anelos, sonhos e necessidades.” “Quem beber da água que Eu lhe der nunca mais terá sede” (Jo 4:14).

O conceito de sede é usado para mostrar nosso vazio interior, para descrever um desejo, uma ânsia que temos dentro de nós. Alguma insatisfação indefinida, uma inquietação crônica. Uma sede por reconhecimento e atenção, paz e significado na vida.

“O brado de Cristo à alma sedenta ecoa ainda, e apela para nós com poder ainda maior do que aos que o ouviram no templo, naquele último dia da festa. A fonte está aberta para todos” (Ellen G. White, O Desejado de Todas as Nações, p. 454).

Fonte: MD 2011


365 Recados Inspirados - #22


"É chegado o tempo em que haverá no mundo tristeza que nenhum bálsamo humano pode curar. O Espírito de Deus está sendo retirado. Catástrofes por mar e por terra seguem-se umas às outras em rápida sucessão. Quão freqüentemente ouvimos de terremotos e furacões, de destruição pelo fogo e inundações, com grandes perdas de vidas e propriedades! Aparentemente essas calamidades são caprichosos desencadeamentos de forças da natureza, desorganizadas e desgovernadas, inteiramente fora do controle do homem; mas em todas elas pode ler-se o propósito de Deus. Elas estão entre os instrumentos pelos quais Ele busca despertar a homens e mulheres para que sintam o perigo." Profetas e Reis, pág. 277.

(Beneficência Social, pág. 135)


O Capitão Pode Chegar Hoje

"Vocês também precisam estar preparados, porque o Filho do homem virá numa hora em que vocês menos esperam." (Mateus 24:44)

Por trás das notícias e manchetes dos jornais e noticiários, está o incessante tique-taque do relógio de Deus indicando que estamos nos momentos finais da história da Terra. Parece que a natureza está demonstrando que o desrespeito às leis do meio ambiente tem limite. Transgredimos essas leis e por isso a própria natureza está se rebelando.

Mais do que fazer um levantamento detalhado de quantas enchentes, terremotos, tufões e incêndios de floresta estão acontecendo, vamos checar como está nosso preparo. Que área da minha vida precisa ser atendida a fim de que eu esteja preparado quando Jesus regressar?

Peça a Deus que o ajude a identificar suas falhas de caráter, más tendências a abandonar e coisas que devem ser mudadas. Melhore a qualidade de seu relacionamento com Deus.

Jesus adverte para que os cuidados da vida, posses, investimentos, diversão não ocupem nosso tempo de tal maneira que deixemos a volta de Jesus em segundo plano.

Os treinadores de maratonistas dizem que não se deve treinar o percurso total dos 42 quilômetros da corrida, mas, no máximo, de 30 a 32 quilômetros. Dez a doze quilômetros serão totalmente desconhecidos. O atleta sabe que vai ser difícil, mas se treinou o suficiente, sabe que conseguirá chegar até o fim. Jesus descreve o período que antecede Sua volta como se fossem esses quilômetros totalmente desconhecidos, com acontecimentos nunca vistos pela humanidade.

O explorador da Antártida, Sir Ernest Shackleton, foi certa vez compelido a deixar alguns de seus homens na gélida e barrenta Ilha Elefante, com a intenção de voltar até eles quando estivesse regressando à Inglaterra. Porém, contra sua vontade, ele se atrasou. Na época em que pretendia fazer a viagem, o mar estava congelado, impedindo o acesso aos homens. Após três tentativas, Shackleton finalmente partiu para a ilha onde encontrou seus homens não apenas vivos, mas totalmente prontos para embarcar. “Como vocês sabiam que eu chegaria hoje?”, ele perguntou. “Não sabíamos”, um deles respondeu. “Mas a cada manhã nosso líder enrolava seu saco de dormir e dizia: ‘Aprontem-se, rapazes, o capitão pode chegar hoje.’”

O segredo de convidar Jesus para viver em nossa vida é estar preparado, cada dia, para recebê-Lo.

Fonte: MD 2011

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