Nossos filhos... nossas cópias

(por Marcio)

Herança do Senhor, são os filhos; o fruto do ventre, seu galardão" (Salmo 127:3)



É impressionante as tamanhas marcas que imprimimos em nossos filhos pelos nossos atos - nem tanto pelo que falamos ou professamos, mas em especial pelo que fazemos.

Às vezes fico reparando em mim mesmo, alguns dos meus gestos, manias, alguns hábitos inclusive aqueles que são diários, e fico a me lembrar o quão parecido sou com o meu pai. É verdade que muitas foram as coisas que ele teve que me ensinar, mas muitas outras não foram necessárias, bastou conviver com ele, para que minha maneira de viver fosse parecida com a dele.

Numa época em que estive envolvido com uma daquelas empresas de marketing de rede, uma das frases que mais me marcaram dizia assim: "O que você FAZ soa tão alto, que o que você fala ninguém escuta". Nós somos assim - especialmente quando pequenos, somos facilmente influenciados pelos exemplos de vida das pessoas adultas, principalmente pelos nossos pais ou por aqueles que foram responsáveis pela nossa criação e educação. Somos influenciados pelos seus bons hábitos, e infelizmente também pelos seus maus hábitos.

Isso também pode acontecer numa escola, numa igreja, na casa de parentes e amigos, mas nenhum lugar supera a influência do que acontece em nossos lares. Aliás, vale lembrar que a essência da educação depende dos pais, e não dos educadores que são comissionados para estarem com os filhos. O caráter, os princípios, são responsabilidade única e exclusiva do pai, da mãe ou responsável direto. Quase ninguém aprende a dizer "tenha um bom dia", "muito obrigado", "bom final de semana", "por favor", "não... para a desonestidade", "sim... para a amabilidade"... numa instituição qualquer, talvez nem mesmo dentro de uma igreja, mas em casa.

Pensando nisso, vale o apelo irmãos: "Cuidado com o que você está fazendo de errado com a sua vida, ela pode estar influenciando a vida daqueles que estão perto de você". Como exemplo, muitos falam assim: "Eu fumo mesmo, não consigo parar. O único prejudicado sou eu"... será? Além do que já sabemos sobre os fumantes passivos, como será que em particular os pequeninos recebem tal informação (exemplo)? Será que quem te assiste fumando tem a mesma propensão ao câncer que você? As possibilidades de que aqueles que influenciamos façam o mesmo são exorbitantes, até porque os pequeninos são como verdadeiras esponjas! Neste mesmo assunto, já ouvi alguém dizer: "Meu avô fumou a vida inteira, desde garotinho, e morreu com quase 100 anos!" E isto é verdade, pode acontecer. Mas certa vez, ouvi de uma outra pessoa: "Viveu quase 100 anos?" Que infeliz... roubou de Deus! Era pra ter vivido 120 pelo menos se tivesse cuidado do Templo do Espírito Santo!" O ponto é: nunca devemos ser influência negativa na vida dos demais, muito menos dos nossos filhos. Está escrito: "Melhor lhe fora que se lhe pendurasse ao pescoço uma pedra de moinho e fosse lançado ao mar, do que fazer tropeçar um destes pequeninos" (Lucas 17:2).

Neste contexto, entram vários campos passíveis de importante influência: bebida, comida, grosseria, falta de modos, gestos inadequados, palavras torpes, honestidade, etc e etc (bem como mostra o vídeo)... mas estes são temas para várias outras reflexões.

Como lemos no verso áureo, o salmo 127:3 fala sobre "herança". Quando Deus nos presenteia com filhos, ele espera que cuidemos desta herança, justamente como os seres humanos fazem quando desejam que os seus presenteados façam com sua herança material - e isso requer empenho destes detentores da herança.

Portanto, os filhos são o legado do Senhor. Vieram das mãos dEle e nos foram confiados no desejo de que nós cuidemos deles da melhor maneira possível, de modo que, quando Jesus voltar, que Deus venha a receber estes filhos diretamente das mãos dos seus pais. Como? Justamente sendo um EXEMPLO de integridade humana com os nossos filhos: amorosos, companheiros, incentivadores, temperantes, modestos, gratos, confiantes... "gastando" tempo com eles, orando com eles, estudando a Palavra diariamente e etc. Mas, quantos pais hoje neste mundo de mil afazeres (na maioria inúteis), estão dando pouca atenção aos seus filhos, mas muita atenção (nas suas poucas horas vagas) a um programa de televisão? Ou quantos outros estão tão preocupados em ganhar dinheiro (para comprar aquilo de que não precisam) e desta forma passam pela vida tão distantes dos seus queridos que nem se apercebem que eles já cresceram?

O mundo "jaz no malígno" e infelizmente muitos cristãos estão imitando o mundo e não aquEle que não é deste mundo. Às vezes me vem à cabeça: Como as pessoas desejam o céu, se estão tão preocupadas em ser aceitas neste mundo, imitando os padrões do mundo e não os princípios do céu? Como Deus vai eternizar uma raça de seres desobedientes se no céu só entrarão os obedientes? Sim, porque somos salvos pela Graça, mas porque fomos salvos, obedecemos! Porque está escrito: "Ensina a criança no caminho em que deve andar, e ainda quando for velho, não se desviará dele" (Prov. 22:6). Percebe? É um mandamento direto para os pais. Não está escrito: "Peça para alguém ensinar... o vizinho, a professora..." Depende dos pais; depende da nossa obediência e de simples bom senso.

Não deixe que o mundo o influencie, para que da mesma maneira, o mundo não venha a influenciar os seus filhos. Os filhos são nossas "cópias", portanto, que possamos ser exemplos de verdadeiros filhos de Deus, e não exemplos de filhos do mundo.

Os meus mais sinceros votos, são que naquele dia, que a minha e a sua resposta possa ser a que está em Isaías 8:18: "Eis-me aqui, e os filhos que o Senhor me deu."

REFLEXÃO: "Onde está o rebanho que te foi confiado, o teu lindo rebanho?" (Jeremias 13:20)



O açougueiro e o cachorro

(adaptado do texto de autor desconhecido)

"... o coração dos ímpios é de pouco valor" (Provérbios 10:20)

Um açougueiro estava em sua loja e ficou surpreso quando um cachorro entrou.

Ele o espantou, mas logo o cãozinho voltou.

Novamente ele tentou espantá-lo, foi quando viu que o animal trazia um bilhete na boca. Ele pegou o bilhete e leu:

"Mandar 12 salsichas e uma perna de carneiro, por favor. Assinado... ".

Ele olhou e viu que junto ao bilhete havia uma nota de 50 Reais. Então ele pegou o dinheiro, separou as salsichas e a perna de carneiro, colocou numa embalagem plástica, junto com o troco, e pôs na boca do cachorro.

O açougueiro ficou impressionado e como já era mesmo hora de fechar, ele decidiu seguir o animal. O cachorro desceu a rua, quando chegou ao cruzamento deixou a bolsa no chão, pulou e apertou o botão para fechar o sinal. Esperou pacientemente com o saco na boca até que o sinal fechasse e ele pudesse atravessar a rua.

O açougueiro e o cão foram caminhando pela rua, até que o cão parou em uma casa e pôs as compras na calçada. Então, voltou um pouco, correu e se atirou contra a porta.
Tornou a fazer isso. Ninguém respondeu na casa.

Então, o cachorro circundou a casa, pulou um muro baixo, foi até a janela e com o focinho começou a bater no vidro várias vezes.

Depois disso, caminhou de volta para a porta, e foi quando inacreditavelmente, alguém abriu a porta e começou a bater no cachorro.

O açougueiro correu até esta pessoa e o impediu, dizendo:

"Por Deus do Céu, o que você está fazendo? O seu cão é maravilhoso!

A pessoa respondeu:

"Maravilhoso? Esta já é a segunda vez esta semana que este estúpido esquece a chave!"

Moral da estória:

Se algum dia alguém lhe disser que seu trabalho não é o de um profissional, lembre-se: "Com a instrução e presença de Deus, amadores construíram a Arca de Noé enquanto que profissionais sem Deus, o Titanic."

Você pode continuar excedendo às maiores expectativas, mas para os olhos de alguns, você estará sempre abaixo do esperado.

Isto te faz lembrar de Alguém infinitamente mais importante e poderoso que um mero cachorrinho? Te faz lembrar de Alguém que não foi e continua não sendo reconhecido pelos seus atos extraordinários? Haverá o dia, em que "todo o joelho se dobrará" por aquEle que ainda é desvalorizado por bilhões de pessoas ao redor deste mundo mau.

REFLEXÃO: “Mas agora despojai-vos também de tudo isto: da ira, da cólera, da malícia, da maledicência, das palavras torpes da vossa boca” (Colossenses 3:8)

"E João, chamando dois dos seus discípulos, enviou-os a Jesus, dizendo: És tu aquele que havia de vir, ou esperamos outro? (Lucas 7:19)


Uma explosão de misericórdia

(adaptado do relato do Rab. Issocher Frand)

“Deus é o nosso refúgio e fortaleza, socorro bem presente na angústia” (Salmos 46:1)

Na quinta feira, dia nove, entre uma reunião e outra, o empresário aproveitou para ir fazer um lanche rápido em uma pizzaria na esquina das ruas Yafo e Mêlech George no centro de Jerusalém.

O estabelecimento estava superlotado. Logo ao entrar na pizzaria, Moshê percebeu que teria que esperar muito tempo numa enorme fila, se realmente desejasse comer alguma coisa - mas ele não dispunha de tanto tempo.

Indeciso e impaciente, pôs-se a ziguezaguear por perto do balcão de pedidos, esperando que alguma solução caísse do céu. Percebendo a angústia do estrangeiro, um israelense perguntou-lhe se ele aceitaria entrar na fila na sua frente. Mais do que agradecido, Moshê aceitou. Fez seu pedido, comeu rapidamente e saiu em direção à sua próxima reunião.

Menos de dois minutos após ter saído, ele ouviu um estrondo aterrorizador. Assustado, perguntou a um rapaz que vinha pelo mesmo caminho que ele acabara de percorrer o que acontecera. O jovem disse que um homem-bomba acabara de detonar uma bomba na pizzaria Sbarro`s... Moshê ficou branco. Por apenas dois minutos ele escapara do atentado.

Imediatamente lembrou do homem israelense que lhe oferecera o lugar na fila. Certamente ele ainda estava na pizzaria. Aquele sujeito salvara a sua vida e agora poderia estar morto. Atemorizado, correu para o local do atentado para verificar se aquele homem necessitava de ajuda. Mas encontrou uma situação caótica no local. A Jihad Islâmica enchera a bomba do suicida com milhares de pregos para aumentar seu poder destrutivo. Além do terrorista, de vinte e três anos, outras dezoito pessoas morreram, sendo seis crianças. Cerca de outras noventa pessoas ficaram feridas, algumas em condições críticas. As cadeiras do restaurante estavam espalhadas pela calçada. Pessoas gritavam e acotovelavam- se na rua, algumas em pânico, outras tentando ajudar de alguma forma. Entre feridos e mortos estendidos pelo chão, vítimas ensangüentadas eram socorridas por policiais e voluntários. Uma mulher com um bebê coberto de sangue implorava por ajuda. Um dispositivo adicional já estava sendo desmontado pelo exército. Moshê procurou seu 'salvador' entre as sirenes sem fim, mas não conseguiu encontrá-lo.

Ele decidiu que tentaria de todas as formas saber o que acontecera com o israelense que lhe salvara a vida. Moshê estava vivo por causa dele. Precisava saber o que acontecera, se ele precisava de alguma ajuda e, acima de tudo, agradecer-lhe por sua vida. O senso de gratidão fez com que esquecesse da importante reunião que o aguardava. Ele começou a percorrer os hospitais da região, para onde tinham sido levados os feridos no atentado. Finalmente encontrou o israelense num leito de um dos hospitais. Ele estava ferido, mas não corria risco de vida. Moshê conversou com o filho daquele homem, que já estava acompanhando seu pai, e contou tudo o que acontecera. Disse que faria tudo que fosse preciso por ele. Que estava extremamente grato àquele homem e que lhe devia sua vida. Depois de alguns momentos, Moshê se despediu do rapaz e deixou seu cartão com ele. Caso seu pai necessitasse de qualquer tipo de ajuda, o jovem não deveria hesitar em comunicá-lo.

Quase um mês depois, Moshê recebeu um telefonema em seu escritório em Nova Iorque daquele rapaz, contando que seu pai precisava de uma operação de emergência. Segundo especialistas, o melhor hospital para fazer aquela delicada cirurgia fica em Boston, Massachussets. Moshê não hesitou. Arrumou tudo para que a cirurgia fosse realizada dentro de poucos dias. Além disso, fez questão de ir pessoalmente receber e acompanhar seu amigo em Boston, que fica a uma hora de avião de Nova Iorque. Talvez outra pessoa não tivesse feito tantos esforços apenas pelo senso de gratidão. Outra pessoa poderia ter dito "Afinal, ele não teve intenção de salvar a minha vida: apenas me ofereceu um lugar na fila"... mas não Moshê. Ele se sentia profundamente grato, mesmo um mês após o atentado. E ele sabia como retribuir um favor.

Naquela manhã de terça-feira, Moshê foi pessoalmente acompanhar seu amigo - e deixou de ir trabalhar. Sendo assim, pouco antes das nove horas da manhã, naquele dia onze de setembro de 2001. Moshê não estava no seu escritório no 101.º andar do World Trade Center Twin Towers.

REFLEXÃO: “Por isso o Senhor esperará, para ter misericórdia de vós; e por isso se levantará, para se compadecer de vós; porque o Senhor é um Deus de eqüidade; bem-aventurados todos os que por ele esperam” (Isaías 30:18)


"Deus de Vitória"

"Ide por todo o mundo e pregai o evangelho a toda criatura" (Marcos 16:15)


Nota Diário da Profecia: Confesso que assistindo o vídeo, o primeiro sentimento que me ocorreu foi o de pena. Pena pelas condições físicas da pequena.

Choro...

No meio do testemunho o meu objeto de pena mudou: passei a ter pena de mim, das minhas condições espirituais, porque ela vive aquilo que todo o verdadeiro cristão deveria viver, o comprometimento pleno com a obra do Senhor, que concede a verdadeira alegria de viver.

Mais choro...

Em seguida tomou-me o sentimento de vergonha por deixar que este mundo me distraia tanto, mesmo sabendo que ele está com os dias contados, mesmo sabendo qual será o seu fim e onde eu deveria estar segundo o chamado que me foi proposto. Restou vergonha pelas bolhas e atrofia que rendem meu serviço ao Senhor.

Desespero...

Mas no final outra conclusão. A de um Deus que ama tanto, mas tanto, que continua buscando Seus filhos, mesmo que eles, como eu, sejam uma vergonha para o Seu Evangelho. Louvado seja o Seu nome pela Vitória, porque ainda há...

Esperança!

Veja logo abaixo, o vídeo da querida Andressa Barragana:

REFLEXÃO: “Sede fortes e corajosos; não temais, nem vos atemorizeis diante deles; porque o Senhor vosso Deus é quem vai convosco. Não vos deixará, nem vos desamparará” (Deuteronômio 31:6)



Cidadania dupla

(Pr. Rubem M. Scheffel)

"Eu sou judeu, nasci em Tarso da Cilícia, mas criei-me nesta cidade e aqui fui instruído aos pés de Gamaliel" (Atos 22:3)

A Constituição Brasileira permite a obtenção de outras cidadanias, sem que isso implique a perda da nacionalidade brasileira. Assim sendo, muitos brasileiros descendentes de imigrantes europeus, de olho na possibilidade de se tornarem também cidadãos de um país desenvolvido, têm requerido passaporte expedido pelo país de origem de seus ancestrais, apoiados em seu “direito de sangue”.

A dupla cidadania oferece várias vantagens na Comunidade Europeia, inclusive a possibilidade de fixar residência sem precisar de visto, e estudar e trabalhar legalmente como qualquer cidadão europeu.

No tempo do apóstolo Paulo, a cidadania romana era também altamente valorizada, e se a pessoa não a possuísse por direito de nascimento, poderia adquiri-la por 500 dracmas, o que equivalia a quase dois anos de salário de um trabalhador comum. E oferecia os seguintes privilégios: um romano não poderia ser açoitado ou morto sem ter sido julgado e condenado; tinha o direito de votar, fazer contratos, casar-se legalmente, e era isento de impostos.

Paulo tinha cidadania dupla: era romano por nascimento, e judeu por “direito de sangue”. Reza a tradição que os pais de Paulo viviam originalmente na Galileia, e por volta do ano 4 a.C. teriam sido capturados e levados como escravos para Tarso, a principal cidade da Cilícia, na Ásia Menor, onde, posteriormente, recuperaram a liberdade, prosperaram e se tornaram cidadãos romanos. E ali nasceu Paulo. Tinha provavelmente 12 anos de idade quando foi enviado a Jerusalém para ser educado por Gamaliel (SDA Bible Commentary, v. 6, p. 209). A dupla cidadania de Paulo o livrou de ser açoitado em pelo menos uma ocasião (ver At 22:25-29).

Quando Adão e Eva pecaram, Satanás preparou o discurso que faria para Deus: “Este lugar agora é meu. Seus habitantes me escolheram e Te rejeitaram. Não tens mais nada a ver com este mundo. Passe bem!”

Satanás pretendia expulsar Deus da Terra, dizendo que Ele não tinha o direito de intervir aqui. Deus concordou. Ele não forçaria a situação. Ele nasceria aqui e adquiriria a cidadania terrestre por direito de nascimento. E como homem, venceria a Satanás. Ninguém poderia dizer-Lhe: “Não Se intrometa. Você não é daqui.”

Jesus é daqui. Ele é nosso. Ele Se fez carne e habitou entre nós. Tornou-Se o Filho do homem para buscar e salvar o perdido. Adquiriu para Si e para o crente cidadania dupla: a terrestre e a celestial.
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REFLEXÃO: "Porque Deus amou mundo de tal maneira que deu o Seu filho unigênito, para todo aquele que nEle crê não pereça, mas tenha a vida eterna" (João 3:16)

6 mitos sobre o sábado (Shabat)

“Demais lhes dei também os meus sábados, para servirem de sinal entre mim e eles; a fim de que soubessem que eu sou o Senhor que os santifica” (Ezequiel 20:12)



REFLEXÃO: “Aqui está a perseverança dos santos, daqueles que guardam os mandamentos de Deus e a fé em Jesus” (Apocalipse 14:12)



Palavras de exortação à Igreja de Cristo

"Porque virá tempo em que não suportarão a sã doutrina; mas, tendo comichão nos ouvidos, amontoarão para si doutores conforme as suas próprias concupiscências; e desviarão os ouvidos da verdade, voltando às fábulas" (II Timóteo 4:3-4)

REFLEXÃO: "Por isso diz: Desperta, tu que dormes, e levanta-te dentre os mortos, e Cristo te esclarecerá" (Efésios 5:14)

FAQ



Um herói chamado Janusz Korczak

(adaptado do texto de Bruce Scott)

Defendei o direito do órfão” (Isaías 1:17)

Deus ama as crianças. O coração de Deus se move na direção dos órfãos. Durante o Holocausto nazista, um certo homem fez exatamente isso.

Ele nasceu em 1878 na cidade de Varsóvia, Polônia, e seu nome de nascimento era Henryk Goldszmit. Os pais de Henryk eram etnicamente judeus, mas praticavam muito pouco do judaísmo. Eles também eram ricos. Entretanto, a infância de Henryk foi tudo menos alegre. Seu pai o ofendia verbalmente com insultos. Sua mãe o mimava e reprimia. Quando Henryk chegou à idade de 11 anos, seu pai começou a sofrer uma série de colapsos nervosos que culminaram no empobrecimento da família. Com 18 anos de idade, Henryk sofreu a perda de seu pai que morreu num hospício.

Tais experiências deram forma à causa que Henryk abraçaria por toda a sua vida. Ele repudiou a freqüente tirania dos poderosos sobre os fracos, a tirania dos ricos sobre os pobres, a tirania dos adultos sobre as crianças, bem como assumiu a missão de reformar a sociedade e ajudar aos necessitados.

Para cumprir sua missão, Henryk ingressou na medicina, especializando-se em pediatria. Enquanto cursou a universidade, ele cobrava valores exorbitantes de consulta dos seus pacientes abastados, de modo que pudesse ir aos cortiços e favelas para tratar dos pobres a baixo custo.

Durante aqueles dias, Henryk também começou a escrever e publicar suas experiências entre a população carente, a fim de chamar a atenção para a sua condição deplorável. Além disso, adotou o nome de Janusz Korczak, um nome mais polonês na sua sonoridade, pelo qual se tornou conhecido por toda a Polônia como um médico que cuidava dos miseráveis e advogava a causa das crianças. “Eu lhes digo”, escreveu Korczak, “Nunca vi cena mais cruel do que a de um bêbado que espanca uma criança ou do que a de uma criança que entra num boteco e implora: ‘Papai, vem pra casa!”’.¹

Em 1912, Korczak tomou a difícil decisão de deixar a prática da medicina numa clínica infantil para se tornar o diretor e médico de um novo orfanato judeu em Varsóvia o qual abrigava 100 crianças. Depois da Primeira Guerra Mundial, ele acumulou a responsabilidade de dirigir mais um orfanato, este para crianças não-judias.

Korczak dirigiu seus orfanatos conforme a “Children’s Republic” (i.e., “República das Crianças”) que ele delineou em sua famosa obra How to Love a Child (“Como Amar Uma Criança”), na qual enfatizou a importância de se respeitar as crianças e permitir-lhes governar a si mesmas. Embora alguns de seus métodos possam ser questionáveis para o uso no lar, eles provaram ser eficazes naqueles orfanatos. Um levantamento referente a um período de 20 anos demonstrou que 98% dos órfãos com quem Korczak trabalhou se desenvolveram em cidadãos produtivos e equilibrados.

Korczak escreveu, ensinou e fez discursos anônimos pelo rádio acerca das crianças e suas necessidades. Ele visitou a Terra Santa por duas vezes e planejava uma terceira visita, possivelmente para lá permanecer, quando a Alemanha invadiu a Polônia em setembro de 1939.

A partir do momento que Varsóvia foi tomada pelos alemães, Korczak se viu forçado a deslocar seus órfãos para o recém-criado Gueto de Varsóvia. Quinhentos mil judeus (dos quais 100 mil eram crianças) foram comprimidos e confinados numa área menor do que 2 quilômetros quadrados de extensão. Por dois anos Korczak e sua equipe se esforçaram para cuidar de suas crianças. Ele se dirigia às pessoas para pedir comida, batia de porta em porta para levantar donativos e improvisava recursos para tratamento médico. Para preservar uma certa aparência de normalidade e manter o moral das crianças elevado, Korczak deu continuidade às atividades da rotina diária das crianças, inclusive as práticas de dar recitais de música e de fazer apresentações teatrais.

Em 1942, Korczak manteve o registro de um diário por três meses, o qual mais tarde foi encontrado. Nesse diário ele escreveu: “Eu existo não para ser amado e admirado, mas sim para que eu mesmo aja e ame. Não é dever dos que estão ao meu redor me auxiliar, ao contrário sou compelido pelo dever de cuidar do mundo, cuidar do ser humano”.²

Em julho de 1942 os nazistas começaram a transferir os habitantes do Gueto de Varsóvia para o campo de extermínio de Treblinka. Em 5 de agosto daquele ano, aqueles 200 órfãos marcharam lado a lado em quatro fileiras sob a liderança de Korczak, de cabeça erguida na direção dos trens que os aguardavam. Apesar das ofertas anteriores de isenção pessoal e salvo-conduto, Korczak permaneceu nas suas incumbências. Ele afirmou: “Não se abandona uma criança doente ou carente durante a noite. Eu tenho duzentos órfãos; num momento como esse, vou ficar ao lado deles a cada minuto”.³ Na última ocasião em que Korczak foi visto, ele mais uma vez estava prestando auxílio às suas crianças – no interior dos trens.

Embora nunca tenha se casado, Korczak deixou um legado duradouro. Tiago em sua carta escreveu: “A religião pura e sem mácula, para com o nosso Deus e Pai, é esta: visitar os órfãos e as viúvas nas suas tribulações...” (Tiago 1:27). Janusz Korczak, apesar de não ter sido um crente em Cristo, nem judeu praticante, indubitavelmente exemplificou o princípio desse versículo e estabeleceu um modelo a ser seguido por todos. (Bruce Scott, Israel My Glory - http://www.beth-shalom.com.br/)

REFLEXÃO: “Jesus, porém, chamando-as para si, disse: Deixai vir a mim as criancinhas, e não as impeçais, porque de tais é o reino de Deus” (Lucas 18:16)

Notas: (1) Citado no livro de Mark Bernheim, Father of the Orphans: The Story of Janusz Korczak. Nova York: E. P. Dutton, 1989, p. 66. - (2) Janusz Korczac, Ghetto Diary. New Haven: Yale University Press, 2003, p. 69.
(3) Bernheim, p. 131.


50 razões para observar o sábado (Shabat)

“Então voltaram e prepararam especiarias e unguentos. E no sábado repousaram, conforme o mandamento” (Lucas 23:56)


REFLEXÃO: “Agora, pois, ó Israel, que é que o Senhor teu Deus requer de ti, senão que temas o Senhor teu Deus, que andes em todos os seus caminhos, e o ames, e sirvas ao Senhor teu Deus de todo o teu coração e de toda a tua alma, que guardes os mandamentos do Senhor, e os seus estatutos, que eu hoje te ordeno para o teu bem?” (Deuterenômio 10:12-13)



Julgando pela aparência

(Pr Rubem M. Scheffel)

"Não julgueis segundo a aparência, e sim pela reta justiça" (João 7:24)

Malcolm Forbes conta que uma senhora, usando um vestido de algodão já desbotado, e seu marido, trajando um velho terno feito à mão, desceram do trem em Boston, EUA, e se dirigiram timidamente ao escritório do presidente da Universidade Harvard. Eles não haviam marcado entrevista.

A secretária, num relance, achou que aqueles caipiras do interior nada tinham a fazer em Harvard.

– Queremos falar com o presidente – disse o homem em voz baixa.

– Ele vai estar ocupado o dia todo – respondeu rispidamente a secretária.

– Nós vamos esperar.

A secretária os ignorou por horas a fio, esperando que o casal finalmente desistisse e fosse embora. Mas eles ficaram ali, e a secretária, um tanto frustrada, decidiu incomodar o presidente, embora detestasse fazer isso.

– Se o senhor falar com eles apenas por alguns minutos, talvez resolvam ir embora – disse ela.

O presidente suspirou com irritação, mas concordou. Alguém da sua importância não tinha tempo para atender gente desse tipo, mas ele detestava vestidos desbotados e ternos puídos em seu escritório. Com o rosto fechado, ele foi até o casal.

– Tivemos um filho que estudou em Harvard durante um ano – disse a mulher. – Ele amava Harvard e estava feliz aqui. Mas, um ano atrás ele morreu num acidente e gostaríamos de erigir um monumento em honra a ele em algum lugar do campus.

– Minha senhora – disse rudemente o presidente –, não podemos erigir uma estátua para cada pessoa que estudou em Harvard e morreu. Se o fizéssemos, este lugar pareceria um cemitério.

– Oh, não – respondeu rapidamente a senhora. – Não queremos erigir uma estátua. Gostaríamos de doar um edifício à Harvard.

O presidente olhou para o vestido desbotado da mulher e para o velho terno do marido, e exclamou:

– Um edifício! Os senhores têm sequer uma pálida ideia de quanto custa um edifício? Temos mais de sete milhões e meio de dólares em prédios aqui em Harvard.

A senhora ficou em silêncio por um momento, e então disse ao marido:

– Se é só isso que custa para fundar uma universidade, por que não termos a nossa própria?

O marido concordou. O casal Leland Stanford levantou-se e saiu, deixando o presidente confuso. Viajando para Palo Alto, na Califórnia, eles estabeleceram ali a Universidade Stanford, em homenagem a seu filho, ex-aluno da Harvard.

Não se deve julgar as pessoas pela aparência, e os mais pobres devem ser tratados com bondade.
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REFLEXÃO: “E deleitar-se-á no temor do Senhor; e não julgará segundo a vista dos seus olhos, nem decidirá segundo o ouvir dos seus ouvidos; mas julgará com justiça os pobres, e decidirá com eqüidade em defesa dos mansos da terra; e ferirá a terra com a vara de sua boca, e com o sopro dos seus lábios matará o ímpio. A justiça será o cinto dos seus lombos, e a fidelidade o cinto dos seus rins” (Isaías 11:3-5)

"A mesa está preparada"

"Como é bom e agradável quando os irmãos convivem em união! É como óleo precioso derramado sobre a cabeça... Ali o Senhor concede a benção da vida para sempre"
(Salmos 133:1,2 e 4) - NVI

Quarteto Athus

Quando ao passado eu voltava
Relembrando bons momentos do lar
Com os meus irmãos eu brincava
Nem sentia mesmo o tempo passar
E no lugar que eu vivia
Mil brinquedos e alegrias sem fim
E, bem ao longe, eu ouvia
Era alguém que então chamava por mim

Podia ouvir a minha mãe chamando
"Está pronta a mesa, vem sem demorar
Aqui está o seu lugar,
Estou esperando, falta só você"
Eu quero ouvir a minha mãe chamando
"Está pronta a mesa, vem sem demorar"

Sei de um futuro bem perto
E começo, então, a me preparar
De coração sempre aberto
Quero ver o meu Jesus regressar
E, lá na Pátria Celeste,
Com os meus irmãos ali vou brincar
Escutarei o meu Mestre
Com um novo nome a me chamar

Eu ouvirei o meu Jesus chamando
"Está pronta a mesa, vem sem demorar
Aqui está o seu lugar,
Estou esperando, falta só você"
Eu quero ouvir o meu Jesus chamando
"Está pronta a mesa, vem sem demorar"
"Está pronta a mesa, vem sem demorar"



Nota Diário da Profecia: Homenagem aos meus irmãos (M&M&M), que Deus concedeu a alegria de caminharmos juntos rumo ao Lar Celestial. Estendo a todos que acompanham este espaço e rogo a Deus que Ele a todos nós mantenha firmes, até o fim.

"A mesa está preparada". Vem Senhor Jesus.

REFLEXÃO: "Eu lhes digo que, de agora em diante, não beberei deste fruto da videira até aquele dia em que beberei o vinho novo com vocês no Reino de meu Pai" (Mateus 26:29) - NVI


Influência para os descendentes*

(por Marcio)

"Instrui o menino no caminho em que deve andar, e até quando envelhecer não se desviará dele" (Provérbios 22:6)

Neste último sábado (15/04/2010), tive o prazer de levar a Palavra do Senhor para um grupo de aproximadamente 70 pessoas (na maioria mulheres), numa escola pública estadual na cidade de São Bernardo do Campo. Houve ali uma homenagem ao dia das Mães em comemoração ao domingo da semana passada. O programa teve seu início a partir de uma missa e foi finalizado com o nosso culto.

Que experiência especial! Um público misto de crentes, descrentes, católicos e protestantes. Como o culto foi dirigido mais num sentido exortativo e não só homenageativo, pude ver no rosto de cada uma das mães, diversas sensações diferentes: espanto, sorrisos, lágrimas, pensamentos ao léu... tudo isso em decorrência do chamar à atenção das mesmas em relação aos seus filhos, jovens estes que talvez, como tantos outros no país e ao redor do planeta, muitas vezes são "educados" e influenciados a partir dos meios de mídia e "do mundo" (televisão, internet, games, filmes, colegas e etc.) ao invés de serem "administrados" pelos pais para que possam desenvolver um caráter sólido, alicerçado na Palavra, longe dos "padrões" do mundo e firmes nos princípios de Deus.

Tentei transmitir a mensagem de como nossas atitudes são importantes na educação dos nossos filhos, tudo isso a partir do exemplo da educação de Moisés por Joquebede. Ela foi um exemplo de mãe que deixou marcas tão profundas e essenciais na educação dos primeiros anos de seu filho, que mesmo depois de 40 anos, ele veio e preferir os problemas junto aos filhos de Deus do que as honras do palácio do Faraó. Nossa "herança" é quase sempre uma cópia daquilo que somos e fazemos. Bom, é não termos dúvidas de que nossos filhos serão uma reprodução quase fiel daquilo que "inculcamos" desde pequenos em suas mentes. Está escrito: "...e as ensinarás [a Palavra de Deus] a teus filhos e delas falarás assentado em tua casa, e andando pelo caminho, e deitando-te e levantando-te..." (Deut 6:7).

Ao final, tive o privilégio de orar individualmente com algumas delas e também cadastrá-las para receberem a partir desta semana uma série de estudos bíblicos... que benção... Deus seja louvado! Lembrando disto, li ontem esta reflexão abaixo que tem o mesmo título desta mensagem que estão lendo, que fala justamente deste problema da humanidade que é mais real do que jamais foi - criar os filhos como se Deus não existisse!

"Max Jukes viveu em Nova Iorque. Ele era ateu. Ele não acreditava em Cristo e não permitia que seus filhos fossem à Igreja, mesmo quando esses lhe pediam. Ele teve muitos descendentes, porém, 310 morreram como indigentes, 150 foram criminosos, sendo 78 assassinos, 100 eram alcoólatras, mais da metade das mulheres, prostitutas, Os descendentes de Jukes custaram ao Estado 1.250.000 dólares. Ele costumava combater os sermões de Jonathan Edwars, seu contemporâneo. O pregador amava ao Senhor e levava seus filhos à Igreja todos os finais de semana. Ele dedicou sua vida ao serviço de Deus e teve muitos descendentes. 3 se tornaram presidentes de universidades, 3 Senadores dos Estados Unidos, 30 juízes, 100 advogados, 60 médicos, 65 professores de universidades, 75 oficiais de exército e marinha, 100 pregadores e missionários, 60 escritores de destaque, 1 vice-presidente dos Estados Unidos, 80 altos funcionários públicos, 250 formados em universidades, entre eles governadores de Estados e diplomatas enviados a outros países. Os descendentes de Jonathan Edwards não custaram ao Estado um dólar sequer.

Como nossos filhos têm visto nossas atitudes? Eles têm motivos para se orgulhar de nós ou o que vêem os envergonha? O exemplo que lhes damos marcará positivamente suas vidas e servirá de modelo para ensinarem também a seus filhos ou o melhor que têm a fazer é esquecer as experiências vividas durante seu crescimento?

Deus nos confiou a tarefa de conduzir nossos filhos nos caminhos do Senhor. Se assim o fizermos, eles terão uma vida abençoada e terão muita alegria em transmitir os mesmos ensinamentos a seus filhos que, por sua vez, os repassarão aos seus.

Que influência você deixará para seus filhos, netos e bisnetos?"

REFLEXÃO: "A vara e a repreensão dão sabedoria, mas a criança entregue a si mesma, envergonha a sua mãe" (Provérbios 29:15)

*Pr Paulo R. Barbosa

Monopólio

(adaptado do texto do Pr. Paulo R. Barbosa)

"Eu farei de ti uma grande nação; abençoar-te-ei, e engrandecerei o teu nome; e tu, sê uma bênção" (Gênesis 12:2)

Um grupo de clérigos estava reunido para decidir se deveria ou não convidar Dwight Moody para sua cidade. O sucesso do afamado evangelista havia despertado a atenção da igreja naquela cidade. Um dos ministros presentes, que se dizia não impressionado com o que falavam do pregador, comentou: "Teria o Sr. Moody monopólio sobre o Espírito Santo?" Outro homem, calmamente, respondeu: "Não, mas parece que o Espírito Santo tem monopólio sobre o Sr. Moody."

Muitas pessoas propagam ser "poderosas" nas mãos de Deus, "ter a chave do poder de Deus", "ter uma oração forte" que resolve tudo, e assim por diante. Estamos cansados de ouvir
tudo isso em emissoras de rádio, televisão e outros canais de mídia. Não as queremos julgar, mas o melhor seria que dissessem que são apenas "instrumentos simples" nas mãos de um Deus poderoso, que tudo pode e que tem prazer em abençoar àqueles que o obedecem e que nEle confiam.

Maravilhoso é ouvir alguém dizer que somos diferentes, que temos um semblante que irradia paz, que temos um brilho que dissipa qualquer sombra, que testemunhamos, verdadeiramente,
do Deus que proclamamos.

Deus disse a Abrão: "Sê tu uma bênção". Isso deve ser o máximo almejado em nossas vidas espirituais. Isso basta para que sejamos felizes e mais do que vencedores. Não há depressão para aqueles que são uma bênção. Não há angústia e frustração para aqueles que são uma bênção. Não há derrotas para aqueles que são uma bênção.

Você tem deixado o Senhor usar sua vida? Tem aceitado Sua direção? Tem dado a Ele a glória que Lhe pertence? Ou tem determinado o que Deus tem de fazer para você?

Tenho me esforçado para que minha vida esteja sob o monopólio do Senhor Jesus. E você?

REFLEXÃO: “Agora, pois, se atentamente ouvirdes a minha voz e guardardes o meu pacto, então sereis a minha possessão peculiar dentre todos os povos, porque minha é toda a terra; e vós sereis para mim reino sacerdotal e nação santa. São estas as palavras que falarás aos filhos de Israel” (Êxodo 19:5-6)



Clínica da Alma

“E percorria Jesus toda a Galiléia, ensinando nas sinagogas, pregando o evangelho do reino, e curando todas as doenças e enfermidades entre o povo" (Mateus 4:23)

Médico Cirurgião: Nosso Senhor Jesus Cristo;

Grau Honorífico: Filho de Deus, Príncipe da paz, Pai da Eternidade;

Campo de Estudo: A Mente e o Coração;

Sua Especialidade: O Impossível;

Suas Experiências: Infalíveis e Eternas;

Seu Consultório: Todos os Endereços;

Seu Poder e Conhecimento: Ilimitados;

Seu Pagamento: A Graça e o Amor;

Seu Instrumento: Todos aqueles que O amam verdadeiramente;

Seu Livro de Receitas: A Bíblia Sagrada;

Enfermidades a curar: Todas em absoluto;

Preço dos Tratamentos: A fé;

Garantia: Completa e Infinita;

Sala de Cirurgia: O Altar;

Hospital: A Igreja;

Dieta: Oração e Jejum;

Seus exercícios: Boas Obras;

Horário de Atendimento: 24 hs. por dia.

REFLEXÃO: "Mas Ele foi ferido pelas nossas trangressões, e moído pelas nossas iniquidades; o castigo que nos traz paz estava sobre Ele, e pelas Suas pisaduras fomos sarados" (Isaías 53:4)

Saindo com outra mulher

(adaptado do texto de autor desconhecido)

"Honra teu pai e tua MÃE, a fim de que tenhas vida longa na terra que o Senhor, o teu Deus, te dá" (Êxodo 20.12)

Depois de 21 anos de casado, descobri uma nova maneira de manter viva a chama do meu amor.

Há pouco tempo decidi sair com mais uma mulher. Na realidade, por incrível que pareça, a idéia surgiu da minha esposa.

"Você sabe que a ama" - disse-me minha esposa um dia, pegando-me de surpresa.

"A vida é muito curta, você deve dedicar especial tempo a ela..."

" Mas, eu te amo" - protestei à minha mulher.

"Eu sei. Mas, você também a ama. Tenho certeza disto."

A outra mulher a quem minha esposa queria que eu visitasse, era minha mãe, que já era viúva há 19 anos, mas as exigências do meu trabalho e de meus 3 filhos, faziam com que eu a visitasse ocasionalmente.

Essa noite, a convidei para jantar e ir ao cinema.

"O que é que você tem? Você está bem?" - perguntou-me ela, após o convite. (Minha mãe é o tipo de mulher que acredita que uma chamada tarde da noite, ou um convite surpresa é indício de más notícias).

"Pensei que seria agradável passar algum tempo contigo" - respondi. "Só nós dois. O que acha?"

Ela refletiu por um momento.

"Me agradaria muitíssimo" - disse ela sorrindo.

Depois de alguns dias, estava dirigindo para pegá-la depois do trabalho, estava um tanto nervoso, era o nervosismo que antecede a um primeiro encontro...

E que coisa interessante, pude notar que ela também estava muito emocionada.

Esperava-me na porta com seu casaco, havia feito um penteado e usava o vestido com que celebrou seu último aniversário de bodas. Seu rosto sorria e irradiava luz como um anjo.

"Eu disse a minhas amigas que ia sair com você, e ficaram muito impressionadas." Comentou enquanto subia no carro.

Fomos a um restaurante não muito elegante, mas sim, aconchegante, minha mãe se agarrou ao meu braço como se fosse "a primeira dama".

Quando nos sentamos, tive que ler para ela o menu. Seus olhos só enxergavam grandes figuras. Quando estava pela metade das entradas, levantei os olhos; mamãe estava sentada do outro lado da mesa, e me olhava fixamente. Um sorriso nostálgico se delineava nos seus lábios.

"Era eu quem lia o menu quando você era pequeno" - disse-me.

"Então é hora de relaxar e me permitir devolver o favor" - respondi.

Durante o jantar tivemos uma agradável conversa; nada extraordinário, só colocando em dia a vida um para o outro. Falamos tanto que perdemos o horário do cinema.

"Sairei contigo outra vez, mas só se me deixares fazer o convite" - disse minha mãe quando a levei para casa. E eu concordei.

"Como foi teu encontro?" - quis saber minha esposa quando cheguei naquela noite.

"Muito agradável... Muito mais do que imaginei..."

Dias mais tarde minha mãe faleceu de um enfarte fulminante, tudo foi tão rápido, não pude fazer nada.

Depois de algum tempo recebi um envelope com cópia de um cheque do restaurante de onde havíamos jantado minha mãe e eu, e uma nota que dizia:

"O jantar que teríamos paguei antecipado, estava quase certa de que poderia não estar ali, por isso paguei um jantar para ti e para tua esposa. Jamais poderás entender o que aquela noite significou para mim. Te amo".

Nesse momento compreendi a importância de dizer a tempo: "TE AMO" e de dar a nossos entes queridos o espaço que merecem. Nada na vida é mais importante do que Deus e as pessoas que você ama, dedique tempo a eles, porque eles não podem esperar.

REFLEXÃO: "Porquanto o Senhor mesmo, dada a sua palavra de ordem, ouvida a voz do arcanjo, e ressoada a trombeta de Deus, descerá dos céus, E OS MORTOS EM CRISTO RESSUSCITARÃO PRIMEIRO; depois, nós, os vivos, os que ficarmos, seremos arrebatados juntamente com eles, entre nuvens, para o encontro do Senhor nos ares, e, ASSIM, ESTAREMOS PARA SEMPRE COM O SENHOR. Consolai-vos, pois, uns aos outros com estas palavras" (I Tessalonicenses 4:16-18).

A fé indescritível de uma criança

"Porque Deus amou o mundo de tal maneira, que deu Seu Filho unigênito, para todo aquele que nEle crê não pereça, mas tenha a vida eterna" (João 3:16)



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REFLEXÃO: "Em verdade vos digo que qualquer que não receber o Reino de Deus como uma criança de maneira nehuma entrará nele" (Marcos 10:15)

Veja na íntegra aqui (inglês)

Meditando em Jesus



O ladrão está no paraíso?

(adaptado do texto de Ozeas C. Moura)

"E disse a ele: Em verdade te digo hoje, estarás comigo no paraíso" (Lucas 23:43)

Nos manuscritos originais, como no texto de Lucas 23:43, não havia pontuação como temos hoje. Nem tinha o "que", partícula que complica o entendimento do texto. Os textos eram escritos sem pontuação e geralmente com as palavras todas ligadas, assim (já transliterado): "kaieipenautôamensoilegosemeronmetemoueseentôparadeisô".

Em português: "Edisseaeleemverdadeatidigohojeestaráscomigonoparaíso."

Separando as palavras: "E disse a ele em verdade a ti digo hoje estarás comigo no paraíso."

O entendimento do texto depende do lugar em que colocamos a pontuação, especialmente em relação ao advérbio de tempo "hoje". Vejamos as duas possibilidades de pontuação:

1. "E disse a ele: Em verdade te digo, hoje estarás comigo no paraíso." Por essa maneira de pontuar, colocando a vírgula antes de "hoje", o texto quer dizer que foi prometido ao ladrão arrependido que naquela mesma sexta-feira ele estaria com Jesus no paraíso. Tal tradução, porém, vai contra os ensinamentos da própria Bíblia quanto ao momento da recompensa, que, para os justos, será na ocasião da segunda vinda de Cristo (Mt 25:31-34, I Ts 4:16) e, para os ímpios, após o Milênio (Ap 20:5, 7-9), e não quando se morre.

2. "E disse a ele: Em verdade te digo hoje, estarás comigo no paraíso." Essa maneira de traduzir, combinando o advérbio de tempo "hoje" com o verbo "digo", está de acordo com outras expressões bíblicas similares como, por exemplo, "Eu te ordeno hoje" (ver Êx 34:11; Dt 4:40 etc). Além dessa concordância gramatical, essa maneira de traduzir o texto está de acordo com o ensinamento bíblico de que a recompensa para os justos será dada na segunda vinda de Cristo, e para os ímpios, após o Milênio, e não por ocasião da morte (como visto no parágrafo anterior). Por esse modo de tradução do texto, a promessa do ladrão arrependido teria sido de que ele estaria no paraíso quando Jesus "viesse no Seu reino" (Lc 23:42) e não ao morrer naquela sexta-feira da crucificação.

A opção pela primeira maneira de traduzir apresenta sério questionamento: teria Jesus mentido ao ladrão arrependido, visto que Ele não foi ao paraíso naquela sexta-feira? No domingo pela manhã, Jesus disse a Maria Madalena: "Não me detenhas; por que ainda não subi para o Meu Pai" (Jo 20:17). Ora, se Jesus no domingo cedo, não havia ido ainda ao paraíso, como teria estado neste lugar, na sexta-feira, com o ladrão arrependido? O Novo Testamento é claro em dizer que Jesus é Deus, e "é impossível que Deus minta (Hb 6:18).

A opção pelo segundo modo de traduzir o texto está de acordo com outras expressões bíblicas, nas quais aparece o advérbio de tempo "hoje" com verbos similares a "digo", como "ordeno", "falo"; está de acordo com o ensinamento bíblico de que a recompensa não é dada quando se morre, mas por ocasião da segunda vinda de Cristo (para os justos) e após o Milênio (para os ímpios); além de estar de acordo com o próprio pedido do ladrão: "Lembra-te de mim QUANDO VIERES NO TEU REINO (Lc 23:42).

Com a promessa feita ao ladrão, Jesus estava dizendo a Ele: "estou lhe dizendo hoje, agora: Morra tranquilo! Descanse confiando no que estou lhe dizendo hoje: Você vai estar comigo no paraíso."

Essa mesma promessa pertence a todo aquele que enfrenta o "vale da sombra da morte". Um dia Jesus virá e ressuscitará todo aquele que fez dEle seu Salvador e morreu confiando nEle, que é a "ressurreição e a vida" (Jo 11:25). Não é essa uma doce e confortadora promessa?

REFLEXÃO: "Porque o mesmo Senhor descerá do céu com alarido, e com voz de arcanjo, e com a trombeta de Deus; e OS QUE MORRERAM EM CRISTO RESSUSCITARÃO PRIMEIRO" (I Tessalonicenses 4:16)

Fonte: Revista Adventista Mar/2010, via Meditando em Jesus

P.U.S.H.

(adaptado do texto de autor desconhecido)

"Lembra-te do dia do sábado, para o santificar..." (Êxodo 20:8)

Uma noite, um homem estava dormindo em sua cabana quando, de repente, seu quarto ficou cheio de luz pela presença de um Anjo de Deus. Este lhe disse que o Senhor lhe pedira que o orientasse sobre um trabalho que deveria fazer. Assim, mostrou-lhe uma grande rocha na frente de sua cabana.

A ordem era: "Você deve empurrar a rocha" (PUSH)* "com toda a sua força". O homem então o fez, dia após dia.

Por muitos anos ele pelejou de sol a sol; com seus ombros escorados na fria e maciça superfície da rocha imóvel, empurrando-a com toda a sua força.

A cada noite o homem retornava à sua cabana aborrecido, sentindo que havia gasto todo o seu dia em vão.

Desde que o homem mostrou-se desencorajado, o adversário (Satanás) decidiu entrar em cena colocando pensamentos em sua mente desgastada. "Você tem empurrado essa rocha por tanto tempo, e ela ainda nem sequer se moveu."

Isso dava ao homem a impressão de que sua tarefa era impossível e que ele era um fracasso. Esses pensamentos desencorajavam e desanimavam o homem.

"Por que eu vou me matar tentando fazer isso?", ele pensou. "Eu farei apenas o possível (o que a maioria faria), colocando menos esforço e isso será suficiente."

E era o que ele planejava fazer, até que um dia ele decidiu fazer disso um alvo de oração e levar os seus pensamentos atribulados ao Senhor.

"Senhor", ele disse, "eu tenho trabalhado duro e por muito tempo em Teu serviço, colocando toda a minha força pra fazer aquilo que o Senhor me mandou. Entretanto, após todo esse tempo eu não consegui mover essa rocha por nem um milímetro. O que está errado? Porque eu tenho falhado?"

O Senhor respondeu com compaixão:
"Meu filho, quando eu lhe disse para me servir e você o aceitou, eu disse que sua tarefa seria empurrar a rocha com toda a sua força, e é o que você tem feito. Eu nunca sequer mencionei que eu esperava que você a movesse. Sua tarefa era empurrá-la. E agora você vem a mim após todo o seu esforço, pensando que você falhou. Mas, será isso realmente verdade? Olhe para si mesmo. Seus braços estão fortes e musculosos, suas costas estão enrijecidas e bronzeadas, suas mãos estão calejadas pela pressão constante, suas pernas se tornaram musculosas. Pela oposição você cresceu muito e agora suas habilidades superam o que você era antes. Ainda assim, você não moveu a rocha, mas seu chamado foi para ser obediente e empurrar, exercitando sua fé e confiança na Minha Sabedoria. E isso foi o que você fez. Agora, meu filho, Eu mesmo moverei a rocha."

Às vezes, quando ouvimos uma palavra de Deus, nós tendemos a usar nosso próprio intelecto pra decifrar o que Ele quer, quando na verdade o que Ele deseja é apenas nossa obediência e fé. Em todos os sentidos, exercite a fé que move montanhas, mas saiba que continua sendo Deus quem as move.

"Quando tudo parecer estar errado, apenas P.U.S.H.!"

"Quando o trabalho te deixar pra baixo apenas P.U.S.H.!"

"Quando as pessoas não agirem da maneira que deveriam, apenas P.U.S.H.!"

"Quando o seu dinheiro for embora e as contas ficarem, apenas P.U.S.H.!"

"Quando as pessoas não compreenderem você... apenas P.U.S.H.!"

P = Pray (ore)
U = Until (até)
S = Something (alguma coisa)
H = Happens (acontecer)

"ORE ATÉ ALGUMA COISA ACONTECER"

REFLEXÃO: “Aqui está a perseverança dos santos, daqueles que guardam os mandamentos de Deus e a fé em Jesus” (Apocalipse 14:12)
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Procuram-se anti-heróis

(adaptado do texto do Pr Ricardo Gondim)

"Ninguém se engane a si mesmo. Se alguém dentre vós se tem por sábio neste mundo, faça-se louco para ser sábio. Porque a sabedoria deste mundo é loucura diante de Deus; pois está escrito: Ele apanha os sábios na sua própria astúcia" (I Coríntios 3:18,19)

Há alguns anos, Lance Morrow escreveu na revista “Time” que “ser famoso é, entre as ambições humanas, a mais universal. Quem, a não ser monges e freiras, se contenta com a simples atenção de Deus? Quem busca ser obscuro na vida? Em nossa sociedade, ser obscuro é ser fracassado”.

Realmente, o mundo está lotado de gente correndo pelos primeiros lugares. Já se disse que quem chega em segundo não é vice, apenas o primeiro entre perdedores. Somos seduzidos pelas luzes e holofotes feito mariposas. O Ocidente alimenta o sonho do heroísmo; a modernidade, calcada na ideia do progresso, acena que a felicidade depende de conquistas; e a espiritualidade que se difundiu no hemisfério sacraliza ideais ufanistas.

Especialistas em planejamento estratégico, gurus em autoajuda e neurolinguistas repetem a fórmula da eficiência, competência, excelência, como estradas para o sucesso. A vida se transforma em uma guerra na qual os mais fortes sobrevivem. O esforço de ser campeão cria a necessidade de suplantar os outros. Importa conquistar o pódio dos grandes ídolos. Os menos hábeis que pelejem para não serem extintos.

Será que anônimos, gente simples, que jamais ganharão um Prêmio Nobel, merecem o desprezo que sofrem? Devem ser tratados como fracassados aqueles que nunca serão manchete de jornal? A indústria do espetáculo torna difícil acreditar que muita gente leve uma vida bonita sem as luzes da ribalta.

A cosmovisão moderna foi criticada em “Crime e Castigo”, de Dostoievsk Raskólnikov, personagem principal, classifica a humanidade em seres “ordinários” e “extraordinários”. Para justificar um assassinato, ele afirma que os “ordinários” são as pessoas que vivem uma vida despretensiosa, sem grandes desdobramentos para a macro-história. Esses podem ser sacrificados pelos “extraordinários”, que são os responsáveis pela condução da história. Impressionado por Napoleão ter derramado tanto sangue e mesmo assim ter sido perdoado pela história, Raskólnikov se comporta como uma pessoa “extraordinária” e assassina duas vidas.

O mundo, entretanto, não precisa de heróis, mas de anti-heróis. Gente que ame a discrição mais que o espalhafato, que valorize a intimidade relacional mais que a superficialidade, que veja beleza na candura mais que na sofisticação e que não fuja de sua fragilidade humana. O desabafo de Fernando Pessoa em “Poema em Linha Reta” merece ser mencionado: “Quem me dera ouvir de alguém a voz humana/ Que confessasse não um pecado, mas uma infâmia;/ Que contasse, não uma violência, mas uma covardia!/ Não, são todos o Ideal, se os ouço e me falam./ Quem há neste largo mundo que me confesse que uma vez foi vil?/ Ó príncipes, meus irmãos,/ Arre, estou farto de semideuses!/ Onde é que há gente no mundo?”.

O evangelho não incentiva a busca do sucesso. Jesus, discretíssimo, jamais aceitou a lógica do triunfo. Ele exerceu o seu ministério nos confins da Galileia e não em Jerusalém; escolheu pescadores rudes como discípulos; priorizou alcançar marginalizados, pobres e esquecidos. Não cedeu ao apelo de ir para Atenas, mas foi para Jerusalém morrer. A lenta transformação do cristianismo em um sistema religioso com heróis de renome, ícones aplaudidos e mitos idealizados não tem nada a ver com o projeto inicial do carpinteiro de Nazaré.

Cristianismo não é espetáculo. Nem sequer louvor significa show. Não se pode confundir profeta com animador de auditório nem evangelista com mascate. Púlpito não pode virar palco; nem sacristia, camarim. Esperança não se vende, nem milagre deve ser trampolim para a glória.

Paulo afirma em 1 Coríntios 4 que os líderes se consideram como despenseiros dos mistérios de Deus, e dos despenseiros requer-se tão-somente que sejam fiéis. Deus não premia sucesso, e sim integridade. Mulheres e homens anônimos, que trabalharam a vida inteira em asilos, comunidades indígenas, orfanatos, favelas, centros de reabilitação de alcoólicos, não malograram; pelo contrário, estes são os que a epístola aos Hebreus descreve como aqueles dos quais “o mundo não é digno”. Eles são sal da terra e luz do mundo. Nunca a fé cristã dependeu tanto desses anônimos que seguem os passos de Jesus.

REFLEXÃO: "Que os homens nos considerem como ministros de Cristo, e despenseiros dos mistérios de Deus. Além disso, requer-se dos despenseiros que cada um se ache fiel" (I Coríntios 4:1,2)

Fonte: www.ricardogondim.com.br, via Meditando em Jesus


Puro Engano

(adaptado do texto de Paulo R Barbosa)

"E não vos conformeis a este mundo, mas transformai- vos pela renovação da vossa mente, para que experimenteis qual seja a boa, agradável, e perfeita vontade de Deus" (Romanos 12:2).

"Muitas pessoas gastam dinheiro que não ganharam, para comprar coisas que eles não desejam, para impressionar pessoas de quem não gostam." (Will Rogers, em Cobiça e Dívida).

Nós poderíamos escrever um texto parecido com o de Rogers: "Muitas pessoas gastam a preciosa vida dada por Deus, de maneira fútil e displicente, para agradar ao mundo e receber em troca, coisas que de nada lhes servirão a não ser conduzi-los à perdição".

O mundo tem suas luzes, seus encantos, seu colorido especial. Ele seduz e atrai. Suas armadilhas estão em toda parte e, a cada dia, mais e mais incautos se mostram fascinados pelo seu brilho. E o que tem o mundo a oferecer a não ser o brilho enganador? Nada! Caminhar em direção a essas luzes é fácil -- o difícil é voltar atrás. Quanto mais nos aproximamos das luzes, mais escuro se torna o caminho.

Quanto mais nos enveredamos pela mentira, mais árdua se torna a tarefa de reencontrar a verdade.

Se queremos impressionar alguém e com isso atrair bênçãos e felicidade, usemos nosso tempo, nossas forças, o que somos e o que temos, unicamente para glorificar a Deus. Nosso tempo não será perdido, nossas forças serão renovadas, nossos bens espirituais serão multiplicados, nossa vida será transbordante como um rio de águas vivas.

De que adianta eu tentar impressionar ao mundo em troca de algumas migalhas de um prazer passageiro? De que adianta eu me sujeitar às circunstâncias que me desagradam apenas para
obter um lucro que logo será dissipado? De que adianta eu ganhar o mundo inteiro e perder a minha salvação?

Puro engano!

REFLEXÃO: “Esperastes o muito, mas eis que veio a ser pouco; e esse pouco, quando o trouxestes para casa, eu o dissipei com um assopro. Por que causa? diz o Senhor dos exércitos. Por causa da minha casa, que está em ruínas, enquanto correis, cada um de vós, à sua propria casa” (Ageu 1:9)



Um passaporte na fronteira

(adaptado do texto de Paulo R Barbosa)

"Então disse: Jesus, lembra-te de mim, quando entrares no teu reino. Respondeu-lhe Jesus: Em verdade te digo que hoje estarás comigo no paraíso" (Lucas 23:42, 43)

"O ladrão tinha cravos em ambas as mãos e, desta maneira, não podia trabalhar; e cravos em cada um dos pés, não podendo sair e cumprir as obras do Senhor; ele não podia erguer uma de suas mãos ou um de seus pés em direção à salvação, mas, mesmo assim, Cristo ofereceu-lhe o presente de Deus e ele o tomou. Cristo lhe deu um passaporte e ele entrou [*] no paraíso." (D. L. Moody)

O ladrão da cruz teve uma oportunidade e não a perdeu. Tinha todos os impedimentos para ir ao encontro de Deus, mas, ultrapassou os obstáculos. Reconheceu que estava ali por merecimento, mas aceitou a oferta gratuita que Cristo lhe ofereceu.

E nós, o que temos feito com as nossas oportunidades? Temos preferido continuar no caminho incerto, sem direção, sem saber para onde vamos? Temos persistido nos erros, como um
jogador que vai perdendo tudo o que tem, sem desistir de continuar tentando, até que não tenha mais nada? Temos sofrido com as quedas, sempre continuando pelo mesmo caminho, até que o sangramento espiritual de nossos joelhos não nos permita mais andar?

Às vezes somos obstinados. Enfrentamos problemas e não sabemos como solucioná-los. O Senhor estende a mão, oferece um presente, mas, continuamos rejeitando. "Eu quero uma
solução", dizem, "mas, a solução não pode ser Deus!" O Senhor oferece o "passaporte" da bênção e muitos preferem ficar bloqueados diante da fronteira que conduz à felicidade.

Se você se encontra na fronteira entre o país das tristezas e da perdição e não sabe como fazer para atravessá-la e alcançar a terra da felicidade, da salvação e da vida eterna, tome o passaporte que o Senhor oferece. Você irá atravessar e nunca mais desejará voltar.

REFLEXÃO: “Digo-vos que assim haverá maior alegria no céu por um pecador que se arrepende, do que por noventa e nove justos que não necessitam de arrependimento” (Lucas 15:7)

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Reflexões de um ateu?!

(adaptado do texto de George Carlin)

“Tendo cuidado para que ninguém vos faça presa sua, por meio de filosofias e vãs sutilezas, segundo a tradição dos homens, segundo os rudimentos do mundo, e não segundo Cristo” (Colossenses 2:8)

Nós bebemos demais, gastamos sem critérios. Dirigimos rápido demais, ficamos acordados até muito mais tarde, acordamos muito cansados, lemos muito pouco, assistimos TV demais e raramente estamos com Deus.

Multiplicamos nossos bens, mas reduzimos nossos valores.

Nós falamos demais, amamos raramente, odiamos freqüentemente.

Aprendemos a sobreviver, mas não a viver; adicionamos anos à nossa vida e não vida aos nossos anos.

Fomos e voltamos à Lua, mas temos dificuldade em cruzar a rua e encontrar um novo vizinho. Conquistamos o espaço, mas não o nosso próprio.

Fizemos muitas coisas maiores, mas pouquíssimas melhores.

Limpamos o ar, mas poluímos a alma; dominamos o átomo, mas não nosso preconceito; escrevemos mais, mas aprendemos menos; planejamos mais, mas realizamos menos.

Aprendemos a nos apressar e não, a esperar.

Construímos mais computadores para armazenar mais informação, produzir mais cópias do que nunca, mas nos comunicamos cada vez menos.

Estamos na era do 'fast-food' e da digestão lenta; do homem grande, de caráter pequeno; lucros acentuados e relações vazias.

Essa é a era de dois empregos, vários divórcios, casas chiques e lares despedaçados.

Essa é a era das viagens rápidas, fraldas e moral descartáveis, [...], dos cérebros ocos e das pílulas 'mágicas'.

Um momento de muita coisa na vitrine e muito pouco na dispensa.

Uma era que leva essa carta a você, e uma era que te permite dividir essa reflexão ou simplesmente clicar 'delete'.

Lembre-se de passar tempo com as pessoas que ama, pois elas não estarão aqui para sempre.

Lembre-se dar um abraço carinhoso em seus pais, num amigo, pois não lhe custa um centavo sequer.

Lembre-se de dizer 'eu te amo' à sua companheira(o) e às pessoas que ama, [...].

Um beijo e um abraço curam a dor, quando vêm de lá de dentro.

Por isso, valorize sua familia e as pessoas que estão ao seu lado, sempre.

REFLEXÃO: “O temor do Senhor é o princípio do conhecimento; mas os insensatos desprezam a sabedoria e a instrução” (Provérbios 1:7)

A breve história de Treena Kerr

(adaptado do sermão do Pr Vanderman)

"Mas aquele que beber da água que eu lhe der nunca terá sede, porque a água que eu lhe der se fará nele uma fonte de água que salte para a vida eterna" (João 4:14)

Nos anos setenta, Treena Kerr se encontrava desmoronando emocionalmente. Ela vinha caindo há anos e a certa altura dessa queda, Treena foi julgada totalmente incapacitada de manejar sua vida e foi aconselhada a ir para uma instituição de doenças mentais por um período indeterminado. Apenas uma grande dose diária de "valium" a mantinha lutando. Mas felizmente, a família Kerr havia contratado uma empregada cristã, Ruthie Turner.

Ruthie contou tudo aos cristãos em sua pequena igreja e eles começaram a orar por Treena. Ruthie sabia que tudo o mais havia falhado para aquela mulher. Seu marido, Graham Kerr, de um conhecido programa de TV, ganhava um milhão de dólares por ano, mas a vida particular deles era um desastre. Tinham acabado de fazer um cruzeiro ao redor do mundo em um belíssimo iate e voltaram para casa mais infelizes ainda.

Um dia, após três meses de oração, Ruthie encontrou a senhora Kerr deitada em sua cama, gritando em desespero. Ela teve coragem suficiente para sugerir: "Por que não entrega os seus problemas a Deus?"

Treena pensou por um momento e então aceitou o desafio meio contrariada. Ela disse gritando: "Está bem, Deus. Se você é tão sábio, resolva tudo isto, porque eu não consigo."

Alguns dias mais tarde, ela acabou indo à igreja de Ruthie. Saxofones e tambores abriram o culto. O culto entre aquelas pessoas negras não era exatamente o que ela esperava, mas de repente, Treena ajoelhou-se e começou a orar: "Sinto muito, Jesus", ela começou a orar de modo simples, "perdoe-me, Jesus!"

Aqueles cristãos aceitaram Treena em sua comunhão. Sim, a mulher da mansão colonial saiu daquele igreja sentindo que Deus a havia tocado. Ela começou a beber daquela Água da Vida. Em casa ela começou um plano de leitura da Bíblia que Ruthie havia lhe dado. Tarde da noite, Treena foi pegar seus comprimidos para dormir, mas uma voz interior disse: "Você não precisa mais disso". Assim, ela pegou todos os remédios e os jogou na pia do banheiro. Muitas pessoas podem não parar com uma dosagem alta de "valium" de repente, mas Treena dormiu profundamente e acordou descansada, revigorada, olhos límpidos.

Uma semana depois, o marido voltou de viagem e encontrou sua esposa transformada. Ele pensou que sua paz e bondade deviam ter algo a ver com a ocasião, pois era época de Natal. Mas durou muito além das festas. Durante as semanas seguintes Graham continuou analisando sua esposa. Ele a conhecia desde os onze anos de idade. Ele a tinha visto destruir-se lentamente através dos anos. Mas agora, ele disse: "Ela estava totalmente recuperada; muito melhor e mais amorosa do que qualquer outra época em que eu me lembro."

A mulher que se desmoronava agarrou-se firme em algo sólido, uma paz que ficou firme com ela, um Espírito que modificou e equilibrou suas emoções loucas e caóticas.

Até mesmo o médico de Treena confirmou a presença da Água da Vida. Ele disse a Graham Kerr, com lágrimas nos olhos: "A sua esposa é um milagre."

Graças a Deus, meu amigo, pelo milagre do Espírito precioso de Cristo que transforma a experiência humana, que muda vidas. Sabe, o convite final da Bíblia, no último capítulo de Apocalipse, é um dos maiores:

REFLEXÃO: "E quem tem sede, venha; e quem quiser, tome de graça da água da vida" (Apocalpse 22:17)

Fonte: www.jesusvoltara.com.br


Não quero ser Apóstolo!

(adaptado do texto do Pr Ricardo Gondim)

“Qualquer, pois, que a si mesmo se exaltar, será humilhado; e qualquer que a si mesmo se humilhar, será exaltado” (Mateus 23:12)

Os pastores possuem um fino senso de humor. Muitas vezes, reúnem-se e contam casos folclóricos, descrevem tipos pitorescos e narram suas próprias gafes. Riem de si mesmos e procuram extravasar na gargalhada as tensões que pesam sobre os seus ombros. Ultimamente, fazem-se piadas dos títulos que os líderes estão conferindo a si próprios. É que está havendo uma certa, digamos, volúpia em pastores que se promoverem a bispos e apóstolos. Numa reunião, diz a anedota, um perguntou ao outro: "Você já é apóstolo?" O outro teria respondido: "Não, e nem quero. Meu desejo agora é ser semi-deus". Apóstolo agora está virando arroz de festa e meu ministério é tão especial que somente este título cabe a mim". Um outro chiste que corre entre os pastores é que se no livro do Apocalipse o anjo da igreja é um pastor, logo, aquele que desenvolve um ministério apostólico seria um "arcanjo".

Já decidi! Não quero ser apóstolo! O pouco que conheço sobre mim mesmo faz-me admitir, sem falsa humildade, que não eu teria condições espirituais de ser um deles. Além disso, não quero que minha ambição por sucesso ou prestígio, que é pecado, se transforme em choça.

Admito que os apóstolos constam entre os cinco ministérios locais descritos pelo apóstolo Paulo em Efésios 4.11. Não há como negar que os apóstolos foram estabelecidos por Deus em primeiro lugar, antes dos profetas, mestres, operadores de milagres, dons de curar, socorros, governos, variedades de línguas. Mas, resigno-me contente à minha simples posição de pastor. Já que nem todos são apóstolos, nem todos profetas, nem todos mestres ou operadores de milagres, como consta na epístola aos Coríntios 12.29, parece não haver demérito em ser um mero obreiro.

Meus parcos conhecimentos do grego não me permitem grandes aventuras léxicas. Mas qualquer dicionário teológico serve para ajudar a entender o sentido neotestamentário do verbete "apóstolo" ou "apostolado". Usemos a Enciclopédia Histórico-Teológico da Igreja Cristã, das Edições Vida Nova: "O uso bíblico do termo "apóstolo" é quase inteiramente limiitado ao NT, onde ocorre setenta e nove vezes; dez vezes nos evangelhos, vinte e oito em Atos, trinta e oito nas epístolas e três no Apocalipse. Nossa palavra em Português, é uma transliteração da palavra grega apostolos, que é derivada de apostellein, "enviar". Embora várias palavras com o significado de enviar sejam usadas no NT, expressando idéias como despachar, soltar, ou mandar embora, apostellein enfatiza os elementos da comissão - a autoridade de quem envia e a responsabilidade diante deste. Portanto, a rigor, um apóstolo é alguém enviado numa missão específica, na qual age com plena autoridade em favor de quem o enviou, e que presta contas a este".

Jesus foi chamado de apóstolo em Hebreus 3.1. Ele falava os oráculos de Deus. Os doze discípulos mais próximos de Jesus, também receberam esse título. O número de apóstolos parecia fixo, porque fazia um paralelismo com as doze tribos de Israel. Jesus se referia a apenas doze tronos na era vindoura (Mateus 19.28; cf Ap 21.14). Depois da queda de Judas, e para que se cumprisse uma profecia, ao que parece, a igreja sentiu-se obrigada, no primeiro capítulo de Atos, a preencher esse número. Mas na história da igreja, não se tem conhecimento de esforços para selecionar novos apóstolos para suceder àqueles que morreram (Atos 12.2). As exigências para que alguém se qualificasse ao apostolado, com o passar do tempo, não podiam mais se cumprir: "É necessário, pois, que, dos homens que nos acompanharam todo o tempo que o Senhor Jesus andou entre nós, começando no batismo de João, até ao dia em que dentre nós foi levado às alturas, um destes se torne testemunha conosco da sua ressurreição" (Atos 2.21-22).

Portanto, alguns dos melhores exegetas do Novo Testamento concordam que as listas ministeriais de I Coríntios 12 e Efésios 4 referem-se exclusivamente aos primeiros e não a novos apóstolo.

Há, entretanto, a peculiaridade do apostolado de Paulo. Uma exceção que confirma a regra. Na defesa de seu apostolado em I Coríntios 15.9, ele afirmou que foi testemunha da ressurreição (vira o Senhor na estrada de Damasco), mas reconhecia que era um abortivo (nascido fora de tempo). "Porque sou o menor dos apóstolos, que mesmo não sou digno de ser chamado apóstolo, pois persegui a igreja de Deus" (15.10). O testemunho de mais de dois mil anos de história é que os apóstolos foram somente aqueles doze homens que andaram com Jesus e foram comissionados por ele para serem as colunas da igreja, comunidade espiritual de Deus.

O que preocupa nos apóstolos pós-modernos é ainda mais grave. Tem a ver com a nossa natureza que cobiça o poder, que se encanta com títulos e que fez do sucesso uma filosofia ministerial. Há uma corrida frenética acontecendo nas igrejas de quem é o maior, quem está na vanguarda da revelação do Espírito Santo e quem ostenta a unção mais eficaz. Tanto que os que se afoitam ao título de apóstolo são os líderes de ministérios de grande visibilidade e que conseguem mobilizar enormes multidões. Possuem um perfil carismático, sabem lidar com massas e, infelizmente, são ricos.

Não quero ser um apóstolo porque não desejo a vanguarda da revelação. Desejo ser fiel ao leito principal do cristianismo histórico. Não quero uma nova revelação que tenha sido desapercebida de Paulo, Pedro, Tiago ou Judas. Não quero ser apóstolo porque não quero me distanciar dos pastores simples, dos missionários sem glamour, das mulheres que oram nos círculos de oração e dos santos homens que me precederam e que não conheceram as tentações dos mega eventos, do culto espetáculo e da vã-glória da fama. Não quero ser apóstolo, porque não acho que precisemos de títulos para fazer a obra de Deus, especialmente quando eles nos conferem estatus. Aliás, estou disposto, inclusive a abrir mão de ser chamado, pastor, se isso representar uma graduação e não uma vocação ao serviço.

Não desdenho as pessoas, sinto apenas um enorme pesar em perceber que a ambiência evangélica conspira para que homens de Deus sintam-se tão atraídos a ostentação de títulos, cargos e posições. Embriagados com a exuberância de suas próprias palavras, crentes que são especiais, aceitam os aplausos que vêm dos homens e se esquecem que não foi esse o espírito que norteou o ministério de Jesus de Nazaré.

Ele nos ensinou a não cobiçar títulos e a não aceitar as lisonjas humanas. Quando um jovem rico o saudou com um "Bom Mestre", rejeitou a interpelação: "Porque me chamas bom? Ninguém é bom senão um, que é Deus" (Mc 10.17-18). A mãe de Tiago e João pediu um lugar especial para os seus filhos. Jesus aproveitou o mal estar causado, para ensinar: "Sabeis que os governadores dos povos os dominam e que os maiorais exercem autoridade sobre eles. Não é assim entre vós; pelo contrário, quem quiser tornar-se grande entre vós, será esse o que vos sirva; e quem quiser ser o primeiro entre vós será vosso servo; tal como o Filho do Homem, que não veio para ser servido, mas para servir e dar a sua vida em resgate de muitos" (Mateus 20.25-28).

Os pastores estão se esquecendo do principal. Não fomos chamados para termos ministérios bem sucedidos, mas para continuarmos o ministério de Jesus, amigo dos pecadores, compassivo com os pobres e identificado com as dores das viúvas e dos órfãos. Ser pastor não é acumular conquistas acadêmicas, não é conhecer políticos poderosos, não é ser um gerente de grandes empresas religiosas, não é pertencer aos altos graus das hierarquias religiosas. Pastorear é conhecer e vivenciar a intimidade de Deus com integridade. Pastorear é caminhar ao lado da família que acaba de enterrar um filho prematuramente e que precisa experimentar o consolo do Espírito Santo. Pastorear é ser fiel à todo o conselho de Deus; é ensinar ao povo a meditar na Palavra de Deus. Ser pastor é amar os perdidos com o mesmo amor com que Deus os ama.

Pastores, não queiram ser apóstolos, mas busquem o secreto da oração. Não ambicionem ter mega igrejas, busquem ser achados despenseiros fieis dos mistérios de Deus. Não se encantem com o brilho deste mundo, busquem ser apenas serviçais. Não alicercem seus ministérios sobre o ineditismo, busquem manejar bem a palavra da verdade; aquela mesma que Timóteo ouviu de Paulo e que deveria transmitir a homens fieis e idôneos que por sua vez instruiriam a outros. Pastores, não permitam que os seus cultos se transformem em shows. Não alimentem a natureza terrena e pecaminosa das pessoas, preguem a mensagem do Calvário.

Santo Agostinho afirmou: "O orgulho transformou anjos em demônios". Se quisermos nos parecer com Jesus, sigamos o conselho de Paulo aos filipenses:

REFLEXÃO: "Tende o mesmo sentimento que houve também em Cristo Jesus, pois ele subsistindo em forma de Deus, não julgou como usurpação o ser igual a Deus; antes, a si mesmo se esvaziou, assumindo a forma de servo, tornando-se em semelhança de homens; e, reconhecido em figura humana, a si mesmo se humilhou, tornando-se obediente até à morte e morte de cruz" (Filipenses 2:5-8).
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Fonte: www.ricardogondim.com.br

O Deus do soldado Coelho*

(adaptado do texto de autor desconhecido)

“Deus é o nosso refúgio e fortaleza, socorro bem presente na angústia. Pelo que não temeremos, ainda que a terra se mude, e ainda que os montes se projetem para o meio dos mares; ainda que as águas rujam e espumem, ainda que os montes se abalem pela sua braveza” (Salmos 46:1-3)

Este é um breve relato de um jovem soldado que cumpria seu dever prestando serviço ao exército. Por ser cristão, muitas vezes era ridicularizado por seus colegas e também pelos seus superiores.
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Um dia o seu superior, a fim de querer humilhá-lo na frente do pelotão, quis lhe pregar uma peça. Intimando-o, disse:
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- "Soldado Coelho, venha até aqui!"
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- "Pois não Senhor", respondeu.
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- "Segure essa chave". "Agora vá até aquele jipe e o estacione ali na frente."
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- "Mas senhor, o senhor sabe perfeitamente que eu não sei dirigir."
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- "Soldado Coelho, eu não lhe perguntei nada." "Vá até o jipe e faça o que eu lhe ordenei..."
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- "Mas senhor... eu não sei dirigir!"
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- "Pois é, então peça ajuda ao seu Deus." "Mostre-nos que Ele existe."
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O soldado sem temer, pegou a chave das mãos do seu superior e foi até o veículo. Entrou, sentou-se no banco do motorista e imediatamente começou sua oração: "Senhor, tu sabes que eu não sei dirigir. Guie as minhas mãos e mostre a essas pessoas a Sua fidelidade. Eu confio em Ti e sei que podes me ajudar. Amém"
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Para espanto de todos, o garoto manobrou o veículo e estacionou perfeitamente como havia pedido seu superior. Ao sair do veículo, viu todo o pelotão chorando e alguns até de joelhos. Assim, perguntou a todos:
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- "O que houve gente?"
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Responderam: - "Nós queremos o teu Deus , Coelho. Como fazemos para tê-Lo? - respondeu o superior.
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Prontamente disse: - "Basta aceitá-Lo como seu Senhor e Salvador."
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- "Mas porquê todos decidiram aceitar o meu Deus?"
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O superior pegou o soldado pela gola da camisa e caminhou com ele até o jipe enxugando suas lágrimas. Chegando lá, levantou o capô do veículo e disse: - "Veja, O JIPE ESTÁ SEM MOTOR!"
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...
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"OS MILAGRES MODERNOS CONTINUAM RESSALTANDO A BELEZA DO PODER, GRAÇA E DIVINDADE DO NOSSO MESTRE JESUS"
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REFLEXÃO: “Assim deu Jesus início aos seus SINAIS em Caná da Galiléia, e manifestou a sua glória; e os seus discípulos creram nele” (João 2:11)
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*Esta história, é citada como verídica nos átrios de várias igrejas!


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