História da adoração 9 – Muita água salva a humanidade

(adaptado do texto do prof Sikberto Marks)

"Deus disse a Noé: 'Darei fim a todos os seres humanos, porque a terra encheu-se de violência por causa deles...' [...] "Mas com você estabelecerei a minha aliança..." (Gên 6:13 e 18) - NVI

Uma vez tendo entrado o pecado entre os seres humanos em nosso planeta, a raça humana foi se degenerando. Diz a Bíblia que a Terra estava cheia de gente corrupta, e se tornaram violentos ao extremo. A tal ponto chegaram que só havia duas escolhas para a humanidade: ou destruí-la, ou deixar que ela se destruísse. A segunda alternativa era pior, pois, afinal ainda restava um remanescente de pessoas boas, que poderiam enfim formar uma nova humanidade. Essas pessoas que ainda não se haviam corrompido eram os membros da família de Noé, ao todo, oito pessoas. Se DEUS as salvasse das demais pessoas, se poderia evitar a extinção da raça humana.

Noé foi encarregado por DEUS para dar uma oportunidade a todos. DEUS estabeleceu um tempo de 120 anos para que os habitantes do mundo mudassem de conduta. Noé, pregou por esse tempo, alertando que DEUS lhe havia comunicado que destruiria o planeta por meio de uma inundação global. Enquanto pregava, Noé, por orientação de DEUS, ia construindo um grande navio, para que quem desejasse, entrasse nele e fosse salvo. Noé construiu um navio chamado Arca, ela media em torno de 165m de comprimento, 26m de largura e 16m de altura. Foi toda rejuntada com betume.

Enquanto os empregados de Noé trabalhavam na grande obra, algo que nunca se tinha feito, os homens e mulheres zombavam de Noé. Achavam absurda a idéia de um dilúvio universal. Isso nunca havia acontecido, e portanto nunca aconteceria. Era cientificamente impossível.
Mas Noé possuía fé em DEUS. Recebera a informação diretamente de DEUS, e cria que realmente viria um dilúvio. O tempo foi passando e se esgotando. Os homens nem mesmo pararam para refletir se ao menos o argumento de Noé faria algum sentido. Afinal, ele falava que o dilúvio viria porque os homens se tinham tornado violentos e corruptos. Eles não pararam para pensar que, se não fosse por um dilúvio, eles mesmos se extinguiriam por meio da violência.

Então de fato, alguma coisa deveria acontecer, isso era inevitável. Mas preferiram continuar se corrompendo e ficando cada vez mais violentos, e ao mesmo tempo comemorando seu insensato modo de vida por meio de muitas festas.

Enfim chegou a última semana. Noé fez seu último alerta. Nem os seus trabalhadores lhe deram ouvidos. Então algo estranho aconteceu. Os animais, aos pares foram entrando no navio. Por fim, entrou Noé e sua família, só oito pessoas. E um anjo de DEUS fechou a porta de modo que humano algum a pudesse abrir. Sete dias após, veio uma nuvem, depois outra, e formou-se um gigantesco temporal. Tanto chovia água de cima quanto saía água das entranhas da terra. A água foi tanta que cobriu toda a Terra. A água que saiu da Terra rompeu sua camada de rocha, dando origem às placas tectônicas, e também aos terremotos. A instabilidade dessas placas só aumenta, pelo que também aumenta a quantidade dos terremotos e sua intensidade.

Hoje vemos as camadas de entulho, animais, plantas, pedras, barro, formados pelo dilúvio. A ciência em geral não aceita que tudo veio por um dilúvio, e dá outras explicações. Os homens, em geral, também não acreditam que se faz necessária mais uma intervenção da parte de DEUS nesse planeta. Outra vez os homens estão se tornando violentos e corruptos, a ponto de ameaçarem a vida por aqui. Mas está profetizado que dessa vez é a volta de JESUS, em glória, que salvará as pessoas arrependidas de suas maldades, que aceitaram ser transformadas por DEUS. As demais, como no dilúvio, morrerão aqui.

E a Arca de Noé? Antes disso tudo acontecer, ela aparecerá no Monte Arrarat, como um dos últimos avisos de que existe DEUS, que houve um dilúvio, e que a segunda vinda de CRISTO é uma profecia real e verdadeira. Mais uma vez só um pequeno número de pessoas terá fé em algo que cientificamente parece não fazer sentido. A Arca aparecendo um pouco antes desse fato profético, deveria abrir os olhos das pessoas para pensar se a destruição da Terra será pela violência do homem, ou se haverá outra intervenção divina.

REFLEXÃO: "Estabeleço uma aliança com vocês: Nunca mais será ceifada nenhuma forma de vida pelas águas de um dilúvio; nunca mais haverá dilúvio para destruir a terra" (Gên 9:11) - NVI
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História da adoração 8 – A imoralidade dos gigantes

(adaptado do texto do prof Sikberto Marks)

"Naqueles dias havia nefilins na terra [...]. Eles foram os heróis do passado, homens famosos" (Gên 6:4) - NVI

Os antediluvianos eram homens e mulheres de um impressionante vigor físico. Eles viviam até mais de 900 anos. A sua vida era muito saudável. Embora mortais e pecadores, eram pessoas de tremendas faculdades mentais e impressionante poder físico. Eles eram capazes de realizar grandes obras, e o fizeram. Estas obras foram todas destruídas pelo dilúvio.

Pecadores como eram, com seu tremendo potencial, desenvolveram uma sociedade em extremo maldosa. Como viviam ao longo de muito séculos, e como a sua mente nada esquecia, um só ser humano era capaz de desenvolver maldade equivalente ao que hoje é capaz de se fazer por meio de uma multidão. Ao longo de suas vidas acumulavam maldade e mais maldade, a ponto deles colocarem em perigo a existência da raça humana. Esse nível de maldade só em nossos dias está outra vez sendo atingido, conforme diz em Lucas 17:26 e 27.

Aqueles homens tornaram-se sobremaneira violentos, corruptos, a tal ponto que encheram a Terra dessas características. Diz a Bíblia que “era continuamente mau todo o desígnio do seu coração” (Gên. 6:5). Eles eram maus o tempo todo. Algumas exceções havia, como a família de Noé, mas eram poucas pessoas. Mais algum tempo, e, sem exceção, todas as pessoas seriam de má índole.

A tal ponto chegou a maldade da raça humana que DEUS não teve mais escolha, senão afogar todos por meio de um grande dilúvio global. Mas para não eliminar todas as pessoas, pois ainda havia algumas de caráter decente, DEUS usou a água, pois por meio dela, poderia manter vivas algumas delas, e uma seleção de animais, dentro de um barco. Noé e sua família, ao todo oito pessoas, foram salvas do dilúvio em toda a Terra. Hoje podemos ver vestígios desse dilúvio em todas as partes do mundo. Aliás, talvez a maior prova do dilúvio sejam as placas tectônicas que permitem os terremotos. Foi por causa do dilúvio, dado que saiu água do interior da Terra, que a camada de rochas que formava a estrutura estável da Terra antes do dilúvio se rompeu, e desde então elas se movimentam, e geram tensão entre elas, provocando os abalos sísmicos.

A corrupção da raça humana, depois do dilúvio retornou aos poucos, Mas como agora as pessoas só viviam pouco mais de 100 anos (durante a Idade Média as pessoas viviam pouco mais de 40 anos), a maldade não se desenvolvia com tanta rapidez. Outro motivo que freou a velocidade do desenvolvimento da maldade foi que DEUS separou a humanidade através da linguagem. Na construção da Torre de Babel DEUS os confundiu por meio de línguas diferentes para cada família. Desde então ficou muito complicado para os homens colaborarem todos juntos para serem maus. Essas condições só mais recentemente se formaram, por meio da comunicação facilitada por uma língua que é quase universal, o inglês, e por meio da tecnologia de comunicação, a internet e a tecnologia da destruição para a guerra. Agora novamente a humanidade tem as condições de serem maus a ponto de desenvolverem a capacidade de exterminar a raça humana por meio dessa maldade. Porém, dessa vez, não vai haver destruição por meio de algum dilúvio. Antes da raça humana realmente estar liberada para destruir tudo por aqui, JESUS vai voltar e levar para a Sua morada todos aqueles que ao longo das eras da humanidade, em vida, decidiram ser obedientes aos mandamentos de DEUS, isto é, que foram pessoas de bem e humildes de coração, pessoas que jamais ameaçam o seu próximo nem a natureza.

REFLEXÃO: "O Senhor viu que a perversidade do homem tinha aumentado na terra e que toda a inclinação dos pensamentos do seu coração era sempre e somente para o mal" (Gên 6:5) - NVI
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História da adoração 7 - A violência na família

(adaptado do texto do prof Sikberto Marks)

"Disse, porém, Caim a seu irmão Abel: 'Vamos para o campo'. Quando estavam lá, Caim atacou seu irmão Abel e o matou" (Gên 4:8) - NVI

Adão e Eva viviam fora do Jardim do Éden. Trabalhavam todos os dias e a cada sete dias, conforme o mandamento, santificavam o sábado. O mandamento está escrito em Gên. 2:1 a 3. Agora a felicidade de sua vida estava fundamentada num único ponto: a esperança da vinda de JESUS, O Messias, para libertá-los da morte eterna.

O que seria essa morte? Eles nem sentiam nos primeiros anos, mas aos poucos estavam envelhecendo. Um dia viram as folhas de uma determinada árvore mudar de cor. Poderosos observadores como eram, pois ainda lhes sobrou a inteligência original, perceberam que se tratava de algo estranho. Periodicamente iam conferir aquelas folhas, e um dia desses viram que algumas estavam se desprendendo da árvore e caindo ao chão. Viram como elas secaram. Ali estava a morte. Isso os assustou. Morreriam assim? Como um deles iria morrer? E o que fariam com a pessoa morta?

Enquanto aos poucos viam a natureza se degenerar, mais desejavam que lhes nascesse um filho, pois, conforme a promessa, poderia ser O Messias prometido. Pois Eva engravidou, e nasceu um menino. Seria este o Messias? Deram-lhe o nome de Caim. A expectativa era grande. Ao crescer, poderiam descobrir que era O Messias, então teria vindo a salvação até eles. Não muito depois, nasceu outro menino, e deram-lhe o nome de Abel.

Eles cresceram. Ficaram homens. E trabalhavam como os pais, Caim lavrava a terra e Abel cuidava de ovelhas. Um dia desses Caim ficou furioso com DEUS e com seu irmão por ter DEUS se agradado só da oferta de seu irmão. Caim havia decidido mudar o culto, em vez de oferecer um cordeiro, ofereceu cereais. E DEUS não aceitou a alteração. Jamais um homem poderia mudar qualquer parte no culto que DEUS havia instituído. O Messias deveria ser representado por um cordeiro, e não por um feixe de cereais. Fora de si, Caim, no campo, atacou Abel desprevenido e o feriu em tal intensidade que morreu.

Caim fugiu dali. Mais tarde Adão e Eva encontraram o corpo de seu filho Abel. E Caim fugia, agora ele estava com medo do que lhe poderia acontecer. Essa foi a primeira morte humana da Terra. Morte em família. Era obra do inimigo. Lúcifer, agora satanás, estava por aí, e atacou a família, fazendo que um de seus membros fosse morto. Um daqueles dois em quem Adão e Eva depositavam esperança que fosse O Messias fora morto, e o outro, tornando-se um assassino, então também não poderia ser O Messias.

A tristeza domou conta do coração do casal. Num só dia perderam dois filhos. E perderam a esperança de que um deles fosse O Salvador esperado.

A partir daquela violência a humanidade, de poucas pessoas, mudou radicalmente. Adão e Eva tiveram outros filhos. Alguns se associaram com Caim, outros seguiram a expectativa dos pais.

Aqueles que se associaram a Caim, e os filhos dele, tornaram-se, a exemplo dele, violentos. Inventaram armas de caça, e caçavam animais. E também, por qualquer motivo, matavam-se uns aos outros. E tornaram-se tão violentos que DEUS não teve mais escolha, obrigou-se a destruir a humanidade quase totalmente por meio de um dilúvio.

A Terra tornou-se violenta. E toda violência se iniciara pelo ciúmes de um irmão contra o outro. Uma violência em família. Muitas guerras, muita destruição e muita morte se originou da violência de Caim contra Abel. Nunca mais no planeta deixou de haver violência. Caim havia descoberto como deformar a criação de DEUS: pela destruição de vidas e da própria natureza. Hoje estamos em tal intensidade de violência que o planeta corre perigo de ter eliminada a vida humana.

Com tanta violência poucos ainda esperavam pelo Messias. Um deles era Noé. Esse homem, e sua família, ainda criam que O Messias viria para salvá-los.

E em nossos dias, diante de tanta violência, poucos aguardam O Salvador do mundo. Como Messias Ele já veio, agora, em breve, vira segunda vez, como Salvador.

REFLEXÃO: "...porque ele vem, vem jugar a terra; julgará o mundo com justiça e os povos, com retidão" (Salmos 98:9) - NVI
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História da adoração 6 – A natureza degenera

(adaptado do texto do prof Sikberto Marks)

"...Visto que você deu ouvidos à sua mulher e comeu do fruto da árvore da qual eu lhe ordenara que não comesse, maldita é a terra por sua causa..." (Gên 3:17) - NVI

Com a transgressão de Adão e Eva coisas estranhas começaram a aparecer. Em primeiro lugar apareceram no próprio casal. Desapareceu o senso de intimidade entre o casal, e passaram a ter vergonha um do outro, e de DEUS.
Afastaram-se um do outro e de DEUS. Tiveram capacidade de se acusar mutuamente e de mentir. O amor foi prejudicado severamente de um instante para outro. Assim trataram de fazer um improviso de roupas. Antes do pecado eram tão íntimos que a sua nudez não interferia em seu relacionamento natural. Agora não queriam mais ser vistos assim por DEUS.
Além disso, surgiu, o senso de culpa. Além de roupas, trataram de se esconder de DEUS (Gên. 3:7 e 10). E mais, de um momento para outro surgiu uma estranha criatividade, a da desculpa esfarrapada, ou seja, um empurrou seu erro para o outro. O homem disse que foi a mulher que lhe deu para comer. A mulher disse que a serpente a enganou. E a serpente por certo há tempos vinha culpando a DEUS pelas coisas que estava passando. E, curiosamente, DEUS assumiu as culpas de todos, menos da serpente. Por isso JESUS veio ao mundo morrer pela humanidade.

A seguir toda a natureza sofreu transformações dramáticas. Agora fora-se o equilíbrio natural inocente, e se iniciava um outro tipo de equilíbrio, o da luta pela sobrevivência. Sim, agora tudo aqui tornou-se mortal, e a morte fez surgir a necessidade de luta pela sobrevivência. A serpente passou a rastejar junto ao pó (Gên. 3:14). Na vegetação surgiram espinhos, cardos (praga da lavoura) e plantas daninhas e venenosas. Os animais, muitos deles tornaram-se predadores, passaram a comer carne e atacar outros animais, inclusive o homem. A terra teve que ser lavrada para produzir, pois as plantas não mais duravam para sempre, elas morriam. E passou a haver plantas que duravam apenas um ano, como os cereais, outras duravam muitos anos. O homem passou a ter que trabalhar para obter alimento. Basicamente precisava plantar, colher e cuidar dos animais domésticos, e tratar da defesa contra os animais que se tornaram nocivos, bem como das pragas da terra.

A mulher agora teve filhos com dores. Eles também precisavam trabalhar para ter o seu sustento, precisavam suar de sol a sol. E a necessidade de trabalhar foi aumentando cada vez mais, na medida em que o produto do trabalho tornou-se motivo de comércio. Pessoas e grupos de pessoas foram se especializando, e uns precisavam comprar dos outros. Não demorou muito para descobrirem os fundamentos da riqueza, de ter mais que os outros, surgindo a ganância. Daí surgiu a vontade de roubar, de fazer guerras e de tirar dos outros. Surgiu a exploração, a escravidão, as diferenças sociais, os níveis de importância e status. Nada disso fora plano de DEUS, mas fruto do pecado.
Porém nesse contexto deplorável surgiu outra invenção nociva: a imaginação de deuses estranhos. Os homens queriam ter uma força superior para seus empreendimentos, para os quais já não podiam contar com a colaboração do DEUS Criador, como foi nos tempos de Adão e Eva, antes do pecado. Então, afastando-se cada vez mais do Criador, inventaram deuses.

Queriam ter deuses para satisfazer suas ambições: a riqueza originária da terra. Assim inventaram deuses para a terra, para a água, para as plantações, para a fertilidade feminina, para a riqueza e prosperidade, e muitos outros. apareceu a idolatria. E foram adorar esses deuses, pois perceberam que o verdadeiro DEUS não estava mais com eles nesse deplorável estilo de vida.

Resumindo, o pecado trouxe para a Terra, o nosso planeta, alterações nos costumes dos homens, dos animais e no modo de vida das plantas. Tudo tornou-se mortal. O homem passou a desconfiar um do outro e de DEUS, e criou um estilo de vida violento e interesseiro, cada um querendo ser mais que o outro. Essas cosias só foram piorando ao longo dos séculos, até chegar aos nossos dias numa situação insuportável.

REFLEXÃO: "Com o suor do seu rosto você comerá o seu pão, até que volte à terra, visto que dela foi tirado; porque você é pó, e ao pó voltará" (Gên 3:19) - NVI
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História da adoração 5 - O mau uso do livre arbítrio

(adaptado do texto do prof Sikberto Marks)

"Foram as tuas mãos que me formaram e me fizeram..." (Jó 10:8) - NVI

Ao criar Adão e Eva, DEUS os fez à Sua semelhança. Isto quer dizer que eles eram seres com capacidade de tomar decisões racionais. Uma decisão racional é a que considera informações para decidir e leva em conta as conseqüências. Seres racionais têm ciência dos porquês para tomar certas decisões e tem ciência dos efeitos delas.

Essa é uma condição para que esses seres sejam felizes. E como já estudamos em capítulos anteriores, DEUS cria seres a Sua semelhança para serem felizes junto com Ele.

Mas por que é necessário ser livre para ser feliz? Isso é bem simples. Se você for uma mulher, imagine o seu parceiro, se for um homem, imagine a sua parceira. Então cada um tem seu cônjuge para imaginar. Pense que esse cônjuge está programado para sempre fazer o bem a você e nunca lhe magoar. Mesmo que você fosse livre, poderia haver amor com alguém assim? Essa seria uma pessoa que amaria você porque tem um programa para essa finalidade, mas não porque ela mesma decide assim.

Agora imagine duas pessoas programadas, para uma amar a outra. Elas se amam sem a menor possibilidade de terem outra escolha. Podem até se amar, mas será um amor, digamos, forçado, mecânico, imposto por um terceiro. Na verdade isso não é amor autêntico.

E eles poderão ser felizes? Absolutamente não porque não conseguem decidir amar um ao outro, embora se amem. Veja bem, não há decisão de amar, amam-se porque assim foi determinado. E, portanto, não podem ser felizes, porque a única opção que eles tem é um fazer o outro feliz.

E como é isso quando os seres são livres? Em primeiro lugar, cada um decide se vai amar ou não a outra pessoa. Então, por sua iniciativa e vontade própria, decide fazer uma quantidade de coisas para deixar a outra pessoa feliz. A outra pessoa sente que isso vem do coração, da vontade, e isso se chama correspondência. O amor de um e de outro é correspondido por livre vontade. Isso é autêntico, assim nos sentimos valorizados. O seu cônjuge te ama porque assim decide, e torna a decidir todos os dias. Entre outras opções essa pessoa sempre decide por você, e é isso que nos faz felizes: alguém que nos escolheu continua decidindo manter essa escolha. Ela continua dia-a-dia nos valorizando, e assim nos sentimos bem.

Sendo assim, DEUS não possuía outra escolha senão criar os seres a Sua semelhança livres. Isto significa que deveriam ter opções em tudo com que se defrontassem na vida. Um homem, assim como uma mulher, por exemplo, podem escolher alguém para se casar. São livres para isso.

Podem depois deixar a pessoa escolhida e ir embora. São livres para isso. DEUS disse que não nos deveríamos separar, pois o comprometimento é essencial para a felicidade, pelos mesmos argumentos acima. Mas, se assim desejarem, sabem que existirão efeitos, e se separam, e ninguém o impedirá.

E a principal escolha, qual é? O ser humano, criado por DEUS, pertence a DEUS, mesmo assim, tem a liberdade de escolher, se desejar, seguir a outro senhor. Esse outro pode ser uma estátua, algum astro, outra pessoa ou até ela mesma. Saiba, no entanto que fazendo isso, morrerá, pois se desliga por vontade própria da única fonte de vida que existe. Saiba também que vai sofrer, pois se desliga da única fonte de felicidade.

Adão e Eva foram criados livres. Seus descendentes seriam também livres. Mas Adão e Eva um dia desses não souberam fazer uma escolha inteligente. Decidiram dar ouvidos a Lúcifer, que estava a procura de adeptos para o adorar. Esse ser queria ser deus, embora não tivesse as condições. Então foi que Adão e Eva se desligaram de seu Criador, e obtiveram a condição de mortais, assim como todos os seus descendentes.

REFLEXÃO: "Lembra-te que me moldaste como o barro; e agora me farás voltar ao pó? (Jó 10:9) - NVI

História da adoração 4 - Por quê adorar

(adaptado do texto do prof Sikberto Marks)

"... adorem o Senhor no esplendor da sua santidade, tremam diante dele, todas as nações!..." (I Crôn 16:29-30).

A pergunta é: por quê adorar? Essa é uma pergunta que segue a mesma lógica de outras perguntas, tais como: por quê ter amizades? Por quê buscar ser feliz? Por quê casar? Por quê ter relacionamento social? E assim por diante.

A adoração é um relacionamento social de natureza semelhante ao do amor, da amizade e da sociabilidade. DEUS deseja que vivamos. E Ele deseja que a vida seja repleta de felicidade. Esse é o ponto fundamental: Ele nos criou para vivermos em plena felicidade. Ele nos quer dar vida abundante. Por isso estabeleceu a adoração. O objetivo dela é o relacionamento nosso com DEUS.

Há um motivo fundamental para a adoração. Esse motivo é pelo fato de existirmos. É óbvio isso, existimos, e nossa existência é com vida, e somos racionais, temos a capacidade de tomar decisões, isto é, somos seres morais livres. E estes são os ingredientes para que também possamos ser felizes. Portanto, existir com vida (poderíamos existir de outra forma, por exemplo, sendo uma estátua) é grande motivo para sermos gratos. E também é motivo para investirmos na felicidade, pois, afinal, que lógica há em existir e viver em depressão?

Na Bíblia está escrito assim: “Tu és digno Senhor e DEUS nosso, de receber a glória, a honra e o poder, porque todas as cousas Tu criaste, sim, por causa da Tua vontade vieram a existir, e fora criadas” (Apoc. 4:11). DEUS é O Criador, por isso, o Universo e o que nele contém existe, e nós também. Esse é o motivo para que sejamos gratos a DEUS.

As rochas existem, mas não podem agradecer a DEUS, pois não tem conhecimento de sua existência. As plantas também. Os animais tem sentimentos, e são capazes de serem gratos, mas não tem racionalidade para conhecer a respeito de sua existência. Porém, os humanos são racionais, entendem o que são. Estes podem ser gratos a DEUS, pela sua existência. Eles podem ser felizes, e podem cuidar dos animais, das plantas e das coisas inanimadas. Podem fazê-lo para bem de seu próximo, bem como para o bem de toda a natureza.

Assim, só os seres humanos estabelecem relacionamentos racionais. E a adoração é um relacionamento racional do mais alto nível. É o relacionamento das criaturas com seu Criador. Só os seres humanos são capazes de serem felizes, e de contribuírem com a felicidade de outros, e até dos animais. Para tanto, os seres humanos precisam estabelecer relacionamentos de alto nível entre si. E precisam estabelecer relacionamentos de alto nível com seu Criador, pois sabem que d’Ele vieram, e d’Ele necessitam, para viverem, e para serem felizes.

Adoração, em síntese, é um relacionamento da mais elevada inteligência. É um relacionamento que tanto nos coloca em contato com O Criador como com o Rei do Universo, o Ser mais inteligente que existe. Desse relacionamento depende a nossa inteligência, a nossa capacidade de sermos seres sociais, assim como DEUS é. Desse relacionamento depende a nossa capacidade de amar uns aos outros. Sim porque, adorar é amar a DEUS sobre todas as coisas. Desse relacionamento depende a nossa capacidade de amar o nosso próximo como a nós mesmos. E desses dois relacionamentos depende a nossa vida com felicidade.

REFLEXÃO: "Eu, João, sou aquele que ouviu e viu estas coisas. Tendo-as ouvido e visto, caí aos pés do anjo que me mostrou tudo aquilo, para adorá-lo. Mas ele me disse: 'Não fala isso! [...]. Adore a Deus!" (Apoc 22:8-9) - NVI
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História da adoração 3 - O vínculo universal

(adaptado do texto do prof Sikberto Marks)

“Deus ordenou: Por isso deixará o homem pai e mãe, e unir-se-á a sua mulher; e serão os dois uma só carne? Assim já não são mais dois, mas um só carne. Portanto o que Deus ajuntou, não o separe o homem” (Mateus 19:5-6)

Havia o Senhor DEUS criado Adão e Eva. Era para eles formarem um lar, e, sendo um casal, formarem uma família. DEUS instituiu a menor sociedade possível para haver felicidade, duas pessoas comprometidas uma com a outra.

Para que sejamos felizes é necessário que alguém nos faça feliz. Assim, uma única pessoa não pode ser feliz, pois ela não tem quem a quem fazer feliz, nem quem a faça feliz. Os seres sociais necessitam de outras pessoas para se comunicarem e interagirem. A felicidade depende disso, da interação entre seres inteligentes. Aliás, tudo depende da interação, nosso aprendizado, a construção de prédios, a realização de planos, tudo mesmo. Ainda mais a felicidade depende de sermos seres sociais.

E para que pudéssemos ser seres sociais, DEUS nos fez homem e mulher, ou seja, um o complemento do outro. Ele disse que a mulher era idônea ao homem, isto é, complementar, diferente, mas nem superior, nem inferior, assim, nessa complementaridade um tem oportunidade de fazer o outro feliz. É a menor sociedade imaginável, pois um só não forma uma relação social. E era para ser mesmo a menor sociedade, ou seja, a mais simples imaginável, para que fosse fácil de funcionar. Se é dessa sociedade que depende a felicidade dos seres humanos, ela precisa mesmo ser simples, para não correr risco de, por ser complexa, tornar-se difícil de ser dirigida.

A felicidade depende de uma condição, e só de uma. Essa condição é a intimidade. Para sermos seres sociais, dependemos de estar juntos, falar uns com os outros, trocar sentimentos. Estar juntos e de bem uns com os outros é intimidade.

Um casal, para ser feliz, precisa se amar, e para amar, precisa haver intimidade, isto é, estar juntos. A intimidade não é necessária o tempo todo, mas com freqüência faz bem. E há diversas intensidades de intimidade. A intimidade mais intensa entre seres humanos é quando, como disse DEUS, um casal comprometido em se amar, se torna uma só carne. É tanta a felicidade nesse momento que se produz um prazer especial, a êxtase. E, por ser uma explosão de amor, e assim quis DEUS, nessa intimidade há a capacidade de dois seres humanos se reproduzirem e gerarem outro ser humano. O amor assim intenso é capaz de produzir uma nova vida. Sim, uma nova vida para que o amor que explodiu naquele momento possa se expandir a outros seres humanos. Um homem e uma mulher amam seus filhos porque foram gerados em seus momentos de maior felicidade. Os filhos são bênçãos da felicidade.

Mas a intimidade mais íntima, a mais intensa possível a seres humanos não é quando se tornam uma só carne. A felicidade mais intensa não é quando ocorre o ato conjugal. Há um momento ainda mais potente para sermos intensamente felizes: é quando estamos juntos com o nosso Criador.

Nessa Terra não sabemos como é isso pois caídos em pecado, temos medo da presença de DEUS. Mas quando formos restaurados à condição original de antes do pecado, então teremos um tal intenso prazer com a presença de DEUS que talvez não desejemos mais nos afastar d’Ele. Quem aqui nessa Terra vive como Ele deseja, isto é, O obedece, já sabe um pouco o que é isso.

E o que DEUS providenciou para que haja essa intimidade? Ele, depois que criou tudo, em seis dias, estabeleceu o sábado. Nesse dia Ele nos pede que não façamos coisa alguma em nosso benefício pois sábado, o sétimo dia da criação, é o dia da intimidade entre DEUS e Suas criaturas.

É o dia que nos dedicamos a Ele, com exclusividade. Ele quer nesse dia nos fazer tão felizes que os restantes serão um prazer por aguardar outro sábado. Esse é o sentido de ter Ele descansado, santificado e abençoado o dia de sábado. Por isso pede que também façamos o mesmo. É para sermos felizes junto com Ele, O Criador. O sentido de se viver é ser feliz. E esse é o desejo do Criador.

REFLEXÃO: “Porque assim diz o Senhor, que criou os céus, o Deus que formou a terra, que a fez e a estabeleceu, não a criando para ser um caos, mas para ser habitada: Eu sou o Senhor e não há outro” (Isaías 45:18)

História da adoração 2 - A criação de Adão e Eva

(adaptado do texto do prof Sikberto Marks)

“Disse DEUS: Façamos o homem à nossa imagem, conforme a nossa semelhança...” (Gên. 1:26, pp).

Por qual motivo DEUS criaria o Universo? Por que Ele faria tantas estrelas, que não se pode contar, numa imensidão que ainda não se encontrou a dimensão de seu tamanho? Qual a razão de DEUS ter criado a natureza com suas belezas e atrativos, as plantas, os animais e tudo o mais? E por que as pequenas coisas, como o minúsculo átomo, mesmo assim, tão complexo e os minúsculos seres vivos com suas atraentes particularidades? Para que tanta diversidade na criação?

DEUS deveria ter um propósito com a criação. Qual seria esse propósito? Ele queria ver seres parecidos com Ele mesmo vivendo felizes. Era Seu objetivo colocar nessas belezas seres capazes de usufruí-las, para a sua realização de vida. E DEUS queria alegrar-se com esses seres vendo-os alegres, queria estar com eles. Não queria ficar só no Universo. Ele queria fazer tudo para que seres à semelhança d’Ele vivessem eternamente, e que jamais conhecessem a infelicidade.

Foi por esse motivo que, um dia, depois de ter criado plantas e animais no planeta Terra, Ele criou o primeiro casal. Deveriam reproduzir-se e encher a Terra. E serem felizes. Era Seu propósito que tivessem filhos, que estes constituíssem novas famílias, novos núcleos de felicidade. Ele queria expandir a felicidade a todo planeta.

O que significa ser feliz? A felicidade vem de DEUS, O Criador. Não existe possibilidade de outra fonte, porque não há outro lugar no Universo, nem outro ser, que seja amor em sua essência, em seu caráter, em sua lei. Não há outro ser no Universo que haja sempre por amor. Felicidade vem da intimidade com quem se ama, com quem nos sentimos bem, com quem nos quer bem. Felicidade é resultante do relacionamento com outros seres que desejam nos fazer felizes, é o desejo profundo de fazermos esses seres felizes.

Como a felicidade se inicia? Pela adoração! E o que é a adoração? É o relacionamento profundo com O Criador, que por ser amor, nos ama a ponto de morrer por nós. Adoração é ligar-se intimamente com DEUS por alguns momentos a cada semana. E esse momento especial foi escolhido por DEUS, é o sábado. Nesse dia DEUS decidiu que devêssemos parar todas as atividades que não contribuíssem para nossa ligação com o amor de DEUS.

Veja só. DEUS criou os seres humanos para serem sempre alegres. Para esse fim, Ele queria estar sempre junto com os seres humanos. E de tempos em tempos, Ele queria estar junto em grande intimidade. Deveriam ser momentos para Ele promover mais intensamente a felicidade dos seres que criara. Assim separou um dia em cada semana, o sétimo, para nele reservar-Se a nós. Em contrapartida pediu que também nós fizéssemos o mesmo, que nesse dia O adorássemos com exclusividade. E adorar a DEUS é ligar-se a Ele com amor mais intenso.

Esse foi o propósito de DEUS ter criado a imensidão do Universo, e nele ter posto seres à semelhança d’Ele mesmo: encher esse Universo com felicidade.

REFLEXÃO: “Tenho posto o Senhor continuamente diante de mim; porquanto ele está à minha mão direita, não serei abalado. Porquanto está alegre o meu coração e se regozija a minha alma; também a minha carne habitará em segurança” (Sal 16:8-9)
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História da adoração 1 - Deus eterno

(adaptado do texto do prof. Sikberto Marks)

“No princípio era o verbo...” (João 1:1)

DEUS é o princípio. Ele vem da eternidade, existe de eternidade em eternidade (Hab. 1:12 e Sal. 90:2). Antes de todas as coisas, antes que existisse a matéria, quando só havia o espaço, DEUS já existia.

Tão magnífico que não pode ser visto por qualquer ser que se tenha corrompido, mesmo que por um único pecado. Tão poderoso que criou o Universo vasto que não se pode medir. Tão inteligente que é capaz de criar seres vivos nas espécies que Ele desejar. Tão correto que Sua Lei é de justiça tal que vem a corresponder a um reino de paz e justiça absoluta. Tão bondoso que, havendo alguém desobedecido a Sua lei, Se doa por esse ser, mesmo que essa doação signifique a Sua morte. Tão poderoso, outra vez, que é capaz de morrer pelo ser pecador, mas também é capaz de Se ressuscitar outra vez, vencendo até a morte, o possível fim de todas as coisas que tem fôlego.

DEUS, indescritível, cujo trono distante é circundado de glória tremenda, de luz tão imensa que ser humano algum seria capaz de contemplar, no entanto, eis que Ele, eterno DEUS, vem e habita entre os humanos, como um humano mortal. De Sua glória veio até a escuridão desse mundo imundo e perigoso, dominado pelos demônios, para resgatar, se fosse, ao menos um ser humano. E foi vencedor.

Um que criou o imenso Universo, que também foi capaz de criar a minúscula célula e o minúsculo átomo, pelo poder de Sua palavra e pensamento, foi também capaz de se separar de tudo isto para buscar a raça perdida nesse Universo sem fim. Tudo por tão imenso amor que O impede de se desligar e de perder a afeição por nós. Jamais Se desligará de nós. A única forma de separação d’Ele com Suas criaturas é caso nós nos desligarmos d’Ele.

Esse é o DEUS eterno! Ele merece ser adorado, pois tanto nos criou quanto nos oferece o escape da morte eterna.

E Ele disse como quer ser adorado. E Ele merece dizer como O adorar. Será que o homem, pecador e degenerado pelos milênios de pecado nesta Terra saberia melhor que DEUS como O adorar? Jamais algo assim seria possível.

E Ele disse no Velho Testamento: “Lembra-te do dia de sábado, para o santificar. Seis dias trabalharás e farás toda a tua obra. Mas o sétimo dia é o sábado do SENHOR, teu Deus; não farás nenhum trabalho, nem tu, nem o teu filho, nem a tua filha, nem o teu servo, nem a tua serva, nem o teu animal, nem o forasteiro das tuas portas para dentro; porque, em seis dias, fez o SENHOR os céus e a terra, o mar e tudo o que neles há e, ao sétimo dia, descansou; por isso, o SENHOR abençoou o dia de sábado e o santificou” (Êxo. 20:8 a 11). E no Novo testamento Ele, aqui entre nós, ratificou dizendo: “Não penseis que vim revogar a lei ou os profetas; não vim para revogar, vim para cumprir. Porque na verdade vos digo: Até que o Céu e a Terra passem, nem um i ou um til jamais passará da Lei, até que tudo se cumpra” (Mat. 5:17 e 18). JESUS, o DEUS feito homem, disse mais: “Aquele que tem os meus mandamentos e os guarda, esse é o que Me ama; e aquele que Me ama, será amado por Meu Pai, e Eu também o amarei e Me manifestarei a ele” (João 14:21).

O DEUS eterno pode ser melhor explicado por uma única palavra que por muitas. Ele é amor! E amor é a Sua lei. Para ser adorado, tudo o que temos a fazer é amar a DEUS sobre todas as coisas (Mateus 22:37), e isto significa obedecer os Seus mandamentos, os que estão na Sua Palavra.
Isso é o MÍNIMO que o eterno DEUS merece!

REFLEXÃO: “Saberás, pois, que o Senhor teu Deus é que é Deus, o Deus fiel, que guarda o pacto e a misericórdia, até mil gerações, aos que o amam e guardam os seus mandamentos” (Deut 7:9).
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Escolhas

(por Eny Garcia Sarli)

"Se vocês não estão querendo obedecer ao Senhor, escolham hoje a quem querem dar obediência [...] Quanto a mim, escutem! Eu e a minha casa serviremos ao Senhor" (Josué 24:15) BV

Deus criou o homem como um ser dotado de livre arbítrio, com direito de decidir, escolher e exercer sua vontade. É claro, porém, que cada escolha tem seus resultados e o seu preço. Deus respeita esse direito, até mesmo quando Seus filhos escolhem mal.

Um casal teve dois filhos gêmeos. Eram muito parecidos. Cresceram juntos participando dos cultos domésticos, das mesmas classes de estudo da Bíblia, na igreja, e nos mesmos colégios cristãos. Recebiam os mesmos conselhos e repreensões dos pais. Passaram pela adolescência e alcançaram a juventude, mas, à semelhança de Abel e Caim, fizeram escolhas diferentes.

Um se preocupava com as coisas espirituais, com o relacionamento com Deus e com o bem-estar de seus pais. O outro, porém, abandonou a igreja, só pensava nos prazeres do mundo, e não se incomodava com a dor que o seu procedimento causava aos pais. Passou a fazer parte de um grupo de rapazes violentos e viciados.

Certa noite, durante uma festa em que havia bebidas e drogas, ele esfaqueou e matou um dos seus companheiros de farra. Tentou fugir, mas os companheiros o perseguiram.

No desespero da fuga, viu que o escritório do irmão estava com as luzes acesas. Entrou porta adentro e contou o que havia acontecido e a ameaça dos companheiros.

– Tire essa roupa suja de sangue – disse o irmão, enquanto também tirava a dele, e ordenou-lhe que vestisse a sua roupa limpa, o que ele obedeceu. Então, o irmão inocente vestiu a roupa suja de sangue e lhe disse:

– Você está vestindo a minha roupa limpa. É possível que eles me matem, pensando que sou você. Se eu morrer, morrerei em seu lugar! – E a seguir, abriu a porta. Aqueles rapazes embriagados e drogados, aos chutes, murros e pauladas, mataram o irmão gêmeo inocente.

Os dias se passaram e aquele moço, lembrando-se do que havia acontecido, sempre dizia: “Ele morreu em meu lugar!” Então, abandonou a vida de pecado, abraçou a Cristo, e se entregou à justiça, a fim de pagar a pena de sua escolha desastrosa.

A lição que ele aprendeu foi: “Assim, como meu irmão, Jesus morreu em meu lugar para que eu pudesse viver.” – EGS

REFLEXÃO: “Meu filho, quando os pecadores [...] fizerem este convite: venha fazer parte de nosso bando! [...] diga: Não!” (Pv 1:10, 11, BV)

Fonte: MM 2008


Uma Religião Moderada

(Pr. Wilson Sarli)

"Eu o conheço bem – você nem é quente nem frio; Eu desejaria que você fosse ou uma coisa ou outra! Porém, já que você é meramente morno, Eu o cuspirei para fora da Minha boca!" (Apocalipse 3:15, 16) BV

Na região que pertence à Turquia moderna, conheci as ruínas de Laodicéia, quando a visitei em 1975, juntamente com as outras seis igrejas da Ásia Menor, mencionadas no Apocalipse.

Nos dias bíblicos, era uma cidade próspera e rica, “de nada precisando”. Sua riqueza tornou os laodiceanos cristãos acomodados, nem frios nem quentes, mas mornos, talvez numa alusão às águas termais que brotavam e continuam a brotar próximo da cidade bíblica de Hierápolis, hoje Pamukale. Ao visitar aquele local, toquei aquelas águas cálidas e senti na mão a sua mornidão confortável.

Satanás deseja, mais que ninguém, que a nossa igreja seja moderada, amena, com calor espiritual pouco intenso, que se mantenha nos limites do conveniente, indefinida, nem bem isso e nem bem aquilo. Isso é o suficiente para ele alcançar seus objetivos.

C. S. Lewis, escritor inglês, descreve um demônio já idoso dando conselhos e orientações a um demônio novato e pouco experiente na arte de enganar e seduzir uma pessoa. Ao demônio calouro, ele deu o seguinte conselho: “Fale a essa pessoa sobre moderação em todas as coisas, inclusive na sua religião. Diga-lhe para ir com calma. Se você conseguir fazer com que ela considere a religião muito boa até certo ponto, pode ficar tranqüilo quanto ao perigo de salvação dessa pessoa. Uma religião moderada, indefinida e sem compromissos é tão boa para nós como nenhuma religião”

Às vezes, queremos facilitar a vida cristã, amaciar o caminho e desconhecer nossas lutas, provações e deveres como cristãos. Satanás quer nos sugerir um cristianismo mais fácil, moderado e sem responsabilidades; um cristianismo romântico, vazio, social; um cristianismo que mais se acomode ao nosso modo de pensar que ao de Deus.

A religião de Cristo não é uma religião de conveniências. Não nos iludamos: a jornada cristã não é tão fácil assim como muitos a julgam. Não devemos querer torná-la diferente.

O verso para reflexão abaixo nos sugere que a caminhada cristã é como uma roseira: espinhos no seu caule, mas lindas rosas, com agradável perfume, nas pontas de seus galhos.

REFLEXÃO: “Tenho-vos dito isso, para que em Mim tenhais paz [rosas]; no mundo tereis aflições [espinhos], mas tende bom ânimo; Eu venci o mundo [rosas]” (Jo 16:33)

Fonte: MM 2008


Uma Pedrinha Branca

(Pr Wilson Sarli)

"Ao vencedor [...] lhe darei uma pedrinha branca, e sobre essa pedrinha escrito um nome novo, o qual ninguém conhece, exceto aquele que o recebe" (Apocalipse 2:17)

O livro do Apocalipse foi escrito em símbolos que falam de encorajamento para o povo de Deus de todos os lugares, em todas as épocas. O versículo acima apresenta um desses símbolos: "uma pedrinha branca".

Em 1975, visitamos vários lugares bíblicos da Ásia Menor, território que hoje pertence à Turquia, e um deles foi Pérgamo, uma das sete igrejas mencionadas no Apocalipse.

A expressão "pedrinha branca" está no contexto da carta enviada, da parte de Jesus Cristo a essa igreja, por intermédio de João. No final dessa carta há uma promessa ao vencedor: "(Eu) lhe darei uma pedrinha branca, e sobre essa pedrinha escrito um nome novo."

Apesar de essa igreja ter passado pelo processo de paganização a partir do fim do primeiro século, Deus ainda reconhecia nela alguma coisa boa. Alguns estudiosos vêem na expressão "pedrinha branca", uma alusão ao que acontecia em Pérgamo, quando os juízes, ao darem a sentença no julgamento de um acusado, lançavam sobre a mesa uma pedrinha branca, se o acusado fosse considerado inocente, ou uma pedrinha preta, se fosse considerado culpado. Tenho comigo, como lembrança, uma pedrinha branca trazida de Pérgamo, por ocasião de nossa visita àquela cidade da Ásia Menor.

A "pedrinha branca" pode representar que ao crente é prometido o perdão que lhe dará direito à salvação por meio dos méritos de Cristo, o justo Juiz, uma vez que a cor branca simboliza o manto de Sua justiça, com Sua pureza e bondade. Então, Jesus joga sobre a mesa do julgamento divino a "pedrinha branca", e, pelos Seus méritos, absolve o pecador arrependido.

O "novo nome" do vencedor, impresso na "pedrinha branca", pode ser uma alusão ao seu novo caráter dado por Deus por meio dos méritos de Cristo. O fato de esse "novo nome" ser conhecido apenas pelo que o recebe, pode significar que cada crente tem sua individualidade e que as lutas e vitórias de sua vida cristã, como Jacó ao lado do Jaboque, são individuais e não coletivas, assim como a salvação.

Você gostaria de saber qual será seu novo nome? Torne-se um vencedor! Mas até lá, continue lutando junto com Cristo até que chegue o momento em que, à semelhança de Jacó, você receberá um novo nome cujo significado será "vencedor".

REFLEXÃO: "Portanto, arrepende-te [...] Quem tem ouvidos, ouça o que o Espírito diz às Igrejas" (Ap 2:16, 17)

Fonte: MM 2008

Eu vos escolhi

"Não fostes vós que Me escolhestes a Mim; pelo contrário, Eu vos escolhi a vós" (João 15:16)

Wilfred Grenfell, famoso médico-missionário americano, conheceu uma jovem no navio, quando estava a caminho de seu campo de trabalho no exterior. Apaixonou-se por ela quase imediatamente, e dentro de muito pouco tempo declarou-lhe a sua intenção de casar com ela.

Tomada de surpresa, a resposta da moça foi:
- "Mas como, rapaz, se você nem sabe o meu nome"? (Ela queria dizer "sobrenome").

Rápido como um relâmpago, Grenfell respondeu:
- "Posso não saber seu nome, mas sei qual vai ser"!

A moça gostou da saída de Grenfell. Oportunamente, aceitou a proposta e o romance desabrochou num feliz casamento. Passaram muitos anos desafiadores em serviço para Deus.

Algum tempo atrás, li acerca de um jovem que estudava num internato das Índias Ocidentais.

Um dia, na fila para o almoço, ele expressou de modo inédito a sua escolha da moça que lhe vinha chamando a atenção. Passou para ela um bilhetinho no qual havia rabiscado as palavras de nosso texto. Ele também foi bem-sucedido.

Mas nem sempre o resultado é esse. Afinal de contas, os seres humanos têm o direito de escolher; e quando se trata de romance e casamento, o homem propõe - mas a mulher dispõe!

Todos os seres moralmente responsáveis têm a faculdade da escolha. Quando nascemos de novo, escolhemos a Cristo, mas na realidade estamos meramente confirmando uma escolha que foi Ele quem fez. Antes que você e eu escolhêssemos a Cristo, Ele já nos havia escolhido. Efésios 1:4 nos diz que Deus fez essa escolha em Cristo "antes da fundação do mundo". A escolha incluiu a todos. "Deus não faz acepção de pessoas" (Atos 10:34). Ele "deseja que todos os homens sejam salvos" (I Timóteo 2:4).

Nem todas as pessoas, entretanto, serão salvas, porque podemos rejeitar a escolha que Deus fez. Ele poderia, logicamente, forçar-nos a aceitar a escolha dEle, mas nunca o fará porque deseja tão-somente o serviço de amor. Afinal, esse é o único tipo de serviço que vale a pena receber.

REFLEXÃO: “E a vida eterna é esta: que te conheçam a ti, como o único Deus verdadeiro, e a Jesus Cristo, aquele que tu enviaste” (João 17:3)

Fonte: Jesus Voltará



Lembre-se do seu Criador

"Lembre-se do seu Criador nos dias da sua juventude, antes que venham os dias difíceis e se aproximem os anos em que você dirá: 'Não tenho satisfação neles' " (Eclesiastes 12:1) - NVI.



REFLEXÃO: "Busquem o Senhor enquanto é possível achá-lo; clamem por ele enquanto está perto" (Isaías 55:6) - NVI.

Fantástico é ser de Jesus

(por Marcio)

“Pois não é contra carne e sangue que temos que lutar, mas sim contra os principados, contra as potestades, conta os príncipes do mundo destas trevas, contra as hostes espirituais da iniquidade nas regiões celestes” (Ef.6:12)

Não é meu costume, mas como não estava na minha casa, acabei assistindo muitos dos quadros do programa Fantástico da Rede Globo do dia de hoje, 1 de novembro de 2009. O programa ainda não está no fim, mas peguei o notebook da minha sogra e comecei a escrever sobre algumas poucas coisas que vi que julgo "interessantes". Princípios, idéias e pensamentos deturpados que nosso consciente muitas vezes não filtra, mas são depositados fielmente em nosso sub-consciente sem nossa permissão. Contudo, creio fortemente que como cristãos, o Espírito Santo do Senhor, nos ajuda a discernir muitas coisas que normalmente não repararíamos caso não estivéssemos em comunhão com Ele.

Um quadro mostrou que a mais nova "atriz" da rede, uma chipanzé, se parece muito com um ser humano. Quando ela contracena com o ator Marco Pasquim e ele cai em prantos em uma das suas cenas, a macaca começa a demonstrar certas atitudes e prováveis sentimentos, que de fato ficaram bem evidentes, contudo, coisa impossível de acordo com os estudiosos. Será que o quadro quis inocentemente mais uma vez sugerir que os macacos são nossos ancestrais e são muito semelhantes a nós? Será que esta "nova atriz" de uma das novelas da rede, veio trazer aos telespectadores uma "mensagem evolucionista" diária ou não? Mensagem inocente ou muito bem arquitetada por aquele que está a dar o grande e mais diabólico golpe no final dos tempos contra os filhos de Deus? Está escrito: "Então o Senhor Deus formou o homem do pó da terra e soprou em suas narinas o fôlego de vida, e o homem se tornou um ser vivente" (Gên. 2:7 - NVI).

Outro, decidiu mostrar ao público, qual seria a reação das namoradas ou das esposas, quando estas vissem seus maridos vestidos de mulher, isto se elas os reconhecessem - quadro realizado em semelhança a uma outra novela da rede. Coisa da minha cabeça, ou o programa, como tantos outros, como também filmes, revistas e tantas outras fontes de informação secular, quis e querem deixar bem claro na mente dos telespectadores a idéia "agradável" e "moderna" que a atitude de um homem se transformar em mulher é algo absolutamente normal? Sobre o assunto desta indumentária, está escrito: "A mulher não usará roupas de homem, e o homem não usará roupas de mulher, pois o Senhor, o seu Deus, tem aversão por todo aquele que assim procede" (Deut. 22:5 - NVI).

Noutro ainda, o filme sensação do momento "Crepúsculo", é evidenciado mais uma vez por trazer à tona uma criatura das trevas, imortal e que se alimenta de sangue. A chamada do filme? "A eternidade começa agora!" Da mesma forma que “Harry Potter”, que incentiva a bruxaria, o filme traz ao público mensagens anti-cristãs, satânicas por excelência, que incentivam a falácia de que a imortalidade não é apenas uma prerrogativa de Deus e em breve dos justos, mas também dos injustos. Mais uma película contemporânea da mesma linha do antigo "drácula" ou demônio, significado literal da palavra. Quanto a isso, podemos tirar algumas idéias da "pena inspirada": "Ele imprime na mente a ilusão de que não existe um diabo pessoal, e os que nisso crêem não fazem esforço para resistir e combater o que não existe, e os pobres e cegos mortais finalmente adotam a máxima: 'Tudo quanto existe, está direito.' " (Mensagens aos jovens, p.59).

Queridos, não há duvidas que a antiga serpente, a saber o diabo, sabe que seus dias de maldade estão chegando ao fim. Conseguiu inserir na mente de muitos que sua existência é pura ficção e com isso, engana a multidões com suas doutrinas subliminares ou subentendidas em programas aparentemente inofensivos como este, ou em programas de extensa abrangência, como os filmes. Milhões de pessoas são desviadas da Verdade por darem mais ouvidos a sugestões humanas do que às sugestões de Deus. É deprimente, mas vivemos num país onde 90% das pessoas possuem televisores e apenas 80% possuem geladeira... sugestão subentendida de "alguém" que conseguiu impor ao mundo uma prioridade que não edifica.

Que eu e você, possamos nos aperceber que o inimigo está desesperado tentando manter o tempo de seu reinado aqui nesta terra, adiando a volta de Jesus, simplesmente deixando nossas mentes cauterizadas pelo maior anticristo inanimado (se assim posso dizer) dos nossos tempos: A televisão.

REFLEXÃO: "Nossa única segurança está em não darmos lugar ao diabo; pois suas sugestões e desígnios são sempre para nosso dano, para impedir-nos de confiar em Deus. Ele se transforma em anjo de pureza, para que possa, por suas sedutoras tentações, apresentar os seus ardis de tal maneira que lhe não possamos perceber a astúcia. Quanto mais cedermos, tanto mais poder terão seus enganos sobre nós. Não é seguro discutir ou parlamentar com ele. A cada vantagem que concedermos ao inimigo, ele pedirá mais" (Mente, Caráter e Personalidade - vol. 1, p. 24).
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Mestre Jesus - nosso Compositor

(adaptado do texto de autor desconhecido)

“Tendo por certo isto mesmo, que aquele que em vós começou a boa obra a aperfeiçoará até o dia de Cristo Jesus” (Filipenses 1:6)

Conta-se que uma mãe desejosa a encorajar o progresso de seu jovem filho ao piano, certa vez levou-o ao concerto de um dos mais famosos pianistas e compositor da época, o polonês Ignacy Jan Paderewski (1860-1941).

Depois de se assentarem, a mãe viu uma conhecida na platéia e foi até ela para saudá-la. Se sentindo sozinho, o menino tomou a oportunidade para explorar as maravilhas do teatro, se levantou e eventualmente suas explorações o levaram a uma porta onde estava escrito: "Proibida a Entrada".

Quando as luzes diminuíram e o concerto estava prestes a ser iniciado, a mãe retornou ao seu lugar e descobriu que seu filho não estava mais lá.

De repente, as cortinas foram abertas e as luzes caíram sobre um impressionante piano Steinway, bem ao centro do palco.

Perplexa, a mãe viu seu filho sentado junto ao teclado, inocentemente catando as notas de uma simples canção infantil.

Naquele momento, o grande pianista fez sua entrada, rapidamente foi ao instrumento, absorveu toda a situação e sem mais, sussurrou no ouvido do menino: "Não pare, continue tocando"!

Então debruçado sobre o pequeno aspirante, Paderewski estendeu sua mão esquerda e começou a preencher a parte do baixo. Logo, colocou sua mão direita ao redor do menino e acrescentou um belo acompanhamento de melodia. Juntos, o grande mestre e o jovem noviço transformaram uma situação embaraçosa em uma experiência extraordinariamente criativa, deixando toda a plateia completamente atônita!

Sabe, com Deus nossos grandes feitos funcionam mais ou menos assim. São em momentos parecidos com este que o esforço simplório do homem esbarra-se com o Poder divino, e tudo aquilo que não poderíamos realizar por nós mesmos, são agora transformados pelo amor e pelo Poder do Grande Maestro.

Em contra partida, o que conseguimos realizar por nossos próprios méritos nem vale a pena ser mencionado. Podemos fazer o nosso melhor, mas os resultados não são exatamente como uma música graciosamente fluída.

Mas com as mãos do Mestre, as obras de nossas vidas podem ser verdadeiramente lindas. Uma "canção" aparentemente sem sentido pode se tornar uma melodia que jamais se perderá "nos ouvidos da nossa mente". Na próxima vez que você se determinar a realizar grandes feitos em Seu nome, ouça-O atentamente. Você poderá ouvir a voz do Mestre, sussurrando em seu ouvido: "Não pare, continue tocando"!

Entregue-se a Jesus. Deixe Ele compor a sua melodia. Sinta Seus braços amorosos ao seu redor e jamais se esqueça que mediante sua aceitação, as Mãos fortes do Criador continuam regendo um dos maiores concertos da história do universo: A sua vida!

REFLEXÃO: “Posso todas as coisas naquele que me fortalece” (Filipenses 4:13)

Uma Posição Elevada

(adaptado do texto do Pr. Paulo R. Barbosa)

"E o seu senhor lhe disse: Bem está, servo bom e fiel. Sobre o pouco foste fiel, sobre muito te colocarei; entra no gozo do teu senhor" (Mateus 25:21)

Quando Andrew Jackson era Presidente dos Estados Unidos, um certo homem pediu para ser designado para um cargo de confiança. Jackson perguntou a ele sobre sua atual ocupação. Ele respondeu que era um ministro do Evangelho. "Bem, senhor", disse o Presidente, "você terá que descer desta posição sublime e elevada para ocupar o cargo mais alto que eu poderia lhe dar neste governo."

Como é importante a nossa posição quando estamos a serviço de Deus! Seja qual for o serviço que estejamos desempenhando na seara do Mestre, será sempre uma bênção que deveremos agradecer todos os dias ao nosso Senhor Jesus Cristo.

Quer sejamos pastores, diáconos, líderes de departamentos, participantes do louvor ou um simples introdutor para cumprimentar os visitantes que chegam para as reuniões, precisamos compreender que devemos estar muito felizes por Deus nos ter escolhido para aquela função. Trabalhar para o Senhor traz regozijo ao nosso coração e alegria ao coração do Senhor. "Fostes fiel no pouco, sobre o muito te colocarei", é o ensino das Escrituras para todos os que ouvem o chamado do Senhor e dizem "sim".

Muitos são os empregos que podemos ter para o nosso sustento e o de nossa família. Eles são necessários e fazem parte da vida diária de qualquer pessoa. Mas, nenhum emprego ou salário poderá nos dar mais prazer do que estar diante do Salvador e dizer: "Eis-me aqui".

Se o nosso trabalho e a remuneração que ele nos dá não for o melhor para nós, de qualquer maneira estaremos felizes por saber que servimos ao Senhor. Se, ao contrário, tivermos um bom emprego e salário, e não tivermos a bênção de servir ao Senhor, o dinheiro recebido não poderá nos dar a mesma alegria do exemplo anterior.

O melhor, portanto, é estar trabalhando para o Senhor. Se o nosso trabalho secular não for bom, seremos felizes e, se for bom, a nossa felicidade será ainda maior.

REFLEXÃO: “Porque o amor ao dinheiro é a raiz de todos os males” (I Timóteo 6:10)

Fonte: Escuro Iluminado

Finados

(adaptado do texto do Pr Fábio dos Santos)

"Pois, dada a ordem, com a voz do arcanjo e o ressoar da trombeta de Deus, o próprio Senhor descerá dos céus, e os mortos em Cristo ressuscitarão primeiro..." (I Tess 4:16) - NVI.

Segundo a Enciclopédia Online Wikpédia, o Dia
dos Fiéis Defuntos, Dia dos Mortos ou Dia de Finados é celebrado pela Igreja Católica no dia 2 de Novembro, logo a seguir ao Dia de Todos-os-Santos.

Desde o século II, os cristãos rezavam pelos falecidos, visitando os túmulos dos mártires para rezar pelos que morreram. No século V, a Igreja dedicava um dia do ano para rezar por todos os mortos, pelos quais ninguém rezava e dos quais ninguém lembrava. Também o abade de Cluny, santo Odilon, em 998 pedia aos monges que orassem pelos mortos. Desde o século XI os Papas Silvestre II (1009), João XVII (1009) e Leão IX (1015) obrigam a comunidade a dedicar um dia aos mortos.

No século XIII esse dia anual passa a ser comemorado em 2 de novembro, porque 1 de novembro é a Festa de Todos os Santos.

O Brasil por ser um país predominantemente católico, adotou essa data como feriado nacional segundo as leis n°10.607/02 e n° 662/49.

Os protestantes e evangélicos não recomendam a oração pelos mortos por que essa doutrina é desprovida de apoio Bíblico. Já os católicos afirmam haver respaldo no Livro de II Macabeus 12,43-46, mas a canonicidade desse livro não é reconhecida pela maioria das religiões cristãs.

É durante o estado de vida, que o ser humano é convidado a aceitar a salvação pela fé em Cristo Jesus (Gal 2:16; Atos 4:12; I João 5:11-12) e aguardar o dia da gloriosa ressurreição onde Deus chamará os que dormem para devolver-lhes a vida (I Tess 4:16-17, I Cor 15:51-54). Mas não há nada que se possa fazer para ajudar alguém a aceitar essa verdade, depois de descer a sepultura.

O motivo é que para alguém ser salvo, é necessário crer em Jesus, pois sem Jesus somos pecadores perdidos (Rom 3:23; 6:23); confessar sua condição pecaminosa (I João 1:9; Miq 7:18,19) e arrepender-se dos seus pecados (Atos 3:19; I João 1:9). Porém os mortos estão inconscientes, “não sabem coisa alguma”, não pensam, nem agem (Eclesiastes 9:5, 6 e 10; Salmo 146:4). Como pode então, um morto, crer, confessar e arrepender-se em seu estado mortal?

O apóstolo João declarou em Apocalipse 14:13 - Felizes (Bem Aventurados) são os mortos que descansaram no Senhor... ou seja; durante o estado "vivo" (Racional), tomaram a decisão por aceitar o plano da salvação. A felicidade é creditada pelo fato de que um dia Deus devolverá a vida a estas pessoas e por isso, a morte é comparada para estes, como um sono.

Embora muitos no dia 02 de novembro, tenham vertido lágrimas diante dos túmulos pela ausência afetiva e pessoal de um familiar ou amigo falecido, a Bíblia não nos deixou sem esperança. A morte não será um fim em si mesma para aqueles que morreram em Cristo. Resta uma esperança a estas pessoas e a todos que crêem.

“Eis que vos digo um mistério: Nem todos dormiremos, mas transformados seremos todos, num momento, num abrir e fechar de olhos, ao ressoar da última trombeta. A trombeta soará, os mortos ressuscitarão incorruptíveis, e nós seremos transformados. Porque é necessário que este corpo corruptível se revista da incorruptibilidade, e o que é mortal se revista da imortalidade... Então se cumprirá a palavra que está escrita: Tragada foi a morte pela vitória. Onde está, ó morte, a tua vitória? Onde está, ó morte, o teu aguilhão?” (I Corintios 15:51-55).

É preciso valorizar mais os vivos e não os mortos. Os vivos podem tomar a decisão por Jesus enquanto são vivos, mas os mortos já estão com o destino selados pelas escolhas que fizeram em vida. Isso não que dizer que que as boas lembranças de um falecido devam ser esquecidas. Assim como contamos lindas histórias de personagens bíblicos já falecidos, creio que existam milhares de pessoas que deixaram um bom legado e cujo testemunho ainda soa como exemplo de vida.

Certa vez uma mulher me contou que o seu esposo nunca a presenteou com flores e rosas, mas que no dia de finados, os parentes já falecidos, recebiam homenagens que ela nunca recebera durante os longos anos de vida conjugal. Essa mulher clamava por socorro: "Eu estou viva e preciso de atenção".

Olhe ao seu redor e verás pessoas carentes de bons relacionamentos, apoio, carinho, amor, atenção, mas principalmente, de encorajamento, para "Buscarem o Senhor enquanto se pode achar..." (Isa 55:6).

Concentre os seus esforços por aqueles que ainda estão debaixo do sol (os vivos) e que almejamos encontrá-los um dia no céu. Hoje mesmo, leve a estas pessoas um presente. Pode até ser uma flor, uma rosa, mas não se esqueça do principal, o melhor presente, Aquele que é a ressurreição e a vida - Cristo Jesus.

REFLEXÃO: "... depois nós, os que estivermos vivos seremos arrebatados com eles nas nuvens, para o encontro com o Senhor nos ares. E assim estaremos com o Senhor para sempre" (I Tess 4:17) - NVI.

Fonte: www.nistocremos.net

O senhor nos eleva acima das crises

(adaptado do texto de "provai e vede")

Cheguemo-nos, pois, confiadamente ao trono da graça, para que recebamos misericórdia e achemos graça, a fim de sermos socorridos no momento oportuno” (Hebreus 4:16)

Persival e Vera Lautert foram convidados pela Missão Paulista do Vale para participarem do Programa 40 Madrugadas de Intimidade com Deus. Decidiram que às 5h iriam levantar para orarem por uma pessoa especial e sempre neste horário Deus os despertava, nunca foi necessário o uso de despertador. Como eram novos na cidade, o grupo de amigos era pequeno e decidiram orar por Mércia Mendes, vizinha de apartamento.

Mércia estava passando por um problema muito grave. Seu esposo trabalhava numa empresa de aviação por 14 anos e com a crise aérea que estava acontecendo ele perderia o trabalho.
- Deus, fala conosco! Meu marido precisa de outra empresa para trabalhar, mostra-nos qual é a saída! - suplicava ela.

No mesmo instante ouve Vera abrir a janela e dizer: Mércia, aqui em casa, estamos orando por você, por 40 madrugadas você é a pessoa que escolhemos para orar.

Ah! Foi uma resposta imediata pensou Mércia e lhe respondeu: Muito obrigada! Estou precisando mesmo, e quando receber a bênção vou te contar.

Fiquei tão feliz – conta ela- Alguém está orando por mim! Tem alguém que acorda de madrugada e se importa comigo! Ela poderia ter escolhido uma pessoa de sua família, ou mesmo uma pessoa de sua igreja, mas escolheu a minha família! Isto me deu uma tranquilidade muito grande. “Deus está nesse negócio, a resposta vai chegar logo.”

E assim, todas as madrugadas eles oravam e Mércia ouvia os passos do casal se dirigindo a sala para conversarem com Deus, pois moravam no apartamento superior ao dela.
Os filhos estavam preocupados porque o papai perderia o emprego, entretanto a mamãe os encorajava: “Não se preocupem, ali em cima eles estão orando por nós.

Antes mesmo de dez dias de oração o marido chegou muito feliz, havia recebido o convite de três empresas para trabalhar, sendo uma delas no exterior.

A empresa que ele trabalhava fez o acerto de tudo o que ele tinha direito e após uma semana já estava trabalhando em outra organização.

A oração faz a diferença; devemos buscar mais a Deus, Ele continua operando milagres – diz Vera.

REFLEXÃO: “Pedi, e dar-se-vos-á; buscai, e encontrareis; batei, e abrir-se-vos-á” (Mateus 7:7)
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A saúde que provém da fé

“Ele disse: Se ouvires atentamente a voz do Senhor teu Deus, e fizeres o que é reto diante de seus olhos, e inclinares os ouvidos aos seus mandamentos, e guardares todos os seus estatutos, sobre ti não enviarei nenhuma das enfermidades que enviei sobre os egípcios; porque eu sou o Senhor que te sara” (Êxodo 15:26).

O Pr. Matias Morais, distrital de Jd. Lilah – SP, nos conta estas duas lindas experiências como prova de que Deus é fiel conosco, quando cumprimos o que Ele nos ordenou.

Em 1999 fui pastor distrital de Jd. Vaz de Lima, região do Capão Redondo, SP. Conheci a irmã Elizabete Pereira dos Santos que há vários anos sofria de enxaqueca, o que prejudicava seu desempenho profissional e também como dona-de-casa. Tinha passado em consulta por vários médicos que constataram através de exames não haver nenhum problema físico ou orgânico que causasse a doença.

Certa tarde, ao visitá-la, perguntei se desejava experimentar modificar alguns hábitos alimentares, assegurando-lhe obter melhor qualidade de vida. Ao aceitar o desafio, sugeri as seguintes modificações: evitar gorduras animais e frituras, bolos, excesso de açúcar, não comer fora de hora, refeição da noite bem leve, consumir bastante água.

Ela levou a sério e colocou em prática essas orientações. Em pouco tempo a enxaqueca desapareceu. Hoje goza de boa saúde trabalha numa das escolas da rede adventista.

Coincidentemente, a irmã de Elizabete também tinha um problema de saúde bem mais grave. Aos doze anos de idade Miriam Pereira dos Santos começou a ter movimentos involuntários, provavelmente seqüelas do parto traumático e com 18 anos usava cadeira de rodas. Quando conheci a Miriam ela estava com 30 anos e totalmente dependente da cadeira de rodas e da família. Embora tivesse acompanhamento médico não lhe davam esperança do quadro se modificar.

Mas apesar de suas limitações, sempre tinha um sorriso no rosto. Fez sessões de fisioterapia por um ano na Clínica do UNASP-SP em 2001, obtendo certa melhora. Mas só no final de 2004 ela decidiu seguir a dieta ideal, recomendada por Deus no Espírito de Profecia e passou a fazer exercícios.

Faz sete meses que Miriam vai à igreja a pé, feliz e confiante, e dá testemunho da fidelidade do Senhor em curar as enfermidades daqueles que obedecem aos Seus ensinos.

Como pastor distrital, procuro sempre apresentar a reforma de saúde por onde passo e tenho observado quão grandes maravilhas Deus opera quando seguimos Suas orientações. “A fé é um conquistador mais poderoso do que a morte. Se o doente puder ser levado a fixar com fé os olhos no poderoso Médico, verá maravilhosos resultados. Ela trará vida ao corpo e à alma” (A Ciência do Bom Viver, p. 62).

REFLEXÃO: “Deus deseja que alcancemos a norma de perfeição que o dom de Cristo nos tornou possível. Ele nos convida a fazer nossa escolha do direito, para nos ligarmos com os instrumentos celestes, adotarmos princípios que hão de restaurar em nós a imagem divina. Na palavra escrita e no grande livro da natureza, Ele revelou os princípios da vida. É nossa obra obter conhecimento desses princípios e, pela obediência, cooperar com Ele na restauração da saúde do corpo bem como da alma. Os homens precisam saber que as bênçãos da obediência, em sua plenitude eles só podem fruir à medida que receberem a graça de Cristo. É Sua graça que dá ao homem poder para obedecer às leis de Deus. É isso que o habilita a quebrar as cadeias do mau hábito. Esse é o único poder que pode colocá-lo e conservá-lo firme no caminho do direito” (A Ciência do Bom Viver, p. 114.4).
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Os três espíritos imundos

(adaptado do texto do Pr. Gilson Medeiros)

"Então, vi sair da boca do dragão, da boca
da besta e da boca do falso profeta três espíritos imundos semelhantes a rãs; porque eles são espíritos de demônios, operadores de sinais, e se dirigem aos reis do mundo inteiro com o fim de ajuntá-los para a peleja do grande Dia do Deus Todo-Poderoso" (Apoc. 16:13-14).

Ontem foi o dia da "padroeira do Brasil". Em todo o país, milhares de pessoas prestaram suas homenagens àquela que é considerada a "Mãe de Deus e de todos os brasileiros".

Além de Maria, mãe de Jesus, dezenas de outros personagens são considerados como "santos" pelos católicos. Aqui no Nordeste, por exemplo, dois dos mais conhecidos são o Frei Damião e o Padre Cícero. Mas existem outros... alguns ainda não reconhecidos oficialmente pela Sé Católica, mas já consagrados pela crendice popular.

Em um telejornal aqui de minha cidade, hoje pela manhã, uma católica foi entrevistada para dar testemunho sobre sua fé um determinado "santo" local. Segundo a senhora, tudo que ela pede a este santo ela alcança (as "graças", como eles dizem!), e ela explicou da seguinte maneira a fé que ela tem no "santo": "Eu tenho muita fé no Padre Ibiapina, porque tudo que pedimos a ele, ele pede a Nossa Senhora, e ela intecede por nós junto a Jesus".

Na crendice popular, incentivada pela teologia romana, os "santos" são pessoas especiais que viveram entre nós, e hoje, após morrerem, ocupam uma posição de destaque no Céu, e têm "autoridade moral" para intercederem em favor dos suplicantes.

A base para este tipo de absurdo está exatamente na doutrina de que a alma é imortal, e de que ela continua viva (no Céu, no Purgatório ou no Inferno) logo após a morte.

Imortalidade da alma

Esta talvez tenha sido a falácia mais bem divulgada em toda a História da Humanidade: "É certo que não morrereis..." (Gên. 3:4).

Isso me fez lembrar que, assim como o sábado e outros temas proféticos de maior "empolgação" por parte de muitos Adventistas, não podemos relaxar na pregação de que a alma morre sim, segundo a Bíblia, e de que todos os que já morreram, com exceção de alguns que a próprio Bíblia menciona, estão dormindo nas sepulturas, aguardando o dia da ressurreição.

Os Adventistas são um dos poucos grupos religiosos mundiais (um outro são os Testemunhas de Jeová) que mantém esta fé bíblica. Praticamente todos os demais cristãos e não-cristãos crêem na imortalidade da alma de alguma maneira.

O reflexo de tal crença anti-bíblica aflora em momentos como os que descrevi acima, quando as pessoas recorrem aos "mortos" para solucionarem problemas que estes não poderão resolver.

"Porque os vivos sabem que hão de morrer, mas os mortos não sabem coisa nenhuma, nem tampouco terão eles recompensa, porque a sua memória jaz no esquecimento" (Ecles. 9:5).

Naquela união diabólica descrita no Apocalipse, um dos "espíritos imundos" representa exatamente estes ensinos espiritualistas da imortalidade da alma. Como bem profetizou Ellen White, a guarda do domingo e a imortalidade da alma serão a "ponte" que ligará todas as religiões sob o Cetro Romano, culminando com a apostasia final.

Portanto, tanto quanto pregarmos sobre a guarda do sábado, decreto dominical, marca da besta, volta de Jesus, etc., não devemos esquecer de pregar sobre a MORTALIDADE DA ALMA, e sobre a RESSURREIÇÃO dos verdadeiros SANTOS, por ocasião da volta de Jesus.

REFLEXÃO: "Porquanto o Senhor mesmo, dada a sua palavra de ordem, ouvida a voz do arcanjo, e ressoada a trombeta de Deus, descerá dos céus, e os mortos em Cristo ressuscitarão primeiro; depois, nós, os vivos, os que ficarmos, seremos arrebatados juntamente com eles, entre nuvens, para o encontro do Senhor nos ares, e, assim, estaremos para sempre com o Senhor. Consolai-vos, pois, uns aos outros com estas palavras" (I Tessal. 4:16-18).



A Palavra do Senhor

(por Marcio)

"Este é o Deus cujo caminho é perfeito; a palavra do Senhor é comprovadamente genuína. Ele é escudo para todos os que nele se refugiam" (II Sam 22:31).

Sem dúvida nenhuma, o grande Best Seller da história deste mundo é indiscutivelmente a BÍBLIA SAGRADA. Ela é incomparável em sabedoria, força e poder. Aos que sabiamente a estudam com perseverança em comunhão com o Espírito Santo de Deus, fonte de VIDA.

Ano após ano, continua a liderar o ranking dos livros mais vendidos do planeta. Tantas são as publicações, que alguns especialistas dizem que a soma dos outros nove (dos "10 mais"), não conseguem atingir o número de cópias distribuídas do Livro de Deus. Já foi traduzida para mais de 2.400 idiomas. Total ou em parte, o Livro Sagrado está disponível em quase 100% dos idiomas falados.

Contudo, nenhum outro livro da história sofreu tamanha oposição - seja por governos, críticos ou opositores religiosos. Durante muito tempo, em muitas épocas e pontos deste mundo, parte da perseguição e eliminação dos cristãos consistiu justamente no confisco e queima da maior quantidade de bíblias possíveis. Muitos precisaram escondê-las das formas mais criativas; alguns outros precisaram até enterrá-las para preservá-las. Mas pela graça de Deus e Sua vontade, as duas testemunhas (o antigo e o novo testamento) continuam a demonstrar ao mundo, o caráter do Criador de todas as coisas.

Atualmente, a história não poderia ser diferente: Uma mulher da Coréia do Norte chamada Ri Hyon Ok, de 33 anos, mãe de três filhos, foi executada publicamente no dia 16 de Junho de 2009... seu crime? Distribuir a Bíblia Sagrada entre os seus! Por mais que ela tenha sido acusada de outros crimes também, não tenho dúvida que o dragão instigou seus opositores a agirem de tal forma, justamente porque era serva do Senhor, e não por outro motivo.

Martinho Lutero certa vez exclamou: "...Oh, se Deus me permitisse ter minha própria Bíblia"! Essa foi a vontade de muitos numa época em que somente os bispos de Roma se auto proclamavam ser os "únicos detentores da interpretação bíblica", sendo assim, a leitura pelos demais se tornara proibida. Estes foram dias em que as pessoas davam tudo o que possuíam pelo privilégio de repartir o "maná do céu" para se alimentarem do conhecimento de Deus.

Por estas e tantas outras indagações, fico pensando o quão abençoados somos por tê-la (pelo menos por enquanto) em nossas prateleiras nas mais diversas variedades: grande, pequena, de capa dura, de capa flexível, de letra grande, média, pequena, NVI, VARC, ARA... enfim, temos ao nosso total e completo dispor a PALAVRA de Deus na linguagem dos homens... a mesma Palavra poderosa que criou tudo o que há na terra; os céus, os planetas, as galáxias e todo o universo.

Hoje, este livro pode ser obtido por menos de R$ 3,00 na sua abundância de versões pela SBB, pelo menos na realidade do nosso país. Contudo, quão negligenciada é a Palavra de Deus mesmo no meio cristão evangélico e infelizmente também no meio cristão adventista. O povo que um dia fora conhecido como "o povo da Bíblia", hoje é mais lembrado como o "povo que não toma café e não come carne de porco"... ahh que tristeza! O desconhecimento de Deus, da Sua grandeza, da Sua majestade, da Sua graça e também do Sua justiça no próprio seio da igreja é tremendo. Não é a toa que está escrito: "Errais, não conhecendo as Escrituras nem o poder de Deus" (Mat. 22:29).

"A mera leitura da Bíblia, no entanto, não produzirá o resultado designado pelo Céu; ela deve ser estudada e nutrida no coração. A Escritura não tem recebido a cuidadosa atenção que merece. Não tem sido honrada acima de todos os outros livros na educação das crianças e dos jovens. Os alunos consagram anos a adquirir educação. Estudam vários autores, e familiarizam-se com a ciência e a filosofia mediante os livros que encerram os resultados das pesquisas humanas; mas o Livro que provém do divino Mestre, tem sido grandemente negligenciado. Não se lhe discerne o valor; seus tesouros permanecem ocultos." (Conselhos Professores, Pais e Estudantes p.423)

"É apropriado e correto ler a Bíblia; mas o vosso dever não termina aí; pois deveis examinar as suas páginas por vós mesmos. O conhecimento de Deus não é obtido sem esforço mental, sem oração por sabedoria a fim de poderdes separar o genuíno grão da verdade da palha com que os homens e Satanás têm deturpado as doutrinas verdadeiras. Satanás e sua confederação de agentes humanos têm procurado misturar a palha do erro com o trigo da verdade. Devemos buscar diligentemente o tesouro escondido e pedir sabedoria do Céu a fim de separar as invenções humanas das ordens divinas. O Espírito Santo auxiliará o que procura grandes e preciosas verdades relacionadas com o plano da redenção. Quisera impressionar a todos com o fato de que a leitura casual das Escrituras não é o suficiente. Precisamos examiná-las, e isto significa fazer tudo o que é abrangido por essa palavra. Assim como o mineiro explora ansiosamente a terra para descobrir os veios de ouro, deveis examinar a Palavra de Deus em busca do tesouro escondido que Satanás há tanto tempo tem procurado ocultar aos homens. O Senhor diz: 'Se alguém quiser fazer a vontade dEle, conhecerá a respeito da doutrina.'" João 7:17. (Fundamentos da Educação Cristã p. 307).

Esta geração muito provavelmente terá o privilégio de ouvir o "som da última trombeta". Jesus está voltando e a história deste mundo está chegando ao fim! E isto não é mais uma exclusividade da Bíblia, as notícias seculares estão "pregando" o mesmo. A pergunta é: Você conhece a Deus o suficiente para estar pronto para o grande dia?

REFLEXÃO: “Filho meu, se aceitares as minhas palavras, e entesourares contigo os meus mandamentos, para fazeres atento à sabedoria o teu ouvido, e para inclinares o teu coração ao entendimento; sim, se clamares por discernimento, e por entendimento alçares a tua voz; se o buscares como a prata e o procurares como a tesouros escondidos; então entenderás o temor do Senhor, e acharás o conhecimento de Deus. Porque o Senhor dá a sabedoria; da sua boca procedem o conhecimento e o entendimento” (Prov. 2:1-6).
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Vale a pena assistir: http://mejvideos.blogspot.com/2009/11/cristaos-perseguidos.html

NOTA: Na última oportunidade que tive de falar sobre este mesmo assunto com os irmãos da minha congregação, lancei o "desafio" desta magnífica leitura no espaço de 90 dias.

Foi um momento maravilhoso, onde depois de assumirmos um COMPROMISSO ajoelhados diante do "Autor do Livro", iniciamos esta jornada que requer de nós apenas um investimento de mais ou menos 45 minutos por dia.

Por isto, quero deixar aqui a todos os leitores deste blog o mesmo programa que sugere esta "urgência" de CONHECERMOS A DEUS. Clique no link abaixo, faça o download do programa, siga as orientações de leitura do Pr Jorge Mário de Oliveira e "Medite em Jesus"!


http://www.paulistana.org.br/site/index.php?option=com_content&view=article&id=784&Itemid=423
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